Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura

Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura

Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura

Nome Técnico: Curso Segurança na Prevenção de Riscos nos Trabalhos em Altura - 16 horas (trabalhador)

Cód: 1665

Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura

O Curso Prevenção de Riscos nos Trabalhos em Altura em conformidade com as normas regulamentadoras e técnicas, tem por objetivo a capacitação do profissional em relação a segurança durante os procedimentos realizados em altura, o trabalhador precisa estar devidamente treinado e orientado de suas funções e responsabilidades para que os riscos sejam os menores possíveis durante a execução de suas funções.

O que é trabalho em altura?
Segundo a norma regulamentadora NR 35, trabalho em altura é toda atividade executada por profissionais em ambientes acima de dois metros do solo e que haja risco de queda, portanto é fundamental que o mesmo esteja prontamente habilitado para exercer tais funções e conseguir prevenir os riscos nos trabalhos em altura.

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Conteúdo Programático

Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura
Conceitos e práticas gerais de trabalho em altura;
A importância da APR (Análise Preliminar de Riscos);
Conceito de altura;
Trabalho em altura;
Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança;
Tipos de equipamento de segurança;
EPIs;
EPCs;
Funcionamento de equipamentos de segurança;
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança;
Tipos de recursos utilizados;
Tipos de trabalho em altura;
Escadas móveis;
Escadas marinheiro;
Andaimes;
Plataformas suspensas;
Plataformas elevatórias;
Balancim;
Passarelas para telhado;
Riscos associados ao trabalho em altura;
Benefícios da prevenção de acidentes do trabalho em altura;
Acesso ao local de trabalho em altura;
A importância de PT (permissão de Trabalho);
Tipos de riscos de acesso ao local de trabalho em altura;
Responsabilidades para a liberação;
Responsáveis pela liberação;
Procedimentos de liberação;
Permissão para realização da atividade;
Medidas de controle;
Plano de emergência;
Prevenção de Acidentes;
Primeiros Socorros;
Equipe de Resgate por quê?;
Solução educacional:
Treinamento teórico-prático realizado em salas de treinamento, com foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, procedimentos e equipamentos utilizados no trabalho em altura.  As estratégias para apresentação do conteúdo são orientadas por meio da exposição de casos de risco para análise e avaliação dos empregados; do manuseio de equipamentos de proteção; da análise de fotos, ilustrações e vídeos, apontando acertos e erros na conduta relacionada ao trabalho em altura; da realização de exercícios de fixação. O fechamento do treinamento ocorrerá com a aplicação de uma avaliação de aprendizagem.
Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR 14626 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda deslizante guiado em linha flexível,
ABNT NBR 14627 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda guiado em linha rígida,
ABNT NBR 14628 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda retrátil,
ABNT NBR 14629 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Absorvedor de energia,
ABNT NBR 15834 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Talabarte de segurança,
ABNT NBR 15835 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição,
ABNT NBR 15836 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo para-quedista,
ABNT NBR 15837 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Conectores,
ABNT NBR 16325 – Proteção contra quedas de altura
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Curso Prevenção de Riscos nos Trabalhos em Altura

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura

Resgate Específico em Altura:
Carga horária mínima: 40 horas/aula

Supervisor de Altura:
Carga horária mínima: 40 horas/aula

Trabalhador:
Carga horária mínima: 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima: 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
NR 35 Item 35.3.3
 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:

a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.
Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Prevenção Riscos nos Trabalhos em Altura:
Trabalho em altura é toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.
Tenha um planejamento detalhado e documentado sobre as atividades consideradas Trabalhos em Altura em sua empresa.
Este garantirá a segurança dos trabalhadores envolvidos na atividade. 
O Planejamento Documentado visa proporcionar um ambiente de trabalho seguro e a gestão com o uso de procedimentos, técnicas e equipamentos de proteção contra queda.
Todo planejamento deve preceder a Análise de Risco das atividades planejadas.
Para cada atividade, utilize as metodologias de trabalhos em altura adequadas, como:
Prevenção da Queda;
Avisos e Placas de Alerta indicando as zonas de risco;
Barreiras físicas como grades impedido o acesso as zonas de risco;
Trabalho com Restrição;
Proteção Contra Quedas;
Trabalho com Quedas Controladas e Trabalho Posicionado;
Trabalho com Quedas Controladas;
Trabalho Suspenso – Acesso por Corda;
Resgates e Autoregate considerando as consequências e traumas ocasionados pela suspensão.
Acesso vertical em Espaços Confinados;
Considere sempre a Zona Livre de Queda e o efeito pêndulo, caso a queda ocorra em seu planejamento;
Tenha um plano de emergência;
Equipamentos que devem ser considerados:
Cintos de Segurança e Cintos para Trabalhos Suspensos;
Talabartes, Ganchos e Conectores;
Trava Quedas Retrátil;
Cordas com Trava Quedas para Cordas;
Cabos com Trava Quedas para Cabos;
Ganchos e Fitas de Ancoragens;
Ancoragens diversas e Adaptadores;
Linha de Vida Horizontal Temporárias;
Linha de Vida Horizontal Fixas ou Móveis;
Sistemas de Resgate e Auto Resgate;
Descensores, Ascensores, cordas de trabalho e acessórios para trabalhos suspensos;
Tripé e Monopé;
Guinchos retráteis e Blocos de Polias;
O Trabalhador deverá conhecer os corretos procedimentos para montagem, manutenção, inspeção e desmontagem dos sistemas de proteção contra quedas;
O Trabalhador deverá saber utilizar corretamente os equipamentos e saber como armazená-los mantendo-os aptos para o uso.
Lembre-se:
Cinto de Segurança com Talabarte Duplo (Y) não atende 100% das atividades com exposição ao risco de queda. Caso não tenha equipamentos adequados, não improvise.
Inclua no seu planejamento diversos e diferentes equipamentos de proteção contra quedas para que possa ter:
Equipamentos adequados para cada atividade planejada e sua aplicação.
Opções de escolha;
Tenha sempre equipamentos de back up. Lembre-se: ” Quem tem um, não tem nenhum! “
Trabalho em Altura é uma atividade de extremo risco, desta maneira o trabalhador deverá ser capacitado, ter aptidão para a atividade, possuir saúde física e principalmente possuir equilíbrio emocional.
Trabalhador seguro é trabalhador conectado ao um ponto de ancoragem

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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