Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, O Que É O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Pra Que Serve O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Aonde Fazer O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Como Fazer O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Porque Fazer O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Quando Fazer O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Quanto É O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Treinamento Plataforma Pantográfica Elétrica, Certificado Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Apostila Curso Plataforma Pantográfica Elétrica, Objetivo Curso Plataforma Pantográfica Elétrica,

Treinamento Plataforma Pantográfica Elétrica

Curso Plataforma Pantográfica Elétrica

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-18 Segurança na Operação de Plataforma Pantográfica Elétrica

Cód: 22935

O Curso Plataforma Pantográfica Elétrica tem por objetivo estabelecer estratégias de execução proativas, de forma que os colaboradores possam consolidar diretrizes específicas na operação de Plataforma Pantográfica Elétrica, em conformidade com o Anexo IV – Plataformas de Trabalho Aéreo da NR-18.

NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – ITEM 18.22.1:
“A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá.”

Escolha Seu Plano

100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

40 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Curso Plataforma Pantográfica Elétrica
Conscientização da Importância do Manual de Instrução Operacional do Equipamento;
Conhecendo Equipamento;
Instruções Gerais de Segurança;
Espaço de Trabalho;
Características Técnicas do Equipamento;
Princípios de Funcionamento;
Atravancamentos e Rótulos;
Segurança na Utilização;
Manutenção (Preventiva e Corretiva – TPM);
Proximidade a Linhas Elétricas;
Efeito do Vento;
Trabalhos em Ambientes Externos – Descargas Atmosféricas;
Carregamento, Descarregamento, Deslocamento e Precauções;
Operações (Painel de Solo e no Cesto da Plataforma);
Operação em Casos de Emergência;
Realização do Checklist detalhado;
Incidentes;
Estudos de Caso;
Sistemas de Segurança;
Condições de Trabalho;
Controles de Painéis e os Indicadores de Anomalias;
Segurança nos trabalhos em Altura;
Componentes de Segurança;
Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Análise de posto de trabalho;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;

NR – 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 17 – Ergonomia;
NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR ISO 9386 – Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida — Requisitos para segurança, dimensões e operação funcional.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Plataforma Pantográfica Elétrica

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):  É recomendável Periodicidade ANUAL se não ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
NR-18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.
NR-18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de 16 (dezesseis) horas e atualização anual com carga horária mínima de 04 (quatro) horas.
NR-18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada a exigência de ensino fundamental completo.

 

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

 

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Curso Plataforma Pantográfica Elétrica:

ANEXO IV – PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO:
Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado.
Requisitos Mínimos de Segurança:
A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas.
O equipamento deve ser dotado de:
a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, conforme especificação do fabricante;
b) alça de apoio interno;
c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou, na falta destas, ao disposto no item 18.13.5 da NR18;
d) painel de comando com botão de parada de emergência;
e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica, hidráulica ou mecânica;
f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida.
É proibido o uso de cordas, cabos, correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guarda corpo.
A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos, por meio de:
a) cabos de alimentação de dupla isolação;
b) plugs e tomadas blindadas;
c) aterramento elétrico;
d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR).
Operação:
Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho.
É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho, a fim de garantir a operação segura da PTA.
Cabe ao operador, previamente capacitado pelo empregador na forma do item 5 deste Anexo, realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA.
Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens:
a) Controles de operação e de emergência;
b) Dispositivos de segurança do equipamento;
c) Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas;
d) Sistemas de ar, hidráulico e de combustível;
e) Painéis, cabos e chicotes elétricos;
f) Pneus e rodas;
g) Placas, sinais de aviso e de controle;
h) Estabilizadores, eixos expansíveis e estrutura em geral;
i) Demais itens especificados pelo fabricante.
A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças.
É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.
Antes e durante a movimentação da PTA, o operador deve manter:
a) visão clara do caminho a ser percorrido;
b) distância segura de obstáculos, depressões, rampas e outros fatores de risco, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço;
c) distância mínima de obstáculos aéreos, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço.
O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o trânsito, a visibilidade, a existência de declives, a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente.
A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante.
Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas em projeto ou ordem de serviço.
A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio.
O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local, obedecendo ao disposto na NR-10.
A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada, de forma a impedir a circulação de trabalhadores.
A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, estradas de ferro, andaimes ou outros veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim.
Antes da utilização da PTA, o operador deve certificar-se de que:
a) estabilizadores, eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante;
b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica;
c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos.
Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento, devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico, de acordo com o item 18.22.11 da NR-18.
Durante o uso da PTA, o operador deve verificar a área de operação do equipamento, a fim de certificar-se de que:
a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto;
b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada, de acordo com o projeto;
c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas, de acordo com o projeto;
d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades;
e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas;
f) não existam riscos adicionais de acidentes.
Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante.
A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese.
Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso.
O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA, antes de baixar a estação de trabalho.
Quando fora de serviço, a PTA deve permanecer recolhida em sua base, desligada e protegida contra acionamento não autorizado.
As baterias devem ser recarregadas em área ventilada, onde não haja risco de fogo ou explosão.
Manutenção:
É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento,contemplando, no mínimo:
a) verificação de:
Funções e controles de velocidade, descanso e limites de funcionamento;
Controles inferiores e superiores;
Rede e mecanismos de cabos;
Dispositivos de segurança e emergência;
Placas, sinais de aviso e controles;
b) ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas;
c) lubrificação de partes móveis;
d) inspeção dos elementos do filtro, óleo hidráulico, óleo do motor e de refrigeração;
e) inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos, tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento.
O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado.
A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento.
Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação.
Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação, a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado.
O proprietário da PTA deve conservar, por um período de cinco anos, a seguinte documentação:
a) registros de manutenção, contendo:
Datas;
Deficiências encontradas;
Ação corretiva recomendada;
Identificação dos responsáveis;
b) registros de todos os reparos realizados, contendo:
A data em que foi realizado cada reparo;
A descrição do trabalho realizado;
Identificação dos responsáveis pelo reparo;
Identificação dos responsáveis pela liberação para uso.
Capacitação:
O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18.22.1 da NR-18 (A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá) e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado, ou em um similar, no seu próprio local de trabalho.
A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, abordando, no mínimo, os princípios básicos de segurança, inspeção e operação, de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado.
A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado.
Cabe ao usuário:
a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA, de acordo com as recomendações do fabricante;
b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos;
c) orientar os trabalhadores quanto ao uso, carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA.
O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado.
Disposições Finais:
Este Anexo não se aplica às PTA para serviços em instalações elétricas energizadas.
Os projetos, especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devem atender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país.
Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas
Para operação em locais perigosos, o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas.
A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda, arrendamento ou locação.
As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega, seja por venda, arrendamento ou locação.
Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção.
Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento, devendo ser fornecidos em qualquer locação, arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.
Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa.
É vedado:
a) o uso de pranchas, escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA;
b) a utilização da PTA como guindaste;
c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos;
d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar, inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica;
e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução.

Saiba Mais: Curso Plataforma Pantográfica Elétrica: Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos