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Conteúdo Programático

Curso Operador de Cesta Aérea

Segurança nos Trabalhos em Máquinas e Equipamentos – Anexo XII Equipamentos de Guindar para Elevação de pessoas e realização de trabalho em altura Cestas aéreas

Exigências mínimas de Cestas Aéreas para Guindauto;
Situações impeditivas ao uso de Cesta Aérea para Guindauto;
Elenco de tarefas liberadas para serem executadas com o auxílio de cesta aérea para Guindauto em redes desenergizada;
Elenco de tarefas liberadas para serem executadas por eletricistas autorizados com o auxílio de Cesta Aérea para Guindauto em redes de baixa tensão energizadas;
Normas de utilização das cestas aéreas;
Importância da manutenção e conservação dos Equipamentos;
Procedimentos de segurança;

Tarefa 1: Operação:
Operação 1 – Inspecionar o veículo;
Operação 2 – Estacionar veículo;
Operação 3 – Acionar equipamento;
Tarefa 2: Utilização:
Operação 1 – Acionar estabilizadores (quando houver);
Operação 2 – Retirar cinta de travação do braço;
Operação 3 – Retirar capas de proteção;
Operação 4 – Aterrar o veículo;
Tarefa 3: Utilizar comandos hidráulicos:
Operação 1 – Manusear alavancas;

NR 17 ERGONOMIA
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17:
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura, );
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE  8995-1:2013

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas:
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos (Anexo XII – 2);
NR 35 – Trabalho em Altura;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 24 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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NR 12 – NORMA REGULADORA PARA CESTAS AÉREAS

ANEXO XII EQUIPAMENTOS DE GUINDAR PARA ELEVAÇÃO DE PESSOAS E REALIZAÇÃO DE TRABALHO EM ALTURA NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS CESTAS AÉREAS

2.1 AS CESTAS AÉREAS DEVEM DISPOR DE:
a) Ancoragem para cinto de segurança tipo paraquedista, conforme projeto e sinalização do fabricante;

b) Todos os controles claramente identificados quanto a suas funções e protegidos contra uso inadvertido e acidental; Comando da torre Comando do cesto Comando do estabilizador
c) Controles para movimentação da caçamba na parte superior e na parte inferior, que devem voltar para a posição neutra quando liberados pelo operador, exceto o controle das ferramentas hidráulicas; Comando da torre Comando do cesto Alavanca controle ferramentas
d) Controles inferior e superior para a operação do guincho e válvula de pressão para limitar a carga nas cestas aéreas equipadas com guincho e “JIB” para levantamento de material, caso possua este acessório. Não se aplica, equipamento sem “JIB”
e) Dispositivo de travamento de segurança de modo a impedir a atuação inadvertida dos controles superiores; Botão para inversão de comando e atuação inadvertida dos controles superiores
f) Controles superiores na caçamba ou ao seu lado, prontamente acessíveis ao operador;
g) Controles inferiores prontamente acessíveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentação da caçamba; Botão para inversão de comando e atuação inadvertida dos controles superiores
h) Dispositivo de parada de emergência nos comandos superior e inferior devendo manter-se funcionais em ambos casos; Botão do comando inferior Botão do comando superior
i) Válvulas de retenção nos cilindros hidráulicos das sapatas estabilizadoras e válvulas de retenção e contrabalanço (holding) nos cilindros hidráulicos do braço móvel a fim de evitar movimentos indesejáveis em caso de perda de pressão no sistema hidráulico; Válvula contrabalanço (holding) nos cilindros hidráulicos do braço móvel Válvula de retenção nas sapatas estabilizadoras
j) Sistema estabilizador, com indicador de inclinação instalado, em local que permita a visualização durante a operação dos estabilizadores, para mostrar se o equipamento está posicionado dentro dos limites de inclinação lateral permitidos pelo fabricante;
k) Controles dos estabilizadores protegidos contra o uso inadvertido, que retornem à posição neutra quando soltos pelo operador, localizados na base da unidade móvel, de modo que o operador possa ver os estabilizadores se movimentando
l) Válvula seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posição bloqueie a operação dos estabilizadores e na outra posição os comandos de movimentação da(s) caçamba(s);
m) Sistema que impeça a operação das sapatas estabilizadoras sem o prévio recolhimento do braço móvel para uma posição segura de transporte; Sistema de amortecimento da caçambam como especificado no capítulo 4.4, item 4.4.2 na ABNT NBR 16.092 e também este sistema é utilizado para impedimento da operação das sapatas estabilizadores sem o prévio recolhimento.
n) Sistema de operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de pane, exceto no caso previsto na alínea “o”;
o) Recurso para operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de ruptura de mangueiras hidráulicas;
p) Ponto para aterramento.

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