Curso Operação Bomba de Recalque

O que é Bomba de Recalque?
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Curso Operação Bomba de Recalque

Nome Técnico: Curso Capacitação Segurança na Operação de Bomba de Recalque

Referência: 120835

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Operação Bomba de Recalque
O Curso Capacitação Segurança na Operação de Bomba de Recalque tem como principal objetivo a instrução e orientação do colaborador para a operação de equipamentos de recalque, utilizando-se de todas as normas de segurança aplicáveis de forma a garantir sua integridade física.

O que é Bomba de Recalque?
Bombas de Recalque são equipamentos responsáveis pelo bombeamento de líquidos no sentido vertical, empurrando-os de um ponto mais baixo para outro mais alto do ambiente. As bombas podem operar em estágios simples – utilizados em sistemas de edificações simples – e em multiestágios, como grandes edifícios comerciais e complexos industriais.

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Conteúdo Programático

Curso Operação Bomba de Recalque

Principais termos e aplicações do tema;
Conceitos normativos importantes;
Sistemas de recalque e seus componentes principais;
Morfologia das instalações;
Comportamento operacional;
Recursos de controle de operação;
Bombas hidráulicas isoladas;
Morfologia das associações;
Bombas volumétricas e transformação de energia;
Triângulos de velocidade;
Estudo de linha de recalque;
Estudos transitórios hidráulicos;
Dispositivo de desobstrução de tubulação;
Ancoragem e requisitos mecânicos;
Controladores de vazão e pressão;
Válvula de bloqueio e descarga;
Caminhamento de linha de recalque;
Instalações de recalque – bomba, registro e válvula;
Registro de gaveta;
Válvula de retenção;
Dissipação de energia na instalação;
Velocidade recomendada da dissipação;
Associação de condutos;
Adução por gravidade;
Requisitos de segurança na operação;
Noções de manutenção básicas;
Identificação de mau funcionamento;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16682 – Projeto de linha de recalque para sistema de esgotamento sanitário – Requisitos;

ABNT NBR 10131 – Bombas hidráulicas de fluxo;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Capacitação Segurança na Operação de Bomba de Recalque

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

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Saiba Mais: Curso Capacitação Segurança na Operação de Bomba de Recalque.

5.10 Componentes e equipamentos acessórios 5.10.1 Válvula de bloqueio
5.10.1.1 A válvula de bloqueio deve ser prevista:
a) no início da linha de recalque, quando for necessária no final;
b) que permita a operação em subtrechos conforme necessidade operacional;
c) nas derivações, junto ao ponto de ligação e em pontos identificados como necessários.
5.10.1.2 Deve ser avaliada a ocorrência de transitórios hidráulicos decorrentes de abertura ou fecha-mento da válvula quando a manobra for considerada rápida, e adotar as medidas de proteção.
5.10.1.3 Quando da definição do local de instalação da válvula deve ser observada a facilidade de acesso e de operação da mesma. Quando a válvula for instalada em caixa de proteção ou em poço de visita o projeto pode prever a opção de acionamento da válvula sem a necessidade de acesso ao seu interior.
5.10.2 Válvula de descarga
5.10.2.1 Deve ser prevista válvula de descarga nos pontos baixos ou em pontos estratégicos, com indicação em projeto do ponto de lançamento do esgoto que deve ser conduzido a local ade-quado. Para o ponto de lançamento da descarga, devem ser verificadas as exigências legais.
5.10.2.2 A válvula de descarga deve ser instalada para limpar e esvaziar a tubulação.
5.10.2.3 Quando da definição do local de instalação da válvula deve ser observada a facilidade de acesso e de operação da mesma. Quando a válvula for instalada em caixa de proteção ou em poço de visita o projeto pode prever a opção de acionamento da válvula sem a necessidade de acesso ao seu interior.
5.10.2.4 O dimensionamento da válvula deve verificar a capacidade hidráulica de esvaziamento da tubulação abrangida, considerando o perfil, a extensão, o volume do trecho a ser esgotado, o volume de ar a ser introduzido para evitar a subpressão, as condições para escoamento da água descarregada. Deve-se definir o tempo máximo de escoamento da tubulação ou do sistema de recalque de forma a atender o tempo de parada operadora e ou contratante definido pela operadora do sistema.
a) o dispositivo deve ser dimensionado de modo a propiciar velocidade mínima de arraste, para remover o material eventualmente sedimentado:
b) o dispositivo deve proporcionar o esvaziamento completo do trecho da linha de recalque, por gravidade, caso não seja possível, deve-se prever meio adequado de completar o esvaziamento.
5.10.2.5 Quando necessário devem ser previstas obras de drenagem superficial ao longo do caminhamento da linha de recalque.
5.10.3 Dispositivo para expulsão e/ou admissão de ar
5.10.3.1 Prever a instalação de dispositivo na linha de recalque para permitir a expulsão e/ou a admissão do ar, visando a melhorar a operação do sistema, as operações de enchimento e/ou esvaziamento e os efeitos na ocorrência dos transitórios hidráulicos.
5.10.3.2 Prever e verificar a necessidade de instalação de dispositivo que permite a expulsão e/ou a admissão de ar em pontos estratégicos da linha de recalque:
a) no ponto de alimentação da linha de recalque,
b) na saída de bombeamento,
c) em mudanças de declividade,
d) em pontos suscetíveis de acumulação de ar;
e) em pontos altos,
f) a jusante de válvula de bloqueio,
g) em pontos intermediários de entrada de ar quando a linha piezométrica correspondente à descarga de um trecho da linha de recalque está situada abaixo desta.
5.10.3.3 O dispositivo deve ser dimensionado considerando a velocidade de esvaziamento e de enchi-mento da tubulação e atender aos requisitos a seguir:
a) a velocidade do esgoto admitida para a fase de enchimento da tubulação deve ser da ordem de 0,3 m/s,
b) permitir a descarga da vazão de ar equivalente/compatível à vazão de enchimento de cada trecho da linha de recalque,
c) admitir a vazão de ar equivalente/compatível à vazão máxima de esgoto descarregado pela descarga de cada trecho a ser drenado.
5.10.3.4 Pode ser implantado dispositivo tipo ventosa para atuar na tubulação, a ser indicado conforme necessidade específica em cada caso, podendo ser dos seguintes tipos:
a) ventosa simples para esgoto,
b) ventosa de dupla função ou cinética para esgoto,
c) ventosa de tríplice função ou de triplo efeito para esgoto,
d) ventosa de tríplice função ou de triplo efeito com dispositivo de fechamento lento para esgoto.
5.10.3.5 Quando da definição do local de instalação do dispositivo deve ser observada a facilidade de acesso e de manutenção do mesmo.
5.10.3.6 O dimensionamento, a solução técnica e a instalação adotada para o dispositivo deve sempre garantir a entrada e saída do ar na quantidade definida no projeto.
NOTA No ponto de instalação da ventosa recomenda-se a previsão de uma câmara em derivação da linha de recalque com diâmetro 50 % da linha para função de captação e acúmulo de ar.
5.10.3.7 A especificação técnica do dispositivo deve indicar a capacidade de expulsão e admissão de ar necessária e detalhar suas características geométricas e hidráulicas, baseadas em curvas de desempenho certificadas que correlacionem as áreas de conexão da ventosa com os orifícios de admissão e expulsão de ar.
5.10.3.8 Quando da elaboração da especificação técnica no projeto devem ser informados no mínimo: tipo, diâmetro nominal, classe de pressão, quantidade, dimensionamento, diâmetro do orifício automático, diâmetro efetivo do orifício cinético.
5.10.4 Medidores ou controladores de pressão
5.10.4.1 Na linha de recalque pode ser instalado medidor ou controlador para monitoramento e controle operacional da pressão atuante, atendendo as condições técnicas estabelecidas nesta Norma.
5.10.4.2 Quando da definição do local de instalação deve ser observadas a facilidade de acesso para medição e manutenção, a segurança e drenagem das instalações.
5.10.5 Medidores ou controladores de vazão
5.10.5.1 Na linha de recalque pode ser instalado medidor ou controlador de vazão para monitora-mento e controle operacional, com indicação local ou com equipamento de telemetria, conforme critério técnico do responsável pelo sistema de esgotamento sanitário.
5.10.5.2 Pode ser prevista a instalação de dispositivo para aferição periódica do medidor ou controlador de vazão e avaliação do coeficiente de perda de carga.
5.10.5.3 Quando da definição do local de instalação, devem ser observadas as facilidade de acesso para medição e manutenção, a segurança e drenagem das instalações.
5.10.5.4 No dimensionamento e detalhamento do medidor ou controlador atender as condições hidráulicas do sistema e critério técnico do responsável pelo sistema de esgotamento sanitário.
5.10.6 Dispositivo para desobstrução da tubulação, monitoramento e/ou controle
A instalação pode prever dispositivo(s) para permitir a inserção de equipamento para realizar a desobstrução, monitoramento e/ou controle da tubulação atendendo as condições técnicas estabelecidas nesta Norma e mantendo as condições operacionais da linha de recalque. Na indicação deste dispositivo atender aos requisitos da operadora ou contratante.
5.11 Travessia
5.11.1 O projeto deve conter os detalhes construtivos da travessia, interferências com instalações de outras concessionárias, o dimensionamento hidráulico e estrutural, atendendo as orientações das entidades envolvidas, a existência de Normas especificas, indicação da cota de enchente/inundação.
5.11.2 Na exigência de túneis ou tubos de proteção, nas travessias subterrâneas de tubulações, avaliar a necessidade de espaço livre entre o tubo transportador e o tubo de proteção para manutenção.
5.11.3 Movimentos diferenciais significativos entre a estrutura de apoio e a tubulação devem ser verificados, prevendo solução adequada.
5.11.4 Nos casos onde a tubulação não enterrada estiver sujeita a avarias de qualquer natureza, provocadas por agentes reais ou potenciais (vandalismo, incêndio, impacto contra a estrutura) adotar solução técnica compatível ao risco.
5.12 Ancoragem
Deve ser analisado o esforço máximo resultante exercido pelo esgoto, na condição operacional mais desfavorável, e dimensionada estrutura para ancoragem capaz de absorver estes esforços, oriundos dos pontos de mudança de direção, de alteração de diâmetro, de transição de diferentes materiais aplicados, de localização de dispositivos para fechamento e controle da tubulação, das derivações, dos esforços resultantes dos transitórios hidráulicos, e demais situações quando necessário.
5.13 Requisitos mecânicos
5.13.1 O projeto deve definir nas peças gráficas as condições de assentamento da tubulação, indi-cando a constituição do leito de assentamento, a espessura de recobrimento e o grau de compactação do solo de reaterro, levando em conta o tipo do material, as cargas atuantes e o tipo de solo.
5.13.2 Deve ser verificado o limite de deformação diametral, quando necessário.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

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