Curso NR-35 Supervisor de Altura

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Nome Técnico: Curso Capacitação Curso NR-35 Supervisor de Altura - 40 horas

Cód: 5237

Curso NR-35 Supervisor de Altura
Curso NR-35 Supervisor de Altura tem como objetivo estabelecer requisitos e medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução.
Este supervisor tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho em Altura, ensinando os procedimentos necessários para a realização do trabalho de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com a atividade.

O que é Curso NR-35 Supervisor de Altura?
A NR-35 foi criada pelo Ministério do trabalho para estabelecer condições mínimas de segurança para trabalhadores cujas funções são executadas numa altura superior a de 2 metros.
Como por exemplo empresas que necessitam de trabalhadores para executar serviços em plataformas móveis, andaimes, escadas, entre outros.
O curso de Supervisor de Trabalho em Altura é destinado aos profissionais que vão supervisionar os trabalhos em altura, preencher a permissão de trabalho, inspecionar os equipamentos e as condições de trabalho.

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Conteúdo Programático

Curso NR-35 Supervisor de Altura
Equipamentos de Proteção:
Objetivos e Campos de Aplicação;
Utilização, Conservação e Manutenção dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s);
Sistemas de proteção coletiva e individual, para a redução de impacto e dos fatores de queda;
Risco de queda de materiais e ferramentas;
Apresentação prática dos equipamentos de segurança como e para qual finalidade é produzido, forma de utilização e seus pontos fortes e fracos;
Sistemas de comunicação;
Procedimentos de Segurança no Trabalho:
Planejamento, Organização e Execução do trabalho;
Procedimentos operacionais rotineiros de trabalho em altura;
Requisitos e documentos necessários para comprovar aptidão à trabalho em altura;
Requisitos mínimos de Segurança;
Responsabilidades do Supervisor da equipe de altura;
Riscos específicos dos trabalhos simultâneos;
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
Exigências para contratação da equipe de Resgates;
Medidas de proteção para o trabalho em altura;
Métodos de Isolamento e Sinalização da área de trabalho;
Sistema de segurança em plano inclinado (taludes, encostas, declives e aclives, etc.)
Treinamento Prático Assistido de Abordagem de dificuldades encontrada no dia a dia do trabalho;
Avaliação estrutural do local de trabalho;
Análise Preliminar de Riscos (APR)
Elaboração da APR e Considerações pertinentes;
Análise de Risco e condições impeditivas de trabalho;
Condições Meteorológicas e outras Influências externas que possam alterar as condições de execução do serviço;
Permissão de Trabalho – PT:
Emissão;
Responsável pela autorização;
Encerramento;
Validade;
Hierarquia vertical de permissão para o trabalho em altura;
Noções Básicas de Técnicas de Resgate em Altura:
Absorvedores de energia;
Acidentes típicos;
Auto resgate; (maca sked e cesto para içamento)
Condutas em situações de emergência;
Danos fisiológicos causados por quedas;
Descida e içagem de vítima com e sem maca;
Deslocamento horizontal, circulação e acesso a lugares longe da escada;
Dispositivos trava-quedas;
Estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
Fator de queda e força de impacto;
Içagem com cabo guia;
Noções de Técnicas e Planejamento de Resgates em Alturas;
Nós de Fixação
Noções de Rapel (prática vertical linha de vida e trava quedas)
Resgate organizado e Transferência de linhas, simulações com montagem de direcionadores.
Sistema de Ancoragem (pontos de fixação);
Sistemas de contrapeso; (polias)
Sistemas de Redução de Carga com Polias;
Sistemas de Segurança para Descidas (freios e nós de segurança);
Sistemas de Segurança para Subida;
Noções de Primeiros Socorros
Legislação e Normas de Segurança:

Responsabilidades do Empregador e do  Trabalhador;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações: 
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – EPI – Equipamentos de Proteção Individual;
NR – 07 – PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
NFPA 1983 – Norma sobre Linha de Vida e Componentes de Segurança de Incêndio;
NFPA 1006 – Norma para Qualificação de Técnicos Profissionais de Resgate;
NFPA 1670 – Norma para Treinamentos e Operações Técnicas de Busca e Regate em Incidentes;
ABNT NBR 15475 – Acesso por corda – Qualificação e certificação de pessoas;
ABNT NBR 15595 – Acesso por Corda Procedimentos para Aplicação do método;
ABNT NBR 16325 – Proteção contra quedas de altura;

Curso NR-35 Supervisor de Altura

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso NR-35 Supervisor de Altura

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência (Supervisor):
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência (Trabalhador):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

NR-35 Atualização (reciclagem):
35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais: Curso NR-35 Supervisor de Altura;

NR-35 item 35.4.6 Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco poderá estar contemplada no respectivo procedimento operacional;
As Atividades rotineiras são aquelas habituais, independente da frequência, que fazem parte do processo de trabalho da empresa;
A análise de risco poderá estar contemplada nos procedimentos operacionais dessas atividades;
Muitas atividades são executadas rotineiramente nas empresas;
O disposto neste item diz respeito a excluir a obrigatoriedade de realização de uma análise de risco documentada anteriormente a cada momento de execução destas atividades, desde que os requisitos técnicos da análise de risco estejam contidos nos respectivos procedimentos operacionais;

35.4.6.1 Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter, no mínimo, as diretrizes e requisitos da tarefa, as orientações administrativas, o detalhamento da tarefa, as medidas de controle dos riscos característicos à rotina, as condições impeditivas, os sistemas de proteção coletiva e individual necessários e as competências e responsabilidades;
35.4.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão 18 de Trabalho;
Como são atividades não habituais, não há exigência de procedimento operacional;
Desta forma, é necessária a autorização da sua execução por meio de Permissão de Trabalho;

35.4.7.1 Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.
Por que é obrigatório possuir Equipe de Resgate?
De acordo com a NR 10, NR 33, NR 34, NR 35 entre outras é obrigatório possuir  no local das atividades a Equipe de Resgate,  também conhecida como Equipe de Salvamento.

Visando a melhor prestação de serviço, expressamos nosso parecer para que seja avaliado pela  equipe de segurança do trabalho, os  riscos, as vantagens e desvantagens de possuir uma equipe de resgatistas própria sem experiência na área complexa de atuação. Sugerimos uma analise mais detalhada para evitar incidentes desagradáveis, no caso de acidente, possuindo  Equipe de Resgate com proficiência no assunto e suporte adequado, além de preservar a vida do colaborador, preserva-se também o patrimônio da Empresa livrando-a  de possíveis indenizações ou processos criminais consequentes de acidentes.
Vale lembrar que uma Empresa  preparada sempre será uma Empresa bem sucedida.
Salvamento: procedimento operacional padronizado, realizado por equipe com conhecimento técnico especializado, para resgatar e prestar os primeiros socorros a trabalhadores em caso de emergência.
O que preconiza a NR 10 sobre a Equipe de Resgate:
NR 10.12 –  SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
10.12.1 As ações de emergência que envolvam as instalações ou serviços com eletricidade devem constar do plano de emergência da empresa.

10.12.2 Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a executar o resgate e prestar primeiros socorros a  acidentados, especialmente por meio de reanimação cardio-respiratória.
10.12.3 A empresa deve possuir métodos de resgate padronizados e adequados às suas atividades, disponibilizando  os meios para a sua aplicação.
10.12.4 Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate  a incêndio existentes nas instalações elétricas.
O que preconiza a NR 33 sobre a Equipe de Resgate:
33.4 Emergência e Salvamento
 33.4.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados aos espaços  confinados incluindo, no mínimo:

a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Análise de Riscos;
b) descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, busca, resgate,
primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento de equipe responsável, pública ou privada, pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado; e
e) exercício simulado anual de salvamento nos possíveis cenários de acidentes em espaços confinados.
33.4.2 O pessoal responsável pela execução das medidas de salvamento deve possuir aptidão física e mental  compatível com a atividade a desempenhar.
O que preconiza a NR 34 sobre a Equipe de Resgate:
NR 34.4.3 A capacitação da equipe de salvamento deve contemplar todos os possíveis cenários de acidentes  identificados na análise de risco.

34.6.4 Emergência e Salvamento
34.6.4.1 A empresa deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados ao trabalho em altura contemplando, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da APR;
b) descrição das medidas de salvamento e de primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros;
e) exercício simulado periódico de salvamento e combate a incêndio, considerando possíveis cenários de acidentes para trabalhos em altura, realizado, no mínimo, uma vez a cada ano.
34.6.4.2 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar.
O que preconiza a NR 35 sobre a Equipe de Resgate:
NR 35.6. Emergência e Salvamento

35.6.1 O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em altura.
35.6.1.1 A equipe pode ser própria, externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura, em função das características das atividades.
35.6.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências.
35.6.3 As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de emergência da empresa.
35.6.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar.

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