Curso Montagem Porta Corta-fogo

Curso Montagem Porta Corta-fogo

Curso Montagem Porta Corta-fogo

Nome Técnico: Curso Segurança na Montagem, Manutenção e Desmontagem de Porta Corta-fogo

Referência: 17068

Curso Montagem Porta Corta-fogo
O objetivo do Curso Montagem de Porta Corta-fogo aborda as condições exigíveis na montagem, instalação e funcionamento da porta corta-fogo com eixo de abrir do tipo vertical para saída de emergência.

O que é Porta Corta-fogo:
Conhecida também como porta de saída de emergência é composta por folhas, batentes e ferragens que retardam ou barra a propagação do fogo, gases e calor extremo, do ambiente para o outro.

Treinamento Montagem Porta Corta-fogo
As portas Corta Fogo devem permanecer sempre fechadas, com o auxílio do dispositivo de fechamento automático, e não devem ser trancadas à chave, no sentido de evasão.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Montagem Porta Corta-fogo

Definições;
Conscientização da importância do Manual de Instrução Técnica Operacional;
Componentes;
Desmontagem;
Manutenção;
Montagem;
Transporte;
Armazenagem;
Distribuição;
Instalação;
Batente;
Porta;
Serviços;
Curso Montagem Porta Corta-fogo
Limpeza;
Sentido de Abertura;
Elevações;
Manutenção preventiva e Corretiva;
Pintura ou Revestimento;
Condições Específicas;
Condições Gerais;
Indicações;
Proibição;
Sinalização;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-12 – Segurança do Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-23 – Proteção Contra Incêndio;

NBR 11742 – Porta Corta-fogo para Saída de Emergência e suas atualizações:
NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo – método de ensaio;
NBR 8053 – Porta de madeira de edificação – verificação de deformações da folha submetida a manobras anormais – método de ensaio;
NBR 8054 – Porta de madeira de edificação – verificação de deformações da folha submetida a manobras anormais – método de ensaio;
NBR 8094 – Material metálico revestido e não revestido- corrosão por exposição á névoa salina – método de ensaio;
NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – determinação da resistência ao fogo – método de ensaio;
NBR 11785 – Barra anti pânico – especificação;
NBR 11711- Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.
ASTM D 610 – Method for evaluating degree of rusting on painted steel surfaces;
ASTM 1854 – Specificacion for jet fuel – resistant concrete joint sealer, hot-poured elastic type;
ISO 1182 – Fire teste – bulding materials – Non-combustibilly test;
ISO 1716 – Fire teste – bulding materials – Determination of calorific potential;
IT 11/2011- Saída de emergência;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Curso Montagem Porta Corta-fogo

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Montagem Porta Corta-fogo

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso Montagem Porta Corta-fogo: 

No Brasil, a legislação exige que toda porta corta-fogo deve permanecer sempre fechada, por isso molas aéreas se mostram como o dispositivo mais confiável e seguro para executar o efetivo auto fechamento da porta no momento de emergência.
Cada país possui suas próprias regulamentações em relação às portas corta-fogo, assim como as orientações regionais do Corpo de Bombeiros.
A utilização de molas aéreas em sistemas corta-fogo deve ser feita apenas com modelos de molas testadas conforme a norma europeia EN 1154.
Rotas de fuga e saídas de emergência é uma necessidade primordial dentro da empresa. É um caminho de segurança que bem sinalizado indica o trajeto a ser percorrido pelo indivíduo, no caso de emergência, garantindo a integridade física dos usuários.
Toda porta corta-fogo possui um grau de resistência que tem como objetivo impedir que o fogo e a fumaça se espalhem pelo ambiente em caso de incêndio, permitindo uma evacuação segura.
A definição técnica de porta corta-fogo resume-se a: “Porta constituída por folha(s), batente e ferragens que impedem ou retardam a propagação do fogo, calor e gases, de um ambiente”.
Condições gerais
Classificação
As portas corta-fogo para saídas de emergência são classificadas em quatro classes, segundo o seu tempo de resistência ao fogo, no ensaio a que são submetidas, de acordo com a NBR 6479, a saber:
a) classe P-30: porta corta-fogo cujo tempo de resistência mínima ao fogo é de 30 min;
b) classe P-60: porta corta fogo cujo tempo de resistência mínima ao fogo é de 60 min;
c) classe P-90: porta corta-fogo cujo tempo de resistência mínima ao fogo é de 90 min;
d) classe P-120: porta corta-fogo cujo tempo de resistência mínima ao fogo é de 120 min;
NOTAS
1 Todas as classes de portas podem ter a característica adicional de “à prova de fumaça”, sendo que, neste caso, após a letra “P” deve ser acrescentada a letra “F” (é citado, por exemplo, uma porta PF-30: porta com as características de uma P30, sendo ao mesmo tempo, à prova de fumaça). 
2 Não são admitidas classificações intermediárias. 
4.2. Materiais e componentes Os materiais empregados na fabricação da porta, bem como seus componentes (folha, batente, ferragens e seus elementos de fixação), devem atender as exigências mínimas descritas em 4.2.1 e 4.2.2. 
4.2.1. Deve ser verificada a compatibilidade entre os diferentes materiais utilizados, para que sejam evitadas reações que provoquem deterioração do conjunto.
4.2.2. A porta não pode apresentar cantos vivos cortantes que possuem provocar ferimentos ao usuário, quando em sua utilização normal. 
4.3. Identificação
4.3.1. Cada porta deve receber uma identificação indelével e permanente, por gravação ou por plaqueta metálica, com as seguintes informações:
a) porta corta fogo conforme esta Norma;
b) identificação do fabricante; 
c) classificação conforme o disposto em 4.1; 
d) número de ordem de fabricação; 
e) mês e ano de fabricação;
4.3.2. A identificação deve ser feita na parte superior da testeira da porta, sob a dobradiça superior. No batente também deve haver uma identificação do fabricante na mesma altura. 
4.3.3 O selo de conformidade deve ser instalado na folha da porta, na testeira das dobradiças, sob a placa de identificação.4.3.4. A folha da porta, quando instalada, deve receber, no sentido de fuga, entre 1,60 e 1,80 m acima do piso, um letreiro com fundo branco e letras verdes, ou vice-versa, com os seguintes dizeres: PORTA CORTA FOGO É OBRIGATÓRIO MANTER FECHADA
6 Inspeção
6.1 Ensaios
Cada modelo de porta, após verificação dimensionais previstas em 5.1.3.2, deve ser submetido pelo fabricante à série de ensaios especificada em 6.1.1 a 6.1.6. Para isto, devem ser preparados dois protótipos necessários que correspondam rigorosamente ao projeto construtivo elaborado. A largura e a altura do vão livre escolhidas para o protótipo permitem estender os resultados dos ensaios para protótipos do mesmo modelo para todos os vãos livres de dimensões limitadas a 10 cm para mais ou para menos na altura e na largura, desde que a seção e os materiais das peças estruturais destinadas a garantir o desempenho da porta, recomendado em 5.2, sejam basicamente mantidos.
6.1.1 Verificação do comportamento da folha submetida a manobras anormais (ver figuras 5,6 e 7)
Esta verificação deve compreender os ensaios de resistência ao fechamento brusco e de resistência ao fechamento com presença de obstrução, os quais devem ser efetuados de acordo com a NBR 8054. Deve-se destinar um dos protótipos para estes ensaios. 
6.1.2 Verificação de deformações da folha submetida a carregamentos
Esta verificação deve compreender os ensaios de deflexão lateral sob a ação de um esforço torsor e de deflexão vertical sob a ação de um carregamento coplanar à folha, os quais devem ser efetuados de acordo com a NBR 8053. Deve-se usar o outro protótipo para estes ensaios. 
6.1.3 Ensaio de resistência ao fogo
Esta verificação deve ser composta pelo ensaio de resistência ao fogo, que deve ser realizado de acordo com a NBR 6479. Para este ensaio deve ser escolhido, aleatoriamente, um dos protótipos aprovados em 6.1.1 e 6.1.2.
6.1.3.1 O protótipo destinado ao ensaio de resistência ao fogo deve ser instalado em parede de alvenaria de tijolos comuns de barro cozido, com espessura de 200 mm (um tijolo). A instalação da porta deve ser executada com antecedência mínima de 48 h à realização do ensaio.
6.1.3.1.1. O conjunto porta -batente que apresenta painéis laterais ou superiores como partes integrantes deve ser ensaiado com a inclusão destes painéis, compondo o sistema completo. Porém, a avaliação do desempenho dos painéis deve ser efetuada de acordo com a NBR 10636. 
6.1.3.2 Quando a folha da porta apresenta assimetria, deve-se observar 6.1.3.2.1
6.1.3.2.1 A assimetria relativa à estruturação, ao miolo ou às capas da folha deve implicar a realização de ensaios em ambas as faces.
Devem ser aceitas portas assimétricas, com uma das faces, sob as seguintes condições:
a) o lado correspondente àquele exposto ao fogo, no entanto, deve ser identificado de forma indelével, com as iniciais “FE” (face ensaiada), com altura das letras de no mínimo 10 mm. Esta identificação deve estar situada no canto superior esquerdo da folha;
b) instalação somente em rotas de fuga; a face com a identificação “FE” deve ficar ao lado provável de ocorrência do fogo;

Curso Montagem Porta Corta-fogo: Consulte-nos.

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