Curso de Almoxarife

Nome Técnico: Curso Capacitação Métodos de Manutenção de Almoxarifado e Controle de Estoque

Referência: 63113

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

Curso Métodos de Manutenção de Almoxarifado
O Curso Métodos de Manutenção de Almoxarifado e Controle de Estoque tem por intuito capacitar os profissionais a controlar almoxarifados aplicando técnicas organizacionais que facilitam a organização e controle do estoque, bem como mantém o local em condições adequadas para retirada e recebimento de materiais do almoxarifado.

O que são Métodos de Manutenção de Almoxarifado?
Métodos e procedimentos organizacionais para manter o almoxarifado em condições organizadas para facilitar o acesso ao estoque, bem como um controle de materiais estocados e retirados, para maximizar a facilidade de manutenção do almoxarifado. O curso aborda técnicas para que tal facilidade seja colocada em prática.

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Curso de Almoxarife

Segurança no controle de estoque;
Métodos de Manutenção de almoxarifados;
Manutenção de estoque;
Aplicação de Técnicas para controle de almoxarifado;
Procedimentos organizacionais;
Prioridade de materiais;
Armazenamento de materiais e equipamentos;
Requisitos para armazenamento de determinado objeto;
Cumprimento dos requisitos;
Iluminação no local de armazenamento;
Iluminação adequada no almoxarifado;
Acesso a materiais armazenados;
Facilidade para acesso;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Ergonomia para acesso à determinado objeto
Levantamento de peso, postura;
Riscos ergonômicos;
Documentação para controle de materiais;
Registro de materiais armazenados e retirados;
Controle de entrada e saída de objetos;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem, e Manuseio de Materiais

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;

ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO 414105 – Almoxarife
Recepcionar Produtos
Verificar notas fiscais; Descarregar produtos; Confrontar notas e pedidos; Pesar produto; Escanear códigos dos produtos; Codificar itens; Endereçar materiais; Encaminhar materiais para armazenagem.
Conferir Produtos e Materiais
Conferir lacre do caminhão; Conferir conhecimento de fretes com nota fiscal; Conferir prazos de entrega dos produtos; Conferir lastro de embalagem; Conferir amarração dos paletes; Conferir quantidades; Conferir marcas dos produtos; Conferir qualidade e vencimento dos produtos; Checar códigos de barra e unidade de venda do produto; Conferir materiais por subgrupo; Conferir produtos com especialista da área requerente; Devolver itens em desacordo; Emitir tíquetes de pesagem; Conferir a distribuição do peso das cargas por eixo; Orientar os transportadores sobre as regras de distribuição de cargas nos veículos; Limitar peso de veículos conforme exigências legais; Liberar o transportador.
Registrar Dados no Sistema
Cadastrar produtos no sistema; Codificar notas; Registrar conhecimento de fretes; Lançar entrada de mercadorias/produtos; Lançar baixa de mercadorias/produtos; Solicitar reposição de estoque; Registrar prazos de entrega; Registrar condições de pagamento; Verificar notas fiscais lançadas no sistema; Registrar estorno de notas fiscais; Emitir notas fiscais de transferência de itens; Emitir notas fiscais de devoluções; Registrar ordens de serviço de terceiros; Emitir requisição de compras; Registrar cancelamento de pedidos; Emitir autorização de serviço; Enviar documentos fiscais para o setor contábil; Arquivar documentos.
Armazenar Produtos e Materiais
Definir o módulo de armazenamento; Definir áreas de armazenamento por tipo de produto; Operar equipamentos de movimentação de mercadorias; Direcionar mercadorias de acordo com o sistema; Colocar produtos em prateleiras, porta paletes, drivers, blocagem, gaiolas etc..; Movimentar produtos no paiol; Armazenar por linha e marca; Armazenar produtos por zona ou subgrupo; Armazenar matéria-prima; Armazenar produtos semi-acabados; Armazenar produto acabado; Armazenar produtos perecíveis; Armazenar gases em depósitos especiais; Armazenar explosivos em paiol; Armazenar produtos sucateados.
Preparar Mercadorias/Produtos para Distribuição
Separar produtos por pedidos; Reabastecer o local de separação; Separar mercadorias/produtos por destinatário; Separar produtos por zona; Separar produtos por marcas; Embalar mercadorias /produtos; Separar mercadorias/produtos por rol, contêineres e paletes; Anotar códigos nas caixas de controle; Contar volumes na distribuição; Remanejar peças e itens disponíveis; Informar às transportadoras peso e cubagem; Acompanhar carregamento dos produtos; Distribuir peso da carga de acordo com limite legal de cada veículo; Remeter correspondência dos volumes; Etiquetar mercadorias/produtos.
Controlar Estoque
Dimensionar quantidades mínimas e máximas; Controlar mercadorias de alta e baixa rotatividade; Controlar pedidos de compra; Fazer previsão mensal de estoque; Controlar datas de vencimento de produtos; Controlar qualidade dos produtos armazenados; Vistoriar produtos avariados; Controlar produtos danificados na manipulação; Controlar devolução de itens; Controlar estoque físico e contábil; Inventariar itens por endereço; Controlar material em consignação; Controlar mercadorias por depósito; Controlar emissão de notas manuais; Controlar termo de responsabilidade de materiais acautelados; Controlar estoques futuros; Controlar mercadorias por fornecedores; Controlar distribuição de alimentos com risco de contaminação; Controlar produtos congelados em câmaras frias; Controlar mercadoria por tempo de estoque.
Organizar Local de Armazenagem
Planejar o leiaute; Sinalizar áreas de risco; Organizar prateleiras; Ordenar paletes, contêineres e equipamentos; Organizar produtos no espaço físico; Agrupar produtos; Ordenar materiais; Unitizar carga (strech, fitilho,..); Montar embalagens; Colocar caixas vazias em gaiolas; Limpar o local de armazenamento e equipamentos; Controlar o acesso de pessoas.
Demonstrar Competências Pessoais
Demonstrar organização; Comunicar-se com facilidade; Demonstrar criatividade; Demonstrar agilidade; Demonstrar disciplina; Tomar decisões; Utilizar epi; Ouvir atentamente (saber ouvir); Demonstrar iniciativa; Demonstrar dedicação; Demonstrar liderança; Manter-se dinâmico; Demonstrar resistência física; Demonstrar responsabilidade; Trabalhar em equipe; Demonstrar auto controle; Demonstrar capacidade de observação; Demonstrar capacidade de concentração.

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Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

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Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

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Saiba Mais: Curso de Almoxarife: 

O controle de materiais na indústria é um grande desafio. Afinal, dependendo da manufatura, a lista de matérias-primas pode ser grande, e monitorar e verificar cada uma delas se torna uma tarefa pesada.
O estoque funciona como o cerne da indústria. É nele estão armazenados os materiais necessários para a produção dos produtos das industrias.
É por intermédio dele que encaminhamos os itens necessários a cada estágio da manufatura e, por conta disso, uma falha pode levar, como consequência, a interrupção de todo o trabalho feito dentro da indústria.
Em suma, é de extrema importância que o indivíduo esteja atento quanto aos assuntos que remetem à gestão de estoque à própria compreensão do ciclo de vida dos produtos, de acordo com a especificidade de cada tipo de indústria.
ABNT NBR 5462
“2.1.3 Item não-reparado
Item que não será reparado depois de uma falha. Nota: Um item não-reparado pode, ou não, ser reparável.
Conjunto de funções oferecidas a um usuário por uma organização.
2.1.5 Função requerida
Função ou combinação de funções de um item que são consideradas necessárias para prover um dado serviço.
2.1.6 Modo de funcionamento Subconjunto das possíveis funções de um item. 2.1.7 Instante
Ponto singelo em uma escala de tempo.
Nota: A escala de tempo pode ser contínua, como um calendário, ou discreta, como por exemplo, número de ciclos.
2.1.8 Intervalo de tempo
Parte de uma escala de tempo limitada por dois instantes dados.
Diferença entre os instantes extremos de um intervalo de tempo.
2.1.10 Tempo acumulado
Soma das durações caracterizadas por dadas condições, contidas em um determinado intervalo de tempo.
2.1.1 Medida (como aplicada no tratamento probabilístico da confiabilidade e áreas relacionadas)
Função ou quantidade usada para descrever uma variável aleatória ou um processo aleatório.
Nota: Exemplos de medidas para uma variável aleatória são a função distribuição e a média.
Combinação de todas as ações técnicas e administrativas destinadas a permitir que um item cumpra uma função requerida, reconhecendo-se a necessidade de adaptação na ocorrência de mundanças nas condições externas.
Nota: Entende-se como condições externas, por exemplo: a demanda do serviço e as condições ambientais.
2.1.13 Modificação
Combinação de todas as ações técnicas e administrativas destinadas a modificar um item.
2.1.14 Nível de confiança
Probabilidade de que um determinado intervalo de confiança, calculado a partir de um valor amostral, contenha o verdadeiro valor da população.
2.1.15 Solicitação reduzida
Redução intencional da ação de um ou mais fatores ambientais, ou de uma ou mais condições de funcionamento de um item, com o propósito de diminuir a ocorrência de falhas relacionadas a estes fatores e condições, considerados isoladamente ou combinados.
2.1.16 Pré-envelhecimento
Tratamento prévio de um item com a finalidade de estabilizar suas características.
2.1.17 Acessibilidade Facilidade relativa de acesso às diversas áreas de um item. 2.2 Desempenho relativo ao item 2.2.1 Eficácia
Capacidade de um item atender a uma demanda de serviço de determinadas características quantitativas.
Nota: Esta capacidade depende dos aspectos combinados da capabilidade e da disponibilidade do item.
2.2.2 Durabilidade
Capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob dadas condições de uso e manutenção, até que um estado limite seja alcançado.
Nota: O estado-limite de um item pode ser caracterizado pelo fim da vida útil, inadequação por razões econômicas ou técnicas e outros.
2.2.3 Dependabilidade
Termo coletivo usado para descrever o desempenho da disponibilidade e seus fatores de influência: confiabilidade, mantenabilidade e suporte logístico de manutenção.
Nota: A dependabilidade é usada para descrições genéricas, sem expressão quantitativa.
2.2.4 Capabilidade
Capacidade de um item atender a uma demanda de serviço de determinadas características quantitativas, sob dadas condições internas.
Nota: As condições internas se referem, por exemplo, a qualquer combinação de subitens em pane ou não.
2.2.5 Disponibilidade
Capacidade de um item estar em condições de executar uma certa função em um dado instante ou durante um intervalo de tempo determinado, levando-se em conta os aspectos combinados de sua confiabilidade, mantenabilidade e suporte de manutenção, supondo que os recursos externos requeridos estejam assegurados.
Nota: O termo “disponibilidade” é usado como uma medida do desempenho de disponibilidade.
2.2.6 Confiabilidade
Capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob condições especificadas, durante um dado intervalo de tempo.
Nota: O termo “confiabilidade” é usado como uma medida de desempenho de confiabilidade.
2.2.7 Mantenabilidade
Capacidade de um item ser mantido ou recolocado em condições de executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas e mediante procedimentos e meios prescritos.
Nota: O termo “mantenabilidade” é usado como uma medida do desempenho de mantenabilidade.
2.2.8 Desempenho do suporte de manutenção
Capacidade de uma organização de manutenção prover, sob demanda, os recursos necessários para manter um item sob condições especificadas e de acordo com uma dada política de manutenção.
Nota: As condições especificadas estão relacionadas com o próprio item e com as condições sob as quais é usado e mantido.
2.3 Defeitos
2.3.1 Defeito
Qualquer desvio de uma característica de um item em relação aos seus requisitos.
Notas:
a) Os requisitos podem, ou não, ser expressos na forma de uma especificação.
b) Um defeito pode, ou não, afetar a capacidade de um item em desempenhar uma função requerida.”
Fonte: NBR 5462

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