Curso Manutenção e Tratamento de Piscinas

O que é Tratamento de Piscinas?
Foto Ilustrativa

Curso Manutenção Tratamento Piscinas – EAD | Ao Vivo

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Execução de Manutenção e Tratamento de Água de Piscinas

Referência: 131659

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Manutenção e Tratamento de Piscinas
A principal finalidade do Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Execução de Manutenção e Tratamento de Água de Piscinas é a instrução do participante quanto aos métodos de aplicação das especificações normativas para a manutenção e o tratamento das águas de piscina. O curso prevê a orientação dos colaboradores para atuação e desempenho da função em conformidade com todos os parâmetros normativos vigentes.

O que é Tratamento de Piscinas?
Piscinas são tanques de água adequados para natação, mergulhos, saltos ornamentais, além de outras práticas desportivas e/ou fisioterapêuticas. Também podem ser utilizadas para atividades recreativas. A água represada deve estar em conformidade com todos os requisitos normativos para garantia de segurança dos usuários, portanto, deve ser frequentemente tratada e mantida sob avaliação rotineira.

Escolha Seu Plano

100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial

08hs EAD / 08hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

16 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Transmissão Ao Vivo

16 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Live com Instrutor

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Curso Manutenção e Tratamento de Piscinas

Principais termos e aplicações do tema;
Exigências e diretrizes da vigilância sanitária;
Tipos de piscina: fibra, vinil, cerâmica;
Cálculo de área e volume;
Análise visual e planejamento;
Quanto ao local e à concepção;
Características principais do tratador de piscinas;
Piscinas residenciais, públicas e coletivas;
Doenças transmissíveis em piscinas;
Procedência de contaminação;
Tipologias das bordas;
Profundidade da água;
Sistemas de drenagem e sucção;
Detalhes arquitetônicos e de execução;
Tanques e demais equipamentos;
Recirculação de água;
Dispositivos de entrada e saída de água;
Funcionamento e manutenção da bomba;
Motobomba e casa de máquinas;
Peças e limpeza de motobomba;
Bombas monofásicas e trifásicas;
Trocas de rolamentos, capacitores, difusores e rotores;
Funcionamento da válvula seletora;
Piscinas aquecidas;
Substituição de crepinas e peças danificadas;
Equipamentos de proteção individual;
Manual de uso, operação e manutenção;
Segurança no manuseio de produtos químicos;
Armazenamento e utilização adequada de produtos químicos;
Medição e controle de ph e cloro residual;
Cálculo de elevador e redutor de ph;
Cálculo de redutor e elevador de alcalinidade;
Ajuste de alcalinidade e dureza;
Técnica ninja da peneiração;
Tratamentos químicos: cloração, clarificação, algicida e decantação;
Métodos de higienização e tratamento da água;
Tratamentos físicos: aspiração e filtragem;
Equipamentos salva-vidas;
Filtração e limpeza do pré-filtro;
Limpeza de Skimme;
Diretrizes de manutenção e preservação;
Qualidade biológica da água;
Ácido Cianúrico;
Qualidade física da água;
Aplicação de sulfato de alumínio;
Qualidade química da água;
Alcalinidade total;
Água de suprimento;
Produtos químicos desinfetantes;
Sistemas de tratamento e manutenção;
Solidez da cor à água clorada;
Identificação e limpeza correta;
Kit de Análise;
Prevenção contra algas e água verde;
Procedimentos rotineiros de manutenção;
Prevenção de acidentes;
Cálculos de valor agregado;

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual;
NR 08 – Edificações;
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Industria da Construção;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 5674 – Manutenção de Edificações – Requisitos para o sistema de gestão de manutenção;
ABNT NBR 6123 – Forças devidas ao vento em edificações;
ABNT NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos;
ABNT NBR 9574 – Execução de impermeabilização;
ABNT NBR 10339 – Piscina – Projeto, execução e manutenção;
ABNT NBR 10131 – Bombas hidráulicas de fluxo;
ABNT NBR 10818 – Qualidade da água de piscina – Procedimento;
ABNT NBR 16675 – Laminados flexíveis de policloreto de vinila (PVC) para revestimentos de piscinas – Requisitos e métodos de ensaio;

Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Execução de Manutenção e Tratamento de Água de Piscinas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Execução de Manutenção e Tratamento de Água de Piscinas

4.2 Tipologia
4.2.1 Quanto ao uso As piscinas podem ser:
a) públicas, quando destinadas ao uso público em geral; EXEMPLO Centros comunitários.
b) coletivas, quando destinadas ao uso exclusivo dos associados de uma entidade; EXEMPLO Clubes, escolas, associações.
c) de hospedaria, quando destinadas ao uso de hóspedes; EXEMPLO Hotéis, motéis, casas de banho, hospitais.
d) residenciais coletivas, quando destinadas ao uso de residentes permanentes; EXEMPLO Condomínios.
e) residenciais privativas, quando destinadas ao uso unifamiliar.
4.2.2 Quanto ao suprimento e tratamento de água As piscinas podem ser de:
a) recirculação com tratamento, quando equipadas com sistema de recirculação e tratamento de água;
b) renovação contínua de forma programada com tratamento, quando a alimentação for continua com água e com tratamento adequado;
c) renovação contínua de forma programada sem tratamento, quando a alimentação for continua com água;
d) renovação programada (encher e esvaziar), quando a piscina tiver renovação programada da água por esvaziamento e enchimento.
4.2.3 Quanto à finalidade
As piscinas podem ser:
a) desportivas, quando destinadas principalmente às competições, devendo atender às características estabelecidas pelas instituições desportivas;
b) recreativas, quando destinadas à recreação e/ou prática de natação em geral;
c) mistas, quando possuírem áreas especificas destinadas à competição e à recreação;
d) infantis;
e) especiais, quando destinadas a fins específicos que não a recreação e a competição.
4.2.4 Quanto ao condicionamento da temperatura
As piscinas podem ser de:
a) água com condicionamento;
b) água sem condicionamento.
4.2.5 Quanto às características físico-químicas da água As piscinas podem ser de:
a) água doce;
b) água medicinal; ou
c) água salgada.
4.2.6 Quanto ao local As piscinas podem ser:
a) abertas, quando situadas ao ar livre:
b) cobertas-abertas, quando dispõem de cobertura e sem fechamento lateral do recinto; ou
c) cobertas-fechadas, quando dispõem de cobertura e fechamento lateral do recinto.
4.2.7 Quanto à concepção As piscinas podem ser:
a) naturais, quando dispõem de aproveitamento do ambiente natural; ou
b) artificiais, quando projetadas e construídas.
4.3 Tipologia das bordas
4.3.1 Borda transbordante Conforme indicado na Figura 4, a água superficial da piscina está em constante passagem pela borda, sendo conduzida pela caneleta direcionada para um tanque de compensação.
NOTA Os revestimentos próximos à piscina podem ter uma saliência ou reentrância para apoio dos dedos e ser antiderrapantes em todo o seu perímetro.
5 Projeto
5.1 Planejamento
Apresentar no projeto os dados e informações sobre os espaços e implantação, detalhes arquitetõ-nicos e de execução, acessibilidade e acessos, áreas circundantes e interconexões com o entorno, paisagismo, dimensionamento populacional, equipamentos, instalações e sua execução.
5.2 Casa de máquinas
5.2.1 Espaço e implantação
As casas de máquinas devem atender aos seguintes requisitos:
a) possibilitar o fácil acesso;
b) dispor de abertura para o exterior com dimensões compatíveis com as dos equipamentos e acesso com dimensão mínima de 0,80 m, exceto piscinas residenciais privativas;
c) dispor de espaço suficiente para entrada, instalação e retirada de todos os equipamentos, e permitir a manutenção e operação;
d) dispor de área de ventilação permanente para o exterior conforme as ABNT NBR 6123, ABNT NBR 16401 e ABNT NBR 14518, ou dispor de sistema mecânico de ventilação;
e) o pé-direito deve adequar-se ao equipamento, recomendando-se que não seja inferior a 2,30 m, exceto em piscinas residenciais privativas;
f) dispor de iluminação artificial com nível lumínico de acordo com a ABNT NBR ISO/CIE 8995-1;
g) possuir piso de material resistente, lavável e com baixo grau de absorção de água, antiderrapante e não agressivo ao contato com a pele, bem com que evite o acúmulo de água;
h) não armazenar produtos químicos que não estejam em uso;
i) dispor de ponto de água potável para lavagem de mãos e olhos. As instalações elétricas e o aterramento das casas de máquinas devem ser dimensionados de acordo com a ABNT NBR 5410. NOTA No caso de piscinas residenciais privativas nas alíneas b) e d), as dimensões podem ser menores, desde que não prejudiquem os demais requisitos.
5.2.2 Detalhes arquitetônicos e de execução — Requisitos gerais
As casas de máquinas devem atender aos seguintes requisitos. a fim de manter a sua integridade:
a) ser protegidas contra inundação e infiltrações, quando construídas abaixo do nível do solo;
b) possuir dispositivo de captação que permita a drenagem da água acumulada;
c) ter assegurada a ventilação forçada ou cruzada.
5.3 Vestiários e banheiros
5.3.1 Espaço e implantação
5.3.1.1 Requisitos gerais
Os projetos dos vestiários e banheiros devem atender aos seguintes requisitos:
a) prever que a quantidade de usuários seja igual à de banhistas presentes na piscina, separados por sexo e independentes, estabelecidos em projeto;
b) se os vestiários e banheiros forem utilizados por outras pessoas que não somente os banhistas, o número de vestiários e banheiros deve ser proporcional ao número total de usuários;
c) separar os ambientes pelo fluxo e circulação dos usuários, bem como em função das áreas úmidas;
d) assegurar iluminação artificial com nível de iluminamento de acordo com a ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 para estes ambientes;
e) ter o número de banhistas presentes na piscina registrado nos seus documentos adotado como referência para os diversos dimensionamentos requeridos por esta Norma.
f) O descrito acima aplica-se a todos os tipos de piscinas, exceto as residenciais privativas e residenciais coletivas.
5.3.1.2 Requisitos para dimensionamento
O projeto dos vestiários e banheiros deve atender aos seguintes requisitos:
a) evidenciar a quantidade de usuários em projeto;
b) evidenciar fluxo e circulação dos usuários em projeto;
c) evidenciar atendimento ao critério de iluminação em projeto;
d) possuir área de ventilação permanente para o exterior na proporção mínima de 1/5 da área do piso, ou executada por sistema mecânico de ventilação equivalente;
e) possuir o sistema de ventilação que atenda à ABNT NBR 15848.
5.3.2 Detalhes arquitetônicos e de execução
5.3.2.1 Pisos
5.3.2.1.1 Requisitos gerais
O piso deve ser de material resistente, lavável e com baixo grau de absorção de água, antiderrapante e não agressivo ao contato com a pele, bem como deve evitar o acúmulo de água.
Os pisos também devem:
a) atender à ABNT NBR 15575-3 para áreas molhadas, incluindo todas as classificações de piscinas, não só as residenciais, e estar de acordo com ensaios da ABNT NBR 13818 e demais normas especificas dos materiais:
b) não possuir aresta contundente e não liberar fragmentos perfurantes;
c) identificar desniveis abruptos maiores que 5 mm; e
d) atender aos requisitos de acessibilidade conforme a ABNT NBR 9050, sempre que obrigatório.
5.3.2.1.2 Requisitos de higiene para pisos
Os pisos devem:
a) permitir limpeza e lavagem em toda a sua área e ser providos de ralos;
b) possuir declividade mínima de 1 % para os ralos;
c) possuir rodapés. no caso de paredes sem acabamentos cerâmicos.
5.3.2.1.3 Requisitos de segurança para pisos
Os pisos devem possibilitar tráfego seguro e confortável aos usuários.
Os pisos e os degraus devem ter dimensões conforme a ABNT NBR 9050, sempre que aplicável, e devem ser revestidos com materiais conforme o desempenho estabelecido nas ABNT NBR 15575-1 e ABNT NBR 15575-3, incluindo todas as classificações de piscinas, não somente as residenciais.
5.3.2.1.4 Requisitos de conforto tátil e antropodinâmico
Os pisos devem atender aos seguintes requisitos:
a) possuir elementos e componentes cujas superfícies não causem desconforto, danos ou ferimentos aos usuários, nas condições normais de uso;
b) seguir os requisitos de conforto tátil e antropodinâmico, conforme as ABNT NBR 15575-1 e ABNT NBR 15575-3, incluindo todas as classificações de piscinas, não somente as residenciais;
c) possuir revestimentos de pisos externo que atendam à Tabela A.1;
d) possuir cantos com raio maior que 3 mm.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Curso Manutenção e Tratamento de Piscinas: Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos