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Curso NR-18 Manutenção de Elevador de Cremalheira

Curso Manutenção Elevador Cremalheira

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-18 Segurança na Montagem, Manutenção, Operação, Desmontagem de Elevador Cremalheira

Cód: 20757

Objetivo do Curso: O objetivo deste curso é treinar profissionais na utilização de cremalheira, de forma correta e segura, dotando-os de conhecimentos teóricos e práticos, objetivando obter a habilidade na operação, manutenção, montagem e desmontagem do equipamento possibilitando as cargas, tudo de acordo com a Norma Regulamentadora NR-12.

O que é Elevador Cremalheira? Também conhecido como pinhão (engrenagem) a cremalheira (régua) apresenta menores riscos de ultrapassar a velocidade de segurança, já que o equipamento tem um sistema de engrenagem que permite uma velocidade constante, ao contrário do sistema a cabo, que apresenta velocidades variáveis. Os elevadores de cremalheira, são indicados para o transporte vertical de pessoas e cargas em canteiros de obras. Esses equipamentos podem ser encontrados com capacidades de carga que vão de 750 kg a 4 mil kg, velocidades que vão de 33,5 m/min a 66 m/min e cabines de diversas dimensões.

Funcionamento: A máquina de transporte vertical que funciona por meio da movimentação de engrenagens, que são acionadas por um motofreio de velocidade. A movimentação dessa estrutura garante uma grande força motriz do elevador, fazendo com que ele seja ideal para cargas maiores. Por isso, sua instalação tornou-se um diferencial nas obras de construção, garantindo que ferramentas e materiais possam ser levados com segurança e eficiência.
Com esse tipo de elevador, é possível transportar cargas pesadas em alta velocidade – o sistema utilizado permite que sejam percorridos até 40 metros por minuto

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Conteúdo Programático

Curso Manutenção Elevador Cremalheira

Normas de Segurança;
Instalação do Elevador – Montagem;
Treinamento específico para Montadores e Operadores
Desmontagem do Elevador;
Operação e Especificação Técnica do Elevador;
Movimentação e Transporte de Materiais/Passageiros;
Conhecer a estrutura do Elevador Cremalheira;
Plano de Manutenção;
Manutenção Preventiva e a corretiva;
Normas Regulamentadoras NR-6 e NR-18;
Legislação do Código Penal;;
Identificar os componentes principais dos equipamentos e suas funções;
Esquemas elétricos;
Células de carga;
Capacidade de carga ;
Capacidade de transporte;
Velocidade nominal;
Altura máxima de estrutura;
Sistema de Ancoragem;
Sistema de Moto freio;
Tensão de alimentação/frequência;
Trifásico Painel de controle do operador
Quantidade de cabines por torre
Como operar o Elevador Cremalheira;
Características técnicas, comandos e instrumentos;
Como evitar possíveis falhas no equipamento;
Consequências dos acidentes de trabalho;

Dever do Empregador:
De acordo com a Norma Regulamentadora NR-6:
6.3 A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
c) para atender a situações de emergência.
6.4 Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, e observado o disposto no item 6.3, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os EPI adequados, de acordo com o disposto no ANEXO I desta NR.
6.6 Responsabilidades do empregador.
6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI:
a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada;
h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico;

Responsabilidades do Trabalhador:
De acordo com a Norma Regulamentadora NR-6:
6.7 Responsabilidades do trabalhador.
6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso;
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-06 – Equipamento de Proteção Individual;
NR-11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-35 –Trabalho em Altura;
ABNT NBR 16200 – Elevadores de canteiros de obras  para pessoas e materiais com cabina guiada verticalmente — Requisitos de segurança para construção e instalação;
ABNT NBR 6327 – Cabo de aço para uso geral;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Procedimentos e Documentos necessários para operação de Máquinas e Equipamentos Autopropelidos e Guindar:
ASO (Atestado de Saúde Ocupacional, com indicação para operação dentro da validade);
Cópia da carteira de trabalho (Página foto; Qualificação civil e Contrato de trabalho);
Ficha de registro e controle de entrega de EPI;
Cópia do contrato de prestação de serviço;
CNH Categoria E,D ou C do colaborador;
Certificado de Capacitação e Atualização específica da máquina ou equipamento, carteira de identificação;
Laudo de Inspeção Técnica da Máquina ou Equipamento;
Laudos das cintas de içamento, cabos de aço e correntes quando for o caso;
ART de liberação do equipamento;
Manual de Instruções Técnicas do equipamento;

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Carga Horária

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

 

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Saiba Mais sobre o Curso de NR-18 Manutenção em Elevador Cremalheira:

NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção:
18.14 Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas

(Item 18.14.1 ao 18.14.23.6 com redação dada pela Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011)
18.14.1 As disposições deste item aplicam-se à instalação, montagem, desmontagem, operação, teste, manutenção e
reparos em equipamentos de transporte vertical de materiais e de pessoas em canteiros de obras ou frentes de
trabalho. (Alterado pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.1.1 Os equipamentos de transporte vertical de materiais e de pessoas devem ser dimensionados por
profissional legalmente habilitado.
18.14.1.2 Os equipamentos de transporte vertical de materiais e pessoas devem ser projetados, dimensionados e
especificados tecnicamente por profissional legalmente habilitado.
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“Os elevadores de transporte vertical de material ou de pessoas devem atender às normas técnicas vigentes no país
e, na sua falta, às normas técnicas internacionais vigentes”.
(Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
18.14.1.3 Os serviços de instalação, montagem, desmontagem e manutenção devem ser executados por profissionais
qualificados e sob a supervisão de profissional legalmente habilitado.
18.14.1.3.1 A qualificação do montador e do responsável pela manutenção deve ser atualizada anualmente e os
mesmos devem estar devidamente identificados.
18.14.1.4 Toda empresa fabricante, locadora ou prestadora de serviços em instalação, montagem, desmontagem e
manutenção, seja do equipamento em seu conjunto ou de parte dele, deve ser registrada no Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA e estar sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado
com atribuição técnica compatível.
18.14.1.5 Os elevadores tracionados a cabo, fabricados após doze meses da publicação deste item, devem ter os
painéis laterais, os contra-ventos, a cabine, o guincho de tração e o freio de emergência identificados de forma
indelével pelo fabricante, importador ou locador.
18.14.1.6 Toda empresa usuária de equipamentos de movimentação e transporte de materiais e ou pessoas deve
possuir o seu “Programa de Manutenção Preventiva” conforme recomendação do locador, importador ou fabricante.
18.14.1.6.1 O Programa de Manutenção Preventiva deve ser mantido junto ao Livro de Inspeção do Equipamento.
18.14.1.7 O uso dos elevadores após sua montagem ou manutenções sucessivas deve ser precedido de Termo de
Entrega Técnica, elaborado por profissional legalmente habilitado, prevendo a verificação operacional e de
segurança, respeitando os parâmetros indicados pelo fabricante, que deverá ser anexado ao Livro de Inspeção do
Equipamento.
18.14.1.8 A Entrega Técnica Inicial dos elevadores e respectivos relatórios de manutenção deve ser feita para o
responsável técnico da obra e constar do Livro de Inspeção do Equipamento. (Alterado pela Portaria SIT n.º 296, de
16 de dezembro de 2011)
18.14.1.9 Os elevadores tracionados a cabo ou cremalheira devem possuir chave de partida e bloqueio que impeça o
seu acionamento por pessoas não autorizadas.
18.14.1.10 (Revogado pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.1.11 É proibido o uso de chave do tipo comutadora e/ou reversora para comando elétrico de subida, descida
ou parada. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.1.12 Todos os componentes elétricos ou eletrônicos que fiquem expostos ao tempo devem ter proteção contra
intempéries. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.1.13 Deve ser realizado teste dos freios de emergência dos elevadores na entrega para início de operação e, no
máximo, a cada noventa dias, devendo o laudo referente a estes testes ser devidamente assinado pelo responsável
técnico pela manutenção do equipamento e os parâmetros utilizados devem ser anexados ao Livro de Inspeção do
Equipamento existente na obra. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por
trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.
18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento
específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária
mínima de quatro horas.
18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada
a exigência de ensino fundamental completo. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.2.2 São atribuições do operador:
a) manter o posto de trabalho limpo e organizado;
b) instruir e verificar a carga e descarga de material e pessoas dentro da cabine;
c) comunicar e registrar ao engenheiro responsável da obra qualquer anomalia no equipamento;
d) acompanhar todos os serviços de manutenção enquanto executados no equipamento.
18.14.3 Devem ser observados os seguintes requisitos de segurança durante a execução dos serviços de montagem,
desmontagem, ascensão e manutenção do elevador:
a) isolamento da área de trabalho;
b) proibição da execução de outras atividades nas periferias das fachadas onde estão sendo executados os serviços;
c) proibição de execução deste tipo de serviço em dias de condições meteorológicas não favoráveis como chuva,
relâmpagos, ventanias, etc.
18.14.4 Quando o local de lançamento de concreto não for visível pelo operador do equipamento de transporte ou
bomba de concreto, deve ser utilizado um sistema de sinalização, sonoro ou visual, e, quando isso não for possível
deve haver comunicação por telefone ou rádio para determinar o início e o fim do transporte.
18.14.5 No transporte e descarga de materiais, perfis, vigas e elementos estruturais é proibida a circulação ou
permanência de pessoas sob a área de movimentação da carga e devem ser adotadas medidas preventivas quanto à
sinalização e isolamento da área.
18.14.6 Os acessos da obra devem estar desimpedidos, possibilitando a movimentação dos equipamentos de guindar
e transportar.
18.14.7 Os equipamentos de guindar e transportar materiais e pessoas devem ser vistoriados diariamente, antes do
inicio dos serviços, pelo operador, conforme orientação dada pelo responsável técnico do equipamento, atendidas as
recomendações do manual do fabricante, devendo ser registrada a vistoria em livro de inspeção do equipamento.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.8 Na movimentação e transporte de estruturas, placas e outros pré-moldados, bem como cargas em geral,
devem ser tomadas todas as medidas preventivas que garantam a sua estabilidade.
18.14.9 Todas as manobras de movimentação devem ser executadas por trabalhador qualificado e por meio de
dispositivos eficientes de comunicação e, na impossibilidade ou necessidade, por meio de códigos de sinais.
18.14.10 Devem ser tomadas precauções especiais quando da movimentação de materiais, máquinas e equipamentos
próximos às redes elétricas.
18.14.11 O levantamento manual ou semimecanizado de cargas deve ser executado de forma que o esforço físico
realizado pelo trabalhador seja compatível com a sua capacidade de força, conforme a NR-17 (Ergonomia).
18.14.12 Os guinchos de coluna ou similar (tipo “Velox”) devem ser providos de dispositivo próprios para sua
fixação.
18.14.13 O tambor do guincho de coluna deve estar nivelado para garantir o enrolamento adequado do cabo.
18.14.14 A distância entre a roldana livre e o tambor do guincho do elevador tracionado a cabo deve estar
compreendida entre 2,5 m e 3,0 m de eixo a eixo.
18.14.15 Deve ser instalada uma proteção resistente desde a roldana livre até o tambor do guincho de forma a evitar
o contato acidental com suas partes, sendo a área isolada por anteparos rígidos de modo a impedir a circulação de
trabalhadores.
18.14.16 O guincho do elevador deve ser dotado de chave de partida e bloqueio que impeça o seu acionamento por
pessoa não autorizada.
18.14.17 Em qualquer posição da cabina do elevador, o cabo de tração deve dispor, no mínimo, de seis voltas
enroladas no tambor.
18.14.18 Os elevadores de caçamba devem ser utilizados apenas para o transporte de material a granel.
18.14.19 É proibido o transporte de pessoas por equipamento de guindar não projetado para este fim.
18.14.20 Os equipamentos de transportes de materiais devem possuir dispositivos que impeçam a descarga acidental
do material transportado.
18.14.21 Torres de Elevadores
18.14.21.1 As torres de elevadores devem ser dimensionadas em função das cargas a que estarão sujeitas.
18.14.21.1.1 É proibido o uso de elevadores com torre de elevador e/ou cabine de madeira.
18.14.21.2 As torres dos elevadores devem ser montadas e desmontadas por trabalhadores qualificados.
18.14.21.3 As torres dos elevadores devem estar afastadas das redes elétricas ou estar isoladas conforme normas
específicas da concessionária local.
18.14.21.4 As torres dos elevadores devem ser montadas de maneira que a distância entre a face da cabina e a face
da edificação seja de, no máximo, sessenta centímetros.
18.14.21.4.1 Para distâncias maiores, as cargas e os esforços solicitantes originados pelas rampas deverão ser
considerados no dimensionamento e especificação da torre do elevador.
18.14.21.5 A base onde estão instalados o guincho, o suporte da roldana livre e a torre dos elevadores tracionados a
cabo, deve ser de concreto, nivelada, rígida e dimensionada por profissional legalmente habilitado, de modo a
suportar as cargas a que estará sujeita.
18.14.21.6 Os elementos estruturais componentes da torre do elevador devem estar em condições de utilização, sem
apresentar estado de corrosão ou deformação que possam comprometer sua estabilidade.
18.14.21.7 As torres para elevadores de caçamba devem ser dotadas de dispositivos que mantenham a caçamba em
equilíbrio.
18.14.21.8 Os parafusos de pressão dos painéis laterais devem ser apertados e os contraventos contra pinados.
18.14.21.9 Para elevadores tracionados a cabo ou do tipo cremalheira a quantidade e tipo de amarração deve ser
especificada pelo fabricante ou pelo profissional legalmente habilitado responsável pelo equipamento.
18.14.21.10 A altura livre para trabalho após amarração na última laje concretada deve ser:
a) nos elevadores tracionados a cabo, com a cabina nivelada no último pavimento concretado, a distância entre a
viga da cabina e a viga superior da torre do elevador deve estar compreendida entre quatro e seis metros, sendo
que para os elevadores com caçamba automática, esta distância deve ser aumentada em dois metros;
b) nos elevadores do tipo cremalheira, a altura da torre após o último pavimento concretado será determinada pelo
fabricante, em função do tipo de torre e seus acessórios de amarração.
18.14.21.11 O trecho da torre do elevador acima da última laje deve ser mantido estaiado observando-se o seguinte:
a) nos elevadores tracionados a cabo, pelos montantes posteriores, de modo a evitar o tombamento da torre no
sentido contrário à edificação;
b) nos elevadores do tipo cremalheira, conforme especificações do fabricante.
18.14.21.11.1 Nos elevadores do tipo cremalheira o último elemento da torre do elevador deve ser montado com a
régua de cremalheira invertida, de modo a evitar o tracionamento da cabina.
18.14.21.12 A torre e o guincho do elevador devem ser aterrados eletricamente.
18.14.21.13 Em todos os acessos de entrada à torre do elevador deve ser instalada uma barreira que tenha, no
mínimo, um metro e oitenta centímetros de altura, impedindo que pessoas exponham alguma parte de seu corpo no
interior da mesma.
18.14.21.14 A torre do elevador deve ser dotada de proteção e sinalização, de forma a proibir a circulação de
trabalhadores através da mesma.
18.14.21.15 As torres de elevadores de materiais devem ter suas faces revestidas com tela de arame galvanizado ou
material de resistência e durabilidade equivalentes.
18.14.21.15.1 Nos elevadores de materiais, onde a cabina for fechada por painéis fixos de, no mínimo, dois metros
de altura, e dotada de um único acesso, o entelamento da torre é dispensável.
18.14.21.16 As torres do elevador de material e do elevador de passageiros devem ser equipadas com dispositivo de
segurança que impeça a abertura da barreira (cancela), quando o elevador não estiver no nível do pavimento.
(Redação vigente até 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“As torres do elevador de material e do elevador de passageiros devem ser equipadas com chaves de segurança
com ruptura positiva que dificulte a burla e impeça a abertura da barreira (cancela), quando o elevador não estiver
no nível do pavimento.” (Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
18.14.21.17 As rampas de acesso à torre de elevador devem:
a) ser providas de sistema de guarda-corpo e rodapé, conforme subitem 18.13.5;
b) ter pisos de material resistente, sem apresentar aberturas;
c) não ter inclinação descendente no sentido da torre;
d) ser fixadas à estrutura do prédio ou da torre, nos elevadores tracionados a cabo;
e) nos elevadores de cremalheira a rampa pode estar fixada à cabine de forma articulada.
18.14.21.18 Deve haver altura livre de no mínimo dois metros sobre a rampa.
18.14.21.19 As cabines dos elevadores tracionados a cabo devem possuir sistema de guias que dispensem a
utilização de graxa nos tubos-guias da torre do elevador.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011)
18.14.21.20 Os eixos de saída do redutor e do carretel, nos elevadores tracionados a cabo, devem ser identificados
de maneira a permitir sua rastreabilidade. (Alterado pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.21.21 Devem ser mantidos atualizados os laudos de ensaios não destrutivos dos eixos de saída do redutor e do
carretel, nos elevadores de tração a cabo, sendo a periodicidade definida por profissional legalmente habilitado,
obedecidos os prazos máximos previstos pelo fabricante no manual de manutenção do equipamento. (Alterado pela
Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011)
18.14.22 Elevadores de Transporte de Materiais
18.14.22.1 É proibido o transporte de pessoas nos elevadores de materiais tracionados a cabo, com exceção dos
elevadores do tipo cremalheira onde somente o operador e o responsável pelo material a ser transportado podem
subir junto com a carga, desde que fisicamente isolados da mesma.
18.14.22.1.1 É proibido:
a) transportar materiais com dimensões maiores que as dimensões internas da cabine no elevador tipo cremalheira;
b) transportar materiais apoiados nas portas da cabine;
c) transportar materiais do lado externo da cabine, exceto nas operações de montagem e desmontagem do
elevador;
d) transportar material a granel sem acondicionamento apropriado;
e) adaptar a instalação de qualquer equipamento ou dispositivo para içamento de materiais em qualquer parte da
cabina ou da torre do elevador, salvo se houver projeto específico do fabricante que, neste caso deve estar à
disposição da fiscalização no local da utilização do equipamento.
18.14.22.2 Deve ser fixada uma placa no interior do elevador de material, contendo a indicação de carga máxima e a
proibição de transporte de pessoas.
18.14.22.3 O posto de trabalho do guincheiro deve ser isolado, dispor de proteção segura contra queda de materiais,
e os assentos utilizados devem atender ao disposto na NR-17 (Ergonomia).
18.14.22.4 Os elevadores de materiais tracionados a cabo devem dispor:
a) sistema de frenagem automática;
b) sistema de segurança eletromecânica instalado a dois metros abaixo da viga superior da torre do elevador;
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“sistema de segurança eletromecânica monitorado através de interface de segurança no limite superior, instalado a
dois metros abaixo da viga superior da torre do elevador;” (Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide
Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
c) sistema de trava de segurança para mantê-lo parado em altura, além do freio do motor;
d) interruptor de corrente para que só se movimente com portas ou painéis fechados;
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“intertravamento das proteções com o sistema elétrico, através de chaves de segurança com ruptura positiva, que
garantam que só se movimentem quando as portas, painéis e cancelas estiverem fechadas;”
(Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
e) sistema que impeça a movimentação do equipamento quando a carga ultrapassar a capacidade permitida.
(Alterada pela Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011 – Vide prazo no art. 2º da Portaria MTE n.º 644, 09
de maio de 2013)
18.14.22.5 Todo serviço executado no elevador deve ser registrado no “Livro de Inspeção do Elevador” o qual
deverá acompanhar o equipamento e estar sobre a responsabilidade do contratante.
18.14.22.6 O elevador deve contar com dispositivo de tração na subida e descida, de modo a impedir a descida da
cabina em queda livre (banguela).
18.14.22.7 Os elevadores de materiais devem ser dotados de botão em cada pavimento para acionar lâmpada ou
campainha junto ao guincheiro a fim de garantir comunicação única através de painel de controle de identificação de
chamada.
18.14.22.8 Os elevadores de materiais devem ser providos, nas laterais, de painéis fixos de contenção com altura em
torno de um metro e, nas demais faces, de portas ou painéis removíveis.
18.14.22.9 Os elevadores de materiais de tração a cabo devem ser dotados de cobertura fixa, basculável ou
removível.
18.14.23 Elevadores de Passageiros
18.14.23.1 Nos edifícios em construção com oito ou mais pavimentos a partir do térreo ou altura equivalente é
obrigatória a instalação de pelo menos um elevador de passageiros devendo seu percurso alcançar toda a extensão
vertical da obra.
18.14.23.1.1 O elevador de passageiros deve ser instalado a partir da conclusão da laje de piso do quinto pavimento
ou altura equivalente.
18.14.23.2 É proibido o transporte simultâneo de carga e passageiros nos elevadores tracionados a cabo.
18.14.23.2.1 Quando ocorrer o transporte de carga nos elevadores de tração a cabo, o comando do elevador deve ser
externo.
18.14.23.2.2 Em caso de utilização de elevador de passageiros para transporte de cargas ou materiais, não
simultâneo, deverá haver sinalização por meio de cartazes em seu interior, onde conste de forma visível, os
seguintes dizeres, ou outros que traduzam a mesma mensagem: “É PERMITIDO O USO DESTE ELEVADOR
PARA TRANSPORTE DE MATERIAL, DESDE QUE NÃO REALIZADO SIMULTÂNEO COM O
TRANSPORTE DE PESSOAS.”
18.14.23.2.3 Quando o elevador de passageiros for utilizado para o transporte de cargas e materiais, não
simultaneamente, e for o único da obra, será instalado a partir do pavimento térreo.
18.14.23.2.4 O transporte de passageiros terá prioridade sobre o de carga ou de materiais.
18.14.23.3 O elevador de passageiros deve dispor de:
a) interruptor nos fins de curso superior e inferior, conjugado com freio automático eletromecânico;
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“interruptor nos fins de curso superior e inferior monitorado através de interface de segurança;”
(Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
b) sistema de frenagem automática, a ser acionado em caso de ruptura do cabo de tração ou, em outras situações
que possam gerar a queda livre da cabine;
c) sistema de segurança eletromecânico situado a dois metros abaixo da viga superior da torre, ou outro sistema
que impeça o choque da cabine com esta viga;
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“sistema de segurança situado a dois metros abaixo da viga superior da torre, monitorado através de interface de
segurança, ou outro sistema com a mesma categoria de segurança que impeça o choque da cabine com esta viga;”
(Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
d) interruptor de corrente, para que se movimente apenas com as portas fechadas;
(Redação vigente até 09/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
“intertravamento das proteções com o sistema elétrico, através de chaves de segurança com ruptura positiva, que
garantam que só se movimentem quando as portas, painéis e cancelas estiverem fechadas;”
(Redação vigente a partir de 10/05/2015 – Vide Portaria MTE n.º 644, 09 de maio de 2013)
e) cabina metálica com porta
f) freio manual situado na cabina, interligado ao interruptor de corrente que quando acionado desligue o motor.
g) sistema que impeça a movimentação do equipamento quando a carga ultrapassar a capacidade permitida.
(Alterada pela Portaria SIT n.º 224, de 06 de maio de 2011 – Vide prazo no art. 2º da Portaria MTE n.º 644, 09
de maio de 2013)
18.14.23.4 Todo serviço executado no elevador deve ser registrado no Livro de Inspeção do Elevador, o qual deverá
acompanhar o equipamento e estar sob a responsabilidade do contratante.
18.14.23.5 A cabina do elevador automático de passageiros deve ter iluminação e ventilação natural ou artificial
durante o uso e indicação do número máximo de passageiros e peso máximo equivalente em quilogramas (Kg).
18.14.23.6 É proibido o uso de frenagem da cabina por sistema do tipo viga flutuante para elevadores de materiais e
ou passageiros, cujo princípio de acionamento ocorra por monitoramento da tensão do cabo de aço de tração.
18.14.23.7 São permitidas por 12 meses, contados da publicação desta portaria, a instalação e a utilização de
elevador de passageiros tracionado com um único cabo, desde que atendidas às disposições da NR-18. (Inserido
pela Portaria MTE n.º 644, de 09 de maio de 2013)
18.14.23.7.1 Terminado o prazo estabelecido no subitem 18.14.23.7, os elevadores de passageiros tracionados a
cabo somente poderão ser utilizados nas seguintes condições: (Inserido pela Portaria MTE n.º 644, de 09 de maio
de 2013)
a) as obras que já tenham instalados elevadores de passageiros tracionados com um único cabo poderão continuar
utilizando por mais 12 meses, desde que atendam às disposições desta NR.
b) somente podem ser instalados elevadores de passageiros tracionados a cabo que atendam ao disposto na norma
ABNT NBR 16.200:2013, ou alteração posterior, além das disposições desta NR.
18.14.23.7.2 As disposições do item 18.14.23.7 e seus subitens não se aplicam a elevadores definitivos tracionados a
cabo utilizados para transporte vertical de pessoas, nem a elevadores provisórios tracionados a cabo para transporte
de materiais. (Inserido pela Portaria MTE n.º 644, de 09 de maio de 2013)

 

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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