Curso Instrutor Espaço Confinado e NR 35

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Nome Técnico: Curso NR 35 Instrutor de Espaço Confinado e Trabalho em Altura

Cód: 9401

Curso Instrutor Espaço Confinado e NR 35
O Curso Instrutor Espaço Confinado e NR 35 em conformidade com as normas regulamentadoras e técnicas, visa capacitar o profissional para estabelecer estratégias de execuções proativas, de modo a consolidar as diretrizes específicas para instrutores de Espaço Confinado e Trabalho em Altura.

O que é espaço confinado?
Espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída.
O que é Trabalho em altura?
De acordo com a Norma Regulamentadora nº35 (NR 35), todas as atividades profissionais que exigem que o trabalhador fique em alturas superiores a dois metros

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Conteúdo Programático

Curso Instrutor Espaço Confinado e NR 35

Detecção de Gases e Ventilação em Espaços Confinados:
Teoria de gases perigosos;
Tóxicos,  Inflamáveis,  Explosões,  Asfixiantes;
Técnicas de medição de gases aplicada a espaço confinado;
Estratégia de amostragem (O que amostrar, quando e onde?);
Critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
Calibração e teste de resposta de instrumentos para medidas atmosféricas;
Funcionamento de equipamentos utilizados;
Princípio de ventilação em espaços confinados;
Exercício teórico de ventilação em espaços confinados;
Atmosferas Explosivas:
Área classificada,  norma internacional – IEC, Norma nacional – ABNT, Certificação INMETRO, Código IP (Ingress Protection),  Equipamentos elétricos,
Tipos de proteção, Marcação,  Aterramento,  Eletricidade estática.
Combate a incêndio: Noções de Prevenção e Combate a Incêndio;
Materiais e equipamentos: Material de uso individual e coletivo, EPIs, EPCs;
Materiais rígidos e flexíveis;
Flexíveis: cordas, fitas e cintos, talabartes, ABS;
Rígidos: mosquetões, talabartes, ID, Grigri, freio oito, trava quedas, jumar, polias
Proteção contra quedas, Fator de quedas, Práticas seguras;
Técnicas de ancoragem: Sistemas de Redução, Alpinismo Industrial e Resgate, Equalização de Ancora;
Nós e voltas:
Demonstração e Execução:
Nós Oito duplo guiado, Coelho, Borboleta, Meia Volta, Fiel, Prursik, Pescador, Calafate, Utilização Correta;
Desenvolvimento do Sistema de Redução:
Montagem de Sistema 4X1 e 2X1, Cavalos com Utilização dos Sistemas 3X1 e 4X1, Sistema Mochila e Minhoca;
Prática em Campo:
Ascensão e Dissenção em cordas, Transferências: Curta, Longa, Simulações de Entrada e Saída em Espaço Confinado, Simulações de Resgate Simples com Movimentadores e Ventilação, Simulações de Resgate com Situações IPVS;
Noções de Resgate em Espaço Confinado:
Teoria de Resgate Técnico em Espaços Confinados, Modos de Operação e Fiscalização na Formação de Equipes de Resgate;
Resgate com Cordas:
Resgate de Alpinistas com o uso de Cinto, Imobilizadores e Fraldão;
Resgate com Macas:
Resgate e Movimentação de Vítimas com STR e Mamute;
Liberação de Serviço a Quente:
Proteção Respiratória / Proteção Autônoma:
Legislação e Normas de Segurança;
Responsabilidades do Empregador e do Empregado;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Considerações:
1- Resgate e Instrutoria  é coisa séria: Se os participantes  não tiverem boa experiência em trabalhos em espaços confinados a nível autorizado vigia /Supervisor e capacitação como Pronto Socorrista, vão ter dificuldade para com os exercícios teóricos e práticos e não conseguirão atingir o aproveitamento mínimo de 80%.
2- A certificação terá validade acompanhada das Certificações de Supervisor de Espaço Confinado e Pronto Socorrista  e NR 35 Supervisor de Altura.

Requisitos básicos para Instrutoria:
Formação mínima como Técnico(a)  Segurança do Trabalho – 1200 horas
(Fundamental para participar do Curso);
Formação  em Operação de Equipamento específico 40 horas ou no mínimo 16 horas(Fundamental para participar do curso);
Formação em técnicas )de ensino com carga horária mínima – 40 horas
Formação em APH (Atendimento Pré Hospitalar) Primeiros Socorros – 240 horas
Estágio prático supervisionado por equipamento específico – 40 horas
Experiência na área de operação de equipamentos móveis
A empresa que deseja capacitar instrutores deverá compor equipe multidisciplinar sob a supervisão de PH para ministrar treinamento e recolhimento de ART.
Vale ressaltar que instrutoria feita pela própria empresa fará parte situação sujeito a questionamentos e acúmulo de funções.
Importante: Cursos e Treinamentos de Segurança e Saúde do Trabalho devem ser ministrados SEMPRE por Equipe Multidisciplinar conforme preconiza as Normas Regulamentadoras, ou seja um único instrutor não deverá ministrar todas as matérias, salvo exceções de domínio pleno do plano de aula.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – EPI – Equipamentos de Proteção Individual;
NR – 07 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;NR 35 – Trabalho em Altura;
NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.;
NR – 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
NR – 35 – Trabalho em Altura;

NFPA 1983 – Norma sobre Linha de Vida e Componentes de Segurança de Incêndio;
NFPA 1006 – Norma para Qualificação de Técnicos Profissionais de Resgate;
NFPA 1670 – Norma para Treinamentos e Operações Técnicas de Busca e Regate em Incidentes;
ABNT NBR 15.475 – Qualificação dos Profissionais Acessos por Corda;NBR 15.595 – Acesso por Corda Procedimentos para Aplicação do método;
ABNT NBR 16325 Dispositivo de Ancoragem tipo C;
ABNT NBR 16325 Dispositivo de Ancoragem tipo A.B.D;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

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Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

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Participantes (Nível Instrutor):
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Instrutor Espaço Confinado e NR 35:

O papel do instrutor vai além do papel de facilitador, coordenador e mediador da aprendizagem.
Ser instrutor é ser um líder que deve ajudar seus alunos a aprender não apenas transmitindo informações, mas criando condições para que eles possam selecionar as informações mais importantes e, então, colocá-las em prática para construir o conhecimento.
Por isso, você deve possuir determinadas habilidades que influenciarão diretamente na sua relação com os alunos:
segurança e conhecimento do conteúdo;
espontaneidade;
boa apresentação pessoal;
autocontrole;
entusiasmo;
comunicação;
organização;
criatividade.

Principais riscos em espaços confinados:
Os trabalhadores devem ser informados sobre a localização e os perigos por meio de sinalização; além disso, devem ser adotadas medidas para impedir que os funcionários despreparados acessem ou trabalhem nestes espaços;
Riscos gerais Os riscos gerais para trabalhos em espaços confinados são:
Queda;
Explosão;
Soterramento;
Afogamento;
Aprisionamento;
Choque elétrico;
Intoxicações por partículas de substâncias químicas nocivas;
Infecções por agentes biológicos.
Riscos específicos:
Insuficiência de oxigênio:
A insuficiência de oxigênio é um fenômeno frequentemente relacionado a espaços confinados.
Um ambiente com insuficiência de oxigênio pode ser tão fatal quanto qualquer acidente de trabalho.
Uma atmosfera é considerada deficiente em O2 quando contém menos de 20,9 % de oxigênio em volume na pressão atmosférica normal, a não ser que a redução do percentual seja devidamente monitorada e controlada.
Uma inspeção visual não é capaz de detectar a insuficiência de oxigênio, sendo essa a maior causa de óbitos em espaços restritos, pois trata-se de um fenômeno tão inesperado que a própria vítima não tem tempo para reagir.
Atmosferas tóxicas:
Gases, vapores e fumaças podem intoxicar o nosso organismo dependendo da concentração no ambiente, pois certos gases matam rapidamente quando inalados e outros podem produzir efeitos retardados, vindo a surgir após anos de exposição a eles.
Os gases mais comuns são o monóxido de carbono e o sulfeto de hidrogênio.
A falta de ventilação é um dos principais fatores que levam a morte em atmosferas tóxicas.
O H2S é muito comum nas galerias de esgoto, estações subterrâneas de energia elétrica e de minas.
Fontes de energia elétrica ou mecânica:
Os perigos proporcionados por fatores elétricos ou mecânicos em espaços confinados dependem diretamente das atividades desenvolvidas.
Ambos podem oferecer riscos como fonte de ignição ou até mesmo ocasionar acidentes em função do mau estado de conservação.
É importante também mencionar o risco oferecido pela eletricidade estática, no processo de ignição, e como medida de proteção mais importante, recomendar o aterramento ou a interligação elétrica das partes eletricamente condutoras as partes elétricas.
Se as fontes de energia elétrica ou mecânica não forem isoladas e travadas os trabalhadores podem ser esmagados por equipamentos ativados inadvertidamente.
Esses problemas podem ser evitados através de precaução e com um bom treinamento.
Incêndio ou explosão:
Se é fornecida uma fonte de ignição, os vapores inflamáveis ou as poeiras combustíveis em concentrações superiores a 20% do limite inferior de inflamabilidade, como também o aumento do oxigênio no ar, podem causar um incêndio ou explosão.
Uma atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume é considerada enriquecida de O2, onde há o risco de incêndio e/ou explosão.
O grande desafio do trabalho em espaço confinado é desenvolver um trabalho seguro em um local inapropriado para o trabalho humano.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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