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Treinamento em Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619

Curso Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619

Nome Técnico: Curso de Capacitação A Incompatibilidade no Transporte de Produtos Perigosos NBR 14619 - 16 horas

Cód: 15595

Curso Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619
O curso aborda conhecimento e boas práticas voltadas ao armazenamento, transporte e manuseio de produtos químicos perigosos, uma vez que quando incompatíveis entram em contato uns com os outros, os produtos químicos podem reagir para causar fogo, explosão, liberar vapores tóxicos, inflamáveis ​​ou corrosivos.

Produtos e Cargas Perigosas:
Cargas perigosas são quaisquer cargas que, por serem explosivas, como gases comprimidos ou liquefeitos, inflamáveis, oxidantes, venenosas, infecciosas, radioativas, corrosivas ou poluentes, podem trazer riscos aos trabalhadores responsáveis pelo transporte, também oferecendo riscos a instalação qual estiver armazenada e ao meio ambiente.

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16 Horas - Com Experiência

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08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619
Conscientização da importância em ler a FISPQ (Ficha de Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)
Conscientização da importância em  ler o Manual Técnico de Instruções
Definição de caixa de segurança ou cofre de carga para explosivo;
Posicionamento da caixa de segurança (cofre de carga para explosivo);
Classificação dos Produtos Perigosos Explosivos em grupos de compatibilidade;
As possíveis subclasses de risco associadas a cada grupo e os consequentes códigos de classificação;
O que é proibido nesse tipo de transporte;
Aulas práticas e Teóricas;
Pictogramas GHS;

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 14619 – Transporte terrestre de produtos perigosos – Incompatibilidade química;

NR – 16 – Atividades e Operações Perigosas;
NR – 15 – Atividade e Operações Insalubres;
NR – 23 – Proteção Contra Incêndios;
NR – 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Incompatibilidade Transporte Produtos Perigosos NBR 14619
Classifique os produtos de acordo com os critérios especificados no código relevante ou conforme a classificação com o fabricante ou importador da mercadoria.

Identifique o nome de envio adequado do índice geral ou lista alfabética de mercadorias perigosas no código apropriado.
Verifique se as mercadorias podem ser transportadas e se forem aplicadas condições especiais  algumas mercadorias são proibidas em todas as circunstâncias. Outros podem exigir diferentes embalagens ou o código só pode permitir quantidades menores. Pode ser necessário cumprir com mais de um código modal ou legislação nacional.
Verifique se diferentes itens podem ser colocados na mesma embalagem, unidade de transporte de carga (CTU) ou pacote grande (segregação). Os requisitos de segregação podem ser significativamente diferentes entre os diferentes modos de transporte.
Selecione a embalagem correta com base na Instrução de embalagem ou Classe e Grupo de embalagem (se aplicável) se o código não fornecer instruções de embalagem.
(Se aplicável), além de todas as marcas adicionais exigidas pelo código (como poluente marinho) e qualquer outra marca (s) requerida (s) pelo código (como poluentes marinhos, marcas ambientalmente perigosas ou de temperatura elevada).
Forneça uma declaração de mercadorias perigosas, indicando o número da ONU, o Nome apropriado para envio, a Classe, o Grupo de embalagem, quando aplicável, e o número e tipo de pacotes. Além disso, forneça o flash point e o Marine Pollutant, se necessário. Se não for especificamente exigido em outro lugar do documento, esta informação pode ser colocada na seção “informações adicionais”. Forneça qualquer informação adicional exigida pelo código específico. De acordo com as Regras de Transporte Terrestre, o expedidor deve avisar quaisquer requisitos especiais para o transporte seguro das mercadorias. As regras também exigem que carregadores e operadoras implementem quaisquer requisitos especiais indicados em “informações adicionais”.
Embalar unidades de transporte de carga de acordo com os requisitos de segregação. Conteúdo recipiente / veículo, por exemplo, manifesto (lista de mercadorias) e forneça um certificado de embalagem de recipiente / veículo. Forneça qualquer informação adicional exigida pelo código específico.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – Se necessário a utilização de máquinas, a equipe de trabalho será formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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