Curso Hazmat Emergência Química

Curso Hazmat Emergência Química
Foto Ilustrativa

Curso Hazmat Emergência Química

Nome Técnico: Curso Capacitação Segurança na Operação de Emergências Químicas – Hazmat

Referência: 17499

Curso Hazmat Emergência Química
O Curso Hazmat Emergência Química visa abranger conhecimentos exigidos pelos profissionais de resposta a emergências que envolvam materiais perigosos também chamados de mercadorias perigosas.
O curso é ministrado por profissional legalmente habilitado e capacitado e deve ser aplicado a qualquer indivíduo ou membro ou organização que responda a incidentes com materiais perigosos, visando garantir a saúde e segurança e saúde de todos os envolvidos.

O que é Hazmat?
HAZMAT – ( Hazardous Material)  é a abreviação de “materiais perigosos” – substâncias em quantidades ou formas que podem representar risco razoável para a saúde, a propriedade ou o meio ambiente.

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Conteúdo Programático

Curso Hazmat Emergência Química

Armazenamento e Condução de Produtos Perigosos;
Transporte de Resíduos e Embalagens Contaminadas;
Legislação no Transporte de Produtos Perigosos;
Transporte de Produtos Perigosos em Quantidade Limitada;
Manual para Atendimento a Emergências;
Primeiro no Local;
Fichas de Emergência para o Transporte;
PAE – Plano de Atendimento a Emergências;
Direção Defensiva;
Evacuação de área;
Reconhecimento de área de fuga;
Sinalização de emergência;}
Segurança e proteção;
Comportamento seguro;
Plano de rota de fuga;
Identificação e avaliação dos riscos;
Técnicas de prevenção;
Noções Primeiros Socorros;
Equipamentos suas aplicações;
Equipamentos de detecção;
Riscos específicos;
Psicologia em emergências;
Reação de emergência;
Avaliação do Cenário;
Técnicas de prevenção;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
NR-06 – Equipamentos de Proteção Individual;
NR-20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
OSHA Regulations (Standards – 29 CFR);
1910.120 – Hazardous Waste Operations and Emergency Response;
NFPA 472 – Norma para a Competência de Respondentes a Materiais Perigosos / Armas de Incidentes de Destruição Maciça;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

EAD Ensino a Distância
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 
Treinamento Hazmat de Emergência Química:

Carga Horária

Curso Hazmat Emergência Química

Capacitação Participantes sem Experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Capacitação Participantes com Experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba mais: Curso Hazmat Emergência Química:

Medidas preventivas imediatas:
São os primeiros cuidados necessários a serem observados quando uma equipe de atendimento chega ao local do acidente e/ou vazamento, e para os quais deve estar atenta. Por exemplo: necessidade de evitar contato com o produto, evacuação da área, etc.
Equipamentos de proteção individual (EPI):
Tendo em vista que, um acidente tanto pode envolver vazamentos com altas concentrações do produto derramado, como pode gerar apenas emanações, são descritos neste tópico os dois tipos de equipamentos recomendados para as duas situações. A diferença básica está no equipamento de proteção do sistema respiratório.
RISCOS AO FOGO:
Ações a serem tomadas quando o produto entra em combustão:
São feitas recomendações quanto ao tipo de agentes extintores a serem usados, bem como o tipo de resfriamento adequada;
Comportamento do produto no fogo:
Descreve o comportamento característico do produto no caso de aumentar significativamente o seu perigo em situações de fogo, tais como: formação de fumaças densas, nuvens de vapor inflamável e possibilidade de polimerização e explosão;
Produtos perigosos da reação de combustão:
Para o caso de ocorrência de reação de combustão, são descritos os casos em que a decomposição do produto gera gases tóxicos ou irritantes.
Também é mencionada a formação de tais gases por simples evaporação;
Agentes de extinção que não podem ser usados:
São os agentes não recomendados no combate ao fogo por serem ineficazes ou por reagirem com o produto químico gerando um perigo adicional;
Limite de inflamabilidade no ar:
São as concentrações de vapor ou de gases no ar, abaixo ou acima das quais a propagação da chama não ocorre;
Inferior: é a concentração mínima abaixo da qual a quantidade de vapor é muito pequena (mistura pobre) para queimar ou explodir.;
Superior: é a concentração acima da qual a quantidade de vapor é muito grande (mistura rica) para queimar ou explodir. Os limites de inflamabilidade são expressos em porcentagem por volume de vapor no ar;
Para qualquer gás, 1% em volume é igual a 10.000 ppm (partes por milhão);
Ponto de fulgor:
É a menor temperatura na qual um líquido combustível ou inflamável desprende vapores em quantidade suficiente para que a mistura vapor-ar, logo acima de sua superfície, propague uma chama a partir de uma fonte de ignição. Os vapores liberados a essa temperatura não são, no entanto, suficientes para dar continuidade a combustão. A pressão atmosférica influi diretamente nesta determinação;
Temperatura de ignição:
É a temperatura mínima na qual o produto irá queimar sem que uma chama ou faísca esteja presente. É algumas vezes chamada de T (Temperatura) de auto-ignição;
Taxa de queima:
O valor apresentado é a taxa (em milímetros/min), na qual a profundidade de uma poça do produto líquido diminui enquanto ele queima;
Taxa de evaporação (éter=1): a taxa de evaporação foi determinada tomando-se como referência a taxa de evaporação do éter etílico, cujo valor é igual a 1. Quanto maior o número apresentado, menor é a taxa de evaporação. Por exemplo: o benzeno tem uma taxa de evaporação igual a 2,8; isto significa que ele leva 2,8 vezes mais tempo para evaporar que o éter etílico;
NFPA (National Fire Protection Association:
É o sistema recomendado para a identificação de perigos de fogo em materiais. Prevê informação de advertência básica para o combate ao fogo em plantas industriais e estocagem. Esta classificação tem como parâmetros os itens: perigo à saúde, inflamabilidade e instabilidade, avaliados do grau 0 (zero) a 4(quatro). As definições destes graus encontram-se a seguir;

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