Curso Grua e Guindastes em Alemão

O que é Grua e Guindaste?
Foto Ilustrativa

Curso Grua Guindastes Alemão

Nome Técnico: Curso Aprimoramento para Operação, Manutenção e Elaboração de Plano de Rigging de Grua e Guindastes ministrado em Alemão

Referência: 135586

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Grua e Guindastes em Alemão
A principal finalidade do Curso Capacitação NR-18 Segurança na Operação de Grua e Guindastes em Alemão é instruir o colaborador com relação à todos os métodos de operação e uso corretos de Grua e Guindastes, levando em consideração as normas de segurança brasileiras e alemãs. A tradução do curso prevê todas as informações características do idioma técnico e pertinentes à operação do equipamento.

O que é Grua e Guindaste?
Gruas e Guindastes são equipamentos específicos utilizados principalmente na indústria da construção civil para elevação e movimentação de materiais pesados. São máquinas específicas que têm vantagem mecânica sob a capacidade humana para mobilidade de cargas pesadas. As normas de segurança são indispensáveis para a operação dos equipamentos, e devem ser adequadas ao país de operação.

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Conteúdo Programático

Curso Grua e Guindastes em Alemão

Qualificações e certificações para operadores fora do Brasil;
Atribuições, atitudes e atividades;
Conhecimentos gerais importantes;
Saúde,segurança, meio ambiente e qualidade;
Sinalização e equipamento;
Içamento e manuseio de cargas;
Dispositivos de içamento;
Eletricidade, mecânica e matemática básica;
Cabos de aço;
Cuidados, instalação e descarte corretos;
Cargas e forças aplicáveis;
Combinação de cargas;
Cálculo estrutural básico;
Análise de tensões;
Seções transversais dos cabos;
Defeitos e identificação de danos;
Placa de identificação do guindaste;
Sistemas elétricos e fenômenos relacionados;
Fatores dinâmicos e arranjos mecânicos;
Segurança para o transporte;
Mecanismo de giro;
Válvulas de alívio da pressão;
Tubos e conexões;
Capacidade nominal constante e variável;
Sinalização sonora e medidas de segurança internacionais;
Transporte, montagem e desmontagem;
Aspectos de segurança durante a operação;
Manutenção básica diária;
Estabilizadores e extensores;
Limitadores de desempenho;
Controles bidirecionais;
Acesso a estações de controle elevadas.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho n a Indústria da Construção;
GDA – Gemeinsame Deutsche Arbeitsschutzstrategie;
LASI – Länderausschuss für Arbeitsschutz und Sicherheitstechnik;
DGUV – Deutsche Gesetzliche Unfallversicherung;

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14768 – Guindastes – Guindaste hidráulico articulado – Requisitos;

ABNT NBR 15466 – Qualificação e certificação de operadores de ponte rolante, pórtico e semipórtico;
ABNT NBR 16463 – Guindastes – Parte 1: Requisitos para elaboração de manuais de instruções;
ABNT NBR 16463 – Guindastes – Parte 2: Identificações;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Capacitação NR-18 Segurança na Operação de Grua e Guindastes em Alemão

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

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Saiba Mais: Curso Capacitação NR-18 Segurança na Operação de Grua e Guindastes em Alemão

3 Cabo de aço
3.1 Condições antes da instalação
3.1.1 Reposição do cabo
Somente deve ser instalado no equipamento de movimentação de carga um cabo com comprimento, diâmetro, construção e carga de ruptura conforme especificado pelo fabricante do equipamento de movimentação de carga, a menos que uma alternativa de cabo tenha sido aprovada pelo projetista do equipamento, fabricante do cabo ou outra pessoa qualificada. Somente terminais especificados pelo fabricante do equipamento de movimentação de carga, ou alternativas similares aprovadas, devem ser utilizados para fixar o cabo no tambor, moitão ou estrutura do equipamento de movimentação de carga.
3.1.2 Comprimento do cabo
O comprimento do cabo deve ser suficiente para a aplicação a qual o equipamento de movimentação de carga é usado, e deve ser tal que na posição mais extrema permaneça pelo menos duas voltas de cabo no tambor. Quando o comprimento do cabo requerido para o uso for cortado de um comprimento maior, devem-se amarrar ambas as extremidades do cabo, ou utilizar uma técnica adequada para evitar que o cabo destorça durante o corte (ver Figura 1).
3.1.3 Instruções do fabricante do equipamento de movimentação de carga e do cabo de aço As instruções do manual do equipamento de movimentação de carga e as fornecidas pelo fabricante do cabo devem ser seguidas. Antes de repor os cabos no equipamento de movimentação de carga, todas as ranhuras do tambor e os canais das polias devem ser verificados para assegurar que irão acomodar corretamente o cabo de reposição (ver Seção 5).
3.1.4 Descarregamento e armazenagem Para evitar acidentes, o cabo deve ser descarregado com cuidado. As bobinas ou rolos não devem sofrer quedas, nem os cabos devem ser atingidos por ganchos metálicos ou garfos de empilhadeiras. Os cabos devem ser armazenados em local arejado e seco e não devem ficar em contato com o piso. Os cabos não devem ser armazenados onde possam ser afetados por gás químico, vapor ou outros agentes corrosivos. Os cabos armazenados devem ser inspecionados periodicamente e, se necessário, protegidos. Se o armazenamento ao ar livre não puder ser evitado, os cabos devem ser cobertos para que a umidade não provoque corrosão.
Os cabos removidos de um equipamento de movimentação de carga para uma utilização futura devem ser totalmente limpos e protegidos antes da armazenagem.
Cabos com comprimento acima de 30 m devem ser acondicionados em bobinas.
3.2 Instalação
3.2.1 Desenrolamento e instalação Ao desenrolar o cabo de aço de uma bobina ou rolo, toda precaução deve ser tomada para evitar a introdução de torção ou destorção do cabo. Esta condição pode resultar na formação de laçadas, nós ou dobras no cabo. Para prevenir essa condição, o cabo deve ser desenrolado tensionado e em uma linha reta (ver Figura 2). Uma bobina girando pode ter uma grande inércia, que nesse caso deve ser controlada por um desenrolamento em uma velocidade baixa e uniforme.
O cabo acondicionado em rolo deve ser desenrolado utilizando uma mesa giratória. Altemativamente. quando um rolo possui um comprimento de cabo curto, a extremidade do cabo no rolo pode ser deixada livre e ele rolado sobre o chão (ver Figura 3). Para um manuseio fácil, a extremidade interna do cabo deve primeiro ser presa na volta adjacente. Um cabo nunca deve ser desenrolado retirando as voltas com o rolo ou o flange da bobina posicionado sobre o piso (ver Figura 4).
O cabo deve ser mantido tão limpo quanto possível durante o desenrolamento. Quando um cabo é cortado, as instruções do fabricante devem ser seguidas (ver Figura 1). Cuidados especiais devem ser tomados com cabos resistentes à rotação para assegurar que sejam instalados sem introduzir torção ou destorção. e que para o corte a extremidade do cabo seja amarrada para prevenir a destorção.
NOTA 1 Se as pernas estiverem alteradas pode ocorrer deformação do cabo durante o uso e a sua vida útil pode ser reduzida.
NOTA 2 O aumento ou diminuição da torção durante a instalação pode resultar num giro adicional do moitão. A camada do cabo não deve ser alterada durante a instalação, por exemplo, voltas não podem ser acrescentadas ou retiradas. Durante a instalação, o cabo deve ser sempre enrolado na mesma direção: por exemplo, o desenrolamento do cabo do topo da bobina para o topo do tambor, ou do fundo da bobina para o fundo do tambor (ver Figura 2). Cuidados devem ser tomados para assegurar que as terminações para fixação sejam feitas e fixadas conforme as instruções do manual do equipamento de movimentação de carga.
Se o cabo atritar com alguma parte do equipamento de movimentação de carga durante a instalação, os pontos de contato devem ser adequadamente protegidos.
3.2.2 Inicio da operação Antes de colocar o cabo em operação no equipamento de movimentação de carga, o usuário deve assegurar-se de que todos os acessórios associados à operação do cabo de aço estejam funcionando corretamente. Um número de ciclos operacionais deve ser realizado com velocidade e carga reduzidas com até aproximadamente 10 % da carga de trabalho, para permitir que todos os componentes do cabo se ajustem às condições reais de operação.
3.3 Manutenção
A manutenção do cabo de aço deve ser realizada em função do tipo de equipamento de movimentação de carga, seu uso, o ambiente e o tipo de cabo em questão. Exceto quando indicado em contrário pelo fabricante do equipamento da movimentação de carga ou do cabo, deve-se cobri-lo com graxa ou óleo durante a instalação. Quando em operação o cabo deve ser limpo onde necessário e deve-se reaplicar a graxa ou o óleo em intervalos regulares e antes do cabo mostrar sinais de ressecamento ou corrosão, especialmente nos trechos que passam sobre polias.
3.4 Inspeção
3.4.1 Freqüência
3.4.1.1 Inspeção visual diária Tanto quanto possível, todas as partes visíveis de qualquer cabo devem ser observadas a cada dia de trabalho para a detecção de sinais de deterioração e deformação. Os pontos em que o cabo é fixado no equipamento de movimentação de carga devem ser examinados com cuidado (ver Figura A.1). Qualquer suspeita de mudanças perceptíveis nas condições do cabo deve ser informada e o cabo deve ser examinado por uma pessoa qualificada conforme 3.4.2.
3.4.1.2 Inspeção periódica A inspeção periódica deve ser realizada por uma pessoa qualificada conforme 3.4.2. Para se determinar a freqüência da inspeção periódica, devem-se considerar
a) os requisitos previstos por lei abrangendo a aplicação no pais de uso,
b) o tipo de equipamento de movimentação de carga e as condições ambientais em que é operado,
c) o grupo de classificação do equipamento de movimentação de carga,
d) os resultados de inspeções anteriores,
e) o tempo de serviço do cabo.
Os cabos de guindastes móveis e gruas devem ser inspecionados uma ou mais vezes ao mês, conforme recomendações de uma pessoa qualificada.
NOTA Dependendo da condição do cabo a pessoa qualificada deve julgar a necessidade de reduzir o intervalo de tempo entre as inspeções.
3.4.1.3 Inspeção especial
A inspeção especial deve ser realizada conforme 3.4.2. O cabo deve ser examinado se ocorrer um incidente que possa ter causado danos ao cabo e/ou á sua extremidade, ou se um cabo for novamente utilizado após a desmontagem seguida de reinstalação. Se o equipamento de movimentação de carga tiver ficado fora de serviço durante três meses ou mais, os cabos devem ser examinados antes do reinicio do trabalho.
NOTA Dependendo da condição do cabo, a pessoa qualificada deve julgar a necessidade de reduzir o intervalo de tempo entre as inspeções.
3.4.1.4 Inspeção de cabos operando em polias sintéticas ou polias metálicas com revestimento sintético Quando um cabo é utilizado total ou parcialmente com polias sintéticas ou polias metálicas com revestimento sintético, podem ocorrer arames rompidos em grandes números internamente, antes de surgirem sinais visíveis de arames rompidos ou de desgaste significativo na periferia do cabo. Sob tais circunstâncias, devem ser estabelecidos períodos específicos de inspeção com base no histórico de desempenho do cabo e considerando-se os resultados da inspeção regular em serviço e as informações adquiridas a partir da inspeção detalhada dos cabos após serem colocados fora de serviço.
Deve-se dar especial atenção a qualquer área localizada que apresente ressecamento ou degradação do lubrificante. As informações sobre os critérios de descarte de cabos para equipamentos específicos de movimentação de carga devem ser baseadas na troca de informações entre o fabricante do equipamento e o fabricante do cabo.
NOTA Dependendo da condição do cabo. a pessoa qualificada pode julgar necessária a redução do intervalo de tempo entre as inspeções.
3.4.2 Pontos a serem abrangidos pela inspeção
3.4.2.1 Geral
Embora o cabo deva ser examinado em toda a sua extensão deve-se dar atenção especial aos seguintes pontos:
a) as extremidades de cabos móveis e estáticos;
b) a parte do cabo que passa através do moitão ou sobre polias.
c) no caso de equipamentos realizando uma operação repetitiva, a parte do cabo que estiver sobre as polias quando o equipamento estiver com carga (ver Anexo A);
d) a parte do cabo que estiver sobre a polia de compensação;
e) qualquer parte do cabo que possa estar sujeita a abrasão por fatores externos (por exemplo, alçapão de convés);
f) interior do cabo quanto à corrosão e fadiga (ver Anexo C);
g) qualquer parte do cabo exposta a altas temperaturas. Os resultados da inspeção devem ser registrados na planilha de inspeção para o equipamento (ver Seção 6 e Anexo B para um exemplo típico).
3.4.2.2 Extremidades, excluindo laços
O cabo deve ser examinado na área próxima ao acessório, pois é nessa área crítica que tem inicio a fadiga (arames rompidos) e a corrosão. Os próprios acessórios devem ser inspecionados quanto a sinais de deformação ou desgaste. As extremidades com presilhas estampadas ou terminais prensados devem ser inspecionadas de modo semelhante e a presilha deve ser inspecionada quanto a trincas no material e possível deslizamento entre a presilha e o cabo. O cabo de aço dentro de acessórios removíveis (soquetes de cunha, grampos) deve ser inspecionado quanto a arames rompidos. Deve-se garantir também que os soquetes e grampos estejam devidamente apertados. Além disso, a inspeção deve garantir que os requisitos das normas e critérios estabelecidos para a extremidade do cabo tenham sido atendidos.
Os olhais trançados manualmente devem ser protegidos somente na ponta do trançado (de modo a proteger as mãos do usuário contra arames expostos), sempre permitindo que o resto do trançado seja examinado visualmente quanto a arames rompidos. Quando são detectados arames rompidos próximo ou dentro dos terminais, é possível cortar a extremidade danificada do cabo e reinstalar os acessórios. No entanto, o comprimento do cabo de aço deve ser suficiente para permitir o número mínimo necessário de voltas mortas do cabo no tambor.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

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