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Treinamento curso Grua Florestal

Curso Grua Florestal

Nome Técnico: Curso de Capacitação de Grua Florestal

Cód: 15467

Curso Grua Florestal

O objetivo do curso consiste em qualificar os participantes nos serviços referentes à Segurança na operação de Grua Florestal para colheita florestal do tipo Harvester entre outras marcas com habilidade e segurança.
O Profissional que opera equipamentos de Grua Florestal utilizada na colheita florestal de extração de madeira, identificando áreas de extração, classificando toras conforme diâmetro e comprimento derrubando árvores mapeadas, separando a madeira de acordo com sua utilização, utilizam técnicas operacionais compatíveis com as diversas situações de áreas, priorizando as necessidades produtivas com comprometimento, cooperatividade e relações com o grupo seguindo procedimentos de qualidade e segurança.

O que é Grua Florestal?
Equipamento utilizado para remoção de árvores, configurado com braço telescópio duplo a fim de fornecer longo alcance, podendo o braço ser compacto durante o transporte.
A grua florestal possui mangueiras internas e também coluna, o que diminui os danos e permite que os operadores acessem facilmente as mangueiras para manutenção.

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Conteúdo Programático

Curso Grua Florestal

Conscientização da importância de estudo do Manual de Instrução do equipamento;
Medidas preventivas;
Uso de EPI´s;
Transporte e deslocamento da máquina de segurança;
Riscos e causas de acidentes;
Equipamento e características fundamentais;
Painel de instrumentos;
Símbolos entre outros;
Sistemas: Alimentação de combustível, lubrificação, alimentação de ar, arrefecimento e elétrico;
Sistema hidráulico: Levantador hidráulico, bitola e lastreamento;
Comandos hidráulicos: braço telescópio, lança, rotator, garra, alavancas, pedais, giro joystick Procedimentos de lubrificação;
Procedimentos para operação de carga, empilhamento, carregamento e descarga;
Componentes: Tipos de caçambas, cargas de operação, implementos, pneus, trem de força e outros;
Do posicionamento das alavancas e Pressão de trabalho de cada comando;
Atividades Práticas: procedimentos de partida/desligamento, segurança, inspeções gerais; Compartimento do operador;
Procedimentos operacional;
Fundamentos de terraplenagem para que o participante desenvolva habilidade com proficiência e segurança;
A importância do conhecimento da tarefa;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Consequências da Habituação do risco;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Fator medo;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Riscos ergonômicos;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:

NR 11- Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12- Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 31- Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;
NR 06 – Equipamento e Proteção Individual – EPI;
NR 17 –Ergonomia;
NR 16- Atividades e Operações Perigosas;
NR 15- Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 16463-1 Guindastes;
ABNT NBR 16463-2 Guindastes;
ABNT NBR 8400 Cálculo de equipamento para levantamento e movimentação de cargas – Procedimento;
ABNT NBR 8400 Cálculo de equipamento para levantamento e movimentação de cargas – Procedimento;
ABNT NBR ISO 4309 Equipamentos de movimentação de carga – Cabos de aço – Cuidados, manutenção, instalação, inspeção e descarte;
ABNT NBR ISO 4309 Equipamentos de movimentação de carga – Cabos de aço – Cuidados, manutenção, instalação, inspeção e descarte;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Carga Horária: Curso operador de Grua Florestal

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 24 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

Saiba mais Curso NR 31 Grua Florestal
NR 31.12.75 A capacitação deve:
a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a função;
b) ser providenciada pelo empregador ou equiparado, sem ônus para o empregado;
c) respeitar o limite diário da jornada de trabalho e;
d) ser ministrada pelo Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho do empregador rural ou equiparado, fabricantes, por órgãos e serviços oficiais de extensão rural, instituições de ensino de nível médio e superior em ciências agrárias, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR, entidades sindicais, associações de produtores rurais, associação de profissionais, cooperativas de produção agropecuária ou florestal e profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos discentes.

31.12.76 O programa deve abranger partes teórica e prática, com o seguinte conteúdo mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e as proteções específicas contra cada risco;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como, por quem e em que circunstâncias pode ser removida uma proteção;
d) o que fazer se uma proteção é danificada ou perde sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) princípios de segurança na utilização da máquina;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) procedimento de trabalho seguro;
h) ordem ou permissão de trabalho e;
i) sistema de bloqueio de funcionamento das máquinas e implementos durante a inspeção e manutenção;

NR 31.12.77 A capacitação de operadores de máquinas autopropelidas e implementos deve atender ao programa de capacitação em etapas teórica e prática, carga horária mínima de vinte e quatro horas distribuídas em no máximo 08 (oito) horas diárias, com respeito à jornada diária de trabalho ao seguinte conteúdo programático:
a) legislação de segurança e saúde no trabalho e noções de legislação de trânsito;
b) identificação das fontes geradoras dos riscos à integridade física e à saúde do trabalhador;
c) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina e implementos;
d) medidas de controle dos riscos: Equipamento Proteção Coletiva e Equipamento de Proteção Individual;
e) operação da máquina e implementos com segurança;
f) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
g) sinalização de segurança;
h) procedimentos em situação de emergência e;
i) noções sobre prestação de primeiros socorros.

1.12.78 A parte prática da capacitação pode ser realizada na máquina que o trabalhador irá operar e deve ter carga horária mínima de doze horas, ser supervisionada e documentada;

31.12.78.1 O material didático escrito ou audiovisual utilizado no treinamento deve ser produzido na língua portuguesa – Brasil, e em linguagem adequada aos trabalhadores;

31.12.79 Será também considerado capacitado o trabalhador que possuir comprovação, por meio de registro, na Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS ou no registro de empregado, de pelo menos dois anos de experiência na atividade, até a data de publicação desta norma, e que participou da reciclagem prevista no subitem 31.12.80.1;

31.12.80 Deve ser realizada capacitação para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação de máquinas e implementos ou troca de métodos, processos e organização do trabalho;

31.12.80.1 O conteúdo programático da reciclagem deve atender às necessidades da situação que a motivou, com carga horária mínima de quatro horas que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, com respeito ao limite diário da jornada de trabalho;

31.12.81 Os operadores de máquinas e implementos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente;

31.12.82 Os operadores de máquinas autopropelidas e implementos devem portar cartão de identificação, com o nome, função e fotografia;

Manuais
31.12.83 Os manuais das máquinas e implementos devem ser mantidos no estabelecimento, em originais ou cópias, e deve o empregador dar conhecimento aos operadores do seu conteúdo e disponibilizá-lo aos trabalhadores sempre que necessário;

31.12.84 As máquinas e implementos devem possuir manual de instruções fornecido pelo fabricante ou importador, com informações relativas à segurança nas fases de transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte.
Curso Operador De Grua Florestal; 

31.12.84.1 Os manuais devem:
a) ser escritos na língua portuguesa – Brasil, com caracteres de tipo e tamanho que possibilitem a melhor legibilidade possível, acompanhado das ilustrações explicativas;
b) ser objetivos, claros, sem ambiguidades e em linguagem de fácil compreensão;
c) ter sinais ou avisos referentes à segurança realçados e;
d) permanecer disponíveis a todos os usuários nos locais de trabalho;

NR 31.12.84.2 Os manuais das máquinas e implementos fabricados no Brasil devem conter, no mínimo, as seguintes informações:
a) razão social, endereço do fabricante ou importador, e CNPJ quando houver;
b) tipo e modelo;
c) número de série ou de identificação, e ano de fabricação;
d) descrição detalhada da máquina ou equipamento e seus acessórios;
e) diagramas, inclusive circuitos elétricos, em particular a representação esquemática das funções de segurança, no que couber, para máquinas estacionárias;
f) definição da utilização prevista para a máquina ou equipamento;
g) riscos a que estão expostos os usuários;
h) definição das medidas de segurança existentes e aquelas a serem adotadas pelos usuários;
i) especificações e limitações técnicas para a sua utilização com segurança, incluindo o critérios de declividade de trabalho para máquinas e implementos, no que couber;
j) riscos que poderiam resultar de adulteração ou supressão de proteções e dispositivos de segurança;
k) riscos que poderiam resultar de utilizações diferentes daquelas previstas no projeto;
l) procedimentos para utilização da máquina ou equipamento com segurança;
m) procedimentos e periodicidade para inspeções e manutenção e;
n) procedimentos básicos a serem adotados em situações de emergência;

NR 31.12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Implementos Agrícolas;
31.12.38.1 Motopodas e similares devem dispor dos dispositivos do caput, quando couber;
31.12.39 Os empregadores ou equiparados devem promover, a todos os operadores de motosserra, motopoda e similares, treinamento para utilização segura da máquina, com carga horária mínima de oito horas e conforme conteúdo programático relativo à utilização constante do manual de instruções;

31.12.67 É vedada a execução de serviços de limpeza, lubrificação, abastecimento e ajuste com as máquinas e implementos em funcionamento, salvo se o movimento for indispensável à realização dessas operações, em que devem ser tomadas medidas especiais de treinamento, proteção e sinalização contra acidentes de trabalho, e atendido o subitem 31.12.68, no que couber;

31.12.68 Para situações especiais de manutenção em que houver necessidade de acesso às áreas de risco, os serviços deverão ser realizados com o uso de dispositivo de comando de ação continuada e baixa velocidade ou dispositivo de comando por movimento limitado – passo a passo, selecionados em dispositivo de validação;

Instruções de Segurança normas de segurança durante a operação da grua:
1) O operador da grua deve assegurar-se sempre de ter uma visão geral do campo operacional e que não hajam obstáculos. Especialmente em trabalhos noturnos, onde deve- se providenciar iluminação suficiente. Pessoal não autorizado, não possui permissão para permanência no campo    Operacional da grua;
Não ficar debaixo da carga elevada;
Pessoal não treinado não deve operar a grua;
Em obras a céu aberto, deve-se prestar atenção nas instalações elétricas;

2) Para executar um bom trabalho o operador deve ter o cuidado de fechar bem a garra para que não caia parte da carga durante o transporte. A grua não deve ser operada com rotação acima da especificada pelo fabricante, sob pena de danificar a estrutura do equipamento.

3) A capacidade de carga da grua, nunca deverá ser ultrapassado. No gráfico de capacidade de carga afixado na grua, deverá descontado o peso da garra e do rotador para obter a capacidade líquida de levante do equipamento. Fatores determinantes para a durabilidade:
* regulagem correta da pressão;
* evitar movimentos bruscos, excesso de carga ou carga errada;
* revisão do sistema de segurança da grua em oficinas autorizadas PENZSAUR;
Procedimentos Proibidos
* No transporte da grua não deve ter carga na garra;
* nenhuma carga deve ficar presa a grua ou ser puxada atrás do veículo;
* a grua não deve ser utilizada para amassar entulho ou bater estacas no solo;
* também não deve ser utilizada como balança ou triturador;
* quando a garra estiver aberta e sobre uma base fixa, ela não deve ser fechada sem antes elevar o braço;
* o braço telescópico nunca deve ser usado para empurrar a garra no solo;
* caso a garra seja tão pesada que a grua não consiga levantá-la do solo, diminua a carga;
* a carga não deve ser arrastada ( junto com o movimento de elevação ), até que esteja em posição para a grua elevá-la. Medidas de segurança após a operação com a grua:
1) concluído o trabalho, colocar a grua na posição de descanso para evitar que o braço articulado se desloque durante o transporte;
* que as patolas se encontrem travadas e não avancem além da largura do veículo durante o transporte;
2) Os cilindros das sapatas de apoio devem ser elevados completamente e as extensões de apoio devem ser recolhidas. É importante que as extensões estejam seguras com as trancas para não haver o perigo de escorregarem para fora durante o transporte principalmente em curvas;
3) antes do veículo entrar em movimento, a transmissão auxiliar juntamente com a bomba devem ser desacionados;

Instruções de Operação:
1) O operador da grua deve verificar se o equipamento está em bom estado e além disto deve assegurar-se que:
* os parafusos que prendem a grua não estejam soltos ou danificados;
* que os canos, mangueiras e conexões de rosca não estejam soltas ou danificadas;
* que não existam peças e mancais soltos ou danificados;
* que todos os mancais estejam suficientemente lubrificados;
* que as alavancas de controle sejam facilmente manuseadas e retornem ao ponto morto automaticamente;
* que o assento esteja adequado ao operador;
Orientação: efetuar check-list inicial antes de iniciar os trabalhos;
2) Noções de operação:
a) comandos: para se efetuar uma operação suave e sincronizada, evitando-se movimentos
bruscos, recomenda-se o uso da proporcionalidade do comando.

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