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Curso Grua Florestal
Foto Ilustrativa

Curso Grua Florestal

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-31 Segurança na Operação de Grua Florestal

Referência: 15467

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

Curso Grua Florestal
O objetivo do curso consiste em qualificar os participantes nos serviços referentes à Segurança na operação de Grua Florestal para colheita florestal do tipo Harvester entre outras marcas com habilidade e segurança.
O Profissional que opera equipamentos de Grua Florestal utilizada na colheita florestal de extração de madeira, identificando áreas de extração, classificando toras conforme diâmetro e comprimento derrubando árvores mapeadas, separando a madeira de acordo com sua utilização, utilizam técnicas operacionais compatíveis com as diversas situações de áreas, priorizando as necessidades produtivas com comprometimento, cooperatividade e relações com o grupo seguindo procedimentos de qualidade e segurança.

O que é Grua Florestal?
Equipamento utilizado para remoção de árvores, configurado com braço telescópio duplo a fim de fornecer longo alcance, podendo o braço ser compacto durante o transporte.
A grua florestal possui mangueiras internas e também coluna, o que diminui os danos e permite que os operadores acessem facilmente as mangueiras para manutenção.

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Conteúdo Programático

Curso Grua Florestal

Conscientização da importância de estudo do Manual de Instrução do equipamento;
Medidas preventivas;
Uso de EPI´s;
Transporte e deslocamento da máquina de segurança;
Riscos e causas de acidentes;
Equipamento e características fundamentais;
Painel de instrumentos;
Símbolos entre outros;
Sistemas: Alimentação de combustível, lubrificação, alimentação de ar, arrefecimento e elétrico;
Sistema hidráulico: Levantador hidráulico, bitola e lastreamento;
Comandos hidráulicos: braço telescópio, lança, rotator, garra, alavancas, pedais, giro joystick Procedimentos de lubrificação;
Procedimentos para operação de carga, empilhamento, carregamento e descarga;
Componentes: Tipos de caçambas, cargas de operação, implementos, pneus, trem de força e outros;
Do posicionamento das alavancas e Pressão de trabalho de cada comando;
Atividades Práticas: procedimentos de partida/desligamento, segurança, inspeções gerais; Compartimento do operador;
Procedimentos operacional;
Fundamentos de terraplenagem para que o participante desenvolva habilidade com proficiência e segurança;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 11- Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12- Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 31- Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;
NR 06 – Equipamento e Proteção Individual – EPI;
NR 17 –Ergonomia;
NR 16- Atividades e Operações Perigosas;
NR 15- Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 16463-1 Guindastes;
ABNT NBR 8400 Cálculo de equipamento para levantamento e movimentação de cargas – Procedimento;
ABNT NBR ISO 4309 Equipamentos de movimentação de carga – Cabos de aço – Cuidados, manutenção, instalação, inspeção e descarte;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CBO 642015 – Operador de trator florestal

DIRIGIR MÁQUINAS PESADAS DE OPERAÇÃO FLORESTAL
Ajustar banco; Girar volante; Acionar pedais; Manipular dispositivos de comando (joystick); Acionar botões do painel de instrumentos; Acionar comandos de teclado; Acionar alavancas; Encarretar máquinas para transporte; Registrar ocorrências, produção e consumo de máquinas.

EFETUAR DERRUBADA, DESCASQUE E DESGALHAMENTO MECÂNICO DE TORAS
Posicionar máquinas; Posicionar altura de cabeçote; Direcionar derrubada de árvores; Posicionar feixes de árvores; Estimar tamanho de feixe.

ESTOCAR MADEIRA
Determinar local de estoque de madeira; Classificar madeira; Arrastar madeira com máquina; Baldear madeira com máquina; Empilhar madeira; Carregar madeira em caminhões.

INSPECIONAR MÁQUINAS FLORESTAIS
Verificar níveis de água e óleos; Verificar condições de correia de motor; Verificar parte elétrica de máquinas; Verificar restrissor; Retirar água do filtro decantador; Verificar ajuste de parafusos; Verificar trincas; Verificar vazamentos; Verificar esteiras; Verificar pneus; Verificar condições de conjunto de corte; Inspecionar freios; Verificar painel de instrumentos.

PREPARAR ATIVIDADE DE COLHEITA FLORESTAL
Analisar topografia de terreno; Checar direção de vento; Planejar acesso de baldeio; Checar diâmetro de árvores; Determinar altura de pilha de madeira.

REALIZAR MANUTENÇÃO EM SEGUNDO NÍVEL DE MÁQUINAS FLORESTAIS
Abastecer máquinas; Trocar filtros e óleos; Lubrificar articulações de máquinas; Calibrar pneus; Esticar esteira; Trocar pneus; Solicitar serviços de apoio; Soldar trincas; Substituir peças; Trocar conjunto de corte; Retirar excesso de graxa; Retirar resíduos de máquina; Limpar cabine interna; Lavar máquina.

EMPREGAR MEDIDAS DE SEGURANÇA
Vacinar-se contra doenças tropicais; Utilizar soros contra picadas de animais peçonhentos; Sinalizar área de colheita; Utilizar equipamentos de proteção individual; Utilizar cinto de segurança; Conferir extintores de incêndio; Ligar e desligar comandos de sinalização; Distanciar máquinas de áreas de risco; Inverter sentido de operação da máquina; Dimensionar volume de carga.

DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
Trabalhar em equipe; Tomar decisões; Manifestar orientação espacial; Manifestar percepção de profundidade; Manifestar coordenação motora múltipla; Manifestar atenção difusa; Manifestar consciência ambiental.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

 

Carga Horária

Carga Horária: Curso operador de Grua Florestal

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 24 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Nossos Cursos são completos e dinâmicos

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Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

Saiba mais Curso NR 31 Grua Florestal
NR 31.12.75 A capacitação deve:
a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a função;
b) ser providenciada pelo empregador ou equiparado, sem ônus para o empregado;
c) respeitar o limite diário da jornada de trabalho e;
d) ser ministrada pelo Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho do empregador rural ou equiparado, fabricantes, por órgãos e serviços oficiais de extensão rural, instituições de ensino de nível médio e superior em ciências agrárias, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR, entidades sindicais, associações de produtores rurais, associação de profissionais, cooperativas de produção agropecuária ou florestal e profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos discentes.

31.12.76 O programa deve abranger partes teórica e prática, com o seguinte conteúdo mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e as proteções específicas contra cada risco;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como, por quem e em que circunstâncias pode ser removida uma proteção;
d) o que fazer se uma proteção é danificada ou perde sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) princípios de segurança na utilização da máquina;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) procedimento de trabalho seguro;
h) ordem ou permissão de trabalho e;
i) sistema de bloqueio de funcionamento das máquinas e implementos durante a inspeção e manutenção;

NR 31.12.77 A capacitação de operadores de máquinas autopropelidas e implementos deve atender ao programa de capacitação em etapas teórica e prática, carga horária mínima de vinte e quatro horas distribuídas em no máximo 08 (oito) horas diárias, com respeito à jornada diária de trabalho ao seguinte conteúdo programático:
a) legislação de segurança e saúde no trabalho e noções de legislação de trânsito;
b) identificação das fontes geradoras dos riscos à integridade física e à saúde do trabalhador;
c) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina e implementos;
d) medidas de controle dos riscos: Equipamento Proteção Coletiva e Equipamento de Proteção Individual;
e) operação da máquina e implementos com segurança;
f) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
g) sinalização de segurança;
h) procedimentos em situação de emergência e;
i) noções sobre prestação de primeiros socorros.

1.12.78 A parte prática da capacitação pode ser realizada na máquina que o trabalhador irá operar e deve ter carga horária mínima de doze horas, ser supervisionada e documentada;

31.12.78.1 O material didático escrito ou audiovisual utilizado no treinamento deve ser produzido na língua portuguesa – Brasil, e em linguagem adequada aos trabalhadores;

31.12.79 Será também considerado capacitado o trabalhador que possuir comprovação, por meio de registro, na Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS ou no registro de empregado, de pelo menos dois anos de experiência na atividade, até a data de publicação desta norma, e que participou da reciclagem prevista no subitem 31.12.80.1;

31.12.80 Deve ser realizada capacitação para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação de máquinas e implementos ou troca de métodos, processos e organização do trabalho;

31.12.80.1 O conteúdo programático da reciclagem deve atender às necessidades da situação que a motivou, com carga horária mínima de quatro horas que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, com respeito ao limite diário da jornada de trabalho;

31.12.81 Os operadores de máquinas e implementos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente;

31.12.82 Os operadores de máquinas autopropelidas e implementos devem portar cartão de identificação, com o nome, função e fotografia;

Manuais
31.12.83 Os manuais das máquinas e implementos devem ser mantidos no estabelecimento, em originais ou cópias, e deve o empregador dar conhecimento aos operadores do seu conteúdo e disponibilizá-lo aos trabalhadores sempre que necessário;

31.12.84 As máquinas e implementos devem possuir manual de instruções fornecido pelo fabricante ou importador, com informações relativas à segurança nas fases de transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte.
Curso Operador De Grua Florestal; 

31.12.84.1 Os manuais devem:
a) ser escritos na língua portuguesa – Brasil, com caracteres de tipo e tamanho que possibilitem a melhor legibilidade possível, acompanhado das ilustrações explicativas;
b) ser objetivos, claros, sem ambiguidades e em linguagem de fácil compreensão;
c) ter sinais ou avisos referentes à segurança realçados e;
d) permanecer disponíveis a todos os usuários nos locais de trabalho;

NR 31.12.84.2 Os manuais das máquinas e implementos fabricados no Brasil devem conter, no mínimo, as seguintes informações:
a) razão social, endereço do fabricante ou importador, e CNPJ quando houver;
b) tipo e modelo;
c) número de série ou de identificação, e ano de fabricação;
d) descrição detalhada da máquina ou equipamento e seus acessórios;
e) diagramas, inclusive circuitos elétricos, em particular a representação esquemática das funções de segurança, no que couber, para máquinas estacionárias;
f) definição da utilização prevista para a máquina ou equipamento;
g) riscos a que estão expostos os usuários;
h) definição das medidas de segurança existentes e aquelas a serem adotadas pelos usuários;
i) especificações e limitações técnicas para a sua utilização com segurança, incluindo o critérios de declividade de trabalho para máquinas e implementos, no que couber;
j) riscos que poderiam resultar de adulteração ou supressão de proteções e dispositivos de segurança;
k) riscos que poderiam resultar de utilizações diferentes daquelas previstas no projeto;
l) procedimentos para utilização da máquina ou equipamento com segurança;
m) procedimentos e periodicidade para inspeções e manutenção e;
n) procedimentos básicos a serem adotados em situações de emergência;

NR 31.12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Implementos Agrícolas;
31.12.38.1 Motopodas e similares devem dispor dos dispositivos do caput, quando couber;
31.12.39 Os empregadores ou equiparados devem promover, a todos os operadores de motosserra, motopoda e similares, treinamento para utilização segura da máquina, com carga horária mínima de oito horas e conforme conteúdo programático relativo à utilização constante do manual de instruções;

31.12.67 É vedada a execução de serviços de limpeza, lubrificação, abastecimento e ajuste com as máquinas e implementos em funcionamento, salvo se o movimento for indispensável à realização dessas operações, em que devem ser tomadas medidas especiais de treinamento, proteção e sinalização contra acidentes de trabalho, e atendido o subitem 31.12.68, no que couber;

31.12.68 Para situações especiais de manutenção em que houver necessidade de acesso às áreas de risco, os serviços deverão ser realizados com o uso de dispositivo de comando de ação continuada e baixa velocidade ou dispositivo de comando por movimento limitado – passo a passo, selecionados em dispositivo de validação;

Instruções de Segurança normas de segurança durante a operação da grua:
1) O operador da grua deve assegurar-se sempre de ter uma visão geral do campo operacional e que não hajam obstáculos. Especialmente em trabalhos noturnos, onde deve- se providenciar iluminação suficiente. Pessoal não autorizado, não possui permissão para permanência no campo    Operacional da grua;
Não ficar debaixo da carga elevada;
Pessoal não treinado não deve operar a grua;
Em obras a céu aberto, deve-se prestar atenção nas instalações elétricas;

2) Para executar um bom trabalho o operador deve ter o cuidado de fechar bem a garra para que não caia parte da carga durante o transporte. A grua não deve ser operada com rotação acima da especificada pelo fabricante, sob pena de danificar a estrutura do equipamento.

3) A capacidade de carga da grua, nunca deverá ser ultrapassado. No gráfico de capacidade de carga afixado na grua, deverá descontado o peso da garra e do rotador para obter a capacidade líquida de levante do equipamento. Fatores determinantes para a durabilidade:
* regulagem correta da pressão;
* evitar movimentos bruscos, excesso de carga ou carga errada;
* revisão do sistema de segurança da grua em oficinas autorizadas PENZSAUR;
Procedimentos Proibidos
* No transporte da grua não deve ter carga na garra;
* nenhuma carga deve ficar presa a grua ou ser puxada atrás do veículo;
* a grua não deve ser utilizada para amassar entulho ou bater estacas no solo;
* também não deve ser utilizada como balança ou triturador;
* quando a garra estiver aberta e sobre uma base fixa, ela não deve ser fechada sem antes elevar o braço;
* o braço telescópico nunca deve ser usado para empurrar a garra no solo;
* caso a garra seja tão pesada que a grua não consiga levantá-la do solo, diminua a carga;
* a carga não deve ser arrastada ( junto com o movimento de elevação ), até que esteja em posição para a grua elevá-la. Medidas de segurança após a operação com a grua:
1) concluído o trabalho, colocar a grua na posição de descanso para evitar que o braço articulado se desloque durante o transporte;
* que as patolas se encontrem travadas e não avancem além da largura do veículo durante o transporte;
2) Os cilindros das sapatas de apoio devem ser elevados completamente e as extensões de apoio devem ser recolhidas. É importante que as extensões estejam seguras com as trancas para não haver o perigo de escorregarem para fora durante o transporte principalmente em curvas;
3) antes do veículo entrar em movimento, a transmissão auxiliar juntamente com a bomba devem ser desacionados;

Instruções de Operação:
1) O operador da grua deve verificar se o equipamento está em bom estado e além disto deve assegurar-se que:
* os parafusos que prendem a grua não estejam soltos ou danificados;
* que os canos, mangueiras e conexões de rosca não estejam soltas ou danificadas;
* que não existam peças e mancais soltos ou danificados;
* que todos os mancais estejam suficientemente lubrificados;
* que as alavancas de controle sejam facilmente manuseadas e retornem ao ponto morto automaticamente;
* que o assento esteja adequado ao operador;
Orientação: efetuar check-list inicial antes de iniciar os trabalhos;
2) Noções de operação:
a) comandos: para se efetuar uma operação suave e sincronizada, evitando-se movimentos
bruscos, recomenda-se o uso da proporcionalidade do comando.

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