Curso Esteira Transportadora Carga Abrasiva e Sal

Nome Técnico: Curso Esteira Transportadora de Carga Abrasiva e Sal

Referência: 142653

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal
O objetivo do Curso de Esteira Transportadora de Carga Abrasiva e Sal, é orientar os participantes sobre a operação na escolha correta, manutenção, e sistemas envolvidos na utilização da esteira, tipos, velocidades e capacidades operacionais, e as devidas tomadas de segurança na manipulação dos matérias específicos para a correia transportadora.

 O que é a Esteira Correia Transportadora de Carga Abrasiva e Sal?
A esteira transportadora é inicializada a partir das necessidades encontradas dentro de cada solicitação da indústria, e materiais específicos, demanda o tipo de insumos e espaço ocupado, o material usado na composição da esteira exclusivamente é dado com base no que será transportado pela mesma, controlando as temperaturas, abrasão, sujeira, óleos, até substancias ácidas, as cargas abrasivas podem conter substancias naturais ou sintéticas dadas para desgastar, polir, ou limpar outros materiais.

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Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Definição e termos;
Analise dos pontos perigosos;
Simbologia aplicadas;
Avaliação dos pontos de encontro correia-tambor e correia-rolete;
Observação das chaves de emergência pré-tensionadas por cabo;
Tipos das chaves de desalinhamento de correia;
Supervisionamento dos dispositivos de segurança elétricos e mecânicos;
Tipos de chaves-sonda e de velocidade;
Aplicação do detector de rasgo na correia;
Requisitos e aplicações corretas para as esteiras;
Sirenas, freios e Contrarrecuos;
Checagem das guardas de proteção;
Definição das chapas de fechamento;
Padrões dos passadiços, passarelas, plataformas, escadas e corrimãos;
Determinação das escadas inclinadas e escadas de marinheiro;
Estrutura principal do transportador;
Examinação de Tripers e transportadores móveis;
Indagação da lubrificação e esticamento;
Facilidades para manutenção e segurança;
Tipos de cores de segurança;
Apuração da poluição ambiental, sinais visuais;
Definição da iluminação, limpeza;
Treinamentos específicos;
Especificação do cálculo de capacidade e área;
Execução de manuseamento, embalagem e armazenagem;
Dimensionamento básico,
Finalidades da aplicação;
Relatório final.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR 13862 – Transportadores contínuos – Transportadores de correia – Requisitos de segurança para projeto;
ABNT NBR 8011 – Transportadores contínuos –  Transportadores de correia – Cálculo da capacidade;
ABNT NBR 13861 – Transportadores contínuos –  Transportadores de correia – Armazenagem, embalagem e manuseio de correias transportadoras;
ABNT NBR 16422 – Transportadores contínuos –  Transportadores de correia – Distâncias mínimas para instalação de raspadores secundários em chutes de transferência de transportadores de correia;
ABNT NBR 6110 – Transportadores contínuos –  Transportadores de correia –  Larguras e comprimentos de correias transportadoras;
ABNT NBR 8163 – Transportadores contínuos – Transportadores de correia – Espessuras de correias transportadoras e suas coberturas.
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal

Saiba Mais: Curso Esteira Transportadora carga Abrasiva e Sal:

A escolha correta do transportadora urna decisão técnica e econômica. E técnica porque envolve conhecimento de sistemas de transporte, características operacionais, capacidades e velocidades. E econômica, pois envolve tempos, capacidades, custos operacionais, custos de manutenção, entre outros.
4.1 Pontos perigosos existem diferentes riscos associados aos transportadores de correias, como partes móveis, ruídos e poeira, que podem levar a graves acidentes. inclusive fatais. Alguns pontos são potencialmente perigosos nos transportadores de correia (TC). e especial atenção deve ser dada à proteção destes locais durante o desenvolvimento de novos projetos. Proteções adequadas devem ser instaladas conforme os critérios estabelecidos nesta Norma e conforme os critérios de definição dos princípios gerais de projeto e apreciação e redução de riscos constantes na ABNT NBR ISO 12100. De igual modo. o projeto de transportadores de correias deve ser precedido das correlações pertinentes às definições da ABNT NBR 13743.
4.1.2 Pontos de encontro correia-rolete
Devem ser instaladas grades de proteção laterais do lado do transportador em que existe passadiço em todos os pontos de encontro correia-rolete, em toda a extensão do transportador, ou seja, protegendo todos os roletes de carga e retorno. Para isso devem ser observados os critérios estabelecidos nesta Norma e nas ABNT NBR ISO 12100. ABNT NBR NM ISO 13852 e ABNT NBR NM ISO 13853.
4.2 Dispositivos de segurança elétricos e mecânicos para garantir a segurança das pessoas e do equipamento. no mínimo os dispositivos de segurança descritos em 4.2.1 a 4.2.9 devem ser instalados. Todo dispositivo de segurança utilizado, seja elétrico ou mecânico, deve ser certificado por órgão de idoneidade e competência. No projeto do transportador de correia os itens pertinentes à atuação de parada de emergência devem ser orientados conforme ABNT NBR 13759.
4.2.1 Chaves de emergência pré-tensionadas por cabo as chaves de emergência pré-tensionadas por cabo devem ser instaladas ao longo dos transportadores. de ambos os lados. exceto quando o acesso for de um só lado. A distância entre duas chaves adjacentes e a distância das extremidades não podem ser superiores àquelas indicadas pelo fabricante. O cabo de puxamento e as chaves de emergência devem ser instalados do lado de fora das grades de proteção lateral. instalados ao longo do transportador. A fixação do cabo e da chave não pode ser feita na grade, de forma a conferir necessidade de desmontagem do cabo ou da chave na remoção da grade. O cabo de puxamento, molas de tensionamento e demais acessórios devem ser de material altamente resistente à corrosão. As chaves de emergência pré-tensionadas por cabo devem parar imediatamente o equipamento e o seu rearme só deve ser possível localmente.
Na região do acionamento, em local de fácil acesso e bem visível, deve ser instalado um botão de emergência tipo soco, também com rearme somente local. Se o acionamento possuir mais de um motor situado em lados opostos da correia, deve ser instalado um botão de emergência tipo soco, para cada lado. Se o transportador possuir acionamentos em locais separados, como em transportadores de longa distância, estas condições devem ser atendidas para cada local. O suporte da chave deve ser pintado na cor amarela (segurança).
As chaves de emergência pré-tensionadas por cabo devem ser providas de monitoramento de cabo rompido, para que seja garantida a função de segurança de parada em situação de emergência do equipamento.
As chaves de emergência pré-tensionadas por cabo devem ser providas de elementos de comutação com manobra positiva de abertura. ou seja. elementos de contatos ligados ao dispositivo de comutação por peças com ligação rígida (ruptura positiva).
Deve ser efetuado estudo de classificação de risco de cada correia transportadora, conforme ABNT NBR 14153.
4.2.2 Chaves de desalinhamento de correia
As chaves de desalinhamento de correia devem estar instaladas de forma a impedir que a correia ultrapasse limites laterais preestabelecidos. De um modo geral, não é permitido que a correia toque em estruturas ao desalinhar.
As chaves devem ser instaladas em ambos os lados da correia, pelo menos nos seguintes pontos: a) próxima ao tambor de cabeça: b) próxima ao tambor de retorno; c) próxima ao tambor de acionamento: d) na região do esticamento. no lado do retorno; e) próxima ao tambor da cabeça de tripers;
f) em região com estruturas especiais que possam danificar a correia. 4.2.3 Chaves de velocidade devem ser instaladas próximas ao tambor do retorno ou de cabeça que estiver mais afastada do acionamento, evitando que o transportador atinja velocidades acima ou abaixo do valor do projeto.
4.2.4 Chaves-sonda
Todos os chutes, moegas, calhas etc. devem possuir chave-sonda para evitar o seu entupimento, que deve ser posicionada de tal forma que a queda de material não provoque a sua atuação acidental ou venha a danificá-la. Chutes onde a possibilidade de entupimento possa ser mais grave devem possuir mais de uma chave-sonda.
4.2.5 Detector de rasgo na correia
O detector deve ser instalado. quando solicitado pelo usuário.
Os detectores de rasgo devem ser instalados em locais apropriados para manutenção e correta atuação.
Existem diversos tipos de detectores de rasgos para evitar a propagação do rasgo longitudinal em correias transportadoras. O não funcionamento de um detector de rasgo pode significar um grande prejuízo.
Todo trabalho de detecção deve ser feito na parte de carga do transportador nos primeiros 30 m após o(s) chute(s) de carga. É nesta região, após a alimentação do transportador, que reside a maior probabilidade de ocorrências de rasgos que podem ser ocasionados por diversos materiais, como chapas de desgastes. materiais laminares, dentes de escavadeiras etc.
O tipo de rasgo mais comum é o rasgo longitudinal central, ou seja. na carga.
4.2.6 Chaves-limites
Nos transportadores móveis e tripers, além da chave de fim de curso, deve ser prevista uma chave de sobre curso, para atuação em caso de falha da primeira chave.
As chaves-limites devem ser providas de elementos de comutação com manobra positiva de abertura. ou seja. elementos de contatos ligados ao dispositivo de comutação por peças com ligação rígida (ruptura positiva).
4.2.7 Sirenas
Devem ser instaladas em locais apropriados. de tal forma que possam ser audíveis de qualquer ponto ao longo do transportador, para indicar quando este vai partir. A sirena deve começar a tocar alguns segundos antes da partida do transportador e não junto com a sua partida.
4.2.8 Freios e contrarrecuos
Todos os transportadores inclinados sujeitos a retrocesso devem ser fornecidos com contrarrecuo. Em hipótese alguma um freio de sapata ou disco deve substituir um contrarrecuo. Os freios, quando instalados, devem atuar automaticamente em caso de falta de energia.
4.2.9 Comando local
Independentemente do sistema de controle utilizado no transportador, deve haver sempre um comando local de partida e parada.
4.3 Guardas de proteção
4.3.1 Guardas de proteção, em conformidade com as ABNT NBR ISO 12100. ABNT NBR NM ISO 13852 e ABNT NBR NM ISO 13853. devem ser instaladas nos pontos em movimento, sujeitos a contato com pessoal, como:
a) tambores;
b) roletes
c) acoplamentos:
d) freios:
e) volantes:
 f) correias em V, correntes e cabos de aço:
g) ao longo de carros esticadores;
h) roldanas:
i) correias transportadoras. quando expostas em área de passagem de pessoal:
j) torres de contrapeso:
k) amostradores;
I) qualquer lugar onde seja necessária a proteção do homem.
4.3.2 A área de proteção dos pontos de encontro da correia-tambor deve impedir totalmente o contato com o homem. Do centro do tambor à extremidade da proteção. acompanhando a linha da correia. deve haver uma distância mínima de 1 100 mm.
4.3.3 Qualquer área ou componente onde haja perigo em potencial para o homem deve ser adequadamente protegido.
4.3.4 As guardas de proteção devem permitir a inspeção visual do componente protegido. As guardas de proteção devem ser fixas ou móveis. As fixas devem ser mantidas em sua posição de maneira permanente ou por meio de elementos de fixação que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas. Os móveis podem ser abertos sem o uso de ferramentas, geralmente ligadas por elementos mecânicos a estrutura da máquina ou a um elemento fixo próximo; esta última, a móvel, deve se associar a dispositivos de intertravamento, conforme disposto na legislação vigente.
4.3.5 Em transportadores elevados, para se evitar a queda de roletes de retorno ou outros objetivos, deve ser instalada uma proteção em tela, chapa expandida ou chapa xadrez, ao nível do passadiço e embaixo da correia, no lado do retorno. A abertura máxima deve ser de 38 mm x 75 mm.
4.3.5 Em transportadores elevados, para se evitar a queda de roletes de retorno ou outros objetivos, deve ser instalada uma proteção em tela, chapa expandida ou chapa xadrez, ao nível do passadiço e embaixo da correia, no lado do retorno. A abertura máxima deve ser de 38 mm x 75 mm.
4.4 Chapas de fechamento
4.4.1 Transportadores elevados sobre rodovias. ferrovias equipamentos. edifícios, áreas de passagem de pessoal etc. devem ser fechados na sua parte inferior, para evitar a queda de material, de acordo com os seguintes critérios:
a) o passadiço deve ser em chapa xadrez com espessura mínima de 4,75 mm;
b) embaixo da correia, no lado do retorno, entre os passadiços, a estrutura deve ser totalmente fechada com chapa metálica ou outro material capaz de suportar os esforços a que se destina. e possuir salda de água pluvial ou de lavagem:
c) a estrutura do transportador deve ser projetada de tal forma que o fechamento seja total. sem buracos ou aberturas.
4.42 Para permitir um perfeito e fácil fechamento. as cantoneiras ou perfis devem ter suas abas viradas para fora da treliça ou quadro.
4.5 Passadiços. passarelas. plataformas. escadas e corrimãos
4.5.1 Passadiços, passarelas e plataformas
4.5.1.1 Todos os passadiços e passarelas devem ter uma largura útil mínima de 600 mm, exceto na região do esticamento vertical por gravidade que. quando fisicamente possível, deve ter 1 000 mm. até 600 mm, após cada tambor de desvio. Passadiços que atendam simultaneamente a dois transportadores devem ter uma largura mínima de 1 000 mm.
4.5.1.2 Os pisos devem ser em chapa xadrez. chapa expandida ou grade com material ou revestimento antiderrapante. conforme solicitado pelo usuário. Quando em chapa xadrez. os pisos devem ser de espessura mínima de 4,75 mm. Quando em chapa expandida, os pisos devem ter abertura máxima de 36 mm x 100 mm. Quando em grade, os pisos devem ser do tipo soldado. A fixação das grades na estrutura não pode ser feita por soldagem.
4.5.1.3 Todo e qualquer piso deve estar apoiado na estrutura pelo menos 30 mm ao longo da sua borda e deve ser fixado com solda intermitentemente, exceto as grades de piso, ou quando solicitado em contrário.
4.5.1.4 Todo transportador elevado (aquele em que o acesso aos roletes não pode ser feito do piso) deve possuir passadiço de ambos os lados. Passadiços internos de galerias devem ter pé-direito mínimo de 2 100 mm. Minas subterrâneas. a critério do usuário. podem ter passadiços de um só lado.
4.5.1.5 Eletrodutos, tubos, bandejas de cabos etc. não podem diminuir a largura útil do passadiço. Em estruturas treliçadas, os cabos elétricos devem ser instalados em bandejas externas ao passadiço. Em galerias, é admissível que as bandejas sejam instaladas internamente na parte superior da estrutura. Se o bandejamento estiver na área do passadiço, deve ser respeitado o pé-direito mínimo de 2 100 mm.
4.5.1.6 Pisos de plataformas ao redor de acionamentos ou chutes de descarga devem ser em chapa xadrez, para se evitar a queda do material ou componentes para os pisos inferiores.
4.5.2 Escadas inclinadas
4.5.2.1 Os degraus das escadas metálicas devem ser em piso de grade ou chapa xadrez com material ou revestimento antiderrapante, conforme solicitado pelo usuário. Quando em chapa xadrez. devem ter ambas as extremidades dobradas para maior rigidez e proteção do homem. A chapa deve ter espessura mínima de 4,75 mm.
4.5.2.2 As escadas devem atender aos requisitos mostrados na Tabela 1 e Figura 13, devendo preferencialmente ter um ângulo de inclinação variando de 30° a 34°. sendo o ângulo máximo admissível de 40°. Ângulos de 45′ só são permitidos em situações especiais, mediante a autorização prévia do usuário. Deve sempre ser levado em consideração que escadas a 45′ apresentam riscos maiores de acidentes.
4.5.2.3 As escadas devem ter uma largura mínima útil de 600 mm a 800 mm. Seu maior lance sem descanso não poder ser superior a 3 m na vertical.
4.6.2 Todas as estruturas integrantes de transportador na área de ação da correia devem ter as abas dos seus perfis viradas para fora, de forma que, no desalinhamento da correia, esta não toque uma aresta e sim, sempre, uma superfície plana.
4.6.3 Somente os perfis junto aos roletes superiores podem ter as abas viradas para dentro. Os perfis inferiores das treliças ou galerias também devem ter as abas viradas para fora, de forma a dificultar o acúmulo de material e permitir a fácil colocação de anteparo de segurança contra a queda de rolete ou chapa de fechamento. As guardas de proteção de tambores também devem atender ao critério estabelecido nesta subseção.
4.6.4 A distância existente entre as bordas da correia e a estrutura do transportador deve ser mantida constante ao longo de todo o transportador. Especial atenção deve ser dada às estruturas do esticamento. tambores de desvio e outros locais de estrutura especial.
4.6.5 Ao redor de tambores de desvio, a estrutura deve ser projetada de forma a atender aos seguintes critérios:
a) a retirada do tambor deve ser possível de ambas as laterais da estrutura e também pela parte inferior:
b) não convém ser necessária a retirada de diagonais ou outras peças para permitir a remoção do tambor completo com mancais. Na parte inferior, é permitida a colocação de peças removíveis;
c) o corrimão deve ser removível nesta região:
d) o passadiço na região dos tambores de desvio do esticamento deve ter sua largura aumentada para 1 000 mm. exceto quando fisicamente impossível.
4.7 Tripers e transportadores móveis
4.7.1 Devem possuir freio de estacionamento com acionamento manual, capaz de segurá-los firmemente a cada trilho.
4.7.2 Além do freio de estacionamento. devem possuir freio de operação com aplicação imediata em caso de falta de energia.
4.7.3 O acesso deve ser fácil a todos os componentes, utilizando-se passadiços e escadas, quando necessário.
4.7.4 Em caso de quebra de uma roda ou eixo, a estrutura do equipamento não pode cair mais que 25 mm. Batentes em posições adequadas devem impedir esta queda.
4.7.5 Devem possuir para-choques para proteção em caso de falha das chaves-limites. O para-choque deve ser localizado de forma que o impacto seja absorvido pela estrutura do equipamento e não pelas rodas.
4.7.6 Limpa-trilhos devem ser instalados também em cada roda, para ambos os sentidos de movimento.
4.7.7 Pontos para utilização de macacos para manutenção das rodas ou eixos devem ser previstos na estrutura e claramente marcados, de forma a resistir aos anos de uso. Não é permitido o uso de tinta com esta finalidade.
4.7.8 Devem ser previstas, além de chaves de fim de curso, também chaves de sobre curso. Somente em caso de falha dos dois tipos de chave o equipamento deve ir contra os batentes.
4.7.9 Pontos de descarga de material, como silos, moegas etc., devem ser protegidos para evitar acidentes com queda de pessoal.
4.7.10 O movimento dos tripers e transportadores móveis deve ser protegido de forma a evitar acidentes com pessoal. Sirenas audíveis ao longo de todo o comprimento de translação do equipamento devem ser instaladas e ser automaticamente energizadas antes da sua partida. Sinais luminosos devem complementar o sistema de proteção. Quando tecnicamente possível, devem ser instalados corrimãos com telas ao redor do equipamento.
4.8 Esticamentos 4.8.1 Os contrapesos de esticamentos por gravidade devem ter as seguintes características: a) furos para drenagem;
b) chapa em V invertido (ângulo máximo do vértice de 80°) para evitar o acúmulo de material sobre a caixa;
c) quatro olhais para içamento; d) indicação em pelo menos duas faces opostas, visíveis do piso, de forma indelével, do seguinte: — peso total do contrapeso (caixa, lastro, estrutura, tambor etc.); peso do lastro; — peso especifico do lastro: — material do lastro.
8.2 A caixa do contrapeso deve ser guiada em toda a extensão da torre até o nível do piso. Devem ser previstas plataformas de manutenção para o tambor de esticamento. Nas torres de esticamentos horizontais, devem ser previstas escadas de acesso ao topo da torre.
4.8.3 Na estrutura da torre devem ser previstos pontos dimensionados para receber uma ou mais talhas para alivio do contrapeso e auxilio na manutenção do tambor de esticamento, quando necessário. Para contrapesos maiores que 60 000 N. as estruturas devem ser projetadas de forma a não impedir a utilização também de guindastes.
4.8.4 Ao redor das torres de contrapeso ao nível do solo e em pisos intermediários, devem ser instaladas guardas de proteção de fácil remoção.
4.8.5 Os carrinhos de esticamentos horizontais devem possuir dispositivos que impeçam o seu descarrilamento. A linha de ação do cabo deve ser exatamente oposta à linha de ação da resultante das forças que atuam na correia, para se evitar a criação de momentos fletores capazes de provocar o seu descarrilamento. Batentes devem ser instalados de ambos os lados e, em caso de colisão, devem atingir a estrutura do carro e não suas rodas.
4.8.6 As roldanas dos cabos de aço devem ter proteção em chapa lisa para evitar o acúmulo de pó ou entrada de pedra entre o cabo e a roldana.
4.9 Lubrificação
Pontos onde seja necessária a lubrificação com o transportador de correia em movimento deve ser de fácil acesso e seguros. não sendo necessária a retirada de guardas de proteção ou outros dispositivos de segurança. Quando conveniente, os pontos de lubrificação devem ser puxados para locais seguros por tubulação adequada.
4.10 Facilidades para manutenção
Para possibilitar condições mais seguras de manutenção, os requisitos descritos em 4.10.1 a 4.10.6 devem ser atendidos.
4.10.1 As estruturas ao redor de tambores devem sempre permitir a sua fácil retirada, sendo fixadas por parafusos, permitindo facilmente desmontagem.
4.10.2 As torres e as casas de transferência devem ser projetadas de forma a permitir a fácil retirada dos componentes. Monovias devem ser instaladas para este fim. Ao nível do piso, pelo menos dois lados devem permitir a entrada de veículo de limpeza. Diagonais ou contraventamentos não podem impedir a limpeza das torres ou casas de transferências.
4.10.3 Tubos. eletrodutos etc. não podem impedir a limpeza embaixo da correia no retorno. A instalação de tubos. eletrodutos etc. quando indispensável, só deve ser de um dos lados do transportador.
4.10.4 Todas as áreas sujeitas a manutenção em potencial (acionamentos, transferências etc.) e situadas em cima de passagem de pessoal devem ter seus pisos em chapa xadrez, a fim de evitar a queda de material. peças etc. nos pisos inferiores.
4.10.5 O pé-direito mínimo deve ser de 2 100 mm.
4.10.6 O projeto de transportadores de correia deve sempre considerar a necessidade de limpeza das áreas ao seu redor.
4.11 Cores de segurança
4.11.1 Tambores. rolos e suportes dos rolos devem ser pintados nas seguintes cores:
4.11 Cores de segurança
4.11.1 Tambores. rolos e suportes dos rolos devem ser pintados nas seguintes cores:
a) tambores: laranjada Munsell 2.5 YR 6/14;
b) rolos: laranjada Munsell 2.5 YR 6/14;
c) rolos de balança: amarela Munsell 5 Y 8/12:
d) suportes de rolos: azul Munsell 2.5 PB 4/10. 4.11.2 Guardas de proteção. corrimãos e escadas devem ser pintados na cor amarela (segurança) (Munsell 5 Y 8/12).
4.11.3 Obstáculos devido a pé-direito insuficiente também devem ser pintados na cor amarela (segurança), além de serem sinalizados conforme 4.13. 4.12 Poluição ambiental para se evitar a poluição ambiental, os requisitos de 4.12.1 a 4.12.3 devem ser observados.
4.12.1 Todos os chutes devem ser totalmente fechados. Coifas de despoeiramento ou bicos aspersores de água devem ser instalados onde solicitado. As entradas dos chutes devem ser fechadas com cortinas de borracha. Materiais quentes devem ter cortinas especiais para alta temperatura.
4.12.2 A cobertura da guia lateral deve ser totalmente fechada com chapas de aço facilmente removíveis. A entrada e a saída da guia também devem ser fechadas com chapas de aço e borracha.
4.12.3 Todos os transportadores externos devem ser cobertos. exceto onde tecnicamente não for possível ou quando o tipo de material transportado não provocar qualquer poluição ambiental. 4.13 Sinais visuais 4.13.1 Locais perigosos devem ser sinalizados com placas de aviso e advertência. 4.13.2 Quando possível e conveniente, áreas perigosas devem ser delimitadas com faixas pintadas no piso. 4.13.3 Caso haja locais onde o pé-direito seja insuficiente. devem ser colocadas placas indicativas. 4.13.4 Todos os painéis locais de controle devem ser marcados com o número do transportador de correia controlado. 4.13.5 As portas de inspeção de chutes, que não podem ser abertas quando houver fluxo de material. devem possuir indicação adequada.
4.13.7 Os transportadores de correia devem ser identificados conforme orientação do usuário, nos seguintes locais: pontos de chegada de escadas, passadiços e outros; torre de contrapeso em todos os níveis, onde houver acesso; região do retorno; região da cabeça; no acionamento; a cada 100 m para transportadores até 1 500 m; em transportadores de longa distância, conforme ajustado em comum acordo com o usuário.
4.13.8 Todos os sinais visuais. marcações etc. devem ser indeléveis, resistentes à corrosão e à ação do tempo, estando sujeitos à aprovação de usuário. 4.14 Iluminação Os locais potencialmente perigosos devem ser bem iluminados. sendo os níveis de iluminação estabelecidos pelo usuário. Também devem ser bem iluminados os acionamentos e painéis de controle.
4.15 Limpeza
4.15.1 Todo e qualquer local sujeito ao acúmulo de pó deve permitir a sua fácil limpeza. No desenvolvimento do projeto não podem ser criados locais sem acesso para limpeza.
4.15.2 Os chutes devem ser projetados de forma a englobar também o tambor de encosto, quando existente. Quando o arranjo não permitir, deve ser feito um chute separado para coletar o material fino da região do tambor de encosto. Este chute deve levar o material até outro transportador. até o nível do solo, ou algum outro ponto conveniente indicado pelo usuário.
4.15.3 Os chutes devem possuir raspadores adequados para evitar que o material que fica aderido ao retorno da correia venha a poluir o meio ambiente.
4.16 Treinamento
Nos manuais de instalação, operação e manutenção dos transporia ores de correia, deve ser criado um capitulo especifico sobre procedimentos e dispositivos de segurança. de forma a permitir a sua utilização para fins de treinamento de pessoal.

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