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Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias

Curso Espaço Confinado Autorizados e Vigias NR-33

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-33 - Espaço Confinado Autorizados e Vigias.

Cód: 1797

O Curso Espaço Confinado Autorizados e Vigias NR-33 Reconhecimento e controle de riscos, incluindo avaliação e monitoramento deveres e responsabilidades de vigias, trabalhadores e supervisores em conformidade com a Norma Regulamentadora NR-33, parágrafo 33.3.5.4 da Portaria 3214/78.

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Conteúdo Programático

Curso Espaço Confinado Autorizados e Vigias NR-33;
Medidas de controle;
Riscos físicos;
Riscos químicos;
Riscos biológicos;
Riscos ergonômicos;
Riscos de acidentes;
Identificação dos espaços confinados;
As formas de comunicação entre a equipe, vigias e grupo de resgate;
Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança;
Tipos de equipamento de segurança: EPI e EPC;
Funcionamento de equipamentos de segurança;
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança;
Critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
Operação de equipamentos utilizados;
Procedimentos e utilização da permissão de entrada e trabalho em espaços confinados;
Prevenção de Acidentes  Noções de Primeiros Socorros + DEA;
Técnicas de resgate e primeiros socorros específicos em espaço confinado;
Proteção respiratória.;
Uso de equipamentos para movimentação de vítima do interior de espaço confinado com uso de prancha móvel;
Prática de proteção respiratória com uso de purificador de ar, autônomo e de ar mandado;
Prática de utilização do trava queda resgatador;
Prática de RCPC – Ressuscitação Cardiopulmonar-Cerebral – com uso de manequim simulador, ambulância, colar cervical e transporte de vítima em prancha apropriada;
Procedimentos práticos de simulação para retirada de vítimas Solução educacional: O treinamento teórico-prático possui foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, os procedimentos e equipamentos utilizados em atividades realizadas em espaços confinados;
As estratégias para apresentação do conteúdo são desenvolvidas por meio:
Da exposição de casos de risco para análise e avaliação dos empregados;
Do manuseio de equipamentos de proteção e equipamentos de operação; da análise de fotos, ilustrações e vídeos, apontando acertos e erros de conduta relacionados às atividades realizadas em espaço confinado;
Da realização de exercícios de fixação;
O fechamento do treinamento ocorrerá com a realização de uma avaliação de aprendizagem;

 

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 10 –  Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;

NR – 33 –  Segurança e Saúde no Trabalhos em Espaços Confinados;
NR – 34 –  Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, reparação e Desmonte Naval;
NR – 35 – Trabalho em Altura;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Espaço Confinado Autorizados e Vigias NR-33

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): NR-33 ITEM 33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Alterado pela Portaria MTE n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) algum evento que indique a necessidade de novo treinamento; e
c) quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados.

Por que é obrigatório possuir Equipe de Resgate?
De acordo com a NR-10, NR-33, NR-34, NR-35 entre outras é obrigatório possuir no local das atividades a Equipe de Resgate, também conhecida como Equipe de Salvamento.
Visando a melhor prestação de serviço, expressamos nosso parecer para que seja avaliado pela equipe de segurança do trabalho, os riscos, as vantagens e desvantagens de possuir uma equipe de resgatistas própria sem experiência na área complexa de atuação. Sugerimos uma análise mais detalhada para evitar incidentes desagradáveis, no caso de acidente, possuindo  Equipe de Resgate com proficiência no assunto e suporte adequado, além de preservar a vida do colaborador, preserva-se também o patrimônio da Empresa livrando-a  de possíveis indenizações ou processos criminais consequentes de acidentes.
Vale lembrar que uma Empresa  preparada sempre será uma Empresa bem sucedida.
Salvamento: procedimento operacional padronizado, realizado por equipe com conhecimento técnico especializado, para resgatar e prestar os primeiros socorros a trabalhadores em caso de emergência.
Curso Espaço Confinado Autorizados e Vigias NR-33:
O que preconiza a NR-33 sobre a Equipe de Resgate:
33.4 Emergência e Salvamento
 33.4.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados aos espaços  confinados incluindo, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Análise de Riscos;
b) descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, busca, resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento de equipe responsável, pública ou privada, pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado; e
e) exercício simulado anual de salvamento nos possíveis cenários de acidentes em espaços confinados.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Em espaços confinados, os riscos existentes ou gerados pela atividade são potencializados pela sua configuração, dificuldade para movimentação e trabalho no seu interior, ventilação natural deficiente ou inexistente e aberturas para entrada e saída restritas ou limitadas.
Todos os fatores devem ser avaliados detalhadamente, levando-se em conta o efeito de um sobre o outro riscos físicos – ruído, calor, radiações não ionizantes e umidade são encontrados com frequência nos espaços confinados;
O nível de pressão sonora muitas vezes provoca efeitos indesejáveis pela sua reflexão nas paredes e teto do espaço confinado;
O calor é intensificado pela circulação reduzida do ar, aquecimento de superfícies e equipamentos no interior do espaço confinado e radiação solar constante;
As radiações não ionizantes, como a infravermelha e a ultravioleta, estão presentes em intensidades elevadas nas operações de soldagem.
O risco ao trabalhador é aumentado devido à dificuldade para instalar biombos;
A umidade ocorre devido à dificuldade para a retirada de líquidos do espaço confinado, cujo nível do piso muitas vezes é inferior ao nível do lençol freático, podendo encharcar o uniforme e botas do trabalhador, nas atividades realizadas em galerias, tanques, poços subterrâneos, praça de máquinas, entre outros no seu interior;

 

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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