Curso de Vaso de Pressão - NR 13, Para que Serve Curso de Vaso de Pressão?, NR 13 - Vasos de Pressão

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Conteúdo Programático

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo – Vasos de Pressão
Noções de grandezas físicas e unidades; Carga horária: 4 (quatro) horas;
Pressão;
Pressão atmosférica;
Pressão interna de um vaso;
Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta;
Unidades de pressão;
Calor e temperatura;
Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
Modos de transferência de calor;
Calor específico e calor sensível;
Transferência de calor a temperatura constante;
Vapor saturado e vapor superaquecido;

Equipamentos de processo: Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, mantendo um mínimo de 04 (quatro) horas por item, onde aplicável:
Trocadores de calor;
Tubulação, válvulas e acessórios;
Bombas;
Turbinas e ejetores;
Compressores;
Torres, vasos, tanques e reatores;
Fornos;
Caldeiras;

Eletricidade: Carga horária: 4 (quatro) horas;
Instrumentação: Carga horária: 8 (oito) horas;

Operação da unidade: Carga horária: estabelecida de acordo com a complexidade da unidade;
Descrição do processo;
Partida e parada;
Procedimentos de emergência;
Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente;
Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo;
Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos;

Primeiros socorros: Carga horária: 8 (oito) horas;
Legislação e normalização: Carga horária: 4 (quatro) horas;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 17 – Ergonomia;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula + Complexidade das Unidades e dos Processos

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula + Complexidade das Unidades e dos Processos

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

CHECKLIST PARA UNIDADES DE PROCESSO:
Finalidade: Adequação da nossa proposta a real necessidade da empresa com relação ao  “Treinamento Segurança na Operação de Unidades de Processo”,

Assinale os tipos de equipamentos que possui:
(    ) Equipamentos de Processo
(    ) Trocadores de calor
(    ) Tubulação, válvulas e acessórios
(    ) Bombas
(    ) Turbinas e ejetores
(    ) Compressores
(    ) Torres
(    ) Vasos (pulmão)
(    ) Tanques
(    ) Reatores
(    ) Fornos
Caldeiras (caso a empresa tenha caldeira, responder abaixo)
(    ) Aquatubular
(    ) Flamotubular
(    ) Mista
Em caso de equipamento especial (operação) a empresa deve enviar a documentação abaixo para ser anexado material didático.
1. Descrição do processo;
2. Partida e parada;
3. Procedimentos de emergência;
4. Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente;
5. Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo;

IMPORTANTE: A NR 13 sofreu alteração, portaria 594 de abril de 2014, esta portaria determina que as tubulações ou sistemas de tubulações interligadas a caldeiras ou vasos de pressão devem ter procedimentos de inspeção, emissão de laudos, projeto original ou “PAR” projeto de alteração ou reparo, vide NR-13 itens 13.6, 13.6-1, 13.6-2, 13.6.3, 13.6-4, o prazo para adequação termina em Abril de 2015. As empresas que não conseguirem se enquadrar no prazo previsto na NR 13 deverão apresentar projetos para realizar adequação com prazo máximo de quatro anos a partir da publicação da portaria 594 (abril de 2014).

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Saiba mais: Curso de Vaso de Pressão

NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÃO

As Alterações / Modificações são editadas através de Portarias publicadas no Diário Oficial da União
Ultima Portaria Vigente: Portaria MTb  n.º 1.084, de 28 de setembro de 2017 29/09/17

Resumo das partes pertinentes da NR 13.

13.2 Abrangência
13.2.1 Esta NR deve ser aplicada aos seguintes equipamentos:
a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1 e 13.4.1.2;

13.4.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares.

13.4.1.2 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são classificadas em 2 (duas) categorias, conforme segue:
a) caldeiras da categoria A são aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), com volume superior a 50 L (cinquenta litros);
b) caldeiras da categoria B são aquelas cuja a pressão de operação seja superior a 60 kPa (0,61 kgf/cm2) e inferior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), volume interno superior a 50 L (cinquenta litros) e o produto entre a pressão de operação em kPa e o volume interno em m³ seja superior a 6 (seis).
b) vasos de pressão cujo produto V seja superior a 8 (oito),onde P é a pressão máxima de operação em kPa, em módulo, e V o seu volume interno em m³ e com diâmetro interno maior que 150 mm (exceto item que segue);
c) vasos de pressão que contenham fluido da classe A, especificados no item 5.1.2, alínea “a” – ver abaixo,independente das dimensões e do produto P.V;

13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco:
a) Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:

Classe A: fluidos inflamáveis; fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (vinte partes por milhão); hidrogênio; acetileno.

Classe B: fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm (vinte partes por milhão).

Classe C:  vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.

Classe D:  outro fluido não enquadrado acima.
c) Os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco em função do produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em MPa, em módulo, e V o seu volume em m³, conforme segue:
Grupo 1 – P.V ≥ 100 ;
Grupo 2 – P.V < 100 e P.V ≥ 30 ;
Grupo 3 – P.V < 30 e P.V ≥ 2,5 ;
Grupo 4 – P.V < 2,5 e P.V ≥1 ;
Grupo 5 – P.V < 1
d) recipientes móveis com P.V superior a 8 (oito) ou com fluido da classe A, especificados no item 13.5.1.2, alínea “a”;
e) tubulações ou sistemas de tubulação interligados a caldeiras ou vasos de pressão,categorizados conforme itens 13.4.1.2 e 13.5.1.2, que contenham fluidos de classe A ou B conforme item 13.5.1.2, alínea “a” desta NR.
13.4.3.4 Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira.
13.4.3.5 É considerado operador de caldeira aquele que satisfizer o disposto no item “A” do Anexo I desta NR.
Anexo I “A ” – Capacitação de Pessoal
Caldeiras
A1 Condições Gerais
A1.1 Para efeito desta NR, será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras e comprovação de estágio prático conforme item A1.5 deste Anexo;
b) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras previsto na NR-13 aprovada pela Portaria SSMT n.° 02, de 08 de maio de 1984 ou na Portaria SSST nº 23, de 27 de dezembro de 1994.
13.5.3.3 A operação de unidades que possuam vasos de pressão de categorias I ou II deve ser efetuada por profissional capacitado conforme item “B” do Anexo I desta NR – ver nos links que seguem tabela no item d) do item 13.5.1.2 da NR 13.
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR13.pdf

Ou seja, para operar CALDEIRAS o operador deve obrigatoriamente participar do treinamento exposto no item a) do tópico A.1.1 do Anexo I “A” (ver acima) ou possuir certificado tipificado no item b).
Já para Vasos de Pressão, incluindo Autoclaves, o treinamento só é exigido para os de Categorias I ou II (ver tabela no item 13.5.1.2.d da NR 13)

Vasos de Pressão
B1 Condições Gerais
B1.1 A operação de unidades de processo que possuam vasos de pressão de categorias I ou II deve ser efetuada por profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processos.

B1.2 Para efeito desta NR será considerado profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo expedido por instituição  competente para o treinamento;
b) possuir experiência comprovada na operação de vasos de pressão das categorias I ou II de pelo menos 2 (dois) anos
antes da vigência da NR13 aprovada pela Portaria SSST nº 23, de 27 de dezembro de 1994.

B1.3 O pré-requisito mínimo para participação, como aluno, no Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo é o atestado de conclusão do ensino fundamental.
B1.4 O Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve obrigatoriamente:
a) ser supervisionado tecnicamente por PH;
b) ser ministrado por profissionais capacitados para esse fim;
c) obedecer, no mínimo, ao currículo proposto no item B2 deste Anexo.

B1.5 Os responsáveis pela promoção do Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo estarão sujeitos ao impedimento de ministrar novos cursos, bem como a outras sanções legais cabíveis, no caso de inobservância do disposto no item B1.4.

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