Curso Vaso Pressão - NR 13

Curso de Vaso de Pressão NR 13
Foto Ilustrativa

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

Nome Técnico: Curso Capacitação NR 13 Segurança na Operação de Vasos de Pressão

Referência: 1525

Curso de Vaso de Pressão – NR 13
O Curso de Vaso de Pressão – NR 13 tem o objetivo de abordar os requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.

Importante: 
Curso de Vaso de Pressão – NR 13 -Todo profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve cumprir estágio prático supervisionado, na operação de vasos de pressão de 300 (trezentas) horas para o conjunto de todos os vasos de pressão de categorias I ou II e 100 (cem) horas para conjunto de de todos os vasos de pressão de categorias III, IV, V.

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40 Horas - Com Experiência + Item 4 carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade quando aplicável.

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32hs EAD / 08hs - Com Experiência + Item 4 carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade quando aplicável.

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Conteúdo Programático

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

B2 Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo
Noções de física aplicada;
Pressão;
Pressão atmosférica;
Pressão manométrica e pressão absoluta;
Pressão interna, pressão externa e vácuo;
Unidades de pressão;
Transferência de calor;
Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
Modos de transferência de calor;
Calor específico e calor sensível;
Transferência de calor a temperatura constante;
Termodinâmica;
Conceitos;
Vapor saturado e vapor superaquecido;
Mecânica dos Fluidos;
Conceitos Fundamentais;
Pressão em Escoamento;
Tipos de Escoamento: Laminar e Turbulento;
Escoamento de Líquidos: Transferência por Gravidade, Diferença de pressão, Sifão;
Perda de Carga: Conceito, rugosidade, acidentes;
Princípio de Bombeamento de Fluidos;
Noções de química aplicada;
Densidade;
Solubilidade;
Difusão de gases e vapores;
Caracterização de Ácido e Base (Álcalis);
­ Definição de pH;
Fundamentos básicos sobre corrosão;
Tópicos de inspeção e manutenção de equipamentos e registros;
Equipamentos de processo;
Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, onde aplicável;
Acessórios de tubulações;
Acessórios elétricos e outros itens;
Aquecedores de água;
Bombas;
Caldeiras (conhecimento básico);
Compressores;
Condensador;
Desmineralizador;
Esferas;
Evaporadores;
Filtros;
Lavador de gases;
Reatores;
Resfriador;
Secadores;
Silos;
Tanques de armazenamento;
Torres;
Trocadores calor;
Tubulações industriais;
Turbinas a vapor;
Injetores e ejetores;
Dispositivos de segurança;
Outros;
Instrumentação;
Operação da unidade;
Descrição do processo;
Partida e parada;
Procedimentos de emergência;
Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente;
Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo;
Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos;
Legislação e normalização;
Norma Regulamentadora n.º 13 ­NR­13;

CHECK LIST PARA DETERMINAR A CARGA HORÁRIA TOTAL TREINAMENTO UNIDADES DE PROCESSO
B2 Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo
4. Equipamentos de processo. Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, onde aplicável
4.1 Acessórios de tubulações ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.2 Acessórios elétricos e outros itens ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI – OUTROS ITENS QUAIS SÃO? __________________
4.3 Aquecedores de água ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.4 Bombas ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.5 Caldeiras (conhecimento básico ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.6 Compressores ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.7 Condensador ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.8 Desmineralizador ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.9 Esferas ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.10 Evaporadores ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.11 Filtros ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.12 Lavador de gases ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.13 Reatores ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.14 Resfriador ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.15 Secadores ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.16 Silos ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.17 Tanques de armazenamento ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.18 Torres ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.19 Trocadores calor ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.20 Tubulações industriais ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.21 Turbinas a vapor ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.22 Injetores e ejetores ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.23 Dispositivos de segurança ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI
4.24 Outros ( ) POSSUI ( ) NÃO POSSUI

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento;
ABNT NBR 16035 – Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR ISO 16528 – Caldeiras e vasos de pressão;
ABNT NBR 15417 – Vasos de pressão – Inspeção de segurança em serviço;
ABNT NBR 15949 – Vaso de pressão para ocupação humana (VPOH) para fins terapêuticos — Diretrizes para construção, instalação e operação;
ABNT NBR 1645 – Vasos de pressão – Metodologia para inspeção não intrusiva;
ABNT NBR ISO 14623 – Sistemas espaciais – Projeto estrutural – Vasos de pressão e estruturas pressurizadas – Projeto e operação;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula ( Fique atento ao item 4. Equipamentos de processo. Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, onde aplicável)

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula (Depende do PH que ministrou a Capacitação).

Atualização (Reciclagem): Cabe ao PH que ministrou a Capacitação determinar treinamento periódico ou Anualmente conforme for a complexidade da unidade e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações
a) quando ocorrer modificação;
b) ocorrer acidentes e/ou incidentes de alto potencial, que envolvam a operação da unidade de processo;
c) houver recorrência de incidentes.
d) No caso de troca de equipamento deve-se ser feita nova Capacitação

ATENÇÃO: B1.6 Todo profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve cumprir estágio prático, supervisionado, na operação de vasos de pressão de 300 (trezentas) horas para o conjunto de todos os vasos de pressão de categorias I ou II.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho: 
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba mais: Curso de Vaso de Pressão

13.5 Vasos de Pressão
13.5.1 Disposições Gerais
13.5.1.1 Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob pressão interna ou externa, diferente da atmosférica.
13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco.
a) os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:
Classe A:
­ fluidos inflamáveis;
­ fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius);
­ fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (vinte partes por milhão);
­ hidrogênio;
­ acetileno.
Classe B:
­ fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus Celsius);
­ fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm (vinte partes por milhão).
Classe C:
­ vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.
Classe D:
­ outro fluido não enquadrado acima.
b) quando se tratar de mistura deve ser considerado para fins de classificação o fluido que apresentar maior risco aos trabalhadores e instalações, considerando­se sua toxicidade, inflamabilidade e concentração.
c) os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco em função do produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em MPa, em módulo, e V o seu volume em m³, conforme segue:
Grupo 1 ­ P.V ≥ 100
Grupo 2 ­ P.V < 100 e P.V ≥ 30
Grupo 3 ­ P.V < 30 e P.V ≥ 2,5
Grupo 4 ­ P.V < 2,5 e P.V ≥ 1
Grupo 5 ­ P.V < 1

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