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Treinamento de GLP - Gás Liquefeito de Petróleo

Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo

Nome Técnico: Curso Capacitação de GLP - Gás Liquefeito de Petróleo - 16 horas

Cód: 1550

Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
O objetivo deste curso é instruir e capacitar o profissional durante os mais diversos processos envolvendo o Gás Liquefeito de Petróleo de acordo com as normativas técnicas vigentes, atentando-se a segurança e integridade do profissional e da propriedade privada.

O que é GLP?
Conhecido popularmente como “gás de cozinha”, o Gás Liquefeito do Petróleo, é uma substância advinda do petróleo bastante utilizada em aplicações industriais sensíveis a poluentes, como na fabricação de vidros, cerâmicas e alimentos, por sua queima ser muito limpa e com baixíssima emissão de poluentes.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo:
Noções, Origem e Composição GLP;
Características e as vantagens do GLP;
Manipulação, recebimento, distribuição;
Engates, válvulas e acessórios;
Instalações industriais e domesticas;
Procedimentos operacional;
Procedimentos de Segurança;
Apresentação mostrando o poder de explosividade do GLP;
Painel para demonstração de gás na sua fase liquida;
Prevenção de Acidentes +Primeiros Socorros +  DEA.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustível;
ABNT NBR 15863 – Capacitação para operadores de transvasamento no sistema de abastecimento de GLP a granel;
ABNT NBR 14024 – Central de gás liquefeito de petróleo (GLP) – Sistema de abastecimento a granel – Requisitos e procedimento operacional;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais de Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo:

A demanda por transportes tem evoluído e por via de consequência acompanha o desenvolvimento econômico do país. Tal fato requer do segmento de transportes adequações para atender a demanda. A atuação do Poder Público no que se refere ao transporte rodoviário de produtos perigosos deve não apenas assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico, mas prioritária e vinculadamente, garantir a máxima proteção e preservação da segurança dos usuários da via, da população lindeira e do meio ambiente, sadio e ecologicamente equilibrado, conforme preconizado na Constituição Federal de 1988.
O histórico de acidentes envolvendo o transporte rodoviário de produtos perigosos no Brasil e no mundo tem demonstrado por provas claras que a falta de conhecimentos com relação aos cuidados inerentes a atividade tem sido a causa principal de inúmeras tragédias.
É dever do Poder Público produzir informações e dados relacionados ao transporte de produtos perigosos; assim como, sobre seus eventos, acidentes, causas e efeitos; e ainda, sobre veículos, unidades de transporte, acondicionamento de cargas, produtos, substâncias, materiais, normas de construção, sinalização, fiscalização etc., dando ampla publicidade, disponibilizando-as e divulgando-as à coletividade, com vistas principalmente aos aspectos preventivos e inclusive buscando por meio da promoção da educação ambiental em todos os níveis, a conscientização pública para a preservação da segurança viária e do meio ambiente.
Departamento de Estradas de Rodagens – DER / SP
Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS PERIGOSOS
De todos os segmentos que trabalham com produtos perigosos, segundo as estatísticas disponíveis no Estado de São Paulo, as atividades realizadas no transporte rodoviário são as que mais tem contabilizado ocorrências envolvendo acidentes com vazamento de produtos perigosos para o meio ambiente. Estes veículos circulam por áreas densamente povoadas e vulneráveis do ponto de vista ambiental, agravando assim os impactos causados ao meio ambiente e à comunidade, quando dessas ocorrências.
Liberações acidentais de produtos químicos no meio ambiente, dependendo das características físicas, químicas e toxicológicas dessas substâncias, podem originar diferentes tipos de impacto, causando danos à saúde pública, ao meio ambiente, à segurança da população e ao patrimônio, público e privado. Assim, a legislação vigente determina que todos os veículos que transportam produtos perigosos devem portar informações que facilitem a identificação dos produtos transportados e de seus respectivos riscos.
Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
Uma das primeiras ações a ser executada em um cenário acidental envolvendo o transporte rodoviário de produtos perigosos, é o da pronta classificação e identificação dos produtos envolvidos. O acesso às informações relativas às características físicas e químicas do produto, irá subsidiar as equipes na imediata adoção das medidas de controle, reduzindo os riscos para a comunidade, aos próprios atendentes da ocorrência e ao meio ambiente.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas, (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.
As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidades dos  Comitês Brasileiros
(ABNT/CB), dos Organismo de Normalização Setorial (ABNT/NOS) e das Comissões de Estudos Especiais (ABNT/CEE),são elaboradas por Comissões de Estudos (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: consumidores e neutros (universidades, laboratório e outros). A ABNT NBR 15863, que estabelece os requisitos mínimos para o treinamento e reciclagem  de profissional para realização das operações de abastecimento a granel de Gás LP, foi   elaborado pelo Comitê Brasileiro de Gases Combustíveis (ABNT/CB-09), pela Comissão de Estudos de Instalações destinadas á Armazenamento e ao Abastecimento de Gases Combustíveis  (CE-09;402.01), em vigor a partir de 10.08.2011.
Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
O conteúdo que veremos a seguir foi elaborado visando a atualização de conhecimento, para uma operação eficaz e segura, aderente a todos os requisitos de NRB 15863:2010.Neste módulo veremos os conceitos base para a compreensão da atividade de operação do Sistema de abastecimento de Gás LP. São eles:
Unidades de medida de grandezas físicas (conversão de unidade de medidas);
Noções de Gás LP (conhecimento de produto);
Noções de áreas classificadas (equipamento adequado e trabalho seguro);
UNIDADES DE MEDIDA DE GRANDEZAS FÍSICAS
Para o nosso trabalho diário, faz-se necessário resgatarmos alguns conhecimentos aprendidos durante nossa formação educacional.
Os conhecimentos a seguir o apoiaram durante a leitura dos equipamentos de abastecimento
e conversão de medidas para cálculo da quantidade de produtos comercializado ao cliente. São eles:
Unidade de medida
É uma medida (ou quantidade) especifica de determinada grandeza física usada para servir de padrão para outras medidas. Exemplos de unidade: tempo,  comprimento, velocidade, aceleração, força, energia, trabalho,  temperatura, pressão. Para a nossa aplicação, nos concentraremos  nas grandezas listadas a seguir:
Comprimento: Tamanho de um objeto, considerando de uma a outra extremidade. As unidades de comprimento tradicionais: Quilometro (KM): 1.000 m, palmo: 22 cm, entre outras.
Ex: A sua altura (ou o seu tamanho, como falamos popularmente).
Massa: Quantidade de matéria contida em um objeto ou um corpo, independente do lugar que ele estiver no espaço. Unidade de medida tradicional: quilograma (Kg).  Ex: Qual a sua massa?
Força: A causa de qualquer modificação no espaço de um corpo, podendo causar sua deformação ou alteração do espaço de movimento, tirando o corpo do repouso ou movimento retilíneo uniforme Ex: Resultado de um chute em uma bola.
Volume: As medidas de volume possuem grande importância nas situações envolvendo capacidade de sólidos, podemos definir volume como o espaço ocupado pro um corpo ou a
capacidade que ele tem de comportar alguma substância.
Ex. de medida de volume: metro quadrado – m² (comprimento x largura), metro cúbico- m² (altura x comprimento x largura). Para exemplificar, podemos pensar no volume da caixa de água de  nossas casa.
Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
Densidade: A densidade de um corpo poderá ser determinada pela quantidade de massa que o corpo possui dividido pelo volume que essa massa ocupa. Pode se dize que a densidade mede
o Grau de concentração de massa em determinado volume e pode ser determinada pela expressão matéria.
Exemplo de densidade: mistura de água e óleo.
Área: Superfície plana, determinada. A unidade de medida mais utilizada é o metro quadrado – m²
Ex: A área construída ou livre (sem construção) de nossas casas.
Pressão: A pressão exercida pelas forças nos informa quão distribuídas ou concentradas elas estão.
Para conhecer o valor de uma pressão, precisamos de duas informações:
A intensidade da força resultante;
A área da superfície na qual as forças agem.
A unidade do sistema internacional para medir a pressão é o Pascal (PA).
CURIOSIDADE:  Quem exerce mais pressão sobre o capacete:
Um homem andando com um sapato de segurança, ou uma mulher com salto fino.
Resposta: A mulher com o salto fino. Quanto mais concentrada, maior será a pressão.
Outro exemplo: A pressão do pneu do carro.
Temperatura: Podemos descrever a temperatura de um objeto ou corpo como aquela que determina a sensação de quando ele esta quente ou frio quando entramos em contato com ele.
Unidades de Eletricidade:
Antes de apresentarmos as unidades de medida de eletricidade, vamos falar um pouco sobre o que é eletricidade.
O estudo da eletricidade se iniciou na Antiguidade, por volta do século VI a.C., com o filósofo e matemático grego Tales de Mileto. Ele, dentre os maiores sábios da Grécia Antiga, foi quem observou o comportamento de uma resina vegetal denominada de âmbar. Ao atritar essa resina  com tecido e/ou pele de animal, Tales percebeu que daquele processo surgia uma importante propriedade: o âmbar adquiria a capacidade de atrair pequenos pedaços de palha e/ou  pequenas penas de aves. Em grego, a palavra elektron significa âmbar, a partir desse vocábulo  surgiram as palavras elétron e eletricidade.
Já no século XVIII o cientista norte-americano Benjamin Franklin, o inventor do pára-raios, teorizou que as cargas elétricas eram um fluido elétrico que podia ser transferido entre os corpos (inclusive o corpo do ser humano).
Contudo, hoje já se sabe que os elétrons é que são transferidos. O corpo com excesso de elétrons está eletricamente positivo. Mas qual é o ramo de estudo da eletricidade? O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:
Eletrodinâmica
Estuda a energia em movimento. Ex.: Turbina de usina hidrelétrica.
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Eletromagnetismo
Estuda a relação existente entre a eletricidade e o magnetismo. A partir dessa descoberta, foi possível construir aparelhos que funcionam por meio da indução eletromagnética e que transformam energia   mecânica em energia elétrica, Ex.: Imã, Eletrostática Estuda as propriedades e o comprimento de cargas elétricas nos corpos em repouso, que de alguma forma se tornam carregados de carga elétrica, ou eletrizados. É uma energia invisível ao  olho nu, mas muito perigosa na ocorrência de acidentes. E a que está mais presente no nosso  dia a dia de trabalho. Ex.: Queda de raio em pessoas expostas a tempestades, etc.
Curso de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo
Agora sim, vamos à [s unidades de medidas de eletricidade:
Tensão Elétrica – diferença de potencial elétrico (capacidade de um corpo atrair ou repelir cargas  elétricas) entre pontos (+ -). Sua unidade de medida é o volt, em homenagem ao físico italiano Alessandro volta.Potência – é a rapidez com a qual uma certa quantidade de energia é transformada ou é a rapidez com que o trabalho é realizado. A unidade de medida é W (Watt).
Corrente – É o fluxo ordenado de partículas composta por carga elétrica. Ex.: raio, energia elétrica (fluxo de elétrons através de um condutor elétrico, geralmente metálico).

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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