Curso de Eletropneumática
f: jhfoster
Nome Técnico: Curso Aprimoramento para Sistemas Eletropneumáticos
Referência: 144596
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
O objetivo do curso é desenvolver as habilidades de interpretação e elaboração de montagem de circuitos pneumáticos com comandos elétricos, afim de substituir os sistemas pneumáticos já existentes em vantagem a velocidades de transmissão, persas e segurança, visando a saúde e segurança dos envolvidos. Os símbolos usados para descrever os componentes hidráulicos e pneumáticos devem ser construídos a partir de símbolos básicos e elementos funcionais baseados na presente norma.
O que é a Eletropneumática?
A pneumática em si é o ramo da engenharia que estuda a aplicação do ar comprimido para a tecnologia de acionamento e comando, e quando uma sequência de movimentos pneumáticos recebe comando elétrico é chamado de eletropneumática. A eletropneumática é um ramo da pneumática que utiliza a energia elétrica como fonte de energia para acionamento de válvulas direcionais.
- Certificado
- Carga horária: 16 Horas
- Pré-Requisito: Alfabetização
MODALIDADES
ASSÍNCRONAS E SÍNCRONAS
1. EAD - APOSTILA INTERATIVA
1. EAD - APOSTILA INTERATIVA
Apostilas em PDF na Plataforma EAD
2. EAD - AUDIOVISUAL (VIDEOAULA)
2. EAD - AUDIOVISUAL (VIDEOAULA)
Apostilas + Videoaulas na Plataforma EAD
3. EAD - TRANSMISSÃO AO VIVO
3. EAD - TRANSMISSÃO AO VIVO
Apostilas + Videoaulas + um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com o Instrutor.
Não perca tempo, solicite SUA proposta agora mesmo!
Conteúdo Programatico Normativo
Referências Normativas
Carga horária e Atualização
Complementos
Saiba mais
Conteúdo Programatico Normativo
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Sistemas pneumáticos e eletropneumáticos;
Propriedades físicas, peso e existência do ar;
Símbolos Gráficos e simbologia prática;
Transmissão pneumática de potência;
Fios e cabos elétricos; ensaio de resistência elétrica;
Princípios de geração de ar comprimido;
Pressão atmosférica e tratamento de reservatório e secagem;
Componentes e atuadores pneumáticos;
Tipos fundamentais de compressores e válvulas direcionadas;
Esquema de produção do ar comprimido, Bobinas solenóides;
Drenagem de condensado e tomadas de ar, tipos de conexões;
Acionamentos manuais, mecânicos e elétricos;
Tubos e cilindros pneumáticos;
Unidade de condicionamento, manômetros;
Filtro de ar comprimido e dreno automático;
Regulador de pressão e filtro regulador;
Filtros coalescentes e lubrificantes e de ar;
Válvulas de controle direcional;
Tipos de acionamento e duplo piloto positivo;
Sistema de compensação de desgaste;
Elemento ou exemplo de aplicação;
Válvula de controle e de retenção direcionais de fluxo, e escape rápido e velocidade;
Captadores de queda de pressão;
Exemplo de aplicação do captador;
Cilindro de simples e duplas ação, com amortecimento, sem haste;
Garras pneumáticas e método de movimento;
Botões liso tipo pulsador, cogumelo; giratório, trava;
Chave fim de curso, Pressostato, Relé;
Sensor capacitivo, indutivo e optico, Sensor de proximidade;
Instruções para regulagem;
Diagramas de circuitos;
Contador predeterminador, sinalizadores;
Solenóides, Circuitos intuitivos.
Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Referências Normativas
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Serviços e Instalações em Eletricidade;
ABNT NBR ISO 19973-1 – Sistemas pneumáticos – Determinação da confiança nos componentes por meio de ensaios Parte 1: Procedimentos Gerais;
ABNT NBR ISO 19973-1 – Sistemas pneumáticos – Determinação da confiança nos componentes por meio de ensaios Parte 2: Válvulas de controle direcionais;
ANBT NBR 15214 – Rede de distribuição de energia elétrica – Compartilhamento de infra-estrutura com redes de telecomunicações;
ABNT NBR ISO 4414 – Transmissão pneumática de potência – Regras gerais e requisitos de segurança para sistemas e seus componentes;
NBR 8897 – Símbolos gráficos para sistemas e componentes hidráulicos e pneumáticos transformações de energia;
NBR 6814 – Fios e cabos elétricos – Ensaio de resistência elétrica;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
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Carga horária e Atualização
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula
Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Complementos
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.
Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.
Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc. são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.
Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.
Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.
Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100% EAD (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019 – NR 01 – Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Clique aqui
A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.
Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Saiba mais
Saiba Mais: Curso de Sistemas Eletropneumáticos
Definição: combinação da energia elétrica com a energia pneumática. A utilização de sistemas eletropneumáticos em substituição aos sistemas pneumáticos mostra-se vantajosa em diversas situações que envolvam velocidade de transmissão, perdas e segurança.
Componentes de emissão de sinal
Botoeiras: botoeiras são chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsadoras ou com trava. Tipos de Botoeiras: Push Button: este permanece acionado quando pressionado e aberto quando liberado. Botão com Retenção: ao pressioná-lo, ele é acionado, porém só será liberado quando for novamente pressionado. Botão tipo Cogumelo: Ao pressioná-lo, ele é travado permanecendo acionado até quando o destravarmos girando o botão no sentido horário. O botão do tipo cogumelo, também conhecido como botão soco-trava, quando é acionado, inverte os contatos da botoeira e os mantém travados.
Chaves fim de curso: São comutadores elétricos de entrada de sinais, só que acionados mecanicamente. As chaves fim de curso são, geralmente, posicionadas no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das hastes de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos.
Sensores de proximidade: Os sensores de proximidade, são elementos emissores de sinais elétricos os quais são posicionados no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das hastes de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos. O acionamento dos sensores, entretanto, não dependem de contato físico com as partes móveis dos equipamentos, basta apenas que estas partes se aproximem dos sensores a uma distância que varia de acordo com o tipo de sensor utilizado.
Características de Funcionamento dos Sensores de Proximidade: Os sensores de proximidade apresentam as mesmas características de funcionamento. Possuem dois cabos de alimentação elétrica, sendo um positivo e outro negativo, e um cabo de saída de sinal. Estando energizados e ao se aproximarem do material a ser detectado, os sensores emitem um sinal de saída que, devido principalmente à baixa corrente desse sinal, não podem ser utilizados para energizar diretamente bobinas de solenoides ou outros componentes elétricos que exigem maior potência. Diante dessa característica comum da maior parte dos sensores de proximidade, é necessária a utilização de relés auxiliares com o objetivo de amplificar o sinal de saída dos sensores, garantindo a correta aplicação do sinal e a integridade do equipamento.
Tipos de sensores: Magnéticos: São sensores que operam com campo magnético, detectam apenas magnetos. Indutivos: São sensores que operam com campo eletromagnético, portanto detectam apenas materiais ferromagnéticos. Capacitivos: São sensores que operam com o princípio de capacitância, detectam todos os tipos de materiais. Ópticos: São sensores que operam com emissão de luz, estes detectam todos os tipos de matérias. Ultrassônicos: São sensores que operam com emissão e reflexão de um feixe de ondas acústicas. A saída comuta quando este feixe é refletido ou interrompido pelo material a ser detectado. Pneumáticos: São sensores que se baseiam no desequilíbrio da pressão em uma determinada conexão do sensor.
Elementos de processamento de sinais: Os componentes de processamento de sinais elétricos são aqueles que analisam as informações emitidas ao circuito pelos elementos de entrada, combinando-as entre si para que o comando elétrico apresente o comportamento final desejado.
Reles Auxiliares: Os relés auxiliares são chaves elétricas de quatro ou mais contatos, acionadas por bobinas eletromagnéticas. Há no mercado uma grande diversidade de tipos de relés auxiliares que, basicamente, embora construtivamente sejam diferentes, apresentam as mesmas características de funcionamento. Reles Temporizadores: Os relés temporizadores, também conhecidos como relés de tempo, geralmente possuem um contato comutador acionado por uma bobina eletromagnética com retardo na ligação ou no desligamento.
Elementos de saída de sinal: Os componentes de saída de sinais elétricos são aqueles que recebem as ordens processadas e enviadas pelo comando elétrico e, a partir delas, realizam o trabalho final esperado do circuito. Entre os muitos elementos de saída de sinais disponíveis no mercado, os que nos interessa mais diretamente são os indicadores luminosos e sonoros, bem como os solenoides aplicados no acionamento eletromagnético de válvulas hidráulicas e pneumáticas. Os indicadores luminosos são lâmpadas incandescentes ou LEDs, utilizadas na sinalização visual de eventos ocorridos ou prestes a ocorrer. São empregados, geralmente, em locais de boa visibilidade que facilitem a visualização do sinalizador. Os indicadores sonoros são campainhas, sirenes, cigarras ou buzinas, empregados na sinalização acústica de eventos ocorridos ou prestes a ocorrer. Ao contrário dos indicadores luminosos, os sonoros são utilizados, principalmente, em locais de pouca visibilidade onde um sinalizador luminoso seria pouco eficaz.
Solenoides: Os solenoides são bobinas eletromagnéticas que, quando energizadas, geram um campo magnético capaz de atrair elementos com características ferrosas, comportando-se como um imã permanente. Válvula Solenoide: A válvula solenoide é um tipo de solenoide de padrão eletromecânico que, quando ativado por energia elétrica, abre uma válvula sob uma pressão de ar positiva ou negativa.
Válvulas Direcionais: Tem por função orientar a direção do fluxo que o ar deve seguir, a fim de realizar um trabalho proposto. Elas se caracterizam por: Número de posições; Numero de vias; Tipo de acionamento.
Número de posição é a quantidade de manobras distintas que uma válvula direcional pode executar ou permanecer sob a ação de seu acionamento. As válvulas direcionais são sempre representadas por um retângulo, este retângulo é dividido em quadrados. O número de quadros representados na simbologia é igual ao número de posições da válvula, representando a quantidade de movimentos que executa através de acionamento. Número de vias: É o número de conexões que a válvula possui, são consideradas como vias a conexão de entrada de pressão, conexões de utilização e de escape. Para entender melhor: Direções de fluxo nos quadro abaixo representa a interligação interna das conexões Uma regra prática para a determinação do número de vias consiste em separar um dos quadrados (posição) e verificar quantas vezes o(s) símbolo(s) interno(s) toca(m) os lados do quadro, obtendo-se, assim, o número de orifícios e em correspondência o número de vias.
5.1. Introdução Os símbolos usados para descrever os componentes hidráulicos e pneumáticos devem ser construídos a partir de símbolos básicos e elementos funcionais baseados na presente norma. As regras apresentadas nesta cláusula têm o intuito de habilitar aos usuários o desenvolvimento de símbolos de componentes ou sistemas formados de vários símbolos funcionais inseridos no circuito. As regras permitem que diferentes usuários, através de uma especificação comum, produzam ao final do trabalho um mesmo símbolo representativo de determinada função, conexão ou componente.
5.2. Regras Gerais
5.2.1. Os símbolos representam funções, modos de operação e conexões externas.
5.2.2. Símbolos não possuem a intenção de mostrar a construção física do componente, nem representam suas dimensões reais.
5.2.3. Para gerar símbolos mais complexos, os símbolos básicos e os elementos funcionais devem ser combinados obedecendo as regras estabelecidas nesta primeira pane da norma.
5.2.4. Os símbolos mostram as vias externas (portas de passagem de fluido) do componente, sem a necessidade de representar a localização exata destas vias.
5.2.5. As vias são indicadas através da união de linhas de escoamento com os símbolos dos elementos do circuito.
5.2.6. Para símbolos complexos, somente as conexões que são usadas funcionalmente precisam ser mostradas. É recomendável que os símbolos associados a equipamentos com o propósito de identificação mostrem todas as conexões possíveis.
5.2.7. As letras, onde usadas, são meramente indicativas e não descrevem parâmetros ou valores de parâmetros.
5.2.8. Salvo declaração contrária, os símbolos funcionais podem ser desenhados em qualquer orientação sem alterar o seu significado. São preferidos incrementos de 90°.
5.2.9. Os símbolos não indicam grandezas ou quantidades tais como pressão. vazão, deslocamento etc., ou regulagens de componentes.
5.2.10. O uso de símbolos simplificados está limitado àqueles apresentados na primeira parte desta norma — Símbolos gráficos.
5.2.11. Quando dois ou mais símbolos estão contidos em uma única unidade, estes devem estar envolvidos por meio de unta linha fina tracejada. Excetuam-se os casos particulares nos quais for indicada outra forma de representação.
Curso de Sistemas Eletropneumáticos: Consulte – nos.