Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias

Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias
Foto Ilustrativa - Fonte: HC/Unicamp

Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-12 Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias

Referência: 65247

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Alemão, Híndi, Mandarim, Cantonês, Japonês, entre outros.

Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias
O intuito do Curso Como Fazer Manutenção de Secadora de Traqueias é orientar os profissionais que realizam manutenções preventivas ou corretivas nos equipamentos de secagem de traqueias. É importante que os participantes sejam devidamente instruídos para evitar acidentes durante o serviço e maximizar a qualidade da manutenção.

O que é Secadora de Traqueias?
Equipamento de secagem que automatiza o processo de secagem de circuitos respiratórios, anestesia e instrumentais cirúrgicos dos hospitais. O equipamento trabalha com ciclos de secagem, e necessita que seus sistemas apresentem bom funcionamento para evitar acidentes ou falhas operacionais.

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Conteúdo Programático

Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias

Segurança com equipamentos odontológicos;
Ciclos de secagem;
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
Procedimentos pata identificação de peças sujeitas a ruptura;
Interpretação do Manual de Instrução de Manutenção do Equipamento;
Prevenção de acidentes;
Equipamentos e instrumentos de reparo de Secadora de Traqueias;
Procedimentos em casos de acidentes durante reparo;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Noções de funcionamento da máquina;
Tópicos de inspeção e manutenção de equipamentos e registros;
Noções de reparo de acessórios de operação;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver novas habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e aproveitar o tempo de trabalho;
Como ser produtivo e focado durante o período de trabalho;
Como devo pensar sobre produtividade;
Porque é importante equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Porque gerenciar o tempo é importante;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
NR – 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde;
ABNT NBR ISO 17665 Esterilização de produtos para saúde — Vapor;
ABNT NBR 13851 Instrumentais cirúrgico e odontológico – Resistência à esterilização em autoclave, à corrosão e à exposição térmica – Requisitos gerais;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial
O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para:
Atividades Complementares;
Avaliações de empresas;
Concursos Públicos;
Extensão universitária;
Horas extracurriculares;
Melhora nas chances de obter  emprego;
Processos de recrutamento;
Promoções internas;
Provas de Títulos;
Seleções de doutorado;
Seleções de Mestrado;
Entras outras oportunidades.
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais: Curso Como fazer Manutenção de Secadora de Traqueias:

PQT-01 – Procedimento de Qualificação Térmica em Equipamentos
Termos e Definições
Validação: Procedimento documentado para a obtenção, o registro e a interpretação dos resultados requeridos para estabelecer que um processo estará sempre em conformidade com a especificação predeterminada.
Esterilização: Processo validado usado para deixar o produto livre de micro-organismos viáveis.
Qualificação de Instalação (QI ): Processo de obtenção e documentação de evidência de que o equipamento foi fornecido e instalado de acordo com sua especificação.
Qualificação Operacional (OP): Processo de obtenção e documentação de evidência de que o equipamento instalado opera dentro dos limites predeterminados quando é usado de acordo com seus procedimentos operacionais.
Qualificação de Desempenho (QD): Processo de obtenção e documentação de evidência de que o equipamento, assim que instalado e operado de acordo com procedimentos operacionais, tem desempenho consistente de acordo com os critérios predeterminados e, portanto, produz resultado que atende à sua especificação.
Requalificação: Repetição de parte da validação para o propósito de confirmação da aceitabilidade continuada de um processo especificado.
Temperatura de Esterilização: Temperatura mínima da faixa de temperatura de esterilização.
Faixa de Temperatura de Esterilização: Variação de temperaturas, expressa como a temperatura de esterilização e a temperatura máxima permissível que pode prevalecer ao longo da carga de esterilização durante o tempo de retenção.
Câmara do Esterilizador: Parte do esterilizador que recebe a carga para esterilização.
Ponto de Medição de Referência: Ponto onde o sensor de temperatura para o controle do ciclo operacional está localizado.
Parâmetro de Processo: Valor especificado para uma variável do processo.
Valor de F0: Letalidade microbiológica de um processo de esterilização expressa em termos do tempo equivalente, em minutos, em uma temperatura de 121,1 º C centígrados com referência a micro-organismos com um valor z de 10 º C centígrados.
Tempo de Exposição: Período no qual os parâmetros do processo são mantidos dentro de suas tolerâncias especificadas.
Calibração: Conjunto de operações que estabelece, sob condições especificadas, a relação ente os valores de uma quantidade indicada por um instrumento de medição ou sistema de medição, ou valores representados por uma medição de material ou um material de referência, e os valores correspondentes realizados por padrões.
Etapas do Procedimento de Qualificação do Equipamento.
4.1. Estudo de Distribuição (Ciclos em Vazio).
4.1.1. Descrição:
a) Realizado a distribuição geométrica dos sensores na câmara interna conforme demonstrado no protocolo de qualificação Térmica anexo a este relatório.
b) Colocou-se um sensor junto ao sensor de controle de temperatura do equipamento.
c) Registrou-se a distribuição dos sensores conforme demonstrado em planilhas anexas a este relatório.
d) Foram realizados os ciclos conforme estabelecido em procedimentos do cliente e demonstrado no Protocolo de Qualificação Térmica.
e) Realizou a calibração dos Instrumentos de controles da Autoclave (malha de temperatura, malha de pressão e tempo).
4.2. Estudo de Penetração (Ciclos com Carga ).
4.2.1. Descrição:
a) Foi realizada a distribuição geométrica dos sensores na câmara interna, conforme posicionamento indicado no Protocolo de Qualificação Térmica anexo a este relatório.
b) Foram colocados indicadores biológicos e integradores químicos distribuídos entre as cargas, na posição: Porta, Meio e Fundo.
c) Foram realizados 03 ciclos com o mesmo tipo de cada carga, conforme descrita no Protocolo de Qualificação Térmica.
d) Foram registrados a cada 30 segundos os parâmetros de pressão e temperatura e F0 no interior da câmara. Repetiu o procedimento 03 vezes para garantir a repetibilidade do processo.

Fonte: Ministério da Saúde

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