Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese

Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese
Foto Ilustrativa

Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-12 Como fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese

Referência: 65251

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Alemão, Híndi, Mandarim, Cantonês, Japonês, entre outros.

Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese
O objetivo do Curso Como fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese é capacitar os participantes a realizarem manutenções em Lavadoras Ortosintese. É importante que os profissionais que desempenham tal função sejam devidamente capacitados para evitar acidentes durante a manutenção.

O que é Lavadora Ortosintese?
Equipamento cuja finalidade é lavar e retirar qualquer impureza dos acessórios ou instrumentos, comum para uso médico, estéticos, em laboratórios e para fins odontológicos, com grande funcionalidade na área da saúde por remover qualquer partícula ou substância que possa transmitir infecção ou intoxicação entre os usuários.

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Conteúdo Programático

Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese

Segurança com equipamentos odontológicos;
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
Propriedades e capacidades do equipamento;
Noções de funcionamento da lavadora;
Peças submetidas a vibração;
Fontes de energia;
Técnicas para identificação de inconformidades;
Sistemas elétricos;
Prevenção de acidentes;
Equipamentos e instrumentos de reparo de Lavadora Ortosintese;
Procedimentos em casos de acidentes durante reparo;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Tópicos de inspeção e manutenção de equipamentos e registros;
Gerador Ultrassônico;
Noções de reparo de acessórios de operação;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver novas habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e aproveitar o tempo de trabalho;
Como ser produtivo e focado durante o período de trabalho;
Como devo pensar sobre produtividade;
Porque é importante equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Porque gerenciar o tempo é importante;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
NR – 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde;
ABNT NBR ISO 17665 Esterilização de produtos para saúde — Vapor;
ABNT NBR 13851 Instrumentais cirúrgico e odontológico – Resistência à esterilização em autoclave, à corrosão e à exposição térmica – Requisitos gerais;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial
O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para:
Atividades Complementares;
Avaliações de empresas;
Concursos Públicos;
Extensão universitária;
Horas extracurriculares;
Melhora nas chances de obter  emprego;
Processos de recrutamento;
Promoções internas;
Provas de Títulos;
Seleções de doutorado;
Seleções de Mestrado;
Entras outras oportunidades.
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais: Curso Como Fazer Manutenção de Lavadora Ortosintese:

A Farmacopéia Brasileira define o processo de esterilização como “Método…tem por finalidade remover ou destruir todas as formas de vida, animal ou vegetal, macroscópicas ou microscópicas, saprófitas ou não, presentes no produto considerado, sem garantir a inativação completa de toxinas ou enzimas celulares.”
De acordo com o FDA é possível utilizar-se o termo estéril para descrever a condição microbiológica quando um processo de controle microbiológico for executado por esterilização terminal dentro das Boas Práticas de Manufatura (GMP) e validado com um ou menos unidades não estéreis em um milhão (106).
Na literatura, Pflug, I. J. (1973) e Block, S. S. (1991) consideram que um artigo pode ser considerado estéril quando a probabilidade de sobrevivência de um microorganismo em um meio de cultura padrão (onde haviam previamente proliferado) é da ordem de 10-6.
A probabilidade de sobrevivência de um microorganismo igual a 10-6 em um processo de esterilização recebe a sigla PNSU (Probability of a Non-Sterile Unit) ou, no âmbito industrial, de SAL (Sterile Assurance Level).
O esterilizador horizontal
Auto-Vácuo
A figura 1 mostra o diagrama básico de um esteriliza-dor a vapor horizontal de dupla porta e seus principais componentes:
– O funcionamento básico do esterilizador vai depender do perfil de ciclo programado.
– O perfil mais comum nas autoclaves a vácuo é aquecer utilizado para a esterilização de materiais sólidos, tais como metais, vidrarias, vestimentas, etc.
– O ciclo de materiais sólidos não é indicado, contudo, para produtos envasados em frascos herméticos ou não, líquidos em geral, meios de cultura e em ciclos de descarte de materiais altamente contaminados. Para estes produtos existem perfis de ciclo específicos que demandam alterações sutis no diagrama da figura 1.
O perfil de temperatura e pressão no tempo para a esterilização de materiais sólidos é basicamente o demonstrado na figura 2.
Passemos agora para uma descrição do funcionamento para o perfil da figura 2:
Ao ligarmos o esterilizador no perfil de ciclo para sólidos e estando o suprimento de vapor presente na entrada N, a válvula E abrirá, deixando entrar vapor na camisa.
A pressão de vapor da câmara externa será indicada pelo manômetro K. A principal função da camisa (ou câmara externa) é promover o aquecimento das paredes internas da câmara, evitando a formação de condensado durante a injeção de vapor na câmara interna. A câmara externa aquecida também auxilia na fase de secagem, irradiando calor no material a ser processado.
Uma vez fechadas as portas (J), pode-se iniciar o processo de esterilização.
O primeiro passo é o chamado pré-vácuo, que consiste na remoção do ar no interior da câmara através de pulsos alternados de vácuo e injeção de vapor.
No primeiro instante desta fase a bomba de vácuo G (que na verdade deveríamos aqui chamar de conjunto de vácuo já que na prática é formado por um conjunto de componentes, cujo principal elemento é a bomba de vácuo) é ligada até que a câmara interna H atinja um determinado nível de vácuo demonstrado pelo manovacuômetro L. Após atingir o nível pré-determinado, o conjunto da bomba de vácuo pára e a válvula de injeção de vapor na câmara interna (válvula C) é aberta até que o vácuo atinja um valor próximo ou acima do zero relativo, concluindo assim um pulso de vácuo. Esta fase é repetida tantas vezes quanto necessário para que se garanta a plena remoção do ar no interior dos materiais a serem esterilizados.

Fonte: Farmacopédia

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