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Relatório Como Elaborar Linha de Ancoragem

Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-35 Segurança na Elaboração de Linha de Ancoragem

Cód: 22856

O Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem visa auxiliar no dimensionamento de EPC’s – Equipamentos de Proteção Coletiva – contra queda, sistema de restrição de movimentação com o objetivo de eliminar o risco de queda ou minimizar as consequências caso a mesma ocorra.
Aborda realização de cálculos, visando facilitar a implementação de ações preventivas na fase de projeto e contribuindo assim para o cumprimento de requisitos legais quanto à elaboração de projetos de proteção coletiva previstos nas Normas NR-35 e NR-18.

O que é Linha de Ancoragem?
Linha flexível ou rígida, conectada em um ou mais pontos de ancoragem, que é parte de um sistema de retenção de quedas, um meio de retenção de queda ou suporte.

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Conteúdo Programático

Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem

Absorvedor de energia;
Análise de risco (AR);
Ancoragem de extremidade;
Ancoragem intermediária;
Argola D;
Cinturão de segurança tipo paraquedista;
Dispositivo de ancoragem;
Distância de frenagem;
Dispositivo de posicionamento;
Distância de queda livre;
Distância de segurança;
Distância total da queda;
Condições impeditivas;
Equipamento de proteção individual;
Esticador;
Fator de queda;
Carga dinâmica máxima no corpo 8 KN;
Cálculos de linha de ancoragem;
Dimensionamento do cabo de aço;
Linha de ancoragem vertical ou horizontal;
Linha de restrição;
Linha de vida;
Linha de vida horizontal temporária;
Manilha;
Mosquetão;
Olhal;
Operação assistida;
Permissão de trabalho (PT);
Queda livre;
Sapatilha para cabo de aço;
Sistema de posicionamento no trabalho;
Sistema de proteção contra quedas (SPQ);
Sistema de restrição de movimentação;
Risco de queda;
Sistemas de ancoragem;
Trava-quedas;
Trava-quedas retrátil;
Talabarte:
Talabarte duplo;
Talabarte simples;
Talabarte regulável;

Dúvidas a serem respondidas durante o Treinamento:
Como calcular Linha de Ancoragem vertical?

Como e onde pode utilizar suporte intermediário?
Como e onde pode utilizar suporte para desvio de linha 90º?
É permitido atracar diretamente em um olhal na estrutura?
É permitido montar manilha ou cabo de aço direto na estrutura?
É permitido utilizar cabos extensores atracados entre o talabarte e o cabo da linha de vida para garantir um alcance pontual a algum equipamento ou região?
Existe a obrigatoriedade de se utilizar Absorvedor de Impacto na linha?
Existe alguma recomendação ou norma referente ao comprimento mínimo e máximo do vão da Linha de Ancoragem?
Quais benefícios que o dispositivo Absorvedor de Impacto proporciona?
Quais cargas considerar no dimensionamento da Linha de Ancoragem?
Quais os documentos e testes para atender a Auditoria do Ministério do Trabalho?
Quais técnicas existentes para Certificação e avaliação da linha de vida?
Qual a altura ideal para o Ponto de Ancoragem?
Qual a aplicação de linha de ancoragem temporária por corda?
Qual a diferença entre Linha de Ancoragem de cabo de aço, corda e provisória?
Qual o Padrão de identificação das Linhas de Ancoragem?
Qual o Procedimento de teste do Sistema de Ancoragem e Certificação?
Qual o Procedimento para inspeção e Certificação de Linhas de Ancoragem (Linha de vida) já montadas?
Qual o procedimento utilização com macaco hidráulico para teste de ancoragem? Pode utilizar em olhais soldados?
Qual peso considerado nos cálculos de linha de Linha de Ancoragem para mais de 01 profissional ancorado?
Quando um olhal deve ser considerado um componente da linha de Ancoragem e quando ele deve ser considerado um componente da estrutura?

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-01 – Disposições Gerais;

NR-18 –  Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-35 –  Trabalho em Altura;
NR-06 – Equipamento de Proteção Individual;
NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT NBR 16325-1 – Proteção contra quedas de altura – Dispositivos de ancoragem tipos A, B e D;
ABNT NBR 16325-2 – Proteção contra quedas de altura – Dispositivos de ancoragem tipo C;
EN 795 – Personal fall protection equipment. Anchor devices;
ABNT NBR 8800 – Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios;
ABNT NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura – Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 14627 – Trava-queda Deslizante guiado em linha rígida;
ABNT NBR 14628 – Trava queda retrátil;
ABNT NBR 14629 – Absorvedor de energia;
ABNT NBR 15835 – Talabarde de segurança;
ABNT NBR 15835 – Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarde de segurança para posicionamento e restrição;
ABNT NBR 15836 – Cinturão de segurança tipo paraquedista.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Pré-requisitos: Profissional com experiência na atividade de movimentação de cargas;
Ensino médio completo;
Habilidades em matemática, principalmente geometria e trigonometria;
Conhecimento em AutoCad 2D e 3D (caso aplicável para quem for desenvolver em AutoCad)

Observações gerais:
Treinamento para Engenheiros, técnicos, Supervisores, encarregados:  Devem ter noção de trigonometria e noção de uso com calculadora cientifica – com ênfase em Linha de Ancoragem.

Critério de avaliação:
Teoria: prova escrita com questões abertas e fechadas.
Prática: prova operacional com cumprimento de requisitos avaliativos. 

Recursos necessários:
Auditório ou espaço próprio para treinamento (e número de participantes), com projetor multimídia eletrônico (data-show com entrada HDMI) e quadro branco.
Alunos devem levar: Lápis, borracha, régua, caneta azul e vermelha, caderno, Calculadora que extraia raiz quadrada, seno, cosseno, tangente. Computador com o software AutoCad versão 2008 a 2013 (caso aplicável/não obrigatório).

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem:

Fator de Segurança:
De acordo com as normas UNE-EN 795 e NBR 16325-2, a linha de vida tem fator de segurança igual a 2, a linha de restrição de queda tem fator de segurança igual a 3 e o fator de segurança do ponto de ancoragem varia conforme o substrato e é orientado por normas específicas, por exemplo: para madeira é a NBR 7190, para aço é a NBR 8800 e para concreto é a NBR 14931.
Linhas de vida horizontais flexíveis:
É uma linha horizontal presa em duas ancoragens, uma em cada extremidade. Porém, pode ser composta por vários elementos: a linha, ancoragens de extremidade e intermediárias, ponto móvel de ancoragem, absorvedor de energia de linha, manilha, sapatilha para cabo de aço, grampo, tensionador, indicador de tensão. Pode ser em um único vão ou em vários vãos. Pode ser retilínea ou formar ângulos entre dois vãos, ou mesmo formar um circuito fechado. Pode ter um ou mais usuários, sendo que neste caso deve-se considerar a possibilidade de ocorrência de quedas múltiplas, simultâneas ou sequenciais. Pode ter ou não absorvedores de energia de linha, em uma extremidade ou nas duas.
Linhas de vida de vários vãos:
As linhas de vida também podem ser instaladas com vários vãos, sendo que os dois pontos de ancoragem ficam localizados no primeiro e último vãos. Esses pontos absorverão as forças horizontais e os vãos intermediários deverão ter olhais de passagem do cabo, servindo de divisor e absorvendo forças verticais na queda. Ainda não se desenvolveram cálculos para linhas de vários vãos. Segundo Nigel, em seu livro Fall Protection, pode ser calculado, conservadoramente, como se fosse somente um vão (linhas sem absorvedores).
O sistema de restrição de movimentação (também chamado de restrição de deslocamento ou impedimento de queda) limita a movimentação do trabalhador, impedindo que ele atinja a zona com risco de queda, não permitindo assim que ela ocorra. Exemplos: guarda-corpos e linhas de vida horizontais, quando projetadas com esse objetivo.
O sistema de retenção de queda (conhecido também como captura de queda) não evita a queda, mas a interrompe depois de iniciada, reduzindo as suas consequências. Caracteriza-se por buscar controlar as energias, forças e deslocamentos gerados pela queda de modo a preservar a integridade física do trabalhador. Exemplos de tais sistemas incluem as redes de segurança e também as linhas de vida horizontais, quando projetadas com esse objetivo.

Saiba Mais: Curso Como Elaborar Linha de Ancoragem: Consulte-nos.

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