Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo

O que é Elevador Automotivo?
Foto Ilustrativa

Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Elaboração de Relatório Técnico de Elevador Automotivo

Referência: 111263

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo
O objetivo do curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo é a capacitação do participante na realização de inspeção técnica e verificação de Elevadores Automotivos, avaliando seu funcionamento, seus sistemas de segurança e ainda prevenindo possíveis riscos de acidentes, em conformidade com as devidas Normas Regulamentadoras.

O que é Elevador Automotivo?
O Elevador Automotivo é um equipamento de ascensão para carros e automóveis, usados para facilitar a manutenção destes, prioritariamente feitas em oficinas mecânicas. Este equipamento pode suspender desde os veículos pequenos, como carros, até os maiores, como vans. Sua utilização se dá pela praticidade em detrimento dos macacos hidráulicos. Este equipamento deve ter seu funcionamento avaliado frequentemente para evitar acidentes que vitimizem profissionais responsáveis pela manutenção do veículo.

Escolha Seu Plano

100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial

08hs EAD / 08hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
5.583,00

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

16 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
3.990,00

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Transmissão Ao Vivo

08hs EAD / 08hs Ao Vivo

Totalmente Online

Live com Instrutor

R$ 
5.381,00

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo

Principais termos e temas relacionados;
Uso e aplicação de elevadores automotivos;
Avaliação e leitura de documentos referentes ao equipamento;
Adequações e recomendações do fabricante;
Tipos de elevadores automotivos;
Funcionamento de elevadores manuais e automatizados;
Principais itens de segurança coletiva e individuais;
Identificação de zona de parada;
Identificação e delimitação da zona de elevação;
Uso e funcionalidade dos freios de emergência;
Métodos de instalação corretos;
Análise e aptidão dos profissionais responsáveis;
Funcionamento das colunas;
Sistemas hidráulicos e seu funcionamento;
Fontes de energia;
Itens de apoio ao veículo;
Mecanismos de fixação do veículo ao elevador;
Engates e ligações;
Funcionamento do dispositivo de parada de emergência;
Importância de iluminação eficiente;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-01 – Disposições Gerais;
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;

ABNT NBR 15875-4 – Veículos rodoviários automotores;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR 6750 – Rodas para automóveis — Verificação da durabilidade e resistência;
ABNT NBR 12026 – Veículos rodoviários automotores leves – Determinação da emissão de aldeídos e cetonas contidos no gás de escapamento, por cromatografia líquida – Método DNPH;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo

Um problema na atualidade, existente no cotidiano das organizações, consiste no fato de que alguns empregadores ainda assumem poucas responsabilidades relativas à proteção da saúde e segurança dos seus colaboradores. De fato, parte deles nem sequer apresentam conhecimento das suas responsabilidades legais de proteger os trabalhadores aos riscos ao quais estão expostos no ambiente de trabalho. Como resultado destes perigos, além dessa falta de responsabilização, a incidência de acidentes e doenças profissionais são bastante frequentes no mundo todo (Bureau Internacional Do Trabalho, 1996).
Por esta razão, segundo o autor, é vital que os empregadores, os trabalhadores e os sindicatos realizem grandes investimentos e se envolvam adequadamente às questões de saúde e segurança do trabalho, de forma a controlar os riscos no local de trabalho, além de manter os registos de exposição, e informar os trabalhadores e os empregadores sobre estes riscos, garantindo esforços contínuos para a melhoria da saúde e a segurança do trabalhador. “Programas eficazes de saúde e segurança no local de trabalho podem ajudar a salvar as vidas dos trabalhadores, através da eliminação ou redução dos riscos e das suas consequências” (Bureau Internacional Do Trabalho, 1996).
É importante observar que “há um número ilimitado de perigos que podem ser encontrados em quase todos os locais de trabalho”. Existem condições que são facilmente percebidas e claramente perigosas, como acontece quando máquinas e equipamentos não estão protegidos, por exemplo. Porém também existem algumas categorias de perigos que podem não estar tão evidentes, não sendo claramente visíveis ou facilmente identificados (Bureau Internacional Do Trabalho, 1996).
Referente ao ambiente de uma oficina mecânica, um dos maiores riscos que se pode notar, como destacado por Lousa (2014), é a queda de objetos suspensos, assim como a compressão por máquinas ou equipamentos. Uma situação condizente com isso, por exemplo, é a manutenção de veículos suspensos nos elevadores das mecânicas, na qual o operador realiza um serviço sob uma carga que pode ultrapassar facilmente 2 toneladas. Visto isso, este trabalho analisa a segurança do trabalho relacionado a operação dos elevadores automotivos, além de sugerir métodos de evitar ou mitigar o risco proveniente disso. É importante destacar que a segurança e a saúde no trabalho não são só importantes para constituir uma obrigação legal e social, mas também para o êxito da empresa. Organizações 14 que valorizam a segurança e saúde do trabalho executam ações mais eficazes para a prevenção de lesões e doenças dos trabalhadores resultantes do trabalho, reduzindo ocorrência de afastamentos e indenizações (Agência Europeia Para a Segurança e Saúde No Trabalho, 2008).
Um risco presente em praticamente todas oficinas é o elevador automotivo, um dos itens mais importantes para o trabalho neste tipo de negócio. Eles têm a função de elevar os veículos do chão e, dessa forma, facilitar a visualização e acesso à parte inferior do mesmo. Estes equipamentos integram as tarefas de manutenção e reparação de veículos no dia a dia das oficinas, podendo também serem utilizados para exibição de automóveis em lojas de veículos (Engecass Elevadores Automotivos, 2017). Nos últimos anos, a incidência de acidentes durante o trabalho com elevadores automotivos mostrou não só os riscos de tal atividade, mas também como a preocupação com a segurança no trabalho ainda precisa evoluir. Em uma rápida pesquisa na internet, quatro matérias sobre acidentes foram constatadas. A primeira, de 2010, cita o resultado da falha de um dos apoios do elevador, o que ocasionou a queda do veículo por ele sustentado, ferindo dois funcionários em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo (Terra, 2010). Outra, publicada em 2015, disserta sobre o acidente que feriu um homem de 41 anos após o próprio equipamento despencar sobre a perna do trabalhador, como relatado por G1 (2015). Uma matéria de 2014 da Tribuna apresenta um acidente ocorrido na cidade de Colombo, quando uma das alças de sustentação de um elevador automotivo se rompeu, ocasionando a queda de um Fiat Doblô, o que ocasionou a morte de um mecânico de 35 anos (Lucas Sarzi, 2014). Por último, a revista online Reparação Automotiva (2017), cita 4 acidentes, estes sem vítimas, ocorridos por problemas diversos: posicionamento incorreto do veículo, posicionamento incorreto das sapatas do elevador, erro de montagem e manutenção inadequada.
Os riscos diferem-se em função da área de atuação da empresa e suas características operacionais. Novos riscos se consolidam em novos tipos de estruturas corporativas, assim como pelas mudanças na tecnologia da informação (Ruppenthal, 2013). Segundo Ruppenthal (2013), “a gerência de riscos é a ciência, a arte e a função que visa a proteção dos recursos humanos, materiais e financeiros de uma empresa”. Essa preocupação, na indústria moderna, iniciou apenas após a segunda guerra mundial, devido à 23 rápida expansão das indústrias e, junto com elas, os seus riscos inerentes. Assim, tornou-se importante garantir a proteção aos riscos de acidentes. A gerência de riscos também pode ser definida como um processo no qual as incertezas presentes são sistematicamente identificadas, analisadas, estimadas, categorizadas e tratadas. Este processo incorpora a criação de uma infraestrutura e cultura interna à organização adequadas, estas com o fim de permitir decisões conscientes de acordo com a observância dos riscos associados às atividades da organização (Ruppenthal, 2013). A primeira etapa deste processo, assim como todo procedimento de tomada de decisões, se inicia com a identificação e a análise do problema. No contexto deste trabalho, o problema consiste, primeiramente, em se conhecer e analisar os riscos de acidentes dentro dos ambientes de trabalho.

Uma das formas mais utilizadas para identificação de riscos consiste na utilização de Checklists, ou roteiros de perguntas. Tais roteiros podem ser adquiridos de várias fontes, como publicações especializadas de Engenharia de Segurança e Seguros, roteiros de corretoras, seguradoras, entre outros (Souza, 2012). Segundo Souza (2012), é importante salientar que, independentemente da precisão ou extensão dos roteiros de perguntas, ainda permanece certa probabilidade de estarem omitidas algumas situações potencialmente perigosas ou de risco. De forma a evitar isso, é imprescindível que a gerência de riscos se adapte as características e especificidades de cada tipo de organização. A técnica de Checklist é uma análise geral qualitativa, de grande valia numa abordagem inicial na análise, identificação e tratamento de riscos. Segundo Souza (2012), é um procedimento que traz como benefícios a revisão de um grande leque de problemas, além de se tratar de um relatório detalhado, de fácil entendimento, que também pode ser utilizado como um material de treinamento ou como base para revisões futuras.

Texto de Luis Carlesso. Modificado.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Curso Como Elaborar Laudo de Elevador Automotivo: Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos