Curso Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Fonte:

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Elaboração de Ensaio por Ultrassom

Referência: 104762

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

Curso Como Elaborar Ensaio por Ultrassom
O curso para inspeção por ultrassom tem por objetivo a capacitação do indivíduo para a realização deste tipo de inspeção, sendo esta comumente realizada em peças e equipamentos de diversos tipos.

O que é Ensaio por Ultrassom?
A inspeção por ultrassom é um método de verificação e medição utilizado para analisar a qualidade de um equipamento ou uma peça específica, detectando assim possíveis defeitos e anormalidades nas peças que possam prejudicar seu funcionamento posteriormente.

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Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Introdução;
Principais documentações necessárias;
Análise das peças a serem inspecionadas e classificação;
Adequação à originalidade do fabricante dos equipamentos;
Funcionamento dos tipos de ultrassom;
Análise técnica do manual do equipamento;
Principais tipos de inspeção;
Adequação às instalações físicas;
Inspeções destrutivas e não destrutivas;
A inspeção por ultrassom e suas principais aplicações;
Princípios do ultrassom utilizado em ensaios não destrutivos;
Os efeitos da superfície dos materiais;
A emissão e propagação das ondas ultrassônicas;
As microestruturas através do ultrassom;
Inspeções em componentes fundidos;
Verificações em peças forjadas;
Inspeções em equipamentos laminados;
Inspeções em peças caldeiradas;
Medições de espessuras;
Inspeções e detalhamentos de profundidade;
Análise de soldas de tubulações de vapor;
Principais falhas nos equipamentos e peças;
Limitações específicas;
Peças de ferro fundido cinzento;
Equipamentos em bronze e outros materiais não ferrosos;
Materiais fabricados em aços sem tratamento térmico;
Peças de geometria com alta complexidade;
Equipamentos com alta rugosidade;
Inspeções preventivas e periodicidade adequada.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

 

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR 15824 – Ensaios não destrutivos – Ultrassom – Medição de espessura;
ABNT NBR 15865 – Metrologia — Ensaios Não Destrutivos — Calibração de instrumentos de medição de espessura por ultrassom;
ABNT NBR 15955 – Ensaios não destrutivos — Ultrassom — Verificação dos instrumentos de ultrassom;
ABNT NBR 16138 – Metrologia — Ensaios não destrutivos — Calibração de cabeçotes de instrumentos de ultrassom;
ABNT NBR 16342 – Ensaio não destrutivo – Ultrassom – Inspeção de tubos de trocadores de calor e caldeiras pela técnica IRIS;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Como Elaborar Ensaio Ultrassom

Saiba Mais: Como Elaborar Ensaio Ultrassom

A inspeção por ultrassom pode ser realizada em junções de soldas de diversos equipamentos como caldeiras, secadores e tanques de álcool por exemplo. Pode ser feito também em outras peças para detecção de defeitos internos em turbinas, engrenagens, eixos e redutores, de forma que grande parte desses produtos têm grandes espessuras e geometrias com certa complexidade. Uma das vantagens deste tipo de inspeção, é versatilidade, que permite a determinação da espessura de chapas e desgastes por corrosão.

Os princípios físicos que ditam a realização do ensaio por ultrassom são nomeados como dispersão, absorção, atenuação sônica e a divergência do feixe sônico.
A dispersão acontece por que a matéria não é inteiramente homogênea e além disso, contém interfaces naturais de sua própria estrutura ou ainda, que poderão ser provocadas pelo processo de fabricação. Por exemplo, os fundidos, apresentam grãos de ferrita e grafite com propriedades de elasticidade bastante distintas. A mudança destas características de ponto num mesmo material pode ser nomeada como anisotropia.
A absorção é a energia que é cedida pela onda para que cada partícula do material possa executar um movimento de oscilação e transmitir sua vibração às outras partículas do próprio meio; esse fenômeno ocorre sempre que uma vibração sonora percorre um meio elástico.
A onda sônica, ao percorrer um material específico, sofrerá efeitos de dispersão e absorção em sua trajetória, que resultarão na redução da sua energia. Os resultados destes efeitos de dispersão e absorção quando somados resultam na atenuação sônica.
Este fenômeno pode ser visto na tela do aparelho de ultrassom, quando se observam vários ecos de reflexão de fundo advindos de uma peça com superfícies paralelas. As alturas dos ecos diminuem de acordo com a distância percorrida pela onda.
A atenuação sônica é importante quando se avaliam peças onde o resultado deste fator pode inviabilizar o ensaio. Soldas em aços inoxidáveis austeníticos e peças forjadas em aços inoxidáveis são exemplos muito comuns desta dificuldade. O controle e avaliação da atenuação nessas situações é razão suficiente para justificar procedimentos de ensaio especiais.
A divergência é o fenômeno responsável pela perda de parte da intensidade ou energia da onda sônica; a divergência é evidenciada à medida que a fonte emissora é afastada das vibrações acústicas. Isto pode ser observado ao detectar um defeito pequeno com o feixe ultrassônico central do transdutor; desta maneira, a amplitude do eco na tela do aparelho é máxima. Contudo, quando o transdutor é afastado lateralmente ao defeito, a amplitude diminui, o que indica uma queda na sensibilidade de detecção do mesmo defeito. A diferença de sensibilidade ou altura do eco de reflexão entre a detecção do defeito com o feixe ultrassônico central e a detecção do mesmo defeito com a borda do feixe ultrassônico é bastante considerável.
Fonte: NR 12 E ABNT NBR 15824

Como Elaborar Ensaio Ultrassom: Consulte-nos.

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