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Conteúdo Programático

Curso: Cilindros de Gases Medicinais

Conscientização da importância da FISPQ (Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos);
Abordar as classes de gases e suas utilizações;
O que são cilindros de gases medicinais e industriais;
Diferenças entre gases medicinais e industriais;
Processo de utilização do cilindro de gases;
Cuidados em seu manuseio e transporte;
O que é oxigênio comprimido;
Óxido Nitroso;
Dióxido de carbono;
Nitrogênio Medicinal;
Processo de troca/substituição de cilindros;
Rotulagem e aplicação;
O que é FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos;
Identificação de rotulagem;
Seus Riscos;
Seus benefícios;
Contraindicações, precauções;
Esquema de instalação de vácuo;
Pintura de identificação das tubulações de gases;
Fatores de simultaneidade e demanda por postos de utilização;
Esquema de instalação de centrais de tanques e cilindros;
Esquema de instalação de ar medicinal;
Misturador – Ar medicinal;
Distâncias mínimas entre o sistema de oxigênio e adjacências;

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
NBR12188 de 03/2016 Sistemas centralizados de suprimento de gases medicinais, de gases para dispositivos médicos e de vácuo para uso em serviços de saúde
Projeto NBR 12188:2002 ABNT/CB-26 – Comitê Brasileiro Odontol. Médico-Hospitalar CE-26:003.06 – Comissão de Estudo de Gases para Uso Hospitalar, seus Processos e suas Instalações
NBR 12188 – Medical gás systems for oxigena, medical ar, nitros oxide andvacuum for health care facilities
Descriptors: Health facilities. Medical gás. Medical vacuum. Hospital pipeline
Esta Norma substitui a NB-254:1977 (NBR 12188) válida a partir de 30.06.2003
RDC nº 69/2008 dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de gases medicinais, que devem ser observadas pelas empresas fabricantes e envasadoras de gases medicinais para obterem o Certificado de Boas Práticas de Fabricação de gases medicinais (CBPF), emitido pela Anvisa.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso: Cilindros de Gases Medicinais

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Saiba Mais: Cilindros de Gases Medicinais

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma.
As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 5410:1997 – Instalações elétricas de baixa tensão
NBR 11725:1986 – Conexões e roscas para válvulas de cilindros para gases comprimidos – Padronização
NBR 11906:1992 – Conexões roscadas e de engate rápido para postos de utilização dos sistemas centralizados de gases de uso medicinal sob baixa pressão – Especificação
NBR 12274:1994 – Inspeção em cilindros de aço, sem costura, para gases – Procedimento
NBR 13164:1994 -Tubos flexíveis para condução de gases medicinais sob baixa pressão – Especificação
NBR 13587:1996 – Estabelecimento assistencial de saúde – Concentrador de oxigênio para uso em sistema centralizado de oxigênio medicinal
NBR 13730:1996 – Aparelho de anestesia – Seção de fluxo contínuo – Requisitos de desempenho e segurança
ISO 11114-1: 1997 – Cilindros para gases transportáveis ​​- Compatibilidade de cilindros e válvulas com conteúdo de gás -Parte 1: Materiais
metálicos ISO 11114-2: 2000 – Cilindros para gás transportáveis ​​- Compatibilidade de cilindros e válvulas com conteúdo de gás -Parte 2: Materiais não-metálicosC
GA G-4.1: 1996 – Equipamento de limpeza para serviço de oxigenaNF USA National Formulary

NBR 12188 – Gases Medicinais

Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

3.1 alarmes:
Dispositivo que emite sinal visual e/ou sonoro para indicar qualquer ocorrência anormal que exija intervenção, conforme 3.1.1 e 3.1.2.
3.1.1 alarmes de emergência:
Alarme que indica a necessidade de intervenção da equipe de saúde.
3.1.2 alarmes operacional:
Alarme que indica a necessidade de intervenção da equipe técnica.
3.2 baterias de cilindros:
Conjunto de cilindros de acondicionamento de gases comprimidos a alta pressão conectados aum. coletor antes do bloco central.
3.3 blocos central:
Conjunto formado pelas válvulas reguladoras de pressão, manômetros, válvulas de manobra, debloqueio e de retenção, além de outros dispositivos de segurança e de controle.
3.4 caixas de seção:
Caixa com janela violável, transparente, suficientemente larga para permitir o manuseio da válvula instalada em seu interior.
3.5 centrais de suprimento:
Conjunto formado pelos suprimentos primário e secundário ou reserva para cada tipo de gás ou vácuo, interconectados de maneira específica, de modo a permitir suprimento contínuo à rede de distribuição.
3.6 chicotes:
Dispositivo destinado à interligação de cilindros ao coletor.
3.7 coletores:
Tubo destinado a conectar os cilindros ao sistema de suprimento por meio de serpentinas, chicotes ou mangueiras flexíveis para conduzir o gás ao bloco central.
3.8 condições

Standard De temperatura e pressão (C.S.T.P.):
Condição de um gás à temperatura de 21°C e pressão de 1 atm.
3.9 condições normal de temperatura e pressão (C.N.T.P.):
Condições de um gás à temperatura de 0°C e pressão de 1 atm.
3.10 consumos efetivo médio:
Média aritmética do consumo estabelecimento assistencial de saúde, nos últimos12 meses.
3.11 consumos máximo provável:
Soma das estimativas de consumo para cada seção do Estabelecimento Assistencial de Saúde, computados a vazão por postos, o número de postos e fator de simultaneidade.
3.12 cores neutra:
Cor na tubulação sem a finalidade de identificação
3.13 dispositivos especial de mistura:
Dispositivo destinado a produção de ar medicinal sintético, a partir de suprimento dos gases nitrogênio e oxigênio.
3.14 equipes de saúde:
Conjunto dos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento dos pacientes.
3.15 equipes técnica:
Conjunto de profissionais responsáveis pela operação de manutenção dos sistemas de suprimentos de oxigênio, óxido nitroso, ar e vácuo.
3.16 espaços de construção:
Espaços existentes na estrutura ou nos componentes de uma edificação, acessível apenassem determinados pontos.
3.17 estabelecimentos assistencial de saúde (EAS):
Denominação dada a qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde à população, que demande o acesso de pacientes, em regime de internação ou não, qualquer que seja o seu nível de complexidade.
3.18 mangueiras flexível:
O mesmo que chicote.
3.19 painéis central:
O mesmo que bloco central.
3.20 painéis de controle de pressão:
Conjunto de dispositivos destinado a controlar a pressão de suprimento de gases.
3.21 postos de utilização:
Qualquer um dos pontos de conexão à rede de distribuição nos locais de utilização de oxigênio, óxido nitroso, ar ou vácuo.
3.22 produtos criogênico:
Produto que tem ponto de ebulição normal abaixo de 123°K (-150°C).
3.23 ramais:
Derivação da rede de distribuição, que alimenta diretamente um ou mais postos de utilização.
3.24 redes de distribuição:
Conjunto de tubulações, válvulas e dispositivos de segurança que se destina a prover gases ou vácuo, através de ramais, aos locais onde existem postos de utilização apropriados.
3.25 serpentinas:
O mesmo que chicote.
3.26 sistemas centralizado:
Conjunto formado pela central de suprimento, rede de distribuição, e postos de utilização destinados a fornecer suprimento contínuo de oxigênio, óxido nitroso, ar e vácuo.
3.27 suprimentos de emergência:
Fonte de suprimento independente do sistema centralizado, transportável até o local de utilização, pronto para uso, formado por cilindros de oxigênio, óxido nitroso, ar, gerador de vácuo ou compressor de ar.
3.28 suprimentos primário:
Fonte principal de suprimento à rede de distribuição constituída por bateria de cilindros de gás, ou equipamentos concentrador de gás, ou tanque criogênico, ou gerador de vácuo, ou compressor de ar ou sistema para mistura de gases.
3.29 suprimentos reserva:
Fonte de suprimento para uso imediato e automático, em caso de falha ou manutenção do suprimento primário e/ou secundário, constituída por bateria de cilindros de gás, ou tanque criogênico, ou gerador de vácuo, ou compressor de ar. Este tipo de fonte não é destinado à operação normal e não entra em rodízio com os demais tipos de suprimento.
3.30 suprimentos secundário:
Fonte de suprimento para uso imediato e automático em substituição e/ou complementação ao suprimento primário, em sistema de rodízio, constituída por bateria de cilindros de gás, ou tanque criogênico, ou gerador de vácuo, ou compressor de ar.
3.31 tubos de queda:
Tubulação usada para o transporte de roupa suja.
3.32 válvulas:
Dispositivo capaz de modificar a pressão e/ou vazão (fluxo) de gases e do vácuo no sistema centralizado.
3.33 válvulas de alívio de pressão:
Válvula que permite a saída do gás para o exterior caso a pressão no sistema atinja níveis acima do preestabelecido.
3.34 válvulas auto vedante:
Válvula para o bloqueio automático e imediato da vazão (fluxo) dos gases e do vácuo quando da desconexão de quaisquer acessórios do posto de utilização.
3.35 válvulas de segurança:
Ver válvula de alívio de pressão.
3.36 válvulas reguladora de pressão:
Válvula capaz de regular e reduzir a pressão existente na central ou na rede de distribuição a uma pressão compatível com a de utilização.
3.37 válvulas de retenção:
Válvula que permite a passagem do gás ou vácuo em apenas um sentido.
3.38 válvulas de seção:
Válvula para bloqueio de vazão (fluxo) de oxigênio, óxido nitroso, ar ou vácuo.
3.39 válvulas unidirecional:
Ver válvula de retenção.
4 Requisitos gerais
4.1 Fator de utilização/simultaneidade, números de postos por local de utilização e demanda por posto de utilização
4.2 Centrais de suprimento com cilindros
4.2.1 Uma central com cilindros deve ter duas baterias de cilindros, que alternadamente fornecem o gás à rede de distribuição, sem interrupção
4.2.2 A capacidade da central deve ser no mínimo igual a 150% do consumo efetivo médio do período de reposição estabelecido em contrato de fornecimento de gás.
4.2.2.1 Nos casos em que o consumo efetivo médio for desconhecido, considerar o consumo máximo provável que garanta o suprimento para dois dias.
4.2.2.2 Quando o fornecimento de cilindros somente for possível em prazos mais dilatados, este fato deve ser considerado ao se estabelecer a capacidade de cada central.
4.2.3 As tubulações, válvulas reguladoras de pressão, manômetros e outras válvulas que fazem parte da central devem ser construídos com materiais adequados ao tipo de gás com o qual irão trabalhar e instalados de forma a resistir expressões específicas.
4.2.3.1 Os cilindros devem estar adequadamente fixados para prevenir quedas ou choques.
4.2.3.2 Os cilindros estocados, fora de uso, devem permanecer com os capacetes de proteção das válvulas devidamente acoplados, e identificados cheios e vazios.
4.2.4 A central de suprimentos com cilindros deve estar instalada em recinto próprio e de uso exclusivo, não podendo ser usada como depósito de qualquer material estranho à central.
4.2.4.1 O recinto deve ter abertura para ventilação natural, não sendo necessária quando para uso exclusivo para centrais de cilindro de ar medicinal.
4.2.4.2 A central, seus comandos, pressostatos, válvulas reguladoras de pressão, válvulas de descarga e de alívio depressão devem ser instalados em recintos com acesso restrito.
4.2.4.3 Nos recintos somente é permitido o armazenamento de cilindros de gases e misturas não inflamáveis, cheios e vazios.
4.2.4.4 Todas as instalações elétricas dentro das centrais de suprimento devem ser fixadas, não sendo permitido o uso de extensões ou fiações expostas.
4.2.4.5 Os recintos em que estão localizadas as centrais, quando situados próximo de incineradores, caldeiras e outras fontes de calor intenso, devem ser protegidos, de tal forma que não haja possibilidade dos cilindros e demais equipamentos da central atingirem uma temperatura acima de 54°C.
4.2.4.6 Deve haver ainda uma proteção suficiente para que, em caso de acidente (incêndio ou explosão), a central não seja atingida.
4.2.4.7 As centrais não podem estar localizadas a menos de 3 m de condutores elétricos sem isolamento ou de transformadores, ou adjacentes a tanque de estocagem de óleo.
4.2.4.8 Deve ser expressamente proibido fumar no recinto da central, devendo ser afixado nesse local um aviso ostensivo.
4.3 Centrais de suprimento com tanques estacionários ou móveis
4.3.1 O tanque deve estar localizado acima do solo, ao ar livre, em área adequadamente ventilada.
4.3.2 O tanque pode ser instalado no interior de uma edificação, desde que esteja em uma sala construída especialmente para esse propósito, provida de ventilação suficiente para o exterior, com a finalidade de impedir a variação da concentração do oxigênio no ambiente acima ou abaixo de níveis críticos. Para facilitar a evacuação de emergência, a sala deve possuir duas portas em posições diametralmente opostas.
4.3.3 O local selecionado deve ser de tal maneira que tanques ou equipamentos associados não possam estar expostos às quedas dos cabos das linhas de transmissão de energia elétrica, tubulações contendo qualquer classe de líquido inflamável ou combustível, ou tubulações contendo gases inflamáveis.
4.3.4 Todas conexões elétricas dentro das centrais de suprimento devem ser localizadas em posições fixas, a fim de minimizar o risco de danos físicos.
4.3.5 A central deve estar de tal maneira localizada que permita fácil acesso de equipamentos móveis de suprimento e de pessoas autorizadas.
4.3.6 A central não pode estar localizada sobre coberturas de edificações construídas acima do nível do solo.
4.3.7 A superfície onde está localizada a central deve ser de material não combustível e compatível com temperaturas criogênicas.
4.3.8 Quando uma central estiver em área de nível mais baixo que outras adjacentes, contendo armazenamento de líquidos inflamáveis ou combustíveis, tornam-se necessárias medidas de contenção ou outros, para evitar o fluxo desses líquidos para a área da central.
4.3.9 Os tubos conectados ao tanque devem ser de ligas resistentes às temperaturas criogênicas.
4.3.9.1 As descargas de válvulas de segurança/alívio e do disco de ruptura devem ser direcionadas para baixo através de tubulações, a uma altura aproximada de 20 cm do solo, em locais abertos. Em locais fechados, devem ser direcionadas para fora do recinto.
4.3.9.2 Deve haver iluminação suficiente para permitir a visualização dos instrumentos durante a noite.
4.3.9.3 Todos os cilindros do suprimento reserva devem obrigatoriamente estar conectados ao coletor e com as respectivas válvulas abertas.
4.3.10 Cada central de tanque deve conter um suprimento reserva de cilindros, instalado com um mínimo de dois cilindros, e o dimensionamento deve ser em função do consumo efetivo médio do cliente ou, se este for desconhecido, do consumo máximo provável e das variáveis de distribuição do fornecedor do gás .O suprimento reserva deve entrar automaticamente em funcionamento quando a pressão mínima de segurança do suprimento primário for atingida.
4.4 Central de suprimento com compressores de ar medicinal comprimido
4.4.1 A central de suprimento deve conter no mínimo um compressor como suprimento primário e um suprimento secundário ou reserva, como segue: a) suprimento secundário: outro(s) compressor(es), com capacidade(s) equivalente(s), ou b) suprimento reserva: cilindros.
4.4.1.1 Na central com suprimento secundário de compressor(es) , cada compressor deve ter capacidade de100% do consumo máximo provável, com possibilidade de funcionar automaticamente e manualmente, de forma alternada ou em paralelo, sendo que quando não estiver ligada ao suprimento elétrico de emergência com capacidade para atender à quantidade de compressores instalados, deve ser previsto um sistema com suprimento reserva de cilindros.
4.4.1.2 Na central, com suprimento reserva de cilindros (ver anexo E), deve ser instalado um mínimo de dois cilindros, e o dimensionamento deve ser em função do consumo efetivo médio do cliente, ou se este for desconhecido, do consumo máximo provável e das variáveis de distribuição do fornecedor do gás.
4.4.2 A central de suprimento deve estar localizada em recinto bem iluminado, de fácil acesso, porém vetado a pessoas estranhas à manutenção.
4.4.3 A capacidade do(s) compressor(es) deve ser tal que 100% do consumo máximo provável possa ser mantido com um compressor fora de uso.
4.4.4 A central de suprimento com compressor(es) de ar deve possuir filtro(s) ou dispositivos de purificação, ou ambos, quando necessário, para produzir o ar medicinal com as seguintes
4.4.5 O sistema de compressor(es) de ar deve possuir dispositivo que garanta a manutenção da pressão requerida.
4.4.6 O sistema de compressores destinado a atender equipamentos de auxílio à respiração humana deve possuir secador(es) dimensionado(s) de acordo com a capacidade de compressão.
4.4.7 Para os secadores de ar por adsorção (sílica-gel, alumina ativada ou peneiras moleculares), devem ser instalados pós filtros de partículas para no mínimo 0,3 m (mícron) e 99% de eficiência de coleta.
4.5 Central de suprimento com dispositivo especial de mistura – Ar medicinal sintético
4.5.1 A central com dispositivo especial de mistura para suprimento de ar medicinal deve possuir fontes de oxigênio e nitrogênio com especificações de pureza compatíveis para o uso medicinal.
4.5.1.1 A fonte de oxigênio pode ser a mesma que é utilizada para suprimento de oxigênio medicinal, desde que forneça uma concentração de oxigênio com variação máxima de 0,5% v/v de oxigênio.
4.5.2 A central de suprimento deve possuir um suprimento reserva cujo dimensionamento deve ser em função do consumo efetivo médio do cliente ou, se este for desconhecido, do consumo máximo provável e das variáveis de distribuição do fornecedor.
4.5.3 O dispositivo especial de mistura deve possuir sistema de análise contínua do ar medicinal produzido, bem como intertravamento com corte automático do suprimento de ar medicinal para o estabelecimento de saúde, quando a especificação do mesmo não for atendida.
4.5.4 O dispositivo especial de mistura deve ser projetado e construído segundo o conceito fail-safe (Segurança contra falha), de modo que a falha eventual de qualquer dispositivo de controle bloqueie a operação do equipamento, não permitindo que o mesmo forneça produto (ar medicinal) fora de especificação.
4.5.5 O dispositivo especial de mistura deve estar dimensionado e operar automaticamente, produzindo ar medicinal com especificação requerida, em qualquer condição de demanda do estabelecimento de saúde.
4.5.6 O dispositivo especial de mistura deve ser conectado ao sistema de energia elétrica de emergência do estabelecimento assistencial de saúde, a menos que o suprimento reserva seja de cilindros.
4.5.7 O dispositivo que bloqueia o suprimento da mistura, em caso de desvio de especificação da composição desta, deve possuir salvaguardas para o caso de falhas.
4.5.8 Quando apenas uma unidade do dispositivo especial de mistura não for suficiente para atender à demanda requerida, devem ser usados dois ou mais dispositivos em paralelo, porém cada um deles deve ter sistemas individuais de análise contínua de composição da mistura e de bloqueio de suprimento desta, em casos de desvios da sua composição.
4.6 Sistema de vácuo
4.6.1 O sistema de vácuo deve ser operado por no mínimo duas bombas, com capacidades equivalentes.
4.6.2 Cada bomba deve ter capacidade de 100% do consumo máximo provável, com possibilidade de funcionar em alternadamente ou em paralelo em caso de emergência.
4.6.3 As bombas devem estar localizadas em recinto bem iluminado, de fácil acesso, porém vetado a pessoas estranhas à manutenção.
4.6.4 No caso de sistemas com mais de duas bombas, a capacidade delas deve ser tal que 100% do consumo máximo provável possa ser mantido com uma bomba fora de uso.
4.6.5 As bombas devem estar ligadas ao suprimento de energia elétrica de emergência do estabelecimento de saúde. Quando a rede elétrica de emergência não abranger as bombas de vácuo, deve ser previsto um sistema de aspiração autônoma de emergência em locais como centro cirúrgicos, centro obstétrico, emergência/pronto-atendimento, unidades de terapia intensiva e outros onde se realizem procedimentos de risco
4.7 Sistemas de alarme e monitoração
4.8 Rede de distribuição Centrais de suprimento com cilindros
5.1.1 As conexões dos chicotes, mangueiras flexíveis ou serpentinas para acoplamento nos cilindros devem obedecer à NBR 11725.
5.2 Central de suprimento com tanque

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