Curso Capacitação Segurança Operação Têmpera Indução

Curso Capacitação Segurança na Operação de Têmpera por Indução
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Curso Capacitação Segurança Operação de Têmpera por Indução

Nome Técnico: Curso Capacitação de Segurança na Operação de Têmpera por Indução

Referência: 142665

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Capacitação Segurança na Operação de Têmpera por Indução
O objetivo da Capacitação segurança na operação de têmpera por indução é instruir os participantes sobre as devidas medidas de segurança, tomadas na atividade de super aquecimento da peça temperada por indução, e supervisionamento sobre a total seguridade física, patrimônio e matéria-prima esbanjada na operação do tratamento térmico.

O que é Segurança na Operação de Têmpera por Indução?
Têmpera por indução é um tipo de tratamento térmico que utiliza calor introduzido e resfriado rapidamente (bruscamente) para estender a dureza e durabilidade do aço. O processo de indução é sem qualquer contato com o atuante, e produz um calor intenso rápido, localizado e controlável, somente a parte desejada do aço temperado, é aquecida. Este processo permite obter um aço martensítico, que é o aumento parcial de resistência a tração do aço e sua dureza.

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Conteúdo Programático

Curso Capacitação Segurança na Operação de Têmpera por Indução:
Analise do Ambiente a ser utilizado para fazer os processos;
Segurança nas atividades;
EPI’s e EPC’s necessários;
Entendimento sobre o processo térmico;
Provação do indutor;
Exemplificação e principais princípios da têmpera;
Avaliação do manual de instruções da máquina;
Aplicações para o tratamento adequado;
Manutenção previa dos equipamentos;
Manutenção preventiva; preditiva e detectiva;
Observação das técnicas utilizadas para fazer a indução;
Checagem dos riscos principais envolvidos no processo;
Analise da parte elétrica envolvida;
Tipos de simbologias e terminologias usadas no processo inicial e final;
Supervisionamento da potência térmica;
Padrões de regulagem e parâmetros;
Procedimentos para o manuseio devido das ferragens;
Aferição das especificações do fabricante;
Analise da aparelhagem;
Preparação do corpo-de-prova;
Características nominais;
Constatação da temperatura do ambiente;
Fiscalização do material, estocagem e transporte;
Generalidades do processo;
Designações e bases da têmpera empregada;
Vistoria pré-tempera;
Definição das consequências do atuador no processo;
Averiguação e importância da atividade;
Fatores de risco;
Prevenção de acidentes, e básico entendimento nos primeiros socorros;
Relatório Final.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas .

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamentos de Proteção Individual;
NR – 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos
NR – 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR  -16 – Atividades e Operações Perigosas;
NR – 17 – Ergonomia;
NR – 25 – Resíduos Industriais.
NBR 14147 – Aço- Determinação e verificação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial;
NM 259:2001 – Aço – Determinação da temperabilidade (Jominy)
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Capacitação Segurança na Operação de Têmpera por Indução:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso Capacitação Segurança na Operação de Têmpera por Indução

Esta norma prescreve o método para determinação e verificação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial e aplica-se conforme 1.1 e 1.2.
1.1 Camadas endurecidas por têmpera superficial cujas profundidades sejam superiores a 0.3 mm.
1.2 Em peças que apresentem dureza inferior â dureza limite (HV1) – 100, a urna distância da superfície igual a três vezes o valor da camada endurecida. determinada por este método.
3.1 profundidade de endurecimento por têmpera superficial: Distancia perpendicular entre a superfície e a camada que possui uma dureza Vickers limite. medida sob a carga de 9.81 N (1 kgf). igual a 80% da dureza mínima obtida na superfície.
NOTAS
 A profundidade de endurecimento por têmpera superficial é indicada pelas letras PT e expressa em milímetros.
 Durezas limites e cargas diferentes podem ser empregadas. desde que especificadas no pedido de compra. porém. deve existir equivalência com a precisão indicada para a realização do ensaio
4 Aparelhagem
A aparelhagem necessita para a execução do ensaio é a seguinte: a) aparelhagem convencional de laboratório metalográfico: b) microdurómetro para ensaio de dureza Vickers. 5 Execução do ensaio 5.1 Preparação do corpo-de-prova A preparação do corpo-de-prova deve ser conforme a NBR 13284.
5.2 Determinação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial
5.2.1 As impressões de dureza devem ser efetuadas em uma ou mais retas perpendiculares à superfície. que devem estar dentro de uma faixa de 1,5 mm de largura. As impressões de dureza devem estar em intervalos constantes e observando as distâncias mínimas estabelecidas na NBR 6672. Com exceção do estabelecido no pedido de compra, as impressões são efetuadas sob uma carga de 9.81 N (1 kgf) e medidas com auxílio de microscópio óptico com ampliação adequada.
5.2.2 As determinações de dureza realizam-se em seções perpendiculares à superfície da peça, em regiões definidas no pedido de compra. sendo que, para cada uma destas regiões, os resultados devem permitir a confecção da curva representativa da dureza em função da distância a partir da superfície. conforme a figura 1. Com as curvas traçadas ou com os valores numéricos determinados. pode-se obter, para cada região escolhida, a distância do ponto, a partir da superfície, no qual a dureza é igual à dureza limite. sendo que esta distância representa a profundidade de endurecimento por têmpera superficial da região escolhida.
5.3 Verificação da profundidade de endurecimento por têmpera superficial
5.3.1 A evolução da dureza pode ser representada. de forma aproximada. por um segmento de reta na região final da camada temperada.
5.3.2 Para a determinação da região final da camada temperada devem ser efetuadas impressões de dureza, perpendicularmente e a partir da superfície da peça, até que se obtenha um valor de dureza (H,) inferior ao valor especificado,
5.3.3 Sobre uma seção transversal da peça, efetuam-se pelo menos cinco impressões nas distâncias d, e d.. a partir da superfície. conforme a figura 3. As distâncias d, e d, são, respectivamente, correspondentes aos valores de dureza imediatamente superior e imediatamente inferior ao valor especificado da profundidade de endurecimento por têmpera superficial (P7), obtidos conforme 5.3.2
O resultado do ensaio deve ser fornecido. indicando os seguintes dados:
a) peça ensaiada;
b) região da peça em que os ensaios foram efetuados;c) profundidade de endurecimento por têmpera superficial, expressa em milímetros. com uma casa decimal.
2 O dispositivo de têmpera. esquematizado no anexo A. figura A.2, consiste principalmente de um elemento de fixação centrado no corpo-de-prova, situado na vertical do orifício de saída de água. cujo diâmetro interno deve ser 12,5 mm ± 0.5 mm. O tubo de condução da água deve ser provido de uma válvula de abertura e fechamento rápidos, assim como de um sistema para fazer variar a vazão de água. A tubulação de água, após a válvula, deve ter no mínimo 50 mm de extensão com a finalidade de garantir uma vazão de água constante.
3.3 As posições relativas do orifício de saída da água e do suporte do corpo-de-prova devem ser tais que a distância entre o orifício e a extremidade a ser temperada do corpo-de-prova seja de 12.5 mm ± 0,5 mm (ver anexo A, figura A.2).
3.4 0 suporte do corpo-de-prova deve permitir uma centralização precisa do mesmo sobre o orifício, fixando-o durante a projeção de água.
O dispositivo de têmpera deve estar seco ao se colocar o corpo-de-prova: deve-se evitar qualquer projeção de água sobre o corpo-de-prova durante sua fixação e antes de começar a têmpera propriamente dita.
3.5 A altura livre da coluna de água acima do plano do orifício. sem o corpo-de-prova colocado. deve ser de 65 mm ± 10 mm (anexo A, figura A.3). A temperatura da água deve estar compreendida entre 5)C e 30C.
3.6 Deve ser utilizado um durômetro Rockwell com dispositivo de apoio e deslocamento. no qual o corpo-de-prova pode ser deslocado no sentido de seu eixo e fixado nos pontos estabelecidos para a medição de dureza
3.6 Deve ser utilizado um durômetro Rockwell com dispositivo de apoio e deslocamento. no qual o corpo-de-prova pode ser deslocado no sentido de seu eixo e fixado nos pontos estabelecidos para a medição de dureza
4 Execução do ensaio
4.1 Forma e preparação do corpo-de-prova
O corpo-de-prova Jominy deve ser fabricado em conformidade com a norma do produto e/ou por acordo entre as partes interessadas.
A amostra deve ser tratada de maneira adequada com o objetivo de facilitar a usinagem do corpo-de-prova.
Nesta Norma o corpo-de-prova é classificado corno “corpo-de-prova convencional”, “corpo-de-prova reduzido” e “corpo-de-prova fundido, em função de suas dimensões ou do material de origem.
A usinagem dos corpos-de-prova deve eliminar qualquer eventual vestígio de descarbonetação.
A superfície cilíndrica do corpo-de-prova deve apresentar um torneamento fino; a superfície da extremidade do corpo-de-prova a ser temperada também deve ter um acabamento fino. obtido preferencialmente por retifica e não deve apresentar rebarbas.
Um corpo-de-prova extraído de barra chata pode ter seu eixo situado na direção longitudinal, ou no sentido transversal em relação à direção de laminação.
Deve-se marcar no ‘tange uma indicação quanto à direção do plano de simetria da barra.
4.5 Condições de ensaio
4.5.1 Para regulagem da pressão de água deve ser utilizado um sistema qualquer que assegure uma vazão constante e aplicação instantânea do jato de água.
4.5.2 A tubulação de saída de água deve estar situada na posição vertical.
4.5.3 O dispositivo de têmpera mostrado na figura A.2 do anexo A, deve manter o corpo-de-prova, suspenso verticalmente pelo fiange e bem centrado em relação à tubulação de saída de água.
4.5.4 As condições gerais contidas nos itens 4.5.1 a 4.5.3 aplicam-se igualmente ao dispositivo de têmpera para corpos-de-prova reduzidos mostrados na figura A.5 anexo A.
4.5.5 O corpo-de-prova deve ser extraído da amostra de material previamente normalizada, de preferência na dimensão de 32 mm de diâmetro no caso dos itens 4.2.1. 4.2.2. 4.2.3, item a) e b): e na dimensão original nos demais casos.
Para temperaturas de normalização ver tabela 2.
A permanência na temperatura de normalização deve ser de 60 min.
4.6 Aquecimento do corpo-de-prova para têmpera
Proceder conforme a seguir:
a) evitar qualquer carbonetação ou descarbonetação do corpo-de-prova,b) evitar oxidação acentuada do corpo-de-prova:
– Utilizando forno com atmosfera neutra: ou
– Empregando recipiente protetor especial. que deve estar inicialmente seco:
c) aquecer o corpo-de-prova até a temperatura de austenitização para têmpera, adequada a cada tipo de aço, conforme a tabela 2. em um período de tempo. conforme o diâmetro. por exemplo: diâmetro 25 mm = 30 min mínimo.
4.7 Resfriamento para têmpera do corpo-de-prova
Proceder da seguinte maneira:
a) o tempo transcorrido entre a retirada do corpo-de-prova do forno e o inicio da projeção do jato de água não deve ser superior a 5 s;
b) o dispositivo de fornecimento de água deve ser aberto rapidamente:c) o tempo de projeção do jato de água deve ser de pelo menos 10 min. Após este tempo. o resfriamento do corpo-de-prova deve ser completado pela imersão em água fria e/ou ao ar.
4.8 Preparação e medição da dureza no corpo-de-prova
4.8.1 Uma vez resfriado o corpo-de-prova. preparam-se dois rebaixos com superfícies planas e paralelas retificadas ao longo de duas geratrizes diametralmente opostas. No caso de corpos-de-prova não centrados obtidos por usinagem, os dois rebaixos devem estar à mesma distância da superfície do produto (ver figura A.6 anexo A). A profundidade do rebaixo deve estar entre 0,40 mm e 0,80 mm e a tolerância da profundidade estabelecida não deve exceder ± 0.10 mm em todo o comprimento do corpo-de-prova.
Existindo a necessidade ou conveniência, devem ser retificadas duas superfícies similares a 90 fdas duas primeiras.
A posição das superfícies retificadas:
a) no caso de corpos-de-prova provenientes de barras ” 64 mm de diâmetro ou lado, pode ser qualquer uma:
b) no caso de corpos-de-prova provenientes de barras > 64 mm de diâmetro ou lado, deve estar a 45 fem relação a direção centro/superfície da barra:
c) no caso de corpos-de-prova proveniente de barra chata > 64 mm conforme o item 4.2.3 c), deve ser preferencialmente paralela ao plano que passa pela metade da espessura:
d) nos demais casos, deve preferencialmente situar-se a 45 t’em relação ao plano que passa pela metade da espessura da barra.
4.8.1.1 Durante a retifica, refrigerar adequadamente o corpo-de-prova para evitar qualquer aquecimento que possa causar uma alteração da microestrutura do aço.
4.8.1.2 Com o objetivo de verificar que o corpo-de-prova não sofreu revenimento durante a retifica, recomenda-se ataque com solução aquosa de ácido nítrico a 5% (em volume), até o escurecimento total: lava-se com água quente e introduz-se em uma solução aquosa a 50% (em volume) de ácido clorídrico durante 2 s ou 3 s, lava-se novamente com água quente e seca-se em corrente de ar. A coloração resultante deve ser uniforme. Em geral, é suficiente o ataque por solução aquosa de ácido nítrico. Caso apareçam manchas que indiquem a presença de pontos brancos, estas superfícies preparadas não devem ser utilizadas e deve-se preparar dois novos rebaixos e verificá-los conforme estabelecido anteriormente.
4.8.2 Deve-se tomar as precauções necessárias para assegurar que o corpo-de-prova esteja bem seguro e mantido rígido durante as medições de dureza. É conveniente que este suporte esteja provido de um dispositivo de deslocamento com um parafuso guia para assegurar um espaçamento preciso dos pontos de medição.
Sobre os eixos das superfícies planas dos rebaixos do corpo-de-prova preso adequadamente. são determinadas as medidas na escala de dureza Rockwell C.
4.8.3 Recomenda-se que. antes de se realizar os ensaios de dureza na segunda superfície plana, se elimine por usinagem as bordas formadas pelas marcas das determinações da primeira superfície plana e/ou mediante o emprego de dispositivo de apoio convenientemente entalhado.
5 Resultados
5.1 Para cada ponto deve-se calcular a média dos resultados de dureza das duas superfícies retificadas do corpo-de-prova.
5.2 Caso a diferença entre os resultados de dureza para cada ponto nas duas superfícies retificadas seja superior a 4 HRC, em qualquer dos pontos. o ensaio deve ser repetido em novas superfícies retificadas no mesmo ou em outro corpo-de-prova.
5.3 Expressão dos resultados
Os resultados devem ser expressos através de tabelas e/ou gráficos.
A representação gráfica deve ser realizada em eixos cartesianos, indicando nas abscissas as distâncias d á extremidade temperada e, nas ordenadas, as durezas obtidas.
8.1.1.2 Identificação do produto ensaiado: a) designação do aço; b) corrida: c) análise química: d) tamanho de grão; e) dimensão do produto: f) tipo de corpo-de-prova. B.1.2 Dados de ensaio a) temperatura de austenitização para o tratamento de normalização: b) temperatura de austenitização para o tratamento de têmpera: c) valores das medições de dureza obtidas conforme o item 5.3: d) temperatura da água de resfriamento.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentado:

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