Curso Capacitação Guarda Vidas

Curso Capacitação de Guarda Vidas

Curso Capacitação de Guarda Vidas

Nome Técnico: Curso Capacitação de Guarda Vidas - 120 horas

Cód: 1772

Curso Capacitação de Guarda Vidas
O Curso Capacitação de Guarda Vidas visa preparar o profissional para a realização das atividades como guarda vidas, oferecendo ao profissional além do conhecimento técnico, também um preparo físico e psicológico para as possíveis ocasiões que futuramente serão exercidas.

O que é Guarda vidas?
Guarda vidas ou nadador-salvador é o indivíduo com devida capacitação que tem a função de prevenir e resgatar pessoas envolvidas em situações de afogamento preservando assim a vida de quem se vê em algumas destas situações, seja no mar, em rios, lagoas, piscinas e afins.

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Semipresencial/Reciclagem

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Conteúdo Programático

Curso Capacitação de Guarda Vidas
Condicionamento físico e psicológico;
Técnicas de natação, de abordagem e desvencilhamentos de vítimas (judô aquático);
Mergulhar em apneia 25 m de extensão;
Técnicas de salvamento e recuperação de até 2 (duas) vítimas simultaneamente;
Identificação, recuperação e preservação dos sinais vitais;
Técnicas de ressuscitação cardiorrespiratório cerebral (RCRC);
Salvamento Aquático;
Conceito;
Prevenção de Afogamentos;
Sinalização;
Treinamento;
Observação dos Banhistas;
Emprego de Equipamentos Adequados;
Campanhas Educativas e de Esclarecimentos;
Conhecimentos Técnicos Básicos;
Acidentes no meio Líquido;
O Sistema Respiratório;
Tipos de Acidentes no Meio Líquido;
Equipamentos de Busca e Salvamento;
Equipamentos Básicos de Salvamento Aquático;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Requisitos para Curso Capacitação de Guarda Vidas:
Ser maior de 18 (dezoito) anos de idade;
Gozar de plena saúde física e mental;
Ter o ensino fundamental completo (1º grau completo), pelo menos;
Nadar 400 m em até 10 (dez) minutos;
Atestado de boas condições de saúde física e mental dentro da validade de 90 dias;
Acessar a partir da água, a balsa salva-vidas, utilizando colete salva-vidas;
Concentração no ponto de reunião;
Desvirar balsa inflável dentro d’água;
Nadar 15 metros sem colete salva-vidas e com colete salva-vidas;
Saltar da plataforma com colete salva-vidas altura 3 metros;
Se manter flutuando por 10 minutos.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário;
ABNT NBR – 9818 – Projetos de Execução de Piscina – Tanque e Área Circundante;
ABNT NBR – 9819 – Classificação de Piscinas;
ABNT NBR 10339 – Projetos de Execução de Piscina – Sistema de recirculação e tratamento;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Curso Capacitação Guarda Vidas

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Capacitação de Guarda Vidas

Capacitação:
Carga horária mínima = 120 horas/aula.

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): É recomendável periodicamente e sempre que ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Capacitação Guarda Vidas:

Para fazer frente aos afogamentos o SA dever ser realizado por GV, visto que é um serviço que exige um elevado índice de acerto, pois dele depende a vida de muitos que passam por dificuldades no meio líquido.
O principal objetivo de um GV deve ser o de proteger e “[…] preservar a vida do banhista, atuando preventivamente na orientação dos moradores e turistas, procurando evitar que estes se exponham a situações de risco nos banhos de mar”.
Afirma que a qualificação dos GVs é um importante aspecto a ser observado para a promoção da mitigação do risco público relacionado ao banho de mar.
Segundo o autor, o GV “deverá estar preparado para atuar eficientemente no resgate de vítimas em perigo, na recuperação de afogados, na prevenção e em outros imprevistos que exijam sua interferência”.
Para que o GV possa ter segurança e plenas condições para a realização de um salvamento é fundamental que domine as técnicas de salvamento, que conheça o ambiente de trabalho, o clima e os riscos associados à atividade.
Dessa forma, conforme prescreve o CBPMESP o GV deve treinar constantemente, com o fim de “manter-se técnica e fisicamente em condições de, a qualquer momento, retirar da água pessoas que estejam se afogando, aplicar os primeiros socorros […]”. 
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Nesta mesma linha de raciocínio Álvares ensina que os GVs precisam ter a real percepção do que está acontecendo no momento do salvamento e para isso precisam possuir conhecimento técnico, além de estar concentrado no trabalho e observar atentamente o meio circundante, sempre visando avaliar os eventuais obstáculos e formar um quadro de percepção das situações adversas.
Além da capacitação técnica e do condicionamento físico, o GV também precisa ter um bom controle emocional, que Marques chamou de “equilíbrio psicológico”.
Ainda que diversas vítimas de afogamento sejam salvas por pessoas que não são GVs, existe a estimativa de que cerca de 30% das vítimas de afogamento não conseguiriam se salvar por seu próprio esforço ou ajudadas por outras pessoas presentes no local do acidente.
Outro dado importante trazido é que em áreas protegidas por GV menos de 6% de todas as pessoas socorridas necessitam de atenção médica, e apenas 0,5% entram em parada cardiorrespiratória.
Por outro 11 lado, relatos revelam que, quando o resgate é realizado por leigos 30% das pessoas resgatadas entram em parada cardiorrespiratória. Informações que reforçam a importância da existência dos serviços de SA especializados

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