Curso Calibração de Instrumentos de Medição

Curso Calibração de Instrumentos de Medição
Foto Ilustrativa

Curso Calibração Instrumentos Medição

Nome Técnico: Curso de Aprimoramento sobre a Aplicação da Norma para a Calibração de Instrumentos de Medição

Referência: 52482

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso de Aprimoramento sobre a Aplicação da Norma para a Calibração de Instrumentos de Medição
O Curso Capacitação Calibração de Instrumentos de Medição tem por objetivo instruir os participantes aos métodos corretos de calibração de instrumentos de medição precisos, cujos necessitam de cuidados específicos para calibração, uma vez que qualquer fator externo como impureza pode interferir na medição final.

O que são Instrumentos de Medição?
Equipamentos capazes de aferir medidas em unidades de grandezas específicas precisamente, que utilizam métodos diversos para aferição e auxiliam nos projetos em seu desenvolvimento. Cada Instrumento tem o intuito de medir uma grandeza, em uma determinada unidade de medida, e não há um padrão de unidades apesar da existência do Sistema Internacional de unidades de medida.

 

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Conteúdo Programático

Curso de Aprimoramento sobre a Aplicação da Norma para a Calibração de Instrumentos de Medição

Métodos de calibração;
Limpeza de impurezas;
Medidor conhecido;
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
Grandezas;
Unidades de Medida;
Conversão de Unidades de Medidas;
Fórmulas de Conversão;
Sistema Internacional de Unidades;
Grandeza de medição do Instrumento;
Identificação da Unidade de medida;
Interferência de impurezas;
Grandeza comprimento;
Paquímetro;
Micrômetro;
Relógio Comparador;
Escala e precisão;
Ferramentas de calibração;
Goniômetro;
Ângulos;
Graus X Radianos;
Método e ferramenta de calibração;
Rugosímetro;
Variação de relevo;
Calibração;
Nível bolha;
Posição de aferição;
Bloco Padrão;
Calibradores Roscados;
Ergonomia na aferição;
Hastes;
Exercícios práticos;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
ABNT NBR 6158 – Sistema de tolerâncias e ajustes;
ABNT NBR 10273 – Ensaios não destrutivos — Análise de vibrações — Requisitos para instrumentos de medição de severidade de vibração de máquinas;
ABNT NBR 12240 – Materiais metálicos — Calibração de dispositivos para medição de torque estático;
ABNT NBR 12550 – Termometria – Terminologia;
ABNT NBR 15865 – Metrologia — Ensaios Não Destrutivos — Calibração de instrumentos de medição de espessura por ultrassom;
ABNT NBR ISO 12179 – Especificações geométricas do produto (GPS) – Rugosidade – Método do perfil – Calibração de instrumentos de medição por contato (com sapata de apalpação);
ABNT NBR ISO 376 – Materiais metálicos — Calibração de instrumentos de medição de força utilizados para a verificação de máquinas de ensaio uniaxiais;
ABNT NBR NM 152 – Instrumentos e sistemas de medição de inclinação – Níveis;
ABNT NBR NM 279 – Instrumentos de medição – Réguas graduadas de aço – Características construtivas e requisitos metrológicos;
ABNT NBR NM ISO 230-4 – Código de ensaio de máquinas-ferramenta;
ABNT NBR 10012 – Sistemas de gestão de medição – Requisitos para os processos de medição e equipamentos de medição;
ABNT NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Carga Horária

Curso de Aprimoramento sobre a Aplicação da Norma para a Calibração de Instrumentos de Medição

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais: Curso de Aprimoramento sobre a Aplicação da Norma para a Calibração de Instrumentos de Medição:

ABNT NBR 6158 – Sistema de tolerâncias e ajustes: Definições
3.1 Eixo
Termo convencional utilizado para descrever uma característica externa de uma peça, incluindo também elementos não cilíndricos.
3.1.1 Eixo-base
Eixo cujo afastamento superior é zero (Campo de tolerância h)
3.2 Furo
Termo convencional utilizado para descrever uma característica interna de uma peça, incluindo também elementos não cilíndricos.
3.2.1 Furo-base
Furo cujo afastamento inferior é zero (Campo de tolerância H).
3.3 Dimensão
Número que expressa em uma unidade particular o valor numérico de uma dimensão linear.
3.3.1 Dimensão nominal
Dimensão a partir da qual são derivadas as dimensões limites pela aplicação dos afastamentos superior e inferior.
3.3.2 Dimensão efetiva
Dimensão de um elemento obtido pela medição.
3.3.2.1 Dimensão efetiva local
Qualquer distância individual em uma seção transversal da peça, isto é, qualquer dimensão medida entre dois pontos opostos quaisquer.
3.3.3 Dimensão limite
As duas dimensões extremas permissíveis para um elemento, entre as quais a dimensão efetiva deve estar.
3.3.3.1 Dimensão máxima
A maior dimensão admissível de um elemento.
3.3.3.2 Dimensão mínima
A menor dimensão admissível de um elemento.
3.4 Elemento
Parte em observação de uma peça.
3.5 Linha zero
Linha reta que representa a dimensão nominal e serve de origem aos afastamentos em uma representação gráfica de tolerâncias e ajustes.
Nota: De acordo com a convenção, a linha zero é desenhada horizontalmente, com afastamentos positivos mostrados acima e afastamentos negativos abaixo.
3.6 Afastamentos fundamentais
Diferença algébrica entre uma dimensão (dimensão efetiva, dimensão limite, etc.) e a correspondente dimensão nominal.
Nota: Os afastamentos são designados por letras maiúsculas para furos (A…ZC) e por letras minúsculas para eixos (a…zc).
Para evitar confusão, as seguintes letras não são usadas: I, i; L, l; Q, q; W, w.
3.6.1 Afastamento superior (ES, es)
Diferença algébrica entre a dimensão máxima e a correspondente dimensão nominal. As letras “ES” são designadas para afastamentos em furos e as letras “es” para afastamentos em eixos.
3.6.2 Afastamento inferior (EI, ei)
Diferença algébrica entre a dimensão mínima e a correspondente dimensão nominal. As letras “EI” são designadas para afastamentos em furos e as letras “ei” para afastamentos em eixos.
3.6.3 Afastamento fundamental
Afastamento que define a posição do campo de tolerância em relação à linha zero, podendo ser o superior ou o inferior.
Nota: Este afastamento pode ser tanto o afastamento superior como o inferior, mas, por convenção, é aquele mais próximo da linha zero.
3.7 Tolerância
Diferença entre dimensão máxima e a dimensão mínima, ou seja, diferença entre o afastamento superior e o afastamento inferior.
3.7.1 Tolerância-padrão (IT)
Qualquer tolerância pertencente a este sistema.
Nota: As letras do símbolo IT significam International Tolerance.
3.7.2 Graus de tolerância-padrão (IT)
Grupo de tolerância considerado como correspondente ao mesmo nível de precisão para todas as dimensões nominais. Os graus de tolerância-padrão são designados pelas letras IT e por um número (por exemplo: IT7). Quando o grau de tolerância é associado a um afastamento fundamental para formar uma classe de tolerância, as letras IT são omitidas (por exemplo: h7).
Nota: O sistema prevê um total de 20 graus de tolerância-padrão, dos quais os graus IT1 a IT18 são de uso geral. Os graus IT0 e IT01 não são de uso geral e são dados para fins de informação.
3.7.3 Campos de tolerância
Em uma representação gráfica de tolerâncias, o campo compreendido entre duas linhas, representando as dimensões máxima e mínima, é definido pela magnitude da tolerância e sua posição relativa em relação à linha zero.
3.7.4 Classe de tolerância
Combinação de letras representando o afastamento fundamental, seguida por um número representando o grau de tolerância padrão.
Exemplo: H7 (furos); h7 (eixos).
3.7.5 Fator de tolerância-padrão (I, i)
Fator que é uma função da dimensão nominal e que é usado como base para a determinação da tolerância-padrão do sistema.
Notas: a) O fator de tolerância-padrão “i” é aplicado para dimensão nominal menor que 500 mm.
b) O fator de tolerância-padrão “I” é aplicado para dimensão nominal maior que 500 mm.
3.8 Folga
Diferença positiva entre as dimensões do furo e do eixo, antes da montagem, quando o diâmetro do eixo é menor que o diâmetro do furo.
3.8.1 Folga mínima
Diferença positiva entre a dimensão mínima do furo e a dimensão máxima do eixo.
3.8.2 Folga máxima Diferença positiva entre a dimensão máxima do furo e a dimensão mínima do eixo.
3.9 Interferência
Diferença negativa entre as dimensões do furo e do eixo, antes da montagem, quando o diâmetro do eixo é maior que o diâmetro do furo.
3.9.1 Interferência mínima
Diferença negativa entre a dimensão máxima do furo e a dimensão mínima do eixo.
3.9.2 Interferência máxima
Diferença negativa entre a dimensão mínima do furo e a dimensão máxima do eixo.
3.10 Ajuste
Relação resultante da diferença, antes da montagem, entre as dimensões dos dois elementos a serem montados.
Nota: Os dois elementos em um ajuste têm em comum a dimensão
nominal.
3.10.1 Ajuste com folga
Ajuste no qual sempre ocorre uma folga entre o furo e o eixo quando montados, isto é, a dimensão mínima do furo é sempre maior ou, em caso extremo, igual à dimensão máxima do eixo.
3.10.2 Ajuste com interferência
Ajuste no qual ocorre uma interferência entre o furo e o eixo quando montados, isto é, a dimensão máxima do furo é sempre menor ou, em caso extremo, igual à dimensão mínima do eixo.
3.10.3 Ajuste incerto
Ajuste no qual pode ocorrer uma folga ou uma interferência entre o furo e o eixo quando montados, dependendo das dimensões efetivas do furo e do eixo, isto é, os campos de tolerância do furo e do eixo se sobrepõem parcialmente ou totalmente.
3.10.4 Variação de um ajuste
Soma aritmética das tolerâncias dos dois elementos contendo o ajuste.
Nota: A variação de um ajuste é o valor absoluto sem sinal.
3.11 Sistema de ajustes
Sistema compreendendo eixos e furos pertencentes a um
sistema de tolerâncias.
3.11.1 Sistema de ajustes eixo-base
Sistema de ajustes no qual as folgas ou interferências exigidas são obtidas pela associação de furos de várias classes de tolerâncias com eixos de uma única classe de tolerâncias. Neste sistema a dimensão do eixo é idêntica à dimensão nominal, isto é, o afastamento superior é zero.
Notas: a) As linhas contínuas horizontais representam os afastamentos fundamentais para furos ou eixos.
b) As linhas tracejadas representam os outros afastamentos e mostram a possibilidade de diferentes combinações entre furos e eixos, relacionados ao seu grau de tolerância (por exemplo: G7/h4, H6/h4, M5/h4).
3.11.2 Sistema de ajuste furo-base
Sistema de ajuste no qual as folgas ou interferências exigidas são obtidas pela associação de eixos de várias classes de tolerâncias, com furos de uma única classe de tolerâncias.
3.11.3 Neste sistema a dimensão mínima do furo é idêntica à dimensão nominal, isto é, o afastamento inferior é zero.
3.12 Limite de máximo material (MML)
Designação aplicada a uma das duas dimensões limites que corresponda à dimensão de máximo material, como, por exemplo:
a) dimensão máxima (superior) para um elemento externo (eixo);
b) dimensão mínima (inferior) para um elemento interno (furo).
Nota: Anteriormente chamado “Limite PASSA”.
3.13 Limite de mínimo material (LML)
Designação aplicada a uma das dimensões limites que corrresponda à dimensão de mínimo material, como, por exemplo:
a) dimensão mínima (inferior) para um elemento externo (eixo);
b) dimensão máxima (superior) para um elemento interno (furo).
Nota: Anteriormente chamado “Limite NÃO PASSA”
Notas: a) As linhas contínuas horizontais representam os afastamentos fundamentais para furos ou eixos.
b) As linhas tracejadas representam os outros afastamentos e mostram a possibilidade de diferentes combinações entre furos e eixos, relacionados ao seu grau de tolerância (por exemplo: H6/h6, H6/js5, H6/p4).

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