Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição

Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Cálculo e Avaliação de Incerteza e Medição
Foto Ilustrativa

Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Cálculo e Avaliação de Incerteza e Medição

Referência: 109098

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês, Japonês, Espanhol, Mandarim, Alemão entre outros.

Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição
O curso de Cálculo e Avaliação de Incerteza e Medição tem como propósito capacitar os participantes para o serviço de cálculo de incerteza, assim como suas avaliações e medições necessárias, de acordo com as respectivas normas. O curso visa o aprimoramento das capacidades intelectuais dos colaboradores, bem como seu melhor aproveitamento no ambiente de trabalho.

O que é Cálculo Avaliação Incerteza e Medição?
O cálculo de incerteza e medição é o componente que descreve a qualidade do valor atestado na medição do instrumento, após sua calibragem. A ‘incerteza’ é o fator determinante no resultado dos certificados de calibração por exemplo, emitidos após a regulagem e aferição de resultados em diversos tipos de equipamentos e peças mecânicas.

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Conteúdo Programático

Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição

Principais termos, conceitos de equipamentos e medições;
Atividades relativas à metrologia;
A qualidade e a metrologia;
O uso da estatística na metrologia;
Sistema internacional aplicado à metrologia;
Vocabulário internacional da metrologia;
Análise e avaliação de incerteza de medição;
Métodos de avaliação de incerteza: tipos A e B;
Análise do guia de incerteza de medição;
Análise de coeficientes de sensibilidade;
Tipos de distribuição: triangular, normal e retangular;
Análise de distribuição de Poisson;
Cálculo de variância de Allan;
Elaboração do cálculo de incerteza padrão combinada;
Desvio padrão, média, níveis de confiança e variância;
Fórmula de Kragten;
Cálculo do desvio padrão;
Cálculo de repetitividade;
Calculo do erro médio;
Cálculo da média do valor da carga;
Cálculo da média do valor da descarga;
Cálculo do fiducial fundo de escala;
Cálculo fiducial pontual;
Cálculo da estimativa convertida;
Cálculo de incerteza;
Cálculo do grau de liberdade;
Cálculo de incertezas relativas;
Correlacionamento de variáveis aleatórias;
Análise do número de graus de liberdade efetivos;
Cálculo de incerteza expandida de medição;
Método de Monte Carlo;
Cálculo de curva de calibração;
Cálculo com elaboração de planilhas;
Incerteza e medições nas práticas do dia a dia.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 17 – Ergonomia;
ABNT ISO GUM/2008 – Avaliação de Dados de Medição;
ABNT NBR ISO 11226 – Ergonomia — Avaliação de posturas estáticas de trabalho;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

 

Carga Horária

Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso Cálculo Avaliação Incerteza e Medição

A incerteza de medição é um conceito usado internacionalmente para descrever a qualidade do valor da medição de um instrumento. Então, quando se realiza a calibração de um instrumento, a incerteza é um dos fatores determinantes dos resultados do certificado de calibração. Dentro da área de metrologia, alguns termos como mensurando, valor de referência, erro, correção, e outros, estão diretamente relacionados com o cálculo de incerteza, pois são fatores que o compõem.
Para ter maior habilidade nos cálculos e também em elaboração de certificados de calibração, é necessário conhecer o dicionário metrológico. Quem tem mais afinidade com aplicações desta área, conhece esse dicionário como VIM, que quer dizer Vocabulário Internacional de Metrologia.
Para saber ao certo qual o significado de cada termo utilizado para calcular incertezas, recomenda-se conhecer o VIM.
Por volta da metade do século vinte, se começou a pensa em parametrizar internacionalmente as definições e termos utilizados na área da metrologia e em instrumentação. Para isso, foram criados três documentos de base, para garantir essa linguagem uniforme em todo o mundo:
VIM – Vocabulário Internacional de Metrologia (1984);
ISO GUM – Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (1995);
Norma ISO Guia 25 (1978), que foi revisada e ampliada até chegar na ISO/IEC 17025, que nós conhecemos atualmente.
Sendo assim, o VIM surgiu como um dicionário metrológico, para ajudar a garantir que o mundo todo se referisse aos termos metrológicos na mesma linguagem.
O cálculo de incerteza é feito com base em alguns parâmetros e no mundo todo são utilizados os mesmos padrões para falar sobre eles. Assim, listam-se alguns termos mais conhecidos para tratar deste tema:
Grandezas físicas são todas as coisas que podem ser medidas, sendo qualitativamente ou quantitativamente. Por exemplo, você consegue saber qual sua altura, quanto você pesa, quanto tempo levou para ler este artigo até o final, entre outros. Em metrologia, podemos citar o exemplo de um manômetro, pois ele mede a qual pressão está submetido. Então, tudo aquilo que você consegue medir é considerado uma grandeza física.
Para um melhor entendimento, as grandezas são divididas em classes. A classe de Massa, por exemplo, abrange todas as unidades utilizadas para medir massa, como quilo (kg), grama (g), miligrama (mg), entre outras.
O mensurando é aquilo que você está medindo, por exemplo, a tela do computador.
O mensurado é aquilo que já está medido. Por exemplo: “a tela do computador mede 17 polegadas”.
O valor de referência é utilizado como base para comparação entre outros valores de grandezas da mesma classe. Por exemplo, quando você realiza uma calibração, os valores de referência são os pontos daquela calibração.
Para definir o erro de medição basta comparar os valores mensurados no instrumento e o valor de referência que você definiu. Isto é, o erro é a diferença entre a média observada nas medições do instrumento e o valor de referência.
Quando o instrumento de medição não apresenta um indicador com os valores medidos, é necessário um instrumento auxiliar. Por exemplo, na calibração de um peso padrão, ele não possui um display apresentando o resultado. Sendo assim, precisamos utilizar uma balança para estimar as leituras daquela calibração e a média entre elas.
O erro e a tendência possuem a mesma forma de cálculo, porém com conceitos diferentes.
A correção é o inverso do erro. Então, para definir a correção você precisa calcular a diferença entre o valor de referência e a média das leituras no instrumento
Portanto, é imprescindível que o técnico de laboratório tenha conhecimento sobre os termos mais utilizados nos cálculos de incerteza e sobre o próprio VIM. Assim, será um profissional mais engajado com a área e será reconhecido positivamente pelos clientes.

Isso contribui também para prestar um atendimento mais proativo, sanando dúvidas dos clientes na interpretação dos seus certificados, esclarecendo algum resultado ou termo que o cliente não compreenda, entre outros.
Bom, esse foi meu primeiro artigo publicado aqui no Blog. Seria legal saber o que você achou, então pode deixar seu feedback ou dúvida nos comentários.
Nos próximos posts irei falar mais detalhadamente sobre o cálculo da incerteza em si, envolvendo o fator de abrangência, graus de liberdade e os demais termos utilizados no cálculo.

Texto de William Tanaka. Modificado.

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