Curso Bloqueio Energias Perigosas

Fonte:

Nome Técnico: Curso Capacitação Bloqueio e Etiquetagem de Energias Perigosas – LO.TO.TO (Lockout & Tagout & Test Out)

Referência: 24151

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

Curso Bloqueio de Energias Perigosas
O Curso Bloqueio de Energias Perigosas tem por objetivo reduzir ou prevenir totalmente os acidentes no ambiente de trabalho, para isso será ministrado ao colaborador orientações à respeito da etiquetagem de máquinas e equipamentos relacionados à fontes de Energias Perigosas, seguindo a sistematização de segurança.

O que é Sistema LockOut & TagOut – LOTO?
É um sistema destinado à prevenção de acidentes durante a operação de máquinas e equipamentos onde há fonte de energias perigosas, com o objetivo de bloquear tais energias, evitando assim acidentes graves.

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Curso Bloqueio Energias Perigosas

Responsabilidades e Normatização;
Definição de Energias Perigosas:
Sistema LockOut & TagOut;
Bloqueio e etiquetagem de equipamentos;
Reconhecimento e identificação de fontes de energias perigosas;
Dispositivos de bloqueio e Identificação;
Exceções para bloqueio de equipamentos;
Dispositivos de fechamento;
Medidas Técnicas de Prevenção;
Controle de Procedimentos e Pontos de bloqueio;
Conceitos do travamento de fontes de energias;
Profissionais autorizados;
Documentações e Medidas Administrativas;
Primeiros Socorros;

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Bloqueio Energias Perigosas

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anual e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Saiba Mais: Curso Bloqueio Energias Perigosas:

Prever a troca de turnos dos técnicos durante a manutenção de um equipamento:
Durante as manutenções podem ocorrer trocas de turnos, e neste caso é importante escrever no procedimento exatamente o que deve ser feito.
Nossa sugestão é que os técnicos que estão saindo dos seus turnos retirem seus dispositivos de bloqueio, e que todos eles sejam substituídos pelos dispositivos dos técnicos que estão iniciando seus turnos.

Caso seja necessário abrir os painéis elétricos para desligar os disjuntores, apenas um técnico eletricista habilitado e capacitado pode fazer esta tarefa.
Neste caso, deve-se usar uma caixa de bloqueio e proceder da seguinte forma: o técnico que fará a manutenção no equipamento deve solicitar a um eletricista que este desligue e bloqueio o equipamento em questão.

Este eletricista deve colocar a chave do seu cadeado dentro da Caixa de Bloqueio e bloqueá-la.
Os demais técnicos que farão o serviço colocam seus cadeados e etiquetas nos demais orifícios da Caixa de Bloqueio.
Após a conclusão dos trabalhos todos que realizaram o serviço retiram seus cadeados, abrem a caixa e chama-se novamente o eletricista. Este pega sua chave de dentro da caixa e retira seu cadeado e etiqueta de dentro do painel elétrico e religa o equipamento.

Prever situações em que o técnico que efetua o bloqueio perde a chave ou esquece-se de desbloquear e leva a chave para a casa. O que fazer nesses casos?
Nossa sugestão é que haja um procedimento o qual sempre responsabilize alguém pelos bloqueios realizados. Dessa forma, em casos como esse o responsável pelo bloqueio deve tentar se comunicar com técnico que esqueceu seu cadeado. Por medida de segurança, é importante falar com o técnico para saber se está tudo bem e o que aconteceu.
Somente após confirmar que está tudo bem, deve-se tomar a decisão por quebrar ou não o cadeado.
Observe que em indústrias com equipamentos de grande porte existe o risco de o técnico estar fazendo a manutenção dentro do equipamento sem contato visual e sem sinal de celular.
Existem ajustes de processo na produção de modo que seja necessário a operação utilizar os bloqueios?
Nossa sugestão é que cada empresa faça uma análise de seus quadros elétricos.
As manoplas dos disjuntores precisam estar fora dos quadros.
Como está à implementação da NR-10 na sua empresa?
Caso a implementação da NR-10 já esteja em processo de implementação, inclua o procedimento de bloqueio e etiquetagem no plano de trabalho. Faça uma previsão de investimento.
Vocês trabalham com terceirizados? Se sim, eles estão autorizados a realizar os bloqueios dos equipamentos?
Prever no procedimento em que situações os terceirizados irão bloquear, e se os mesmos usarão seus próprios dispositivos de bloqueio ou se sua empresa disponibilizará esse equipamento.
O procedimento será geral e único para toda a fábrica, ou será necessária a elaboração de instruções de trabalho específicas por equipamento?
Recomendamos elaborar um procedimento geral de Bloqueio e Etiquetagem e depois analisar se é necessário o detalhamento de instruções para cada equipamento ou equipamentos mais complexos. Este detalhamento é chamado de Instrução de Trabalho, e nele devem ser colocadas fotos com os locais onde ocorrerão os bloqueios.
Existem permissões de trabalho e/ou análise de risco para cada operação?
Caso sua empresa possua permissão de trabalho ou análise de risco, sugerimos incluir no seu procedimento a inclusão do bloqueio.
As manutenções em subestações são feitas com profissionais internos?
Se não, os terceiros devem usar bloqueio?
No caso das subestações, o risco de acidentes pode ser maior tanto no que se refere ao patrimônio da empresa quanto aos acidentes potenciais. Nossa sugestão é criar no seu procedimento um item específico que trate exclusivamente do bloqueio das subestações.
Os equipamentos são bloqueados totalmente no mesmo painel elétrico, ou são bloqueados parcialmente e em vários locais?
É muito importante analisar o diagrama unifilar com ramal de entrada em média ou alta tensão, subestação, painel de média tensão, quadros de distribuições, quadros de máquinas e equipamentos das instalações elétricas. Em alguns casos um único equipamento pode estar sendo alimentado por mais de um painel elétrico, ou seja, painéis diferentes.
Quantos profissionais participam em média das manutenções?
Caso participem mais de 6 técnicos nas manutenções, sugerimos o uso da Caixa de Travamento em grupo.
Prever seu uso no procedimento de bloqueio.

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