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Conteúdo Programático

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Responsabilidades e Normatização;
Definição de Energias Perigosas:
Sistema LockOut & TagOut;
Bloqueio e etiquetagem de equipamentos;
Reconhecimento e identificação de fontes de energias perigosas;
Dispositivos de bloqueio e Identificação;
Exceções para bloqueio de equipamentos;
Dispositivos de fechamento;
Medidas Técnicas de Prevenção;
Controle de Procedimentos e Pontos de bloqueio;
Conceitos do travamento de fontes de energias;
Profissionais autorizados;
Documentações e Medidas Administrativas;
Primeiros Socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;

NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
ISO 11073-90101 – Health informatics — Point-of-care medical device communication– Part 90101: Analytical instruments — Point-of-care test;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Bloqueio de Energias Perigosas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anual e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Bloqueio de Energias Perigosas:

Prever a troca de turnos dos técnicos durante a manutenção de um equipamento:
Durante as manutenções podem ocorrer trocas de turnos, e neste caso é importante escrever no procedimento exatamente o que deve ser feito. Nossa sugestão é que os técnicos que estão saindo dos seus turnos retirem seus dispositivos de bloqueio, e que todos eles sejam substituídos pelos dispositivos dos técnicos que estão iniciando seus turnos.
Caso seja necessário abrir os painéis elétricos para desligar os disjuntores, apenas um técnico eletricista habilitado e capacitado pode fazer esta tarefa. Neste caso, deve-se usar uma caixa de bloqueio e proceder da seguinte forma: o técnico que fará a manutenção no equipamento deve solicitar a um eletricista que este desligue e bloqueio o equipamento em questão.
Este eletricista deve colocar a chave do seu cadeado dentro da Caixa de Bloqueio e bloqueá-la.
Os demais técnicos que farão o serviço colocam seus cadeados e etiquetas nos demais orifícios da Caixa de Bloqueio. Após a conclusão dos trabalhos todos que realizaram o serviço retiram seus cadeados, abrem a caixa e chama-se novamente o eletricista. Este pega sua chave de dentro da caixa e retira seu cadeado e etiqueta de dentro do painel elétrico e religa o equipamento.
Prever situações em que o técnico que efetua o bloqueio perde a chave ou esquece-se de desbloquear e leva a chave para a casa. O que fazer nesses casos?
Nossa sugestão é que haja um procedimento o qual sempre responsabilize alguém pelos bloqueios realizados. Dessa forma, em casos como esse o responsável pelo bloqueio deve tentar se comunicar com técnico que esqueceu seu cadeado. Por medida de segurança, é importante falar com o técnico para saber se está tudo bem e o que aconteceu.
Somente após confirmar que está tudo bem, deve-se tomar a decisão por quebrar ou não o cadeado.
Observe que em indústrias com equipamentos de grande porte existe o risco de o técnico estar fazendo a manutenção dentro do equipamento sem contato visual e sem sinal de celular.
Existem ajustes de processo na produção de modo que seja necessário a operação utilizar os bloqueios?
Nossa sugestão é que cada empresa faça uma análise de seus quadros elétricos.
As manoplas dos disjuntores precisam estar fora dos quadros.
Como está à implementação da NR-10 na sua empresa?
Caso a implementação da NR-10 já esteja em processo de implementação, inclua o procedimento de bloqueio e etiquetagem no plano de trabalho. Faça uma previsão de investimento.
Vocês trabalham com terceirizados? Se sim, eles estão autorizados a realizar os bloqueios dos equipamentos?
Prever no procedimento em que situações os terceirizados irão bloquear, e se os mesmos usarão seus próprios dispositivos de bloqueio ou se sua empresa disponibilizará esse equipamento.
O procedimento será geral e único para toda a fábrica, ou será necessária a elaboração de instruções de trabalho específicas por equipamento?
Recomendamos elaborar um procedimento geral de Bloqueio e Etiquetagem e depois analisar se é necessário o detalhamento de instruções para cada equipamento ou equipamentos mais complexos. Este detalhamento é chamado de Instrução de Trabalho, e nele devem ser colocadas fotos com os locais onde ocorrerão os bloqueios.
Existem permissões de trabalho e/ou análise de risco para cada operação?
Caso sua empresa possua permissão de trabalho ou análise de risco, sugerimos incluir no seu procedimento a inclusão do bloqueio.
As manutenções em subestações são feitas com profissionais internos?
Se não, os terceiros devem usar bloqueio?
No caso das subestações, o risco de acidentes pode ser maior tanto no que se refere ao patrimônio da empresa quanto aos acidentes potenciais. Nossa sugestão é criar no seu procedimento um item específico que trate exclusivamente do bloqueio das subestações.
Os equipamentos são bloqueados totalmente no mesmo painel elétrico, ou são bloqueados parcialmente e em vários locais?
É muito importante analisar o diagrama unifilar com ramal de entrada em média ou alta tensão, subestação, painel de média tensão, quadros de distribuições, quadros de máquinas e equipamentos das instalações elétricas. Em alguns casos um único equipamento pode estar sendo alimentado por mais de um painel elétrico, ou seja, painéis diferentes.
Quantos profissionais participam em média das manutenções?
Caso participem mais de 6 técnicos nas manutenções, sugerimos o uso da Caixa de Travamento em grupo.
Prever seu uso no procedimento de bloqueio.

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