Curso Básico Trabalhos a Quente

Curso Básico Trabalho a Quente

Curso Básico Trabalhos a Quente

Nome Técnico: Curso Capacitação Básica de Segurança para Trabalhos a Quente

Cód:11790

Curso Básico Trabalhos a Quente
O Curso Básico Trabalhos a Quente tem por objetivo atender as conformidade das normas regulamentadoras e técnicas, capacitando os funcionários responsáveis pela execução de trabalhos a quente, o conteúdo elaborado visa garantir a segurança e saúde do trabalhador, bem como a proteção do patrimônio.

O que é trabalho a quente?
Trabalho a quente é definido como qualquer atividade que envolva chama aberta ou produza calor e/ou centelhas capazes de iniciar incêndios ou explosões, como por exemplo: soldagem, corte, esmeril, brasagem, etc.

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Conteúdo Programático

Módulo Geral: aplicável a todas as especialidades de trabalho a quente.
Estudo da NR-34, Item 34.5;
Identificação de Perigos e Análise de Riscos;
Conceitos de Perigos e Riscos;
Técnicas de Identificação de Perigos e Análise de Riscos;
APP e APR – Análise Preliminar de Perigos e Análise Preliminar de Riscos;
Permissão para Trabalho – PT;
Limite inferior e superior de explosividade;
Medidas de Controle no Local de Trabalho
Inspeção Preliminar
Controle de materiais combustíveis e inflamáveis
Proteção Física
Atividades no entorno
Sinalização e Isolamento do Local de Trabalho;
Inspeção Posterior para controle de fontes de ignição
Renovação de Ar no Local de Trabalho (Ventilação/Exaustão);
Rede de Gases (Válvulas e Engates);
Ergonomia;
Doenças ocupacionais;
FISPQ.
Normativas: NR 34 e NR 18.

Módulo Específico: aplicável às diferentes modalidades de trabalho a quente:
Riscos da Solda Elétrica;
Radiações Não Ionizantes;
Gases e Fumos Metálicos;
Máquinas de Solda;
Cabos de Solda;
Eletrodos;
Circuito de Corrente de Solda;
Riscos nas Soldas com Eletrodos Especiais;
Riscos nas Soldas com Processos Especiais (Arco Submerso , Mig, Mag, Tig);
Riscos na Operação de Goivagem;
EPI e EPC.
Proteção Elétrica – Quadros, Disjuntores e Cabos de Alimentação;
Atividade com maçarico – Riscos e Forma de Prevenção:
Riscos no Corte e Solda a Gás;
Cilindros de Gases;
Sistemas de Alimentação de Gases;
Características dos Gases Utilizados (Acetileno, Oxigênio, GLP);
Mangueiras de Gases;
Maçaricos;
EPI e EPC.
Atividades com Máquinas Portáteis rotativas – Riscos e Forma de Prevenção:
Equipamentos de Corte e Desbaste;
Acessórios: Coifas, Disco de Corte, Disco de Desbaste, Escova, Retífica, Lixa e Outros;
Sistema de Segurança;
Proteção Física contra Faíscas;
Proteção Elétrica – Quadros, Disjuntores e Cabos de Alimentação;
EPI e EPC.
Outras atividades a quente – Riscos e Forma de Prevenção:
Conteúdo definido de acordo com a atividade, identificados na APR.
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 14 – Fornos;
NR – 17 – Ergonomia;
NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR – 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, Reparação e Desmonte Naval;
ABNT NBR 14606 – Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Entrada em espaço confinado em tanques subterrâneos e em tanques de superfície;
ABNT NBR 13196 – Manômetros para gases comprimidos utilizados em solda, corte e processos afins – Especificações;
ABNT NBR 14842 – Versão corrigida:2015 Soldagem – Critérios para a qualificação e certificação de inspetores para o setor de petróleo e gás, petroquímico, fertilizantes, naval e termogeração (exceto nuclear);
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

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Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

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Carga Horária (Capacitação)
Carga horária mínima = Módulo geral 04 horas/aula + Módulo específico ao menos uma atividade de 04 horas/aula podendo chegar a 04 atividades = 16 horas

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Básico Trabalhos a Quente:

Devem ser empregadas técnicas de APR para:
determinar as medidas de controle;
definir o raio de abrangência;
sinalizar e isolar a área;
avaliar a necessidade de vigilância especial contra incêndios (observador) e de sistema de alarme;
outras providências, sempre que necessário.
Antes do início dos trabalhos a quente, o local deve ser inspecionado, e o resultado da inspeção ser registrado na Permissão de Trabalho.
As aberturas e canaletas devem ser fechadas ou protegidas, para evitar projeção de fagulhas, combustão ou interferência em outras atividades.
Quando definido na APR, o observador deve permanecer no local, em contato permanente com as frentes de trabalho, até a conclusão do serviço.
O observador deve receber treinamento ministrado por trabalhador capacitado em prevenção e combate a incêndio, com conteúdo programático e carga horária mínima conforme o item 1 do Anexo I.
O trabalho a quente é uma atividade temporária ou permanente com uso de chamas abertas ou produção de calor e/ou fagulhas. Se conduzido sem controles, o trabalho a quente representa sério risco de incêndio em materiais e estruturas próximos, com grande potencial de prejuízo.
Dados da NFPA (National Fire Protection Association, associação americana referência mundial em prevenção e proteção contra incêndio) mostram que mais de 2600 incêndios relacionados a trabalhos a quente ocorrem anualmente na indústria americana, causando mais de US$ 84 milhões em danos. De modo geral, esta estatística é consistente com a experiência Global da Zurich em relação a trabalhos a quente.
GERENCIANDO O TRABALHO A QUENTE
O trabalho a quente pode ser conduzido de modo seguro em sua empresa com um programa de gerenciamento de trabalhos a quente, cujos principais pontos são:
Estabelecer áreas: Determinar as áreas onde o trabalho a quente é permitido livremente, permitido com restrições ou proibido;
A permissão de trabalhos a quente: Para autorizar o trabalho a quente, designar um formulário específico e uma pessoa responsável por esta autorização;
Usar o formulário: Se não for possível evitá-lo, autorizar o trabalho a quente mediante a autorização formal e somente quando as precauções necessárias forem tomadas;
Garantir a política: Assegurar o conhecimento e cumprimento desta política por parte de funcionários, sejam eles próprios ou terceiros.
ESTABELECER ÁREAS
Áreas designadas
As áreas designadas para trabalho a quente são aquelas projetadas ou aprovadas para tal uso, como oficinas de manutenção ou quaisquer locais separados os prédios principais, com construção não combustível e livres de conteúdo inflamável ou combustível.
As áreas designadas devem ser os primeiros locais a serem considerados quando for necessário realizar um trabalho a quente.
Áreas de permissão necessária As áreas de permissão necessária são aquelas que podem se tornar seguras para o trabalho a quente com a remoção dos materiais combustíveis ou sua proteção contra fontes de ignição.
Áreas proibidas
A PERMISSÃO DE TRABALHOS A QUENTE
A permissão de trabalhos a quente é um documento que autoriza temporariamente os funcionários próprios e terceiros a realizarem estes serviços nas áreas “de permissão necessária”. Na permissão constam as devidas precauções de segurança que devem ser satisfeitas antes, durante e depois do início do trabalho.
O prazo de validade da permissão é determinado pelo Autorizador e vale no máximo um dia; após isso ou se as condições mudarem, uma nova permissão deve ser emitida.
Veja um exemplo de formulário de permissão de trabalhos a quente no anexo. Os procedimentos descritos abaixo são boas práticas que podem ser modificadas para melhor se adaptar à realidade e aos riscos específicos de sua empresa, bem como ser incorporadas à PTR (Permissão de Trabalhos de Risco) já em prática, desde que todos os passos sejam seguidos.
Definições e atribuições
Gerência: Responsável por garantir que o programa de gerenciamento de trabalhos a quente seja conhecido e cumprido por todas as partes pertinentes. Também define a equipe e os locais em que o programa será aplicável. Se necessário, deverá ser assessorada por pessoal com conhecimento técnico no assunto.
Autorizador: Pessoa designada pela Gerência como responsável por analisar os riscos, as condições de trabalho e precauções tomadas para a realização do trabalho a quente.
Autoriza o trabalho através do preenchimento e emissão da permissão. Determina se e quem deve cumprir o período de observação durante e após trabalho.
Operador: Funcionário próprio ou terceiro que realizará o trabalho a quente. Deve ser qualificado para o serviço; precisa da aprovação do Autorizador para iniciar o serviço, zelar pelas boas condições de seu equipamento e parar suas atividades notificando Exemplos de áreas proibidas incluem, mas não estão restritas a:
Áreas de armazenamento ou manuseio de líquidos, gases e/ou metais inflamáveis ; áreas com pós combustíveis em suspensão;
Divisórias, paredes, telhados ou coberturas com revestimento ou recheio combustível (p.ex. : isolamento de plástico expandido, isopainéis, etc.);
Equipamentos com revestimento de borracha;
Atmosferas ricas em oxigênio;
Armazenamento e manuseio de materiais oxidantes ou explosivos.
Gerência, Autorizador ou um supervisor de área se condições de trabalho inseguras surgirem.
Observador: Pessoa designada pelo Autorizador para acompanhar o trabalho a quente.
Deve: ter ciência dos riscos envolvidos, interromper o trabalho se condições de trabalho inseguras surgirem, portar e saber usar dispositivo portátil de extinção de incêndio, vigiar a área de trabalho em busca de focos de incêndio, e pode auxiliar o Operador, desde que isso não afete suas outras responsabilidades.
Vale ressaltar que todas as partes devem reconhecer sua responsabilidade mútua na segurança nos trabalhos a quente.
Precauções – Antes do trabalho
Antes do início dos trabalhos, uma análise prévia deve ser feita através das cinco questões abaixo. O trabalho pode não ser permitido se as respostas forem desfavoráveis.
Este trabalho pode ser feito de modo mais seguro?
Todas as alternativas ao trabalho a quente devem ser consideradas. Se não puder ser evitado, deve-se optar por tipos de trabalho a quente menos perigosos (por exemplo,
sopradores térmicos ao invés de maçaricos).
O trabalho pode ser movido e realizado em uma área de manutenção ou outra área designada?
O trabalho a quente é permitido nesta área?
Os Operadores são devidamente treinados para o trabalho a quente?
Os sistemas de proteção contra incêndio estarão em funcionamento durante e depois do trabalho?
Sendo permitido prosseguir com o trabalho a quente, as seguintes condições devem ser satisfeitas para corrigir condições insatisfatórias antes do trabalho:
Certificar-se de que os sprinklers, hidrantes e extintores disponíveis na área estão em pleno funcionamento;
Detectores de fumaça/calor e sistemas automáticos de proteção que forem desativados para evitar acionamento acidental durante o trabalho devem seguir um procedimento formal de desativação para garantir sua reativação imediata após o término dos trabalhos;
O equipamento a ser usado no trabalho deve estar em boas condições e providos de todos os dispositivos de segurança necessários (fixação de cilindros, válvulas anti retrocesso de chama, cabos e fontes em boas condições, etc.);
Outros exemplos de alternativas incluem:
Métodos de remoção mecânica, como alicates hidráulicos;
Junções mecânicas, tais como encaixes, flanges parafusados ou junções adesivas;
Corte com serra tico-tico ao invés de serra circular.
Num raio de 11 metros (em caso de trabalho em altura, o Autorizador pode aumentar esta distância para até 15 m) do trabalho a quente:
Pisos limpos e livres de graxa, óleo, pós e demais detritos combustíveis. Pisos combustíveis umedecidos ou cobertos por mantas incombustíveis;
Retirar estocagem, equipamento e outros materiais combustíveis deste raio. Se não puderem ser removidos, cobrir com mantas protetoras incombustíveis ou painéis metálicos;
Fechar aberturas nos pisos e paredes com mantas protetoras incombustíveis ou painéis metálicos, para evitar a dispersão de fagulhas;
Obs: Uma alternativa à regra dos 11 m é criar uma “caixa” de mantas protetoras incombustíveis ao redor do trabalho, de modo a envolver todo o perímetro da área até uma altura mínima de 5 m acima do serviço.
Eliminar atmosferas explosivas ou não autorizar o trabalho a quente;
Desativar equipamentos transportadores com potencial para carregar fagulhas para outros locais;
Se possível, realizar o trabalho em períodos de inatividade da empresa;
Limpar ou drenar vasos de pressão, tubulação ou equipamento antes do trabalho;
Em tubos, estruturas ou outras partes de metal em contato com materiais combustíveis, garantir que não haja ignição devido ao calor transmitido por condução;
No trabalho em paredes, partições, coberturas ou telhados, certificar-se de que:
A construção não é combustível e não tem revestimento ou recheio combustível;
Materiais combustíveis que estejam do outro lado da superfície de trabalho foram afastados;
Em espaços confinados ou dentro de equipamentos:
Seguir procedimentos de entrada em espaços confinados e/ou lockout-tagout para evitar acionamento acidental de equipamentos;
Remover materiais combustíveis; purgar líquidos e gases inflamáveis;
Checar a atmosfera com detector de gases.
Observação – Durante o trabalho.
O Observador deverá acompanhar o trabalho a quente, incluindo pausas e intervalos para almoço. Deverá estar munido de um extintor de incêndio, estar ciente de como acionar o alarme e ficar atento quanto a fagulhas que se projetem em direção a áreas de risco. Se as condições de trabalho se tornarem inseguras, o Observador pode interromper o trabalho e cassar a permissão.
Se julgar necessário, o Autorizador pode designar mais de um Observador, para cobrir áreas expostas acima ou abaixo do nível onde ocorre o trabalho a quente.
Observação – Após o trabalho.
O Observador deverá permanecer vigiando a área por uma hora após o término do trabalho a quente, a fim de detectar incêndios latentes (brasas que podem queimar por longos períodos até se tornarem chamas).
O local do trabalho deve ser mantido isolado ou sinalizado para evitar o risco de queimaduras a outros trabalhadores.
Além do período de uma hora, o Autorizador pode definir que a área seja checada a cada 30 minutos por 3 horas adicionais, seja por Observadores, Autorizadores ou outros supervisores competentes. Onde isto não for possível, podem ser usadas alternativas como sistemas de detecção de fumaça, vigilância por câmeras, ou o relato de rondas de segurança patrimonial, manutenção ou trabalhadores da área.
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