Curso Análise de Barreiras Protetivas,

Curso Análise de Barreiras Protetivas

Curso Análise de Barreiras Protetivas

Nome Técnico: Curso Capacitação Análise de Barreiras Protetivas

Cód: 29199

O Curso Análise de Barreiras Protetivas tem por objetivo ensinar o colaborador a analisar riscos, das causas as consequências como base o Método BowTie.

O que é BowTie?
Maneira esquemática e simples de descrever e analisar os caminhos de um risco, desde as suas causas até as suas consequências.
O foco do BowTie está nas barreiras entre as causas e o risco e, o risco e as consequências.

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100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

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Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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EAD (Ensino a Distância)

40 Horas - Com Experiência

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Conteúdo Programático

Curso Análise de Barreiras Protetivas

Visão de processos;
Gerenciamento de riscos;
Process Safety Management (PSM);
Ciclo de vida da Segurança Funcional;
Ciclo de Vida de Ativos;
Análise BowTie:
Definições básicas de um BowTie:
Condição de perigo;
Evento crítico;
Ameaças;
Consequências;
Barreiras protetivas;
Controle e hierarquia;
Conceito de escalamento;
Matriz de Riscos para BowTie;
Utilidade do BowTie como ferramenta de gestão de riscos operacionais;
Edição de elementos de gestão (HSE);
Exercícios de elaboração de BowTies;
Criação de diagramas BowTie;
Desenvolvimento de modelos BowTie;
Abordagens para perigo e risco;
Tipos de barreiras e sua classificação inicial;
Edição de controles:
Hierarquia;
Efetividade;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Análise de posto de trabalho;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
IEC 61511 – Functional safety – Safety instrumented systems for the process industry sector;

ABNT NBR ISO/IEC 31010 – Gestão de riscos — Técnicas para o processo de avaliação de riscos;
Lei nº 98/2009 Art.8º;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Análise de Barreiras Protetivas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Análise de Barreiras Protetivas:

Acidente de trabalho:
Qualquer tipo de acontecimento súbito que se verifique no local e no tempo de trabalho ou no trajeto de e para o local de trabalho e produza direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença que tenha como resultado a morte ou redução na capacidade de trabalho.
(Lei nº 98/2009 Art.8º).
Um acidente industrial grave é qualquer acontecimento, tal como uma emissão de substâncias, um incêndio ou uma explosão de proporções graves, resultante de uma ocorrência incontrolada numa atividade, que provoque perigo grave, imediato ou diferido, para o homem, no interior ou no exterior dos estabelecimentos, ou para o ambiente, e que envolva ou possa envolver uma ou mais substâncias perigosas.
Diagrama “Bow-Tie”:
Através da representação do diagrama “Bow-Tie” é possível obter uma visão geral clarificada dos cenários de acidentes assim como a identificação de causas e consequências, tendo como ponto central o acontecimento crítico. Trata-se de uma análise de risco que está a ganhar cada vez mais popularidade, podendo servir de base para uma posterior avaliação do risco representado / mapeado no diagrama.
O seu nome provém da semelhança com um laço, do tipo Papillon, adquirindo a designação de diagrama “Bow-Tie”. Este é constituído essencialmente por duas partes, a junção de uma árvore de falhas e uma árvore de consequências.
Tal junção permite uma identificação objetiva de todas as causas e consequências relacionadas com o acidente que, no diagrama, corresponde ao ponto central (acontecimento crítico).
De igual modo, é necessário referir, do ponto de vista estrutural, a constituição do Diagrama, sendo o ramo esquerdo correspondente aos diversos acontecimentos que proporcionam o acidente em si, e o ramo direito, por seu lado, aquele que representa as diferentes repercussões que tais causas possam vir a ter.
Ou seja: o ramo esquerdo faz o mapeamento das causas, enquanto o ramo direito corresponde às consequências (cenários possíveis).
Na constituição do Diagrama “Bow-Tie” existe ainda a representação das barreiras de segurança, o que permite uma fácil identificação da sua existência e qual a respectiva zona de atuação.
Tais barreiras incluem barreiras de prevenção e de proteção.
As de prevenção encontram-se situadas na parte esquerda, entre os perigos e o acontecimento crítico; em contraste, as barreiras de proteção representam-se na parte direita entre o acontecimento crítico e as consequências.
A principal diferença, em caso de falha, consiste em as primeiras barreiras, ao falharem, conduzirem necessariamente ao acontecimento crítico, em oposição às barreiras de proteção que podem ter ou não um outro acidente como fim.
(Kurowicka et al, 2008).
Estas últimas têm como principal função mitigar as consequências nefastas.
Em suma, este diagrama permite uma rápida visualização de qual barreira de segurança é acionada em cada cenário.
O diagrama “Bow-Tie” é utilizado em diversos projetos Europeus.
A abordagem “Bow-Tie” suporta, por exemplo, a metodologia denominada como MIMAH, Methodology For The Identification Of Major Accident Hazard, que tem como objetivo principal a identificação de todos os potenciais cenários de grandes acidentes a nível industrial (Dianous & Fiévez, 2006).
Esta metodologia encontra-se integrada no projeto ARAMIS, Accidental Risk Assessment Methodology For Industries, segundo a Directiva SEVESO II.

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