Curso Acesso por Corda – NBR 15595

Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma para Acesso por Corda Segundo NBR 15595
Foto Ilustrativa

Curso Acesso por Corda – NBR 15595

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sobre Aplicação da Norma NBR 15595 Acesso por Corda - Procedimento para Aplicação do Método

Referência: 110826

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Acesso por Corda – NBR 15595
O curso de Acesso por Corda segue o conteúdo programático descrito pela norma NBR 15595, conferindo ao profissional as respectivas informações e requisitos para a realização de atividades de ascensão, descensão, deslocamentos horizontais, resgate e auto resgate utilizando cordas, de forma a conferir segurança e integridade dos usuários.

O que é Acesso por Corda?
O Acesso por Corda segundo a ABNT NBR 15595, é uma técnica de progressão utilizando cordas em conjunto com outros equipamentos mecânicos, para ascensão ou descensão, ou ainda para realizar deslocamentos horizontais no ambiente de trabalho, assim como posicionamento no ponto de trabalho.

Escolha Seu Plano

100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial

08hs EAD / 08hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

16 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Transmissão Ao Vivo

16 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Live com Instrutor

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Curso Acesso por Corda – NBR 15595

Princípios e termos específicos utilizados;
Qualificações profissionais e pessoais;
Equipamentos;
Requisitos para aptidão física;
Análise de risco;
Principais princípios e práticas de trabalho;
Análise e composição de equipes de trabalho;
Checagem e análise de rotina em equipamentos de acesso por corda;
Procedimentos de trabalho;
Uso e verificação de ancoragens;
Técnicas de ascensão e descensão – acesso por corda;
Equipamentos de proteção individual;
Equipamentos e métodos de proteção coletiva;
Conclusão e finalização do trabalho;
Lista de itens a serem verificados do equipamento;
Considerações para análise de risco;
Verificação de pré-utilização de equipamentos;
Utilização de trava-quedas e descensor;
Métodos para ascensão;
Métodos para descensão;
Técnica de fracionamento;
Métodos de desvio;
Métodos de transferência de corda;
Troca de movimentação (ascensão e descensão);
Passagem de nó;
Passagem por obstrução de corda;
Progressão com talabartes;
Noções de resgate por corda;
Sistema de redução mecânica;
Movimentação de diferentes massas (equipamentos, materiais e pessoas);
Instalação de linha para movimentação horizontal e planos inclinados;
Técnicas de nós e de ancoragem;

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 15595 – Acesso Por Corda – Procedimento para Aplicação do Método;
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamentos de Proteção Individual;
NR – 17 – Ergonomia;
NR – 23 – Proteção Contra Incêndios;
NR – 33 – Segurança e Saúde nos Trabalho em Espaços Confinados;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR 14827 – Chumbadores Instalados em Elementos de Concreto ou Alvenaria – Determinação de Resistência à Tração e ao Cisalhamento;
ABNT NBR 15049 – Chumbadores de Adesão Química Instalados em Elementos de Concreto ou de Alvenaria Estrutural – Determinação do Desempenho;
ABNT NBR 14475 – Acesso por Corda – Qualificação e Certificação de Pessoas;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
Clique aqui

Carga Horária

Curso Acesso por Corda – NBR 15595

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Curso Acesso por Corda – NBR 15595

Antes de iniciar um trabalho de acesso por corda, o profissional de acesso por corda precisa verificar o trabalho a ser realizado, para estabelecer o método a ser utilizado e assegurar-se de que os riscos em potencial foram identificados.
As zonas de exclusão devem ser estabelecidas, não limitando-se apenas ao topo e à base do local de trabalho onde será realizado o serviço com acesso por corda.
Quando em trabalhos sobre a água, o colete salva-vidas ou flutuadores devem dar segurança ao profissional no caso de acidentalmente se soltarem durante uma queda. Estes equipamentos de proteção não podem obstruir ou impedir a atividade dos equipamentos de ascensão e descensão da corda do profissional.
Na atividade de acesso por corda é obrigatório o uso de no mínimo dois profissionais, dependendo do nível de risco do trabalho. Podem ser utilizados três ou mais profissionais, sob supervisão direta ou remota, dependendo do risco avaliado.
Devido à multiplicidade de áreas, serviços e atividades à que a técnica de acesso por corda é aplicada, o tipo de supervisão a ser utilizada deve ser definida durante a elaboração da análise de risco e/ou no procedimento de trabalho.
O responsável pela equipe de acesso por corda deve verificar o local de trabalho quanto às condições de segurança, discutidas e acordadas na análise de risco, e se houve alguma mudança no cenário que necessite ações corretiva e/ou preventiva, ou até mesmo a elaboração de uma nova análise de risco.
Nenhuma queda deve causar no profissional impacto contra qualquer superfície. Por isto, a análise de risco deve sempre contemplar o risco “batido-contra”, para que sejam discutidas e aplicadas medidas que venham a eliminar ou controlar este risco.
Para cada local de trabalho deve haver um plano de auto-resgate e resgate de profissionais de sua equipe.
As técnicas de acesso por corda podem ser estendidas desde atividades em tensão ou suspensão, incluindo travessia, ajuda ou condução da progressão guiada. Como algumas destas técnicas podem resultar em quedas, só devem ser usadas depois de uma identificação específica de perigo e avaliação de risco, e a escolha apropriada de equipamento de acesso e proteção contra quedas; somente profissionais especificamente treinados e qualificados podem engajar-se na elaboração e execução deste tipo de trabalho com acesso por corda. Visando o controle e aperfeiçoamento do método de acesso por corda, deve-se fazer o registro de todas as ocorrências, inclusive os acidentes e incidentes.
Todos os equipamentos devem ser inspecionados antes e depois de cada uso. Os detalhes de todas as inspeções devem ser registrados.
O cinto de segurança tipo paraquedista deve ser ajustável, fixado ao corpo do profissional de acesso por corda, de forma a distribuir as forças de sustentação e de parada sobre as coxas, cintura, peito e ombros.
Equipamentos ou sistemas de descida (sobre a corda de trabalho) devem ser autoblocantes (se o profissional perder o controle, eles param automaticamente sem o uso das mãos).
Os equipamentos utilizados para a realização da técnica de acesso por corda deve ser armazenado e receber manutenção conforme recomendação do fabricante. As informações do fabricante e fornecedor, como número de série do equipamento e a nota fiscal, devem ser mantidas com a finalidade de obter rastreabilidade.
Quando estiver utilizando o trava-queda, posicioná-lo sempre a uma altura tal que minimize o fator de queda.
A força de impacto sobre um profissional em qualquer queda nunca deve ser superior a 6 kN. Para tanto, o talabarte deve limitar a força de impacto e o trava-quedas deve ser posicionado a uma altura que minimize o fator de queda.
Para evitar que o profissional nunca desça inadvertidamente uma distância maior que a corda de trabalho ou segurança, elas devem ser finalizadas com um nó de retenção nas extremidades.
Todo profissional, ao utilizar o método de acesso por corda, deve utilizar duas cordas em sistemas de ancoragem independentes e/ou individuais de modo que, em caso de falha de uma, o profissional não sofra uma queda.
NOTA: Este é o princípio da dupla proteção, que é essencial para garantir pelo menos uma alternativa de segurança para prevenção de queda de profissionais. Isto significa que, qualquer que seja a falha em um sistema de suspensão, há um apoio adequado para prevenir um acidente.
Todo profissional, ao utilizar o método de acesso por corda, deve estar conectado em dois pontos de ancoragem independentes e/ou individuais, de modo que, em caso de falha de um, o profissional não sofra uma queda.
NOTA: Os ascensores só são considerados como ponto de ancoragem se estiverem conectados em conjunto; do contrário cada um vale meio ponto.
A conexão de um profissional ao sistema de acesso por corda deve ser feita em uma área onde não haja risco de queda de altura, a menos que haja proteção por outros meios.
EXEMPLO: Criação de uma linha de vida para ancorar o talabarte.
O profissional deve estar conectado a ambas as cordas, de trabalho e de segurança, por meio de um cinto de segurança tipo paraquedista específico para o trabalho de acesso por corda. As duas cordas devem estar conectadas ao EPI.
O profissional deve ser treinado para executar qualquer manobra de acesso por corda para a qual tenha sido designado, incluindo auto-resgate e resgate de profissionais de sua equipe. Ao profissional só deve ser atribuída tarefa apropriada a seu nível de treinamento em acesso por cordas e na atividade que irá executar.
EXEMPLO: Inspetor de equipamentos, soldador, caldeireiro etc.
O profissional deve saber inspecionar e utilizar os seus equipamentos, incluindo um entendimento de quando os equipamentos devem ser retirados de serviço.
O profissional deve utilizar roupas e equipamentos apropriados para as situações e condições de trabalho.
NOTA Recomenda-se que, devido à multiplicidade de áreas, serviços e atividades à que a técnica de acesso por corda é aplicada, os EPI, roupas e equipamentos utilizados nos serviços sejam descritos na análise de risco ou no procedimento de trabalho.
O profissional deve sempre estar em condições de resgatar a si mesmo, ou ser resgatado por sua equipe como parte da técnica de trabalho, ou por uma equipe de resgate de prontidão no local.
Quando o profissional estiver em progressão artificial, deve haver sempre dois pontos de conexões à estrutura.

Curso Acesso por Corda – NBR 15595: Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos