Avaliação Técnica de Segurança em Sistemas de Içamento por Cabos de Aço para Pontes Rolantes

O objetivo da Avaliação Técnica de Segurança em Sistemas de Içamento por Cabos de Aço para Pontes Rolantes é atender as Normas Regulamentadoras cabíveis, garantindo a Segurança das Máquinas e Equipamentos, visando a preservação da saúde e a integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de proteção dos riscos existentes, ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos funcionários expostos. A avaliação é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas Normas Regulamentadoras, em especial com a NR.11.

Avaliação Técnica de Segurança Sistema de Içamentos com Cabo de aço para Pontes Rolantes
Avaliação Técnica Segurança Sistema Içamentos com Cabo de aço Pontes Rolantes

A avaliação técnica, é um planejamento estratégico e sequencial das medidas de segurança que devem  ser  implementadas em pontes rolantes com o objetivo de garantir proteção adequada à integridade física e à saúde de todos os trabalhadores envolvidos com as diversas formas e etapas de uso de pontes rolantes e/ou dos equipamentos similares.
A avaliação deve ser aplicada nos estabelecimentos que possuem pontes rolantes, pórticos, talhas, e/ou equipamentos similares, norteando que nenhum trabalhador deve executar as suas atividades expondo-se às zonas de risco de forma desprotegida.
As empresas devem elaborar a avaliação, e mantê-la à disposição dos representantes dos trabalhadores na CIPA, onde houver, e das autoridades competentes.
Toda empresa deve ter um procedimento por escrito, para definir as sequências lógicas e seguras de todas as atividades relacionadas a pontes rolantes e similares.
Devem constar nesta avaliação, uma planta baixa e relação com todos os equipamentos, os quais devem ser identificados e descritos individualmente, constando:
Tipo de Ponte Rolante;
Modelo;
Fabricante;
Ano de fabricação;
Capacidade;
Referências normativas;
Materiais a serem içados;
Fabricação de cabos;
Designação e classificação;
Dimensões;
Carga de ruptura;
Verificação de requisitos e métodos de ensaio;
Ensaio para medição do diâmetro do cabo;
Ensaio de carga de ruptura do cabo;
Movimentos e Acessórios da Ponte Rolante;
Movimentação e elevação de cargas;
Manutenção Preventiva;
Plano de Manutenção.
Deve constar na avaliação, a definição dos Sistemas de Proteção, para cada ponte, devendo conter seu princípio de funcionamento.
A implantação dos Sistemas para cada ponte ou equipamento similar deve ser acompanhada de cronograma, especificando-se cada etapa e prazo a ser desenvolvida.
O Plano de Manutenção de cada ponte ou equipamento similar deve ser registrado em livro próprio, ficha ou informatizado.
O empregador é o responsável pela avaliação do equipamento, por intermédio de seus representantes, comprometendo-se com as medidas previstas e nos prazos estabelecidos na NR 11 e seus anexos.
As pontes rolantes e similares, devem obedecer as seguintes medidas de proteção, constantes na NR.12, itens 12.1.1 ao item 12.3.11.1 e suas alíneas, bem como em conformidade a NR.11,
itens 11.1 ao item 11.1.8 e suas alíneas e NBR ISO 2408 de 01/2008.

Saiba mais sobre Avaliação Técnica Segurança Sistemas Içamento Cabos de Aço Pontes Rolantes:
18.16 Cabos de Aço e Cabos de Fibra Sintética
18.16.1 É obrigatória a observância das condições de utilização, dimensionamento e conservação dos cabos de aço utilizados em obras de construção, conforme o disposto na norma técnica vigente NBR 6327/83 – Cabo de Aço/Usos Gerais da ABNT. substituída pela NBR ISO 2408 de 01/2008
18.16.2 Os cabos de aço de tração não podem ter emendas nem pernas quebradas que possam vir a comprometer sua segurança. (Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002).

18.16.2.1 Os cabos de aço devem ter carga de ruptura equivalente a, no mínimo, 5 (cinco) vezes a carga máxima de trabalho a que estiverem sujeitos e resistência à tração de seus fios de, no mínimo, 160 kgf/mm2 (cento e sessenta quilogramas-força por milímetro quadrado). (Incluído pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
18.16.3 Os cabos de aço e de fibra sintética devem ser fixados por meio de dispositivos que impeçam seu deslizamento e desgaste. (Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
18.16.4 Os cabos de aço e de fibra sintética devem ser substituídos quando apresentarem condições que comprometam a sua integridade em face da utilização a que estiverem submetidos. (Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002).
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