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O que é Resina Fenólica?
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Análise Poeira de Resina Fenólica

Nome Técnico: Execução de Inspeção e Emissão de Relatório Técnico de Analise de Poeira de Resina Fenólica

Referência: 117612

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Análise Poeira de Resina Fenólica
Execução de Inspeção e Emissão de Relatório Técnico de Analise de Poeira de Resina Fenólica tem como principal objeto de estudo a determinação do teor de fenol presente nas resinas e da presença de poeira gerada pelos compostos, nos ambientes de trabalho, trazendo risco à integridade física do colaborador caso exposto por muitas horas sob concentrações superiores a 4,0 mg/m³, estabelecido pela Norma Regulamentadora Nº 15.

O que é Resina Fenólica?
Resina Fenólica é o composto químico à base de Fenol e Ácido Carbólico, sendo caracterizado por possuir hidroxilas ligadas ao ‘anel aromático’. Suas propriedades são semelhantes à de um álcool, entretanto, é mais ácido e pode ser obtido através da extração de óleos de Hulha e Alcatrão. Fenol é um produto altamente corrosivo, capaz de prejudicar as membranas e mucosas humanas e quando ingerido, inalado ou absorvido pela pele, pode causar queimaduras graves, problemas no sistema nervoso, rins e câncer, à longo prazo.

Escopo do Serviço

Análise de Poeira de Resina Fenólica

Procedimentos ocupacionais para realização da inspeção;
Avaliação qualitativa do uso e conformidade das máquinas;
Identificação de riscos de carga eletrostática;
Avaliação da presença de gases e vapores;
Identificação de pressões anormais;
Checagem de condições ambientais;
Verificação de presença de radiação ionizante e não-ionizante;
Identificação e escolha da aparelhagem;
Determinação dos reagentes;
Preparação da mistura dos reagentes;
Pesagem da amostra;
Teste com álcool etílico e água;
Solubilização da resina;
Teste utilizando ácido clorídrico;
Teste utilizando cloridrato de hidroxilamina;
Homogeneização da solução com hidróxido de sódio e cloridrato de hidroxilamina;
Identificação dos resultados através de equação;
Classificação do grau de inflamabilidade das poeiras encontradas;
Checagem dos equipamentos de proteção individual;
Verificação de PPRA e PCMSO;

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 16350 – Preparação da mistura-padrão para ensaios de resina fenólica líquida para fundição do processo de areia coberta – procedimento;
ABNT NBR 9765 – Resinas fenólicas para fundição – Determinação do teor de formol livre;
ABNT NBR 12112 – Materiais para fundição em moldagem macharia – Determinação do PH – Método de ensaio;
ABNT NBR 16428 – Resina fenólica uretânica para fundição – Determinação do teor de formol livre – Método de ensaio;
ABNT NBR 9765 – Resinas fenólicas para fundição — Determinação do teor de formol livre — Método de ensaio;

NR 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Execução de Inspeção e Emissão de Relatório Técnico de Analise de Poeira de Resina Fenólica

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Saiba Mais: Análise de Poeira de Resina Fenólica

NR -15 Normas Regulamentadora 15 Atividades e Operações Insalubres
15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem:
15.1.1 Acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11 e 12;
15.1.2 (Revogado pela Portaria MTE n.º 3.751/1990).
15.1.3 Nas atividades mencionadas nos Anexos n.º 6, 13 e 14;

15.1.4 Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos n.º 7, 8, 9 e 10.
15.1.5 Entende-se por “Limite de Tolerância”, para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade  máxima  ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não 
causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.
15.2 O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com os subitens do item anterior, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a:
15.2.1 40% (quarenta por cento), para insalubridade de grau máximo;
15.2.2 20% (vinte por cento), para insalubridade de grau médio;
15.2.3 10% (dez por cento), para insalubridade de grau mínimo;
15.3 No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo vedada a percepção cumulativa.
15.4 A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo.
15.4.1 A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:
a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância;
b) com a utilização de equipamento de proteção individual.
15.4.1.1  Cabe  à  autoridade  regional  competente  em  matéria  de  segurança  e  saúde  do  trabalhador,  comprovada  a insalubridade por laudo técnico de engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho, devidamente habilitado, fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade quando impraticável sua eliminação ou neutralização.
15.4.1.2 A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada através de avaliação pericial por  órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador.
15.5 É facultado às empresas e aos sindicatos das categorias profissionais interessadas requererem ao  Ministério  do Trabalho, através das DRTs, a realização de perícia em estabelecimento ou setor deste, com o objetivo de caracterizar e classificar ou determinar atividade insalubre.
15.5.1 Nas perícias requeridas às Delegacias Regionais do Trabalho, desde que comprovada a insalubridade, o perito do Ministério do Trabalho indicará o adicional devido.
15.6 O perito descreverá no laudo a técnica e a aparelhagem utilizadas.
15.7 O disposto no item 15.5. não prejudica a ação fiscalizadora do MTb nem a realização ex-officio da perícia, quando solicitado pela Justiça, nas localidades onde não houver perito.

AGENTES QUÍMICOS CUJA INSALUBRIDADE É CARACTERIZADA POR LIMITE DE TOLERÂNCIA E INSPEÇÃO NO LOCAL DE TRABALHO
1.Nas atividades ou operações nas quais os trabalhadores ficam expostos a agentes químicos, a caracterização de insalubridade ocorrerá quando forem ultrapassados os limites de tolerância constantes  do Quadro n.o  1 do Anexo desta norma.
2.Todos os valores fixados no Quadro n.o  1 – Tabela de Limites de Tolerância são válidos para absorção apenas por via respiratória.
3.Todos os valores fixados no Quadro n.o  1 como “Asfixiantes Simples” determinam que nos ambientes de trabalho, em presença destas substâncias, a concentração mínima de oxigênio deverá ser 18 (dezoito) por cento em volume. As situações nas quais a concentração de oxigênio estiver abaixo deste valor serão consideradas de risco grave e iminente.
4. Na coluna “VALOR TETO” estão assinalados os agentes químicos cujos limites de tolerância não podem ser ultrapassados em momento algum da jornada de trabalho
5. Na coluna “ABSORÇÃO TAMBÉM PELA PELE” estão assinalados os agentes químicos que podem ser absorvidos, por via cutânea, e portanto exigindo na sua manipulação o uso da luvas adequadas, além do EPI necessário à proteção de outras partes do corpo.
6.A avaliação das concentrações dos agentes químicos através de métodos de amostragem instantânea, de leitura direta ou não, deverá ser feita pelo menos em 10 (dez) amostragens, para cada ponto  – ao nível respiratório do trabalhado Entre cada uma das amostragens deverá haver um intervalo de, no mínimo, 20 (vinte) minutos.
7. Cada uma das concentrações obtidas nas referidas amostragens não deverá ultrapassar os valores obtidos na equação que segue, sob pena de ser considerada situação de risco grave e iminente.
8. O limite de tolerância será considerado excedido quando a média aritmética das concentrações ultrapassar os valores fixados no Quadro n.° 
9. Para os agentes químicos que tenham “VALOR TETO” assinalado no Quadro ° 1 (Tabela de Limites de Tolerância) considerar-se-á excedido o limite de tolerância, quando qualquer uma das concentrações obtidas nas amostragens ultrapassar os valores fixados no mesmo quadro.
10. Os limites de tolerância fixados no Quadro ° 1 são válidos para jornadas de trabalho de até 48 (quarenta e oito) horas por semana, inclusive.
10.1 Para jornadas de trabalho que excedam as 48 (quarenta e oito) horas semanais dever-se-á cumprir o disposto no art. 60 da CLT.

RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES
1. Para os efeitos desta norma, são radiações não ionizantes as micro-ondas, ultravioletas e laser.
2. As operações ou atividades que exponham os trabalhadores às radiações não ionizantes, sem a proteção adequada, serão consideradas insalubres, em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho.
3. As atividades ou operações que exponham os trabalhadores às radiações da luz negra (ultravioleta na faixa – 400- 320 nanômetros) não serão consideradas insalubres.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Execução de Inspeção e Emissão de Relatório Técnico de Analise de Poeira de Resina Fenólica: Consulte-nos.

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