1305 - Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão

1305 - Estágio Prático na Operação Vasos de Pressão

1305 – Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão

Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão - Código Exigência eSocial: 1305

Referência: 37233

1305 – Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão
O 1305 – Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão tem como objetivo proporcionar experiência direta ou indireta com a análise do sistema de segurança na operação e manutenção dos vasos de pressão conforme o padrão eSocial, é fundamental que seja aplicado por profissional capacitado e legalmente habilitado para garantir a segurança e saúde de todos os envolvidos.

O que são Vasos de Pressão?
Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob pressão interna ou externa, diferente da atmosférica.
a) Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:
Classe A: Fluidos inflamáveis, fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius), fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (vinte partes por milhão), hidrogênio, acetileno.
Classe B: Fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus Celsius), fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm (vinte partes por milhão).
Classe C: Vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.
Classe D: Outro fluido não enquadrado acima.

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Conteúdo Programático

1305 – Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão

Unidades de pressão;
Calor e temperatura;
Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
Modos de transferência de calor;
Calor específico e calor sensível;
Pressão;
Pressão atmosférica;
Pressão interna de um vaso;
Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta;
Transferência de calor a temperatura constante;
Vapor saturado e vapor superaquecido;
Procedimentos de partidas e paradas;
Procedimentos e parâmetros operacionais de rotina;
Procedimentos para situações de emergência;
Procedimentos gerais de segurança, saúde e de preservação do meio ambiente;
Identificação dos vasos de pressão;
Categorias dos vasos de pressão;
Geradores de vapor;
Tipos do vaso de pressão;
Legislação e Normalização;
Noções de Grandezas Físicas e Unidades;
Equipamentos de Processo;
Procedimentos de Emergência;
Descarte de Produtos Químicos e Preservação do Meio Ambiente;
Avaliação e Controle de Riscos Inerentes ao Processo;
1. Noções de física aplicada;
1.1 Pressão;
1.1.1 Pressão atmosférica;
1.1.2 Pressão manométrica e pressão absoluta;
1.1.3 Pressão interna, pressão externa e vácuo;
1.1.4 Unidades de pressão;
1.2 Transferência de calor;
1.2.1 Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
1.2.2 Modos de transferência de calor;
1.2.3 Calor específico e calor sensível;
1.2.4 Transferência de calor a temperatura constante;
1.3 Termodinâmica;
1.3.1 Conceitos;
1.3.2 Vapor saturado e vapor superaquecido;
1.4 Mecânica dos Fluidos;
1.4.1 Conceitos Fundamentais;
1.4.2 Pressão em Escoamento;
1.4.3 Tipos de Escoamento: Laminar e Turbulento;
1.4.4 Escoamento de Líquidos: Transferência por Gravidade, Diferença de pressão, Sifão;
1.4.5 Perda de Carga: Conceito, rugosidade, acidentes;
1.4.6 Princípio de Bombeamento de Fluidos;
2. Noções de química aplicada;
2.1 Densidade;
2.2 Solubilidade;
2.3 Difusão de gases e vapores;
2.4 Caracterização de Ácido e Base (Álcalis) ­ Definição de pH;
2.5 Fundamentos básicos sobre corrosão;
3. Tópicos de inspeção e manutenção de equipamentos e registros;
4. Equipamentos de processo. Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, onde aplicável;
4.1 Acessórios de tubulações;
4.2 Acessórios elétricos e outros itens;
4.3 Aquecedores de água;
4.4 Bombas;
4.5 Caldeiras (conhecimento básico);
4.6 Compressores;
4.7 Condensador;
4.8 Desmineralizador;
4.9 Esferas;
4.10 Evaporadores;
4.11 Filtros;
4.12 Lavador de gases;
4.13 Reatores;
4.14 Resfriador;
4.15 Secadores;
4.16 Silos;
4.17 Tanques de armazenamento;
4.18 Torres;
4.19 Trocadores calor;
4.20 Tubulações industriais;
4.21 Turbinas a vapor;
4.22 Injetores e ejetores;
4.23 Dispositivos de segurança;
4.24 Outros;
5. Instrumentação;
6. Operação da unidade;
6.1 Descrição do processo;
6.2 Partida e parada;
6.3 Procedimentos de emergência;
6.4 Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente;
6.5 Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo;
6.6 Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos;
7. Legislação e normalização;
7.1 Norma Regulamentadora n.º 13 ­ NR­13;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
ABNT NBR 15417 – Vasos de pressão – Inspeção de segurança em serviço;
ABNT NBR 15949 – Vaso de pressão para ocupação humana (VPOH) para fins terapêuticos — Diretrizes para construção, instalação e operação;
ABNT NBR 1645 – Vasos de pressão – Metodologia para inspeção não intrusiva;
ABNT NBR ISO 14623 – Sistemas espaciais – Projeto estrutural – Vasos de pressão e estruturas pressurizadas – Projeto e operação;
ABNT NBR ISO 16528 – Caldeiras e vasos de pressão;
ABNT NBR NM 339 – Ensaios não destrutivos – Ensaio de emissão acústica (EA) em vaso de pressão metálico durante o ensaio de pressão – Procedimento;
NM 339 – Ensaios não destrutivos – Ensaio de emissão acústica (EA) em vaso de pressão metálico durante o ensaio de pressão – Procedimento;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

CHECKLIST
Finalidade: Adequação da nossa proposta a real necessidade da empresa com relação ao  “Treinamento Segurança na Operação de Unidades de Processo”,

Assinale os tipos de equipamentos que possui:
(    ) Trocadores de calor – 04 horas;
(    ) Tubulação, válvulas e acessórios – 04 horas;
(    ) Bombas – 04 horas;
(    ) Turbinas e ejetores – 04 horas;
(    ) Compressores – 04 horas;
(    ) Torres, vasos, tanques e reatores – 04 horas;
(    ) Fornos – 04 horas;
Caldeiras (caso a empresa tenha caldeira, responder abaixo)
(    ) Aquatubular= 40 horas
(    ) Flamotubular = 40 horas
(    ) Mista = 40 horas
1. Descrição do processo: = 02 horas
2. Partida e parada:= 02 horas
3. Procedimentos de emergência:  = 02 horas
4. Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente: = 02 horas
5. Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo: = 02 horas

Em caso de equipamento especial (operação) a empresa deve enviar a documentação abaixo para ser anexado material didático.

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Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

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Participantes com experiência:
Carga horária mínima = B1.6 Todo profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve cumprir estágio prático, supervisionado, na operação de vasos de pressão de 300 (trezentas) horas para o conjunto de todos os vasos de pressão de categorias I ou II.

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização: (Reciclagem):
A reciclagem de operadores deve ser permanente por meio de constantes informações das condições físicas e operacionais do equipamento, atualização técnica, informação de segurança, participação em curso, palestras e eventos.
Realização de estágios.
O estabelecimento cedente deve informar previamente ao sindicato:
Período de realização;
Responsável pelo estágio;
Relação dos participantes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: 1305 – Estágio Prático na Operação de Vasos de Pressão:

O nome vaso de pressão designa genericamente todos os recipientes estanques, de qualquer tipo, dimensões, formato ou finalidade, capazes de conter um fluido pressurizado.
Dentro de uma definição tão abrangente incluise uma enorme variedade de equipamentos, desde uma simples panela de pressão de cozinha, até os mais sofisticados reatores nucleares.
Constituem a parte mais importante e os itens de maior custo em numerosas indústrias, tais como refinarias e outras instalações petrolíferas, indústrias químicas e petroquímicas em geral, até mesmo em indústrias farmacêuticas e alimentares.
Contrariamente ao que acontece com quase todos os outros equipamentos, máquinas, veículos, objetos e materiais de uso corrente, a grande maioria dos vasos de pressão não é um item de linha de fabricação de alguma indústria.
Salvo algumas exceções, os vasos são projetados e construídos por encomenda, sob medida, para atender a determinada finalidade ou a determinada condição de operação. Consequentemente o projeto é quase sempre feito individualmente para cada vaso a ser construído.
O projeto de um vaso de pressão não inclui somente o seu dimensionamento físico para resistir à pressão e demais cargas atuantes, como também a seleção técnica e econômica dos materiais adequados, dos processos de fabricação, detalhes, peças internas etc.
É extremamente importante enfatizar que o projeto e construção de vasos de pressão são atividades de engenharia, dessa forma destinam-se a satisfazer da melhor maneira possível uma necessidade social.
São indispensáveis todas as possíveis considerações a respeito de todos os fatores éticos e sociais que possam estar envolvidos, ainda que de forma remota ou indireta.
Além do aspecto de segurança em equipamentos cuja operação apresente risco potencial de acidentes, devem-se considerar a segurança contra acidentes durante o processo de fabricação e montagem do vaso de pressão, bem como possíveis prejuízos a terceiros e danos ecológicos.

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