1206 - Curso Básico de Segurança de Plataforma

1206 - Curso Básico de Segurança de Plataforma

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma

Curso Básico de Segurança de Plataforma - Código Exigência eSocial: 1206

Referência: 37711

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma
O 1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma tem como objetivo instruir e capacitar os profissionais para operação em plataformas elevatórias de forma a garantir a saúde e integridade dos colaboradores durante a execução das atividades profissionais conforme o padrão eSocial.

O que são Plataformas Elevatórias?
São importantes ferramentas utilizadas para trabalhos em altura, por aqueles que realizam serviços de manutenção em fábricas ou em ambientes externos, como fachadas e galpões.
O número de utilidades que essas máquinas possuem é enorme, e por esse motivo, quando pensamos na melhor aplicação para trabalhos em altura é importante conhecer os todos os tipos de plataformas aéreas e seus detalhes técnicos.

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Conteúdo Programático

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma

Informações Gerais;
Instruções Gerais de Segurança;
Riscos Residuais e Verificações;
Espaço de Trabalho;
Características Técnicas do Equipamento;
Tipos de Plataformas;
Tipos de Montagem de Plataformas (Auto-propelida, Rebocada, Montada em Caminhão);
Atravancamentos e Rótulos;
Princípios de Funcionamento;
Estudo do Manual do Equipamento;
Segurança na Utilização;
Proximidade a Linhas Elétricas;
Efeito do Vento;
Trabalhos em Ambientes Externos – Descargas Atmosféricas;
Carregamento, Descarregamento, Deslocamento e Precauções;
Operações (Painel de Solo e no Cesto da Plataforma);
Operação em Casos de Emergência;
Manutenção (Preventiva e Corretiva – TPM);
Incidentes;
Estudos de Caso;
Sistemas de Segurança;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR-11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-17 – Ergonomia;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR ISO 9386 – Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida — Requisitos para segurança, dimensões e operação funciona;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: 1206 – Curso Básico de Segurança de Plataforma:

PLATAFORMAS ELEVATÓRIAS ARTICULADAS
Alcançando alturas de até 43 metros, as plataformas elevatórias articuladas existem para proporcionar maior segurança para o trabalhador. Seu principal mérito está no fato de que elas garantem uma maior produtividade, uma vez que o espaço de deslocamento sobre a plataforma articulada é maior do que o trabalhador teria em outros equipamentos.
Além disso, é importante ressaltar a facilidade de manuseio das plataformas: elas são manobráveis, com quase nenhum ruído. Por essa razão, esses modelos podem ser utilizados tanto em ambientes externos quanto em ambientes internos. O trabalho é facilitado pelo fato de a altura ser regulável.
Em outras palavras, as plataformas articuladas são voltadas para trabalhos cuja altura necessária a se atingir seja maior do que 12 metros. Dentro dessa categoria, há vários tipos de modelos e o ideal é conversar diretamente com a empresa responsável pela locação para que possa ser feita a melhor indicação de acordo com a finalidade de uso.
As plataformas articuladas podem ser movidas a dois tipos de energia:

PLATAFORMAS ARTICULADAS ELÉTRICAS
As plataformas elétricas podem ser utilizadas em ambientes internos e externos. Contudo, os pisos para sua locomoção precisam ser regulares, assim, seu desempenho será bem mais adequado. A plataforma elétrica vai acompanhada de baterias e carregadores que podem ser carregados em tomadas simples e convencionais.

PLATAFORMAS ARTICULADAS A DIESEL
Já as plataformas elevatórias movidas a diesel funcionam muito bem em pisos irregulares e em locais abertos. Isso quer dizer que as plataformas a diesel não podem ser utilizadas em ambientes fechados? Não, se houver a permissão das normas internas de segurança é possível.

PLATAFORMAS TESOURA
A segunda espécie de plataforma elevatória é a chamada plataforma tesoura. Ela recebe esse nome devido ao mecanismo responsável por levantar a base de trabalho, que se move como se fosse uma tesoura fazendo um recorte. Nesse caso, a altura máxima que ela consegue atingir não ultrapassa os 12 metros.
As plataformas elevatórias tipo tesoura são as mais indicadas para instalações estruturais como serviços de rede e telefonia, ar condicionado, linhas de incêndio, peças de comunicação visual – como fachadas e letreiros – linhas de manutenção e estoque em galpões e barracões. As possibilidades de uso, obviamente, são muito mais amplas, mas esses são os usos mais comuns.
Entre as indicações desse tipo de ferramenta, destacamos aquelas onde há a necessidade de se elevar uma maior quantidade de peso: elas podem suportar até 150 quilos com folga. A extensão de sua cesta chega a medir 1,2 m x 2,3 m. Ou seja, há muito mais conforto e segurança para o trabalhador nesse equipamento do que na utilização de escadas, por exemplo.

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