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Conteúdo Programático

Treinamento Coleta de Abelhas, Vespas (Marimbondos) e Serpentes:

Avaliação e preservação;
A Importância ecológica;
Aspectos culturais e conservação;
Reconhecimento das Principais espécies;
Ciclo de Vida;
Procedimentos e Legislação ambiental e normas regulamentadoras;
EPIs e EPCs;
Seleção materiais e equipamento;
Prevenção de acidentes e primeiros socorros;
Reconhecimento de ambientes;
Características, curiosidades e evolução;
Coleta De Abelhas, Vespas (Marimbondos)
Principais manejos e riscos com a Colônia
Colheita do mel e própolis;
Instalação e manejo do meliponário;
Principais aspectos da Organização Social;
Técnicas de Manejo e preparo das caixas racionais;
Transporte de colônias
Coleta de Enxame e Transferência para caixa racional (abelhas)
A retirada do ninho e coleta de enxames naturais em locais de risco iminente e risco de predação, desde que fora de áreas de proteção.
Remoção e Coleta de Serpentes e Repteis
Técnicas de Manejo e preparo da caixa para transporte;
Utensílios de contenção para acondicionamento e transporte de Serpentes e Repteis;
Taxonomia de serpentes;
Acidentes ofídicos;
Montagem de armadilhas de interceptação e queda;
Espécies e Identificação de Serpentes e Repteis;
Técnicas de Segurança em Manejo e Contenção;
Habitat Natural de Serpentes e Repteis;
Caracteristicas do veneno
Biologia dos répteis;
Rotina clínica do médico veterinário de selvagens;
Principais doenças;
Legislação Ambiental e  Normas Regulamentadoras aos dispositivos aplicáveis.

 

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura.
Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses (Normas Técnicas e Operacionais)
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Treinamento Coleta de Abelhas, Vespas (Marimbondos) e Serpentes:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais Sobre o Treinamento Coleta de Abelhas, Vespas (Marimbondos) e Serpentes:

NR-31 – 31.1.1 Esta Norma Regulamentadora tem por objetivo estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no
ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura,
pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.
Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses (Normas Técnicas e Operacionais):
Animais peçonhentos e venenosos:
O Brasil, devido a sua alta diversidade de biomas, é um dos países com grande variedade de animais peçonhentos e venenosos. Os animais peçonhentos brasileiros de interesse médico, isto é, com relevância para a saúde pública devido ao potencial de gravidade dos acidentes causados, são algumas espécies de serpentes, escorpiões, aranhas, lagartas e abelhas.
São registrados, por ano, cerca de 160 mil acidentes por animais peçonhentos no Brasil, fato que justifica a necessidade de se intensificar os trabalhos de vigilância em seus vários eixos de atuação, em especial, quanto à identificação e à distribuição geográfica de espécies de animais peçonhentos e venenosos.
Para os trabalhos de busca ativa, coleta, acondicionamento, transporte, guarda, estruturação de coleções didáticas de animais peçonhentos, seguem recomendações mínimas:
Trabalho com serpentes:
Acidentes com serpentes, em sua grande maioria, acontecem na região do corpo entre os joelhos e os pés, seguida pelas mãos e pelos braços. Portanto, todo o trabalho, independentemente do tipo de atividade (coleta, transporte etc), deve ser realizado com o uso de EPI e outros materiais indispensáveis.
Materiais mínimos necessários para atividades de campo (coleta)
EPI: botas e/ou perneiras de couro que protejam, no mínimo, até a região dos joelhos; calça comprida; luvas de raspa de couro; chapéu ou boné; repelente;
Gancho e/ou pinção: manipulação e/ou contenção das serpentes;
Sacos de pano: acondicionamento dos espécimes.
Sacos de plástico: para guarda e transporte de serpentes mortas.
Caixa de madeira: transporte dos espécimes.
Etiquetas para identificação: 3 cm x 6 cm, em papel vegetal.
Caderno de anotações de campo.
Lápis nº 2: para escrita nas etiquetas (a escrita a lápis é resistente ao álcool e à água);
Algodão, gaze, álcool 70%, formol 10%, seringa de 20 ml e agulha de 30 mm x 0,70 mm: para aproveitamento de serpentes mortas.
Câmera fotográfica.
Materiais mínimos necessários para atividades de laboratório (identificação)
EPI: botas e/ou perneiras de couro que protejam, no mínimo, até a região dos joelhos; calça comprida; luvas de raspa de couro; jaleco; óculos de proteção.
Gancho e/ou pinção: para manipulação e/ou contenção das serpentes.
Estereomicroscópio (lupa de mesa).
Etiquetas para identificação: 3 cm x 6 cm, em papel vegetal.
Caderno de anotações de laboratório.
Lápis nº 2: para escrita nas etiquetas (a escrita a lápis é resistente ao álcool e à água).
Câmera fotográfica.
Bibliografia para identificação de serpentes.

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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