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Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11

Conteúdo Programático:
Conscientização sobre a importância  de utilizar o manual de instruções do equipamento;
Segurança do Trabalho;
Acidentes de Trabalho: Causas e Consequências;
Prevenção a acidentes do trabalho;
Tecnologia/ Prática Profissional;
Apresentação do equipamento;
Princípios de equilíbrio;

Curso Operador de BobCat (Mini carregadeira)
Curso Operador de BobCat (Mini carregadeira)

Lubrificação, limpeza e cuidados básicos;
Procedimentos corretos de operação;
Segurança do equipamento;
Segurança de operação e responsabilidades;
Exercícios evolutivos:
Verificação da manutenção diária pelo operador;
Identificação das partes da máquina;
Identificação das alavancas de comando e instrumentos do painel;
Operação com máquina parada (reconhecer os movimentos básicos) Operação sem carga,operação com carga;
Prevenção de Acidentes e Primeiros Socorros;
Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis : NR 11, NR 12, NR 18, NR 06, NR 17, NR 31

Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:

MELHORIA CONTÍNUA: Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11.
Ao final do curso, com o objetivo de buscar melhorias, e a pedido da contratada, a Contratante poderá em até 10 dias úteis uma avaliação do treinamento com sugestões técnicas do instrutor, dividida em duas partes distintas, a saber:
Parte I – Indicadores de aspectos individuais de cada participante do evento:
-Assiduidade e Pontualidade  – Participação e Desempenho.
Parte II – Sugestões do instrutor e medidas complementares para a continuidade do desenvolvimento profissional dos participantes e aprimoramento da sua área:
-Treinamentos complementares;
-Práticas a serem adotadas no trabalho;
-Recomendações ao superior imediato do participante.

Nome Técnico: Curso Capacitação NR 11 Segurança na Operação de Mini Carregadeira (Bobcat)

Carga Horária: Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11
Capacitação participantes sem experiência  – Carga horária  mínima = 40 horas/aula
Capacitação participantes com experiência – Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Procedimentos e Documentos necessários para operação de  Máquinas e Equipamentos Autopropelidos e Guindar:
ASO (Atestado de Saúde Ocupacional, com indicação para operação dentro da validade);
Cópia da carteira de trabalho (Página  foto; qualificação civil e contrato de trabalho);
Ficha de registro e controle de entrega de EPI;
Cópia do contrato de prestação de serviço;
CNH Categoria E,D ou C do motorista;
Certificado de Capacitação e Atualização  específica da máquina ou equipamento, carteira de identificação;
Laudo de Inspeção Técnica da Máquina ou Equipamento;
Laudos das cintas de içamento, cabos de aço e correntes quando for o caso;
ART de liberação do equipamento;
Manual de Instruções Técnicas do equipamento;

Clique no vídeo para assistir vídeo e treinamento ministrado.

 

Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:
POR QUE A CAPACITAÇÃO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINAS E  EQUIPAMENTOS  DEVE POSSUIR CARGA HORÁRIA  MÍNIMA 16 HORAS ?
E QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS?
Normas Regulamentadoras:
NR 11 TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

11.1.3 – Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta carga, pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras – rolantes, transportes de diferentes tipos serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho;
11.1.3.1 – Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas;
11.1.3.2 – Em todo o equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função;
11.1.6 Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho e portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.
11.1.6.1 O cartão terá a validade de 01 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador;
11.1.7 – Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (Buzina) e em marcha ré sinal sonoro automático.
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:

NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
12.135. 
A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.

12.136. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças.
12.137. Os operadores de maquinas e equipamentos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente.
12.138. A capacitação deve:
Ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
Ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador;
Ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
Ter conteúdo programático conforme o estabelecido no anexo II desta norma; e ser ministrado por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizara pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:

NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
ANEXO II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO.
A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;
d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) método de trabalho seguro;
h) permissão de trabalho; e
i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção. Lock Out Tag Out (LOTO): Comando de energia perigosa.
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:

1.1. A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:
a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;
b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;
c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;
d) operação com segurança da máquina ou equipamento;
e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
f) sinalização de segurança;
g) procedimentos em situação de emergência;
h) noções sobre prestação de primeiros socorros.
1.1.1. A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada.
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:

NR 18 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (Vide NR 04 Quadro 1)
18.14.2
 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11

18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.
18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada a exigência de ensino fundamental completo. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011).
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11:
C.T.B. – CÓDIGO DE TRANSITO BRASILEIRO – LEI Nº 9.503 DE 23 DE SETEMBRO DE 1997

Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
Parágrafo único. O trator de roda e os equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser conduzidos em via pública também por condutor habilitado na categoria B. (Redação dada pela Lei nº 13.097, de 2015).
Curso Operador de Bobcat – Mini Carregadeira NR 11: Consulte-nos.

Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33

O objetivo do curso é qualificar os participantes a executar atividades de resgate em espaços confinados e e adquirir conhecimentos para aplicar os primeiros socorros e uso de equipamentos de proteção individual  e coletiva.
Conteúdo Programático: Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
Análise De Riscos (Reconhecimento, Avaliação e Prevenção);
Equipamentos (Movimentação, Comunicação, Proteção e Ventilação);
Detecção de Gás;
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:

Treinamento Resgate em Espaços Confinados NR 33
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33

Documentação (Procedimentos Administrativos e Pessoais;
P.E.T.(Permissão de Entrada e Trabalho);
Equipamentos para Resgate em Espaços Confinados;
Uso do Tripé e/ou mão francesa;
Monopés; Guincho mecânico; Cordas;  EPI’s, EPC’s;
Mosquetões, freios, trava quedas; Nós Diversos;
Sistemas de redução de forças;
Equipamentos de imobilização de vítimas (KED);
Auto-resgate (resgate simples); Resgate assistido;
Noções de Primeiros Socorros: Protocolo 2015 American Hearth Association;
Remoção e transporte de vítimas com a utilização de maca envelope;
Anatomia e Fisiologia Humana;
Definições; Divisão do Corpo Humano; Mecanismos de Lesão;
Avaliação Da Vítima (Primária, ABCD, Colar Cervical, etc)
Desobstrução De Vias Aéreas (Obstrução por sólidos e/ou líquidos, Desobstrução);
Reanimação Cardiopulmonar (Reconhecendo uma Parada Cardíaca, Mecanismos de RCP Adultos e Crianças);
Ferimentos; Hemorragias (Localizando e Controlando);
Fraturas (Sinais e sintomas, Classificação, Imobilizações e Cuidados);
Remoção De Vítimas; Queimaduras (Classificação e Ação);
Acidentes Com Eletricidade;
Situações Emergenciais (Crises Convulsivas, Infartos, Desmaios, Pressão, Falta de Ar, etc)
Aula Prática (Simulações de Entrada, Saída e Resgates em Espaço Confinado);
Legislação  – Definição NR 33, Conceitos Básicos;
Normas Regulamentadoras: NR 33, NR 35, NR 06, NR 18, NR 17.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:

Clique no vídeo para assistir Curso de Resgate em Espaço Confinado NR 33.

Clique no vídeo para assistir Treinamento de Resgate em Espaço Confinado NR 33.

Requisitos: Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33
Ter concluído o Curso de Supervisor de Espaço Confinado  e Altura
Curso de APH  (Atendimento Pré Hospitalar) Pronto Socorrista mínimo 80 horas- ideal 240 horas
Atestado dos Participantes de boas condições de saúde física e mental dentro da validade de 90 dias;

Carga Horária: Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33
Capacitação Carga horária  mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 80% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem):
NR 33  item 33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Alterado pela Portaria MTE n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) algum evento que indique a necessidade de novo treinamento; e
c) quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados.
33.3.5.4 A capacitação inicial dos trabalhadores autorizados e Vigias deve ter carga horária mínima de dezesseis horas, ser realizada dentro do horário de trabalho, com conteúdo programático de: (Alterado pela Portaria M.T.E. n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
a) definições;
b) reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
c) funcionamento de equipamentos utilizados;
d) procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho; e
e) noções de resgate e primeiros socorros.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
Por que é obrigatório possuir Equipe de Resgate?
De acordo com a NR 10, NR 33, NR 34, NR 35 entre outras é obrigatório possuir  no local das atividades a Equipe de Resgate,  também conhecida como Equipe de Salvamento.
Visando a melhor prestação de serviço, expressamos nosso parecer para que seja avaliado pela  equipe de segurança do trabalho, os  riscos, as vantagens e desvantagens de possuir uma equipe de resgatistas própria sem experiência na área complexa de atuação. Sugerimos uma analise mais detalhada para evitar incidentes desagradáveis, no caso de acidente, possuindo  Equipe de Resgate com proficiência no assunto e suporte adequado, além de preservar a vida do colaborador, preserva-se também o patrimônio da Empresa livrando-a  de possíveis indenizações ou processos criminais consequentes de acidentes.
Vale lembrar que uma Empresa  preparada sempre será uma Empresa bem sucedida.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
Salvamento: procedimento operacional padronizado, realizado por equipe com conhecimento técnico especializado, para resgatar e prestar os primeiros socorros a trabalhadores em caso de emergência.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
O que preconiza a NR 10 sobre a Equipe de Resgate:
10.12 –  SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
10.12.1 As ações de emergência que envolvam as instalações ou serviços com eletricidade devem constar do plano de emergência da empresa.
10.12.2 Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a executar o resgate e prestar primeiros socorros a  acidentados, especialmente por meio de reanimação cardio-respiratória.
10.12.3 A empresa deve possuir métodos de resgate padronizados e adequados às suas atividades, disponibilizando  os meios para a sua aplicação.
10.12.4 Os trabalhadores autorizados devem estar aptos a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate  a incêndio existentes nas instalações elétricas.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
33.4 Emergência e Salvamento
 33.4.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados aos espaços  confinados incluindo, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Análise de Riscos;
b) descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, busca, resgate,primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento de equipe responsável, pública ou privada, pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado; e
e) exercício simulado anual de salvamento nos possíveis cenários de acidentes em espaços confinados.

Curso Resgate em Espaço Confinado NR 33
Curso Resgate em Espaço Confinado NR 33

Saiba mais sobre Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33:
Acidentes em espaços confinados exigem resposta eficaz, tendo em vista que o resgate, nesses casos, é realizado em condições adversas e demanda agilidade. Por isso, é indispensável uma adequada identificação e avaliação prévia dos riscos. O prévio conhecimento da configuração, tamanho e tipos de acessos ao espaço confinado são fundamentais para a correta seleção dos métodos de resgate, e dos equipamentos de movimentação, resgate, ventilação, comunicação e proteção respiratória.
Em caso de risco de incêndio, impõe-se a elaboração de Plano de Emergência e constituição de uma Brigada de Incêndio, de acordo com o estabelecido na NBR 15219:2005 e NBR 14276:2006. O sucesso na implementação dos procedimentos de emergência e resgate está diretamente relacionado à sua correta elaboração.
Curso Resgate em Espaços Confinados NR 33: Consulte-nos.

Curso Prevenção de Riscos em Movimentação de Carga NR 11

Conteúdo Programático: Curso Prevenção de Riscos em Movimentação de Carga
Conceitos gerais de movimentação de carga
Tipos de equipamento
Riscos por equipamento
Tipos de movimentação
Tipos de controle por risco

Curso Prevenção de Riscos Movimentação de Carga NR 11
Curso Prevenção de Riscos Movimentação de Carga NR 11

Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança
Tipos de equipamento de segurança – E.P.I. – E.P.C.
– Funcionamento de equipamentos de segurança
– Inspeção dos equipamentos e itens de segurança
Tipos de acessório e suas inspeções
Regras de guindar, movimentar e transportar de acordo com o equipamento
Regras de condução, circulação e sinalização da unidade
Medidas de controle
Tipos de veículos utilizados
Riscos associados e seus controles
Conhecimentos gerais sobre o Plano de Rigging
Finalidade
Informações geradas.
A.P.R. Análise Preliminar de Riscos
Responsabilidades do Operador , conforme CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) M.T.E.
Check list– Inspeção diária da Empilhadeira– Tabela de observação diária Identificação dos instrumentos do painel e componentes.
Manobras diversas
Prevenção de Acidentes + Primeiros Socorros.
Referências Normativas: Normas Regulamentadoras NR 11, NR 12, NR 18, NR 06, NR 17

Carga Horária:
Capacitação participantes sem experiência  – Carga horária  mínima = 40 horas/aula
Capacitação participantes com experiência – Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
Curso Prevenção de Riscos em Movimentação de Carga NR 11: Consulte-nos.

Campo para Treinamento de Brigada de Incêndio

Realizamos Treinamento de Combate a Incêndios  com alto padrão de qualidade, garantindo a satisfação de nossos clientes através de programa de melhoria contínua das atividades  de segurança, prevenção e combate a incêndios.

Clique aqui e assista Vídeo de Treinamentos realizados para nossos Clientes.

Nossos treinamentos de Brigada de Incêndio são alto padrão de qualidade, garantindo a satisfação de nossos clientes através de programa de melhoria contínua das atividades  de segurança, prevenção e combate a incêndios.
Nossos Treinamentos são fundamentados nas  Normas Técnicas pertinentes;  toda a  instrução desenvolvida no Treinamento, segue padrões de  disciplina e segurança, de acordo com os procedimentos nacionais e internacionais consagrados pela NFPA (Nascional Fire Protection Association) I.F.S.T. (Internacional Fire Service Training Association),  legislação estadual e homologação da C.E.T.E.S.B.
Instrutores: Profissionais experientes dentre eles ex atuantes do Corpo de Bombeiros SP.
Sala de aula: Com Ar Condicionado E WC privativo equipada com todos os recursos áudio visuais, projetor multimídia, DVD, tela de projeção, quadro branco, flip chart, TV/DVD e conjunto hidráulico de alarmes de incêndio.
Simuladores de fogo: Cruz, Maracanã, árvore de natal, trincheira e simulador de fogo em automóvel;
In door: simulador fogo em cozinha industrial, CPD, prateleiras com líquidos inflamáveis e motores elétricos energizados;
Casa de Fumaça: Pavimento superior com saídas de emergência;
Extintores: Adequado para cada situação: PQS, CO², AP;
Espaço reservado para confraternização: Quiosque, churrasqueira;
Equipamentos Hidráulicos: Mangueiras, derivantes, empatação e chaves;
Vestiários: Masculino e Feminino: completos;
Enfermaria: Dotada de todos os recursos de primeiros socorros;
Transporte: Ônibus rodoviário e executivo micro ou vans (cadastrados na Embratur)
Curso de Brigada de Incêndio (totalmente de acordo com a NBR 14.276/2006;
Aula teórica de prevenção e combate a incêndio +  primeiros socorros.
Equipamento de Proteção Individual: (capacetes, luvas, óculos de segurança, capas e macacões confeccionados com tecido anti chamas);
Apostilas em DVD
Alimentação: Café da manhã, almoço com churrasco, sucos refrigerantes e sobremesa

Carga Horária:
Capacitação Carga horária  mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

NR 07 P.C.M.S.O. – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

Atuamos  na área de Prestação de Serviços com produtos voltados à Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho, Gerenciamento e Operações de Ambulatórios e Medicina Preventiva.
Nosso objetivo é oferecer serviços diferenciados para cada Cliente, através da qualificação Técnica e Administrativa, com o uso das mais novas tecnologias e intercâmbio com importantes instituições na área preventiva e de prestação de serviços.
Com ênfase na Medicina Preventiva, orientamos e assessoramos nossos Clientes, garantindo o bem estar e a qualidade de vida de seus profissionais, como  também contribuímos para a saúde financeira do Cliente, gerando expressiva economia através de redução de custos e despesas relativas à saúde.

Área Técnica: P.C.M.S.O. (Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional)
Médicos Coordenadores;
Médicos executores especializados;
Fonoaudiólogas especializadas em Medicina do Trabalho;
Enfermeiras do Trabalho;
Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho.

Unidade Móvel:
A nossa unidade móvel tem como objetivo a realização dos seguintes exames ocupacionais e/ou complementares, em local escolhido pela empresa, não sendo necessário o deslocamento de funcionários até nossa sede  e/ou laboratório credenciado.

Exames Ocupacionais:
Admissionais;
Periódicos;
Mudança de Função;
Retorno ao Trabalho;
Demissionais

Exames Complementares:
Radiografia;
Raios-X;
Audiometria;
Eletrocardiograma;
Espirometria;
Eletro encefalograma;
Coleta de Sangue;
Análises Clínicas e Patológicas.

Sistema de gestão: P.C.M.S.O. (Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional)
Nosso sistema de gestão  utiliza o conceito ASP (Active Server Pages) e está em contínuo desenvolvimento. Essa arquitetura, consagrada mundialmente, proporciona uma excelente otimização de custos e recursos para as empresas, pois não gera nenhum tipo de investimento em servidores e/ou licenças de softwares, todo o sistema e banco de dados são disponibilizados via internet, podendo assim ser acessados de qualquer lugar do mundo.

Confiabilidade e segurança das informações:
Sem os altíssimos custos que esse tipo de implementação exige, já que todos os dados serão armazenados em nosso data center.

 Grande flexibilidade:
O sistema está em constante desenvolvimento e qualquer tipo de alteração, para atender as necessidades específicas de sua empresa, pode ser realizada.

 Atualizações tecnológicas constantes:
O modelo ASP permite que atualizações constantes no sistema sejam feitas sem que o usuário perca tempo removendo e instalando softwares em sua máquina, isso faz com que a produtividade aumente

 Interface amigável:
A interface de utilização do sistema foi desenvolvida para ser totalmente user-friendly, para qualquer nível de usuário

 Atualizações sem custo:
Sempre que é feita alguma atualização no sistema ela é disponibilizada para a sua empresa a custo zero.

Proposta Técnica:
Como cada empresa tem uma necessidade específica, os serviços que prestamos englobam desde um exame clínico até o mais complexo laudo técnico. Esses serviços integrados formam uma solução completa em Medicina e Segurança do Trabalho.

 Alguns dos serviços prestados:
Sistema de gestão
Brigada de incêndio – (IT – 17 e NR – 23)
Check-up de executivos
CIPA – (NR – 5)
Fonoaudiologia
Gestão ambulatorial
Ginástica Laboral
Laudo de caldeiras e vasos sob pressão – (NR – 13)
Laudo de ergonomia – (NR – 17)
Laudo de insalubridade – (NR – 15)
Laudo de periculosidade – (NR – 16)
Laudo elétrico e para-raios – (NR – 10)
LTCAT
Medicina Preventiva
PCMSO – (NR – 7)
– Exames Admissionais, Demissionais, Mudança de Função, Retorno ao Trabalho e Periódico.
PCMAT
– Emissão do documento, dosimetrias, análise de poeira e solventes.
PPP
PPRA – (NR – 9)
SESMT – (NR – 4)
SIPAT
Treinamento de primeiros socorros
Treinamento de utilização de EPI – (NR – 6)
Unidade Móvel
Estes serviços integrados possibilitam a implementação de soluções específicas para cada Cliente.

 

Curso NR 34 – Condições Meio Ambiente  Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval

A Norma Regulamentadora – NR 34  estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.
NR 34.1.2 Consideram-se atividades da indústria da construção e reparação naval todas aquelas desenvolvidas no âmbito das instalações empregadas para este fim ou nas próprias embarcações e estruturas, tais como navios, barcos, lanchas, plataformas fixas ou flutuantes, dentre outras.

 

Curso Admissional NR 34
Treinamento Admissional da NR 34

Treinamento Admissional NR 34

O objetivo do Treinamento Admissional NR 34 é conscientizar os novos colaboradores sobre os riscos relativos as atividades, preparando-os para executar todos os serviços nos trabalhos da Indústria da Construção e Reparação Naval visando sempre em primeiro lugar a Saúde e Segurança de todos os trabalhadores envolvidos.

 

Treinamento NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval
Curso NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval

Curso NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval

A Norma Regulamentadora – NR 34  estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.

 

 

Treinamento básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34
Curso básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34

Curso básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34

NR 34.5.1 Para fins  da NR 34 considera-se trabalho a quente as atividades de soldagem, goivagem, esmerilhamento, corte ou outras que possam gerar fontes de ignição tais como aquecimento, centelha ou chama. As medidas de proteção contemplam as de ordem geral e as específicas, aplicáveis, respectivamente, a todas as atividades inerentes ao trabalho a quente e aos trabalhos em áreas não previamente destinadas a esse fim.

 

Treinamento Utilização de Gases NR 34
Curso Utilização de Gases NR 34

Curso Utilização de Gases NR 34

O Objetivo do Curso Utilização de Gases NR 34 é conscientizar os trabalhadores dos riscos existentes no manuseio de gases, preparando os para sempre se antecipar a possíveis falhas, evitando assim incidentes e acidentes, visando conservar o Patrimônio da empresa e principalmente a Saúde e Segurança dos colaboradores que transitam pelos ambientes com gases.

 

Curso Interpretação e Aplicação da NR 34
Curso Interpretação e Aplicação da NR 34

Curso Interpretação e Aplicação da NR 34

O objetivo do Curso Interpretação e Aplicação da NR 34 consiste em definir referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores conforme a NR 34 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção, reparação e desmonte naval. E em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria n.º 3.214/78, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis. 

Laudo A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)

O A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) regular é um documento exigido pelas seguradoras e obrigatório para emissão de Alvarás, Licenças de funcionamento, habite-se, nos municípios do Estado de São Paulo.
Esse documento é emitido pelo Corpo de Bombeiros, certificando que a edificação vistoriada possui as condições de segurança contra incêndio, previstas pela legislação e constantes no processo aprovado, estabelecendo um período de validade.
Para Obtenção do A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é necessário:

AVCB Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
A.V.C.B.  Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Projeto técnico:  A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)
Em construção com área acima de 750 m² e/ou com altura acima de 3 pavimentos, deve ser  deve ser utilizado o Projeto Técnico para apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.
Projeto técnico simplificado: A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)
Procedimento usado para regularização de edificações com área de construção de até 750 m² e com altura de até 3 pavimentos nos termos e exceções previstas na IT 42/11 – Projeto Técnico Simplificado.
Projeto temporário:   A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)
Projeto Técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente.
Procedimento adotado para evento temporário em edificação e áreas de risco permanente e deve atender às seguintes exigências:
– O evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses; – A edificação e áreas de risco permanente devem estar devidamente regularizadas junto ao CBPMESP;
– A edificação e áreas de risco permanente devem atender às medidas de segurança contra incêndio previstas no Regulamento de Segurança contra Incêndio, juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver;
– A edificação e áreas de risco permanente devem atender às medidas de segurança contra incêndio previstas no Regulamento de Segurança contra Incêndio, juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver;
– Se for acrescida uma instalação temporária em área externa junto da edificação e áreas de risco permanente, esta instalação deve estar regularizada;
– Se no interior da edificação e áreas de risco permanente for acrescida instalação temporária, tais como boxe, estande, entre outros, prevalece a proteção da edificação e áreas de risco permanente, desde que atenda aos requisitos para a atividade temporária em questão.

Para Obtenção / Renovação do AVCB precisamos:
Área coberta construída m2:
Se possui Projeto Aprovado pelo Corpo de Bombeiros?
Se possui o Projeto em AutoCad?
Se possui Elevadores, quantos?
As Escadas estão com corrimão dos 02 lados?
Se possui GLP?
Se possui Para-raios?
Se possível cópia do AVCB anterior?

Validade do Laudo : É recomendável renovação A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) conforme exigências do  Copo de Bombeiros  ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Embasamento legal  sobre  vistoria para Obtenção ou Renovação do AVCB. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).
item 01 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 20 e NBRs de composição desta.
Item 02 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 22 e NBRs de composição desta.
Item 03 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – Anexo J da IT 17 e NBRs de composição desta.
Item 04 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 25-3, IT 32 e NBRs de composição desta.
Item 05 – Isto foi em conversa entre nós em virtude de não ter sido adequado novas instalações de suprimento de hidrantes.
Item 06 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – Anexo R, IT 41 e NBRs de composição desta.
Item 07 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – Anexo R, IT 41 e NBRs de composição desta.
Item 08 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 28 e NBRs de composição desta.
Item 09 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 28 e NBRs de composição desta.
Item 10 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 22 e NBRs de composição desta.
Item 11 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – Anexo P e IT 18 e NBRs de composição desta.
Item 12 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 21 e NBRs de composição desta.
Item 13 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 21 e NBRs de composição desta.
Item 14 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 20 e NBRs de composição desta.
Item 15 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 28 e NBRs de composição desta.
Item 16 – Decreto Estadual n.º 56819/11 – IT 21 e NBRs de composição desta.
Item 17 – Efetuar aterramento das estruturas metalicas novas – Decreto Estadual n.º 56819/11 – Anexo R , e IT 41 e NBRs de composição desta.

Saiba mais sobre Laudo A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)
Objetivo da I.T. 17 – INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 17/2014 Brigada de incêndio  para liberação do A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de bombeiros):
Estabelecer as condições mínimas para a composição, formação, implantação, treinamento e reciclagem da brigada de incêndio e os requisitos mínimos para o dimensionamento da quantidade de bombeiro civil, para atuação em edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo, na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área e primeiros socorros, visando, em caso de sinistro, proteger a vida e o patrimônio, reduzir os danos ao meio ambiente, até a chegada do socorro especializado, momento em que poderá atuar no apoio.
5.4.2 O atestado de brigada de incêndio será exigido quando da solicitação de vistoria, conforme critérios estabelecidos pela IT 01/11 – Procedimentos administrativos.
5.11.1.1 Para esta avaliação, o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 06 (seis) perguntas dentre as 24 (vinte e quatro) constantes do Anexo C. O avaliado deve acertar, no mínimo, 03 (três) das perguntas feitas. Quando isso não ocorrer, deve ser avaliado outro brigadista e, caso este também não acerte o mínimo estipulado acima, deve ser exigido um novo treinamento.
5.13.4 Por ocasião da vistoria do Corpo de Bombeiros devem ser apresentadas relações nominais dos brigadistas.
6.2 Certificação e avaliação 6.2.1 Os bombeiros civis exigidos nas edificações previstas no Anexo A, B, C e D devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros, durante as vistorias técnicas, de acordo com o Anexo E desta Instrução Técnica.
6.2.2 Para esta avaliação, o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 08 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do Anexo E. O avaliado deve acertar no mínimo 06 (seis) das perguntas feitas. Quando isto não ocorrer, deve ser avaliado outro bombeiro civil e, caso este também não acerte o mínimo estipulado acima, deve ser exigido a reciclagem.
6.2.3 Os bombeiros civis previstos na edificação de acordo com o Anexo A, B, C e D devem apresentar, quando do pedido de vistoria Para Obtenção do A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), o certificado de formação e/ou reciclagem do curso de bombeiro civil, atendendo a NBR 14.608.
Laudo A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros): Consulte-nos.

Curso Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval NR 34

NR 34.3 Capacitação e Treinamento
34.3.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.
34.3.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.
34.3.3 É considerado trabalhador capacitado aquele que receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional legalmente habilitado.

Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval

Conteúdo Programático: Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Interpretação e Aplicação da NR 34
Objetivo e Campo de Aplicação;
Responsabilidades;
Capacitação e Treinamento;
Documentação;
Trabalho a Quente;
Trabalho em Altura;
Trabalho com Exposição a Radiações Ionizantes;
Trabalhos de Jateamento e Hidrojateamento;
Atividades de Pintura;
Movimentação de Cargas;
Montagem e Desmontagem de Andaimes;
Equipamentos Portáteis;
Instalações Elétricas Provisórias;
Testes de Estanqueidade;
Disposições Finais;

Carga Horária: Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Capacitação  Carga horária  mínima =  16   horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou sempre que  ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
NR 34.3.4 O empregador deve desenvolver e implantar programa de capacitação, compreendendo treinamento admissional, periódico e sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) acidente grave ou fatal.
Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval: Consulte-nos.

NR 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário

As disposições contidas na NR  29 aplicam-se aos trabalhadores portuários em operações tanto a bordo como em terra, assim como aos demais trabalhadores que exerçam atividades nos portos organizados e instalações portuárias de uso privativo e retro portuárias, situados dentro ou fora da área do porto organizado.

Treinamento NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário

Curso NR 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário

O Objetivo do Curso é regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.

 

 

Treinamento NR 29 – CPATP – Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário
Curso NR 29 – CPATP – Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário

Curso NR 29  CPATP – Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário

O objetivo do curso visa orientar trabalhadores portuários sobre os riscos envolvidos em todas as atividades portuárias, de modo a prevenir acidentes e educar sobre a importância e a prática de Segurança do Trabalho.

 

 

Curso Queda Homem ao Mar
Curso Resgate Homem ao Mar

Curso Resgate Homem ao Mar

O Objetivo do curso visa  compreender o salvamento aquático em  operações realizadas em mar aberto ou beira mar, visando à prevenção da integridade física das vítimas e pessoas envolvidas na  ocorrência de acordo com o cenário da atividade dos envolvidos.

Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário

O Objetivo do Curso é regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.
Disposições Iniciais;
Definições;
Terminal Retro portuário;
Zona Primária;
Tomador de Serviço;

Curso NR 29 Segurança e Saúde nos Trabalho Portuário
Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário

Pessoa Responsável;
Competências;
Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário:
Instruções Preventivas de Riscos nas Operações Portuárias;
PCE Plano de Controle de Emergência;
PAM Plano de Ajuda Mútua;
Organização da Área de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário;
SESSTP Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário;
CPATP Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário;
Segurança, higiene e saúde no Trabalho Portuário;
Porões;
Trabalho com máquinas, equipamentos, aparelhos de içar e acessórios de estivagem;
Lingamento e deslingamento de cargas;
Operações com contêineres;
Operações com granéis secos;
Segurança nos trabalhos de limpeza e manutenção nos portos e embarcações;
Recondicionamento de embalagens;
Segurança nos serviços do vigia de portaló;
Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário:
Sinalização de segurança dos locais de trabalho portuários;
Iluminação dos locais de trabalho;
Transporte de trabalhadores por via aquática;
Locais frigorificados;
Condições Sanitárias de conforto nos locais de trabalho;
Primeiros socorros e outras providencias;
Operações com cargas perigosas;

Carga Horária:  Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
Capacitação Carga horária mínima =  16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Curso NR 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: Consulte-nos.

Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração:

Os Cursos visam  métodos e manterá locais de trabalho que proporcionem a seus empregados condições seguras.

Curso NR 22 Atendimento a Desabamento e Soterramento com Vítimas
Curso NR 22  Desabamento e Soterramento com Vítimas

Curso Desabamento e Soterramento

Conteúdo Programático: Instrução técnica e prática de ações de salvatagem, salvamento em situações de desabamento, soterramento, com vítimas.

 

 

 

Treinamento Admissional NR 22
Treinamento Introdutório NR 22

Treinamento Introdutório NR 22

NR 22.35 Informação, Qualificação e Treinamento
22.35.1 A empresa ou Permissionário de Lavra Garipeira deve proporcionar aos trabalhadores treinamento, qualificação, informações, instruções e reciclagem necessárias para preservação da sua segurança e saúde, levando-se em consideração o grau de risco e natureza das operações.

 

Saiba mais sobre Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração:
NR-22 – SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL NA MINERAÇÃO
22.35 Informação, Qualificação e Treinamento
22.35.1 A empresa ou Permissionário de Lavra Garipeira deve proporcionar aos trabalhadores treinamento,
qualificação, informações, instruções e reciclagem necessárias para preservação da sua segurança e saúde, levando-se em consideração o grau de risco e natureza das operações.
22.35.1.1 O treinamento admissional para os trabalhadores, que desenvolverão atividades no setor de mineração ou daqueles transferidos da superfície para o subsolo ou vice-versa, abordará, no mínimo, os seguintes tópicos:
treinamento introdutório geral com reconhecimento do ambiente de trabalho;
treinamento específico na função e orientação em serviço.
22.35.1.2 O treinamento introdutório geral deve ter duração mínima de seis horas diárias, durante cinco dias, para as atividades de subsolo, e de oito horas diárias, durante três dias, para atividades em superfície, durante o horário de trabalho, e terá o seguinte currículo mínimo:
a) ciclo de operações da mina;
b) principais equipamentos e suas funções;
c) infra-estrutura da mina;
d) distribuição de energia;
e) suprimento de materiais;
f) transporte na mina;
g) regras de circulação de equipamentos e pessoas;
h) procedimentos de emergência;
i) primeiros socorros;
j) divulgação dos riscos existentes nos ambientes de trabalho constantes no Programa de Gerenciamento de Riscos e dos acidentes e doenças profissionais e
l) reconhecimento do ambiente do trabalho.
Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
22.35.1.3 O treinamento específico na função consistirá de estudo e práticas relacionadas às atividades a serem desenvolvidas, seus riscos, sua prevenção, procedimentos corretos e de execução e terá duração mínima de quarenta horas para as atividades de superfície e quarenta e oito horas para as atividades de subsolo, durante o horário de trabalho
e no período contratual de experiência ou antes da mudança de função.
22.35.1.3.1 A empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira deve proporcionar treinamento específico, com reciclagem periódica, aos trabalhadores que executem as seguintes operações e atividades:
a) abatimento de chocos e blocos instáveis;
b) tratamento de maciços;
c) manuseio de explosivos e acessórios;
d) perfuração manual;
e) carregamento e transporte de material;
f) transporte por arraste;
g) operações com guinchos e içamentos;
h) inspeções gerais da frente de trabalho;
i) manipulação e manuseio de produtos tóxicos ou perigosos e
j) outras atividades ou operações de risco especificadas no PGR.
Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
22.35.1.4 A orientação em serviço consistirá de período no qual o trabalhador desenvolverá suas atividades, sob orientação de outro trabalhador experiente ou sob supervisão direta, com a duração mínima de quarenta e cinco dias.
22.35.1.5 Treinamentos periódicos e para situações específicas deverão ser ministrados sempre que necessário para a  execução das atividades de forma segura.
22.35.2 Para operação de máquinas, equipamentos ou processos diferentes a que o operador estava habituado, deve ser feito novo treinamento, de modo a qualificá-lo à utilização dos mesmos.
Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
22.35.3 Será obrigatória orientação que inclua as condições atuais das vias de circulação das minas para os trabalhadores afastados do trabalho por mais de trinta dias consecutivos.
22.35.4 As instruções visando a informação, qualificação e treinamento dos trabalhadores devem ser redigidas em linguagem compreensível e adotando metodologias, técnicas e materiais que facilitem o aprendizado para preservação de sua segurança e saúde.
Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
22.35.5 Considerando as características da mina, dos métodos de lavra e do beneficiamento, outros treinamentos poderão ser determinados pela autoridade regional competente em matéria de Segurança e Saúde do Trabalhador.
Curso NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração: Consulte-nos.

Curso Operador de GRUA e Guindastes NR 11 e NR 18

Conteúdo Programático: 
– Amarração de Cargas;
– Avaliação prática com movimentação de cargas
– Cabos de aço
– Característica da Grua
– Definição;
– Funcionamento;
– Medidas, Manuseio, Inspeção, Colocação e Lubrificação;
– Montagem e Instalação;
– Normas para sinalização;
– Cuidados na operação;
– Inspeção dos pontos críticos;
– Operação da grua;
– Sinalização de Operações;
– Sistemas de Segurança;
– Tipos de Grua;
– Responsabilidade do Operador
– Prevenção de acidentes + Primeiros Socorros
Referências Normativas:  NR 01, NR 05, NR 06, NR 11, NR 17, NR 18, NR 16.

Perfil Profissional de Conclusão:
Ao final deste curso o profissional estará com competências para o exercício da função de Operador de Guindaste de Torre (Grua da Construção Civil), acionando os movimentos da máquina, conforme procedimentos operacionais.
Além do conhecimento sobre os equipamentos e implementos, deverão preocupar-se com a Segurança, Qualidade do trabalho, Conservação do Equipamento e Produtividade, demonstrados a partir das habilidades:
Operar e Inspecionar Máquinas
Preparar área para equipamentos de elevação,
Transportar materiais em equipamentos de elevação,
Empregar Medidas de Segurança,
Demonstrar Competências Pessoais,
Manifestar Orientação Espacial,
Manifestar Coordenação Motora Múltipla.
Segurança no Trabalho
– normas de segurança para usuários
– conceitos de ergonomia no manuseio manual de cargas
– dispositivos de segurança
– planejamento, preparação e realização do transporte
– sinalização e medidas de controle de riscos
– aspectos jurídicos na prevenção de acidentes
Aula teórica: Segurança do Trabalho; Norma Regulamentadora NR 11; CTB – Código de Trânsito Brasileiro; princípios de funcionamento; centro de gravidade; centro de carga; gráfico de carga; tombamento; riscos aos quais estará exposto; componentes e acessórios; vistoria diária; manutenção preventiva; sinalização padronizada para movimentação de cargas; EPI que deve ser utilizado; prevenção de combate a incêndio; O perfil do operador de Máquinas; Valorização profissional e aspectos motivacionais; Legislação de Segurança e Medicina do trabalho.
Aula prática: apresentação de todos os comandos do equipamento; principais cuidados para uma boa durabilidade do equipamento; sinalização da área de trabalho; reconhecimento dos sinais feitos pelo sinaleiro; teste de sensibilidade e raciocínio durante operação do equipamento.

Clique aqui e assista vídeo do Treinamento realizado em nosso Cliente.

Carga Horária:
Capacitação participantes sem experiência – Carga horária mínima = 40 horas/aula
Capacitação participantes com experiência – Carga horária mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) – Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

POR QUE A CAPACITAÇÃO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINAS E  EQUIPAMENTOS  DEVE POSSUIR CARGA HORÁRIA  MÍNIMA 16 HORAS ?
E QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS?

Normas Regulamentadoras:
NR 11 TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

11.1.3 – Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta carga, pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras – rolantes, transportes de diferentes tipos serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho;
11.1.3.1 – Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas;
11.1.3.2 – Em todo o equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função;
11.1.6 Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho e portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.
11.1.6.1 O cartão terá a validade de 01 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador;
11.1.7 – Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (Buzina) e em marcha ré sinal sonoro automático.
NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
12.135. 
A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.

12.136. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças.
12.137. Os operadores de maquinas e equipamentos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente.
12.138. A capacitação deve:
Ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
Ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador;
Ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
Ter conteúdo programático conforme o estabelecido no anexo II desta norma; e ser ministrado por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizara pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
ANEXO II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO.
A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;
d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) método de trabalho seguro;
h) permissão de trabalho; e
i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção. Lock Out Tag Out (LOTO): Comando de energia perigosa.

1.1. A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:
a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;
b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;
c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;
d) operação com segurança da máquina ou equipamento;
e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
f) sinalização de segurança;
g) procedimentos em situação de emergência;
h) noções sobre prestação de primeiros socorros.
1.1.1. A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada.
NR 18 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (Vide NR 04 Quadro 1)
18.14.2
 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.

18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.
18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada a exigência de ensino fundamental completo. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011).
NR 18 – CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO ANEXO III – PLANO DE CARGAS PARA GRUAS (Incluído pela Portaria SIT n.º 114, de 17 de janeiro de 2005).
I – DADOS DO LOCAL DE INSTALAÇÃO DO(s) EQUIPAMENTO(s): nome do empreendimento, endereço completo e número máximo de trabalhadores na obra.
II – DADOS DA EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OBRA: razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA.
III – DADOS DO(s) EQUIPAMENTO(s): tipo; altura inicial e final; comprimento da lança; capacidade de ponta; capacidade máxima; alcance; marca; modelo e ano de fabricação e demais características singulares do equipamento.
IV – Não havendo identificação de fabricante, deverá ser atendido o disposto no item 18.14.24.15.
V – FORNECEDOR(es) / LOCADOR(es) DO(s) EQUIPAMENTO(s) / PROPRIETÁRIO(s) DO(s) EQUIPAMENTO(s): razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico (se houver) e Responsável Técnico com número do registro no CREA.
VI – RESPONSÁVEL(is) PELA MANUTENÇÃO DA(s) GRUA(s): razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA e número de registro da Empresa no CREA.
VII – RESPONSÁVEL(is) PELA MONTAGEM E OUTROS SERVIÇOS DA(s) GRUA(s): razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA e número de registro da Empresa no CREA.
VIII – LOCAL DE INSTALAÇÃO DA(s) GRUA(s) – Deverá ser elaborado um croqui ou planta de localização do equipamento no canteiro de obras, a partir da Planta Baixa da obra na projeção do térreo e ou níveis pertinentes, alocando, pelo menos, os seguintes itens: a) Canteiro(s) / containers / áreas de vivência; b) Vias de acesso / circulação de pessoal / veículos; c) Áreas de carga e descarga de materiais; d) Áreas de estocagem de materiais; e) Outros equipamentos (elevadores, guinchos, geradores e outros); f) Redes elétricas, transformadores e outras interferências aéreas; g) Edificações vizinhas, recuos, vias, córregos, árvores e outros; h) Projeção da área de cobertura da lança e contra- lança; i) Projeção da área de abrangência das cargas com indicações dos trajetos. j) Todas as modificações tanto nas áreas de carregamento quanto no posicionamento ou outras alterações verticais ou horizontais.
IX – SISTEMA DE SEGURANÇA – Deverão ser observados, no mínimo, os seguintes itens: a) Existência de plataformas aéreas fixas ou retráteis para carga e descarga de materiais; b) Existência de placa de advertência referente às cargas aéreas, especialmente em áreas de carregamento e descarregamento, bem como de trajetos de acordo com o item 18.27.1 – alínea “g” desta NR; c) Uso de colete refletivo; d) A comunicação entre o sinaleiro/amarrador e o operador de grua, deverá estar prevista no Plano de Carga, observando-se o uso de rádio comunicador em freqüência exclusiva para esta operação.
X – PESSOAL TÉCNICO – QUALIFICAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA: a) Operador da Grua – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima definida pelo fabricante, locador ou responsável pela obra, devendo, a partir do treinamento, ser capaz de operar conforme as normas de segurança utilizando os EPI necessários para o acesso à cabine e para a operação, bem como, executar inspeções periódicas semanais. Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e ser capacitado para as seguintes responsabilidades: operação do equipamento de acordo com as determinações do fabricante e realização de “Lista de Verificação de Conformidades” (check-list) com freqüência mínima semanal ou periodicidade inferior, conforme especificação do responsável técnico do equipamento. b) Sinaleiro/Amarrador de cargas – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima de 8 horas. Deve estar qualificado a operar conforme as normas de segurança, bem como, a executar inspeção periódica com periodicidade semanal ou outra de menor intervalo de tempo, conforme especificação do responsável técnico pelo equipamento. Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e ser capacitado para as seguintes responsabilidades: amarração de cargas para o içamento; escolha correta dos materiais de amarração de acordo com as características das cargas; orientação para o operador da grua referente aos movimentos a serem executados; observância às determinações do Plano de Cargas e sinalização e orientação dos trajetos.
XI – RESPONSABILIDADES: a) Responsável pela Obra – Deve observar o atendimento dos seguintes itens de segurança: aterramento da estrutura da grua, implementação do PCMAT prevendo a operação com gruas, independentemente do Plano de Cargas; fiscalização do isolamento de áreas, de trajetos e da correta aplicação das determinações do Plano de Cargas; elaboração, implementação e coordenação do Plano de Cargas; disponibilização de instalações sanitárias a uma distância máxima de 30m (trinta metros) no plano vertical e de 50m (cinqüenta metros) no plano horizontal em relação à cabine do operador, não se aplicando para gruas com altura livre móvel superiores às especificadas; verificar registro e assinatura no livro de inspeções de máquinas e equipamentos, requerido no item 18.22.11 desta NR e a confirmação da correta operacionalização de todos os dispositivos de segurança constantes no item 18.14.24.11, no mínimo, após às seguintes ocasiões: a) instalação do equipamento; b) cada alteração geométrica ou de posição do equipamento; c) cada operação de manutenção e ou regulagem nos sistemas de freios do equipamento, com especial atenção para o sistema de freio do movimento vertical de cargas. b) Responsável pela Manutenção, Montagem e Desmontagem – Deve designar pessoal com treinamento e qualificação para executar as atividades que deverão sempre estar sob supervisão de profissional legalmente habilitado, durante as atividades de manutenção, montagem, desmontagem, telescopagem, ascensão e conservação do equipamento; checagem da operacionalização dos dispositivos de segurança, bem como, entrega técnica do equipamento e registro destes eventos em livro de inspeção ou relatório específico. c) Responsável pelo Equipamento: Deve fornecer equipamento em perfeito estado de conservação e funcionamento como definido pelo Manual do Fabricante, observando o disposto no item 18.14.24.15 desta NR, mediante emissão de ART– Anotação de Responsabilidade Técnica – referente à liberação técnica efetuada antes da entrega.
XII – MANUTENÇÃO E ALTERAÇÃO NO EQUIPAMENTO Toda intervenção no equipamento deve ser registrada em relatório próprio a ser fornecido, mediante recibo, devendo tal relatório, ser registrado ou anexado ao livro de inspeção de máquinas e equipamentos. Os serviços de montagem, desmontagem, ascensões, telescopagens e manutenções, devem estar sob supervisão e responsabilidade de engenheiro legalmente habilitado responsável com emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – específica para a obra e para o equipamento em questão
XIII – DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA NO CANTEIRO No canteiro de obras deverá ser mantida a seguinte documentação mínima relativa à(s) grua(s): a) Contrato de locação, se houver; b) Lista de Verificação de Conformidades (check-list) a cargo do operador da grua; c) Lista de Verificação de Conformidades (check-list) a cargo do Sinaleiro/Amarrador de cargas referente aos materiais de içamento. d) Livro de inspeção da grua conforme disposto no item 18.22.11 desta NR-18; e) Comprovantes de qualificação e treinamento do pessoal envolvido na operacionalização e operação da grua; f) Cópia da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – do engenheiro responsável nos casos previstos nesta NR; g) Plano de Cargas devidamente preenchido e assinado em todos os seus itens; h) Documentação sobre esforços atuantes na estrutura do edifício conforme disposto no item 18.14.24.3 desta NR; i) Atestado de aterramento elétrico com medição ômica, conforme NBR 5410 e 5419, elaborado por profissional legalmente habilitado e realizado semestralmente. j) Manual do fabricante e ou operação contendo no mínimo: – Lista de Verificação de Conformidades (check-list) para o operador de grua – Lista de Verificação de Conformidades (check-list) para o sinaleiro/amarrador de carga – Instruções de segurança e operação.

XIV – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O conteúdo para treinamento dos Operadores de Gruas e Sinaleiro/Amarrador de Cargas deverá conter pelo menos as seguintes informações: – Definição; Funcionamento; Montagem e Instalação; Operação; Sinalização de Operações; Amarração de Cargas; Sistemas de Segurança; Legislação e Normas Regulamentadoras – NR-5, NR-6, NR-17 e NR-18.

Curso de Segurança na Operação de Máquinas Pesadas

Conceitos gerais de equipamentos móveis
Tipos de equipamentos móveis
Trator,  Escavadeira, -Pá carregadeira. – Caminhões fora de estrada,  Moto niveladora,
Motoescreiper, – Retroescavadeira, – Caminhão brook/caçamba
Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança
Tipos de equipamentos de segurança – E.P.I. – E.P.C.
Funcionamento de equipamentos de segurança
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança
Checklist de pré-operação
Regras de condução, circulação e sinalização
Reconhecimento e controle aos riscos associados
Tipos de risco:
– Velocidade, Condições da pista, Condições do ambiente, Condições do veículo,
Medidas de controle, Tipos de Veículos utilizados, Responsabilidades para a liberação
Responsáveis pela liberação, – Procedimentos de liberação, – Permissão para realização da atividade. Metodologia. Aulas teóricas, Exercícios práticos.
Referências Normativas: Normas Regulamentadoras NR 11, NR 12, NR 18, NR 06.

Clique no Vídeo para  assistir Treinamentos sobre Máquinas Pesadas.

Melhoria continua:
Ao final do curso, com o objetivo de buscar melhorias, e a pedido da contratada, a Contratante entregará em até 10 dias úteis uma avaliação do treinamento com sugestões técnicas do instrutor, dividida em duas partes distintas, a saber:
Parte I – Indicadores de aspectos individuais de cada participante do evento:
-Assiduidade e Pontualidade.
-Participação e Desempenho.
Parte II – Sugestões do instrutor e medidas complementares para a continuidade do desenvolvimento profissional dos participantes e aprimoramento da sua área:
-Treinamentos complementares;
-Práticas a serem adotadas no trabalho;
-Recomendações ao superior imediato do treinando.

Carga Horária: Curso de Segurança na Operação de Máquinas Pesadas
Capacitação participantes sem experiência  – Carga horária  mínima = 40 horas/aula
Capacitação participantes com experiência – Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais Curso de Segurança na Operação de Máquinas Pesadas:
POR QUE A CAPACITAÇÃO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINAS E  EQUIPAMENTOS  DEVE POSSUIR CARGA HORÁRIA  MÍNIMA 16 HORAS ?
E QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS?
Normas Regulamentadoras:
NR 11 TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

11.1.3 – Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta carga, pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras – rolantes, transportes de diferentes tipos serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho;
11.1.3.1 – Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas;
11.1.3.2 – Em todo o equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função;
11.1.6 Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho e portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.
11.1.6.1 O cartão terá a validade de 01 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador;
11.1.7 – Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (Buzina) e em marcha ré sinal sonoro automático.
NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
12.135. 
A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.

12.136. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em maquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças.
12.137. Os operadores de maquinas e equipamentos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente.
12.138. A capacitação deve:
Ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
Ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador;
Ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
Ter conteúdo programático conforme o estabelecido no anexo II desta norma; e ser ministrado por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizara pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
ANEXO II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO.
A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;
d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) método de trabalho seguro;
h) permissão de trabalho; e
i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção. Lock Out Tag Out (LOTO): Comando de energia perigosa.

1.1. A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:
a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;
b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;
c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;
d) operação com segurança da máquina ou equipamento;
e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
f) sinalização de segurança;
g) procedimentos em situação de emergência;
h) noções sobre prestação de primeiros socorros.
1.1.1. A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada.
NR 18 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (Vide NR 04 Quadro 1)
18.14.2
 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.

18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.
18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada a exigência de ensino fundamental completo. (Inserido pela Portaria SIT n.º 296, de 16 de dezembro de 2011).
C.T.B. – CÓDIGO DE TRANSITO BRASILEIRO – LEI Nº 9.503 DE 23 DE SETEMBRO DE 1997

Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
Parágrafo único. O trator de roda e os equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser conduzidos em via pública também por condutor habilitado na categoria B. (Redação dada pela Lei nº 13.097, de 2015).

Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas

Programa: Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas
Como reconhecer àreas classificadas
NR 35 Trabalho em Alturas;
NR 33 Ambientes Confinados;
Ambientes Áreas Classificadas;
Ambientes Úmidos, frios e quentes
Condições Atmosféricas explosivas
A importância da Equipe de Resgate.

Curso NR 10 Áreas Classificadas
Curso NR 10 Áreas Classificadas

Carga Horária: Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas
Capacitação – Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas:
NR 10 Item 10.8.8.2 Deve ser realizado um treinamento de reciclagem bienal e sempre que ocorrer alguma das situações a seguir:
a) troca de função ou mudança de empresa;
b) retorno de afastamento ao trabalho ou inatividade, por período superior a três meses;
c) modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.

IMPORTANTE: Para execução de Trabalhos em Altura, Espaço Confinado se faz necessário o Supervisor de Altura (Curso de 40 horas/aula) ou Supervisor de Espaço Confinado (Curso de 40 horas/aula) e Equipe de Resgate, composta de profissionais com proficiência, que durante a execução dos trabalhos devem permanecer full time a disposição, conforme preconiza a Normas NR 10, NR 35, NR 33, NR 34 entre outras.

Saiba mais sobre o  Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas:

NBR 5410, NBR 5419 E NBR 15749
Você sabia que estas normas foram lincadas?
Em 26/06/2015 foi liberada a nova revisão norma ABNT NBR 5419-2015 que trata das instalações do sistema de proteção contra descargas atmosférica – SPDA. A aplicabilidade da norma foi de 60 dias e, portanto, a partir de 26/08/2015 todas as empresas deverão atender as suas especificações visando uma padronização e um melhor sistema de proteção contra descargas.
A norma passou de 42 páginas na versão 2005 para 304 na versão 2015, onde deverão ser analisadas várias situações e variações de riscos.
Como resumo podemos concluir:

01- A norma saiu de uma análise superficial da estrutura, para uma análise gerencial de riscos e medidas de controle visando o aumento da eficiência do sistema de proteção contra descarga atmosférica. Diante das novas determinações, todas as empresas deverão providenciar:
02- Análise gerencial de risco. Perdas mecânicas, estruturais e vidas, todas interligadas e dependentes em cada classificação estrutural;
03-A composição do solo onde está localizado a empresa através da medição da resistividade do solo;
04-O projeto de sistema de proteção de descarga atmosférica para adequação do sistema de PDA;
05-Manter e controlar todo o histórico de manutenção deste sistema.
06-A medição do sistema de para raios com a referência dos 10 Ohms não existe mais.
07- Deverá ser realizada a medição da resistividade do solo.
08-Não há mais nenhuma norma com o valor de referência para o sistema de aterramento de 10 Ohms.
E as medições do sistema de aterramento agora deverão atender a norma NBR 15749/2009-Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento.
Considerações
A) Não se trata apenas de alteração de norma e sim inclusão de novos dispositivos de proteção na linha de periféricos que adentram no estabelecimento desde cabos de energia até os cabos de telefonia, gás, antena coletiva entre outros.
B) Tudo deve ser analisado para compor o sistema. O sistema pode ser dividido em duas partes:
Sendo um SPDA composto de captação, descida e sistema de aterramento e outro de PDA composto de dispositivos supressores de surto a ser analisado e calculado conforme a capacidade de corrente de curto circuito do estabelecimento. Este cálculo está lincado na NBR 5410-Instalações elétricas de baixa tensão, para calculo das vestimentas.
Ou seja, agora o círculo se fechou. As três normas estão lincadas e dependentes entre si. NBR 5419, NBR 5410 e NBR 15749.
A nossa Empresa  está habilitada e qualificada a prestar todos estes serviços através de softwares de gerenciamento de risco, projetos do sistema de SPDA, instrumentos de medição como estratificador de solo para medição da resistividade do solo, micro-ohmímetro para medição da linha de aterramento e dispersão do solo e outros instrumentos como o Alicate para medição da resistência de aterramento (todos calibrados e certificados conforme padrão RBC) de maneira a compor e gerenciar toda a documentação necessária para o atendimento da nova versão das normas.
Passamos de uma folha com o cálculo de classificação, para um projeto do sistema de SPDA a ser entregue em folha padrão A1 com todo o descritivo construtivo do sistema e também um caderno de especificação técnica onde consta todas as variáveis do gerenciamento e risco adotado, pois cada gerenciamento de risco é diferente e deverá interagir entre eles.
Todos os estabelecimentos deverão estar adequados no momento de sua renovação, ou pelo menos, sendo gerado este projeto para adequação futura. Não podemos mais emitir o laudo de OK como pede o corpo de bombeiros no anexo R, sem verificar todas as variáveis, gerenciamento de risco e PDA.
A classificação do nível de proteção teve maior alteração na norma.
Curso NR 10 Complementar – Áreas Classificadas: Consulte-nos

Conteúdo Programático:  Curso de Reciclagem (Atualização) NR 10 S.E.P.
Programa: Curso de Reciclagem (Atualização) NR 10 S.E.P.
Fundamentação técnico-legal conforme NR 10 S.E.P.
Segurança em atividades perigosas
Prevenção de acidentes, combate a incêndio e Primeiros Socorros.
Proteção contra choque elétrico
Componentes das instalações
Equipamentos, instalações e instrumentos que utilizam energia
Dispositivos de manobra Conforme NR 10
Exposição a sobretensão ( circuito energizado)
Autorização e prevenção para trabalhos em equipamentos
A importância e como analisar  o P.I.E. Prontuário de Instalações                                                         Elétricas.

Curso Reciclagem SEP NR 10
Curso Reciclagem SEP NR 10

Curso Reciclagem SEP NR 10
Carga Horária do Curso de Reciclagem (Atualização) NR 10 S.E.P.
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado do Curso de Reciclagem (Atualização) NR 10 S.E.P. para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem):  NR 10 Item 10.8.8.2 Deve ser realizado um treinamento de reciclagem bienal e sempre que ocorrer alguma das situações a seguir:
a) troca de função ou mudança de empresa;
b) retorno de afastamento ao trabalho ou inatividade, por período superior a três meses;
c) modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.

IMPORTANTE: Para execução de Trabalhos em Altura, Espaço Confinado se faz necessário o Supervisor de Altura (Curso de 40 horas/aula) ou Supervisor de Espaço Confinado (Curso de 40 horas/aula) e Equipe de Resgate, composta de profissionais com proficiência, que durante a execução dos trabalhos devem permanecer full time a disposição, conforme preconiza a Normas NR 10, NR 35, NR 33, NR 34 entre outras.

Saiba mais sobre o Curso de Reciclagem NR 10 SEP :
Introdução à segurança com eletricidade
No Brasil a GERAÇÃO de energia elétrica é 80% produzida a partir de hidrelétricas, 11% por termoelétricas e o restante por outros processos. A partir da usina a energia é transformada, em subestações elétricas, e elevada a níveis de tensão (69/88/138/240/440 kV) e transportada em corrente alternada (60 Hertz) através de cabos elétricos, até as subestações rebaixadoras, delimitando a fase de Transmissão.
Na fase de DISTRIBUIÇÃO (11,9 / 13,8 / 23 kV), nas proximidades dos centros de consumo, a energia elétrica é tratada nas subestações, com seu nível de tensão rebaixado e sua qualidade controlada, sendo transportada por redes elétricas aéreas ou subterrâneas, constituídas por estruturas (postes, torres, dutos subterrâneos e seus acessórios), cabos elétricos e transformadores para novos rebaixamentos (110 / 127 / 220 / 380 V), e finalmente entregue aos clientes industriais, comerciais, de serviços e residenciais em níveis de tensão variáveis, de acordo com a capacidade de consumo instalada de cada cliente.
O Sistema Elétrico de Potência (SEP) é definido como o conjunto de todas as instalações e equipamentos destinados à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica até a medição inclusive.
Com o objetivo de uniformizar o entendimento é importante informar que o SEP trabalha com vários níveis de tensão, classificadas em alta e baixa tensão e normalmente com corrente elétrica alternada (60 Hz).
Conforme definição dada pela ABNT através das NBR (Normas Brasileiras Registradas), considera-se “baixa tensão”, a tensão superior a 50 volts em corrente alternada ou 120 volts em corrente contínua e igual ou inferior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra. Da mesma forma considera- se “alta tensão”, a tensão superior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.
Estatísticas.
Somente nos Estados Unidos o contato com a eletricidade é a causa de 5% dos acidentes fatais que ocorrem no trabalho. Em números, aproximadamente 290 pessoas morreram por ano vítimas de acidentes com eletricidade no período de 1997 e 2002, segundo divulgação do Ministério do Trabalho dos EUA.

Para contratar o Curso ou receber mais informações e-mail: contato@rescuecursos.com
Fone: (11) 3422-1130.

Conteudo Programático: Curso de NR 35 – Segurança nos trabalhos e resgates em Alturas em Rodovias

O curso oferecido contempla a seguinte ementa:
Equipamentos de proteção:
Apresentações práticas dos equipamentos de segurança como e para qual finalidade são produzidos
Forma de utilização e seus pontos fortes e fracos;
Cuidados com os equipamentos;
Discussão das situações encontradas no dia a dia e dificuldades;
Prática em Sistemas de ancoragens (pontos de fixação);
Nós de fixação ;ancoragem e becaps
Prática em Sistemas de segurança para subida;
Prática Sistema de segurança para descida, freios e nós de segurança para descida;
Prática Deslocamento horizontal, circulação e acesso a lugares longe da escada;
Prática em estruturas sobre todos os itens abordados anteriormente em diferentes situações.
Normas de segurança a serem abordadas:
NR 35; NR 01; NR 06; NR 07; NR 18;
Procedimentos de segurança no trabalho:
Avaliação estrutural do local de trabalho;
Avaliação de pontos de risco;
Sistema de segurança em plano inclinado (taludes, encostas, declives e aclives etc.
Treinamento Prático Assistido de Abordagem de dificuldades encontrada no dia a dia do trabalho.
Noções básicas de resgate em altura:
Fator de queda e força de impacto;
Danos fisiológicos causados por quedas;
Auto-resgate;
Ascensão e Resgate organizado;
Descida e içagem de vitima com e sem maca;
Rapel.
Içagem:
Sistemas de redução de carga com polias;
Sistemas de contra peso;
Proteção das vias
Fixação de chapeletas e parafusos
Perigos (abelhas, marimbondos etc.)

Rescue Cursos 2018 – Todos os direitos reservados.