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Acima de 500mts²

Laudo Elétrico NR 10 com ART

Nome Técnico:

Laudo das Instalações Elétricas - NR10

R$ 890,00 com ART

(c/ até 500mts²)

Escopo da Inspeção: Laudo Elétrico NR 10 com ART

Verificação dos  níveis de tensão;
Verificação dos níveis de corrente e seu balanceamento;
Identificação de pontos de aquecimento dos principais contatos  e cabos alimentadores;
Verificação de barreira de proteção e invólucros;
Verificação da existência de aterramentos  nos locais  de toques diretos;
Laudo Elétrico NR 10 com ART;
Verificação de documentação existente e confecção  de lista   de documentos   a serem  executadas para atender plenamente   NR 10;
Medição do barramento de terra principal;
Verificação dos níveis de iluminação conforme NBR  atual;
Identificação de pontos de aquecimento;
Relatório fotográfico;
Indicações de readequações  caso necessário  para atendimento integral a NR 10;
Conclusão;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Laudo Elétrico com ênfase em áreas classificadas quando for o caso.
Laudo contendo todas as informações, indicando pontos vistoriados, atual situação e indicações para readequação no caso de não conformidade, fornecimento de  relatórios fotográfico.

Validade do Laudo Elétrico com ART

É recomendável periodicidade anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Referências Normativas

Saiba tudo sobre o que a NR 10 – Segurança na Instalações e Serviços com Eletricidade Preconiza  sobre Laudo Elétrico, P.I.E. (Prontuário de Instalações Elétricas).
Preconiza sobre Laudo Elétrico:
f) certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;
Comentário: A alínea f) determina que se organize em prontuário a documentação dos equipamentos e dispositivos elétricos utilizados em áreas classificadas, cuja obrigatoriedade de certificação é expressa pela Portaria 176 de 17.07.2000, quando o SINMETRO regulamentou a exigência. Respeitando-se a regulamentação os equipamentos e dispositivos elétricos destinados a áreas classificadas, adquiridos antes da data da publicação dessa Portaria, estão isentos de certificação nos moldes regulamentados, contudo deverão comprovar que são seguros, mediante a apresentação de certificados estrangeiros, laudos IEE, declarações ou catálogos dos fabricantes ou declarações de profissionais legalmente habilitados, juntados ao prontuário.
Laudo Elétrico: 
g) relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”.
Comentário:
Nesta alínea está embutida a idéia da auditoria periódica da condição de segurança das instalações elétricas, que resulta num relatório técnico, contendo as não conformidades com as regulamentações de interesse, recomendações e propostas de adequação, melhoria devidamente programada em conformidade com um necessário cronograma de realizações. A existência de documentação acreditada, sistemática e dinamicamente atualizada com as modificações ocorridas nas instalações – diagramas esquemas, nas instruções e procedimentos técnicos, treinamentos e demais obrigações do prontuário, facilitará sobremaneira a execução do relatório técnico requerido.
Laudo Elétrico:
NR 10.2.5 As empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência devem constituir prontuário com o conteúdo do item 10.2.4 e acrescentar ao prontuário os documentos a seguir listados:
Comentário:
As empresas que operam em instalações e equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência – SEP, (empresas de geração, de transmissão e de distribuição de energia elétrica), concessionárias, ou suas contratadas para a realização de serviços e atividades, conhecidas como empreiteiras, devem organizar um prontuário contemplando os documentos descritos no item 10.2.4, anterior, acrescendo-o de outros dois documentos. É certo que muitas empresas, empreiteiras não teriam, pela potência instalada em suas sedes ou canteiros, (que correspondem a estabelecimentos separados), que atender às exigências do item 10.2.4, porém por atuar no SEP, ficam obrigadas ao que se estabelece no item, por conta de operarem no SEP e estarem submetidas ao mesmo risco e exigências.
Laudo Elétrico:
NR 10.2.6 O Prontuário de Instalações Elétricas deve ser organizado e mantido atualizado pelo empregador ou pessoa formalmente designada pela empresa, devendo permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas instalações e serviços em eletricidade.
Comentário:  Reafirma-se neste item, a responsabilidade do empregador quanto à obrigatoriedade na organização, manutenção e atualização do prontuário da empresa, podendo, a seu critério, delegar tal responsabilidade a pessoas designadas formalmente. Essa delegação implicará na formalização de um documento que confira ao designado esse dever, carreando ao empregador a responsabilidade em eleger (selecionar, designar, contratar), comentado no item 10.13. Pressupomos que tal atribuição deva ser feita, exclusivamente, a pessoas com habilitação e capacidade técnica específica. A obrigação de disponibilizar o prontuário aos trabalhadores, legitima o direito de saber dos envolvidos, e promove melhores condições de estudo, análise e conhecimento evitando que o trabalho possa ocorrer sem o pleno domínio do conhecimento e das circunstâncias.

Curso Poda e ou Abate de Árvores NR 31

O objetivo do curso  Poda e ou abate de Árvores  NR 31,   consiste em aplicar conhecimentos que devem ser observados  nas atividades de trabalho visando o planejamento e o desenvolvimento das atividades de abate, poda de árvores e exploração florestal as quais exigem muita atenção  afim de evitar incidentes ou acidentes. Essas condições são extremamente favoráveis à ocorrência de acidentes, como também o uso de EPIs e EPCS apropriados para trabalhos e resgastes.

Treinamento Poda e Abate de Árvores NR 31
Curso Poda e Abate de Árvores NR 31

31.7.20 Do Treinamento  Curso Poda de Árvores NR 31:
31.7.20.1 O empregador rural ou equiparado deverá promover treinamento em segurança e saúde no trabalho para os membros da CIPATR antes da posse, de acordo com o conteúdo mínimo:

Conteúdo Programático:  Curso Poda de Árvores NR 31:
a) noções de organização, funcionamento, importância e atuação da CIPATR;
b) estudo das condições de trabalho com análise dos riscos originados do processo produtivo no campo, bem como medidas de controle (por exemplo, nos temas agrotóxicos, maquinas e equipamentos, riscos com eletricidade, animais peçonhentos, ferramentas, silos e armazéns, transporte de trabalhadores, fatores climáticos e topográficos, áreas de vivência, ergonomia e organização do trabalho);
c) caracterização e estudo de acidentes ou doenças do trabalho, metodologia de investigação e análise;
d) noções de primeiros socorros;
e) noções de prevenção de DST, AIDS e dependências químicas;
f) noções sobre legislação trabalhista e previdenciária relativa à Segurança e Saúde no Trabalho;
g) noções sobre prevenção e combate a incêndios;
h) princípios gerais de higiene no trabalho;
i) relações humanas no trabalho;
j) proteção de máquinas equipamentos;
k) noções e entendimentos de ergonomia.
l) Procedimentos se a ferramenta apresentar sintomas de baixo rendimento;
m) Situações para utilização do podador hidráulico;
n) Técnicas de corte;
o) Transporte das ferramentas;
p) Segurança nos Trabalhos em Altura NR 35
q) Exercícios práticos de como operar a  motosserra, Motopoda, podador hidráulico
r) Como fazer o corte de galhos;
s) Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
t) Impacto e fatores comportamentais na segurança;
u) Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
v) Riscos ergonômicos;
w) Normas Regulamentadoras: NR 12, NR 06, NR 17, NR 31 e NR 35 e Legislação Ambiental
x) NR 12 Anexo V – Motosserra e Similares Item NR 12.4.1

Carga Horária: Curso Poda de Árvores NR 31
Capacitação Participantes sem experiência: 40  horas/aula
Capacitação Participantes com experiência: 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem):  É recomendável  Periodicidade  ANUAL se não ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre Curso Poda e Abate de Árvores NR 31:
31.7.20.2 O empregador rural ou equiparado deve promover o treinamento previsto no subitem 31.7.20.1 desta Norma Regulamentadora para os empregados mais votados e não eleitos, limitado ao número de membros eleitos da CIPATR.
31.7.20.3 O treinamento para os membros da CIPATR terá carga horária mínima de vinte horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal, abordando os principais riscos a que estão expostos os trabalhadores em cada atividade que desenvolver.
31.12.38.1 Motopodas e similares devem dispor dos dispositivos do caput, quando couber. 31.12.39 Os empregadores ou equiparados devem promover, a todos os operadores de motosserra, motopoda e similares, treinamento para utilização segura da máquina, com carga horária mínima de oito horas e conforme conteúdo programático relativo à utilização constante do manual de instruções.
31.12.78.1 O material didático escrito ou audiovisual utilizado no treinamento deve ser produzido na língua portuguesa – Brasil, e em linguagem adequada aos trabalhadores.
31.7.9 A CIPATR terá por atribuição:
a) acompanhar a implementação das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho;
b) identificar as situações de riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores, nas instalações ou áreas de atividades do estabelecimento rural, comunicando-as ao empregador para as devidas providências;
c) divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;
d) participar, com o SESTR, quando houver, das discussões promovidas pelo empregador, para avaliar os impactos de alterações nos ambientes e processos de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores, inclusive quanto à introdução de novas tecnologias e alterações nos métodos, condições e processos de produção;
e) interromper, informando ao SESTR, quando houver, ou ao empregador rural ou equiparado, o funcionamento de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores;

f) colaborar no desenvolvimento e implementação das ações da Gestão de Segurança, Saúde e Meio Ambiente de Trabalho Rural;
g) participar, em conjunto com o SESTR, quando houver, ou com o empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas encontrados;
h) requisitar à empresa cópia das CAT emitidas;
i) divulgar e zelar pela observância desta Norma Regulamentadora;
j) propor atividades que visem despertar o interesse dos trabalhadores pelos assuntos de prevenção de acidentes de trabalho, inclusive a semana interna de prevenção de acidentes no trabalho rural;
k) propor ao empregador a realização de cursos e treinamentos que julgar necessários para os trabalhadores, visando a melhoria das condições de segurança e saúde no trabalho;
l) elaborar o calendário anual de reuniões ordinárias;
m) convocar, com conhecimento do empregador, trabalhadores para prestar informações por ocasião dos estudos dos acidentes de trabalho.
n) encaminhar ao empregador, ao SESTR e às entidades de classe as recomendações aprovadas, bem como acompanhar as respectivas execuções;
Curso Poda de Árvores NR 31:
o) constituir grupos de trabalho para o estudo das causas dos acidentes de trabalho rural;
31.7.10 Cabe ao empregador rural ou equiparado: a) convocar as reuniões ordinárias e extraordinárias da CIPATR; b) conceder aos componentes da CIPATR os meios necessários ao desempenho de suas atribuições; c) estudar as recomendações e determinar a adoção das medidas necessárias, mantendo a CIPATR informada; d) promover para todos os membros da CIPATR, em horário de expediente normal do estabelecimento rural, treinamento sobre prevenção de acidentes de trabalho previsto no subitem 31.7.20.1 desta Norma Regulamentadora.

Curso Poda e Abate de Árvores NR 31: Consulte-nos

Curso de Poda e ou Abate de Árvores NR 31 e NR 12

O  objetivo  do curso  Poda e ou Abate de Árvores com Podador Hidráulico visa estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades de corte,  poda de árvores e exploração florestal.
A atividade de poda, como diversas atividades que envolvem o sistema ser humano – tarefa, exige muita atenção para que se possam evitar os acidentes, pois necessita, às vezes, de que o operador trabalhe sobre caminhões, escadas ou mesmo sobre as próprias árvores,
manuseando as máquinas e, ou, equipamentos. Essas condições são extremamente favoráveis à ocorrência de acidentes, que podem ainda ser agravados caso o operador não esteja devidamente treinado e  utilizando os equipamentos de proteção individual (EPIs) apropriados.

Curso Poda de Árvores NR 31
Curso Poda de Árvores NR 31

Conteúdo Programático: Curso de Poda e ou abate de Árvores NR 31
Módulo I
Classificação das árvores;
Corte de grandes ramos;
Definição de responsabilidades Equipamentos utilizados;
EPI’s e EPC’s utilizados;
Remoção  de abelhas;
Formas de podas;
Importância no meio ambiente;
Intoxicação por veneno;
Precauções ramos verticais e pequenos;
Tipos de podas de árvores;
Tratamento Procedimentos em rede energizada
Curso de Poda e ou abate de Árvores NR 31
Módulo II
Execução de Poda em Linha Viva;
Podador hidráulico em Linha Viva;
Operação – IA: Preparar o local;
Operação – IB: Preparar a ferramenta;
Operação – IC: Executar o corte;
Operação – ID: Desconectar a ferramenta;
Operação – IE: Retirar isolação;
Operação – IF: Normalizar o circuito;
Operação – IG: Limpar o loca;
Operação – IH: Limpar a ferramenta;
Operação – II: Finalizar o serviço;
Operação – IJ: Armazenar a ferramenta Serra Hidráulica de Longo Alcance em linha Viva;
Módulo III
Podador Hidráulico;
Apresentação da ferramenta;
Condições de segurança;
Equipamentos de proteção necessários para execução do serviço utilizado o podador hidráulico;
Limpeza e armazenamento da ferramenta;
Manutenção preventiva;
Procedimento para execução de poda de árvore utilizando o podador hidráulico em cesta aérea;
Quanto a Segurança, no Trabalho;
Referências;
Se a ferramenta apresentar sintomas de baixo rendimento;
Situações para utilização do podador hidráulico;
Técnicas de corte;
Transporte da ferramenta;
Apresentação da ferramenta;
Condições de segurança;
Equipamentos de proteção necessários para execução do serviço utilizado o podador hidráulico;
Limpeza e armazenamento da ferramenta;
Manutenção preventiva;
Procedimento para execução de poda de árvore utilizando o podador hidráulico em cesta aérea;
Quanto a Segurança, no Trabalho;
Referências;
Se a ferramenta apresentar sintomas de baixo rendimento;
Situações para utilização do podador hidráulico;
Técnicas de corte;
Transporte da ferramenta;
Segurança nos Trabalhos em Altura NR 35
Exercícios práticos de como operar a  motosserra, Motopoda, podador hidráulico
Como fazer o corte de galhos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Riscos ergonômicos;
Normas Regulamentadoras: NR 12, NR 06, NR 17, NR 31 e NR 35 e Legislação Ambiental
NR 12 Anexo V – Motosserra e Similares Item NR 12.4.1

Carga Horária: Curso Poda e abate de Árvores
Capacitação Participantes sem experiência: 40  horas/aula
Capacitação Participantes com experiência: 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem):  É recomendável  Periodicidade  ANUAL se não ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Clique no vídeo para assistir Treinamento de Poda e Abate de árvores.

Conteúdo Programático:  Curso de Bomba Centrífuga , Instalação, Operação e Manutenção:
Além do Curso de Bombas Centrífuga ministramos  também  Curso de Bomba de Diafragma, Curso de Bomba de Engrenagem, Curso de Bomba de Lóbulo, Curso de Bomba de Palheta, Curso de Bomba de Parafuso ou Fusos, Curso de Bomba de Pistão, Curso de Bomba Helicoidal, Curso de Bomba de Ar  compressores, Curso de Bomba de deslocamento positivo, Curso de Bomba Compressor de Ar de Parafuso.

Treinamento Bomba Centrífuga
Curso de Bomba Centrífuga

Curso de Bomba Centrífuga – I
Definição e classificação de bombas
Tipos e Classificação das bombas
Turbo bomba ou bomba dinâmica (centrífuga)
Bomba centrífuga radial
Bomba centrífuga de fluxo misto ou helicocentrífuga
Bomba centrífuga de fluxo axial ou helicoaxial
Bombas volumétricas, Bomba alternativa, Bomba rotativa
Escolha da bomba
Bombas centrífugas radiais, Bombas centrífugas, Bomba centrífuga radial
Classificação das bombas centrífugas radiais
Componentes da bomba centrífuga de simples estágio
Bomba centrífuga de simples estágio: componentes
Rotor, Eixo
Sistemas de vedação, Vedação por gaxeta, Vedação por selo mecânico
Mancal de rolamento, Mancal de deslizamento
Lubrificação do mancal, Suporte do mancal
Anéis de desgaste, Acoplamentos
Perda de carga (ΔP)
Curso de Bomba Centrífuga – II
Dimensionamento da tubulação, Vazão e velocidade
Cálculo da perda de carga (ΔP), Fator de fricção (f )
Comprimento equivalente (LEQU)
Altura total do sistema hidráulico, Altura do sistema
Elementos básicos de um sistema hidráulico, Altura geométrica de sucção (Hgeos)
Altura geométrica de descarga (Hgeod), Altura geométrica do sistema (Hgeo)
Altura de sucção (HS), Altura de descarga (HD), Altura total do sistema (H)
Curvas características das bombas, Curva da vazão (Q) em relação à altura manométrica (H)
Curva da potência consumida  pela bomba (PC), Potência hidráulica (PH)
Rendimento da bomba, Curva de rendimento
Curva NPSH, Exemplo de utilização das curvas
Fatores que modificam as características das bombas
Cavitação e NPSH, Evitando a cavitação
NPSH real ou requerido, NPSH disponível
Fatores que modificam o NPSHD
Localização do tanque de sucção e o NPSHD, Cálculo do NPSHD
Curso de Bomba Centrífuga – III
Instalação da bomba, Recebimento da bomba
Armazenagem, Localização da bomba
Fixação, Alinhamento inicial, Alinhamento final
Tubulações, Cuidados na instalação da tubulação
Válvulas de bloqueio, Válvulas de retenção, Válvulas de controle
Detalhes específicos das bombas, Escorva, Instalação elétrica
Operação, Manutenção preventiva, Registro da manutenção, Segurança da manutenção
Informações da placa de identificação da bomba, Rotinas de manutenção
Inspeções de rotina, mensais, trimestrais, anuais
Curso de Bomba Centrífuga – IV
Manutenção de mancais lubrificados com óleo
Manutenção de mancais lubrificados com graxa
Procedimentos para reengraxar
Caixa de gaxetas, Instruções de instalação de gaxetas
Processos de escorvamento de bombas
Escorva de bomba submersa, Escorva com bomba de vácuo
Escorva com válvula de pé, Vazão de água
Equipamento de Proteção Individual, Prevenção de Acidentes e `Primeiros Socorros
Referencias Normativas:  NR 06, NR 10, NR 33, NR 18

Carga Horária: Curso de Bomba Centrífuga
Capacitação  Carga horária  mínima = 80  horas/aula a 08 horas/aula (depende da complexidade do equipamento)
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba Mais sobre o Curso de Bomba Centrífuga:  Operação
Os tópicos a seguir resumem as providências necessárias a serem observadas quando da primeira partida do conjunto bomba e motor elétrico. De maneira geral, são providências comuns a todas as bombas, mas o importante é que sejam seguidas as recomendações para a operação de partida da bomba no manual técnico do fabricante:
Cuidados com a primeira partida do conjunto bomba e motor elétrico:
• verificar a fixação da bomba e do seu acionador firmemente à base;
• verificar a fixação das tubulações de sucção e recalque da bomba;
• revisar as conexões elétricas, verificando se todos os sistemas de proteção do motor encontram-se corretamente ajustados e funcionando em segurança;
• executar as emendas das conexões elétricas de bombas submersas dos cabos
com segurança, da maneira prevista nos manuais do fabricante;
• examinar o mancal quanto à limpeza e penetração de umidade. Todas as bombas lubrificadas a óleo devem receber a quantidade de lubrificante recomendada pelo fabricante.
Curso de Bomba Centrífuga: Todas as bombas saem da fábrica sem óleo.
• verificar o sentido de rotação do motor elétrico, fazendo-o com a bomba desacoplada;
• certificar-se manualmente de que o conjunto girante roda livremente. Se for necessário um esforço maior, caso de bombas com mancais de deslize, gaxetas que estejam prendendo, etc., usar chave corrente ou grifo, com o eixo devidamente protegido para evitar danos. O esforço maior será necessário somente no início;
• certificar-se de que o alinhamento do acoplamento foi realizado conforme já explicado. Quando a temperatura do líquido bombeado for superior a 120ºC,  o alinhamento do  acoplamento deverá ser realizado à temperatura de operação ou adotar providências equivalentes.
(Fonte: Bombas Guia Básico Procel Industria)

Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11

A Transpaleteira elétrica é veículo adequado ao transporte e elevação de cargas, deve ser utilizado, manobrado e mantido em condições de funcionamento, de acordo com as instruções recebidas em treinamento e manual de instruções do fabricante, outro tipo de utilização não corresponde às prescrições pode provocar lesões em pessoas, danos na máquina ou em bens materiais. Sobretudo, deve evitar sobrecarga, cargas demasiadamente pesadas ou colocadas unilateralmente. A carga máxima suportada é indicada na placa indicadora de tipo, afixada no veículo. O veículo não pode ser utilizado em áreas de perigo de incêndio ou explosão nem em áreas corrosivas ou muito poeirentas.
Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11:

Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11
Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11

Conteúdo Programático: Curso Operador de Transpaleteira (Paleteira)  Elétrica  NR 11
Utilização conforme as prescrições e descrição do veículo
Descrição do uso
Unidades funcionais
Dados técnicos
Condições de utilização
Locais de indicações e chapas de características
Capacidade de carga, elevação dos braços de roda
Transporte e primeiro uso
Bateria – Manutenção, Recarga, Mudança
Prescrições de segurança para o trabalho com baterias ácidas
Tipos de baterias , Acesso à bateria, 4 Carregar bateria
Instrumento combinado
Utilização
Prescrições de segurança para a utilização do veículo industrial
Descrição dos elementos de controlo e indicação
Iniciar o uso do veículo
Regras de segurança para o funcionamento em marcha
Conduzir, dirigir, travar
Colocar e retirar unidades de carga
Estacionar o transportador seguramente fixado
Ajuda no caso de falhas
Manutenção do Veículo Industrial
Segurança no trabalho e proteção do ambiente
Regras de segurança para a manutenção
Manutenção e inspeção
Lista de checagem para a manutenção
Plano de lubrificação
Produtos consumíveis
Avisos para a manutenção
Preparar veículo para os trabalhos de manutenção e conservação
Abrir cobertura e tampa frontal da bateria 6.3 Abrir tampa frontal
Controlar nível de óleo
Verificações de segurança periódicas e depois de acontecimentos
Prescrições de segurança para a utilização do veículo industrial
Descrição dos elementos de controlo e indicação
Regras de segurança para o funcionamento em marcha
Normas Regulamentadoras / Acidentes
Equipamentos de proteção (E.P.C. e E.P.I.)
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
Manobras diversas
Responsabilidades do operador, conforme C.B.O. (Classificação Brasileira de Ocupações) M.T.E.
Tipos de Transpaleteira
Prevenção de Acidentes +Primeiros Socorros
A.P.R. Análise Preliminar de Riscos
Checklist– Inspeção diária da Transpaleteira Tabela de observação diária Identificação dos instrumentos do painel e componentes.
Referências Normativas: Normas Regulamentadoras NR 11, NR 12, NR 18, NR 06

Carga horária: Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11
Capacitação carga horária mínima participantes sem experiência = 32 horas/aula
Capacitação carga horária mínima participantes com experiência = 16 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou sempre que ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Clique no vídeo para assistir Treinamento de Empilhadeira e Transpaleteira.

Clique no vídeo para assistir Treinamento de transpaleteira elétrica NR 11.

Curso Operador de Transpaleteira Elétrica NR 11: Consulte-nos

Recomendações ao Operador de  Transpaleteira (Paleteira) :
Assegure-se sempre que o equipamento encontra-se em boas condições de funcionamento
antes de começar o trabalho;
Familiarize-se com o equipamento e não tente realizar consertos ou reparos;
Informe imediatamente sobre qualquer defeito.
Quando autorizado a realizar serviços de manutenção e ou consertos, assegure-se que os regulamentos de saúde e segurança sejam estritamente obedecidos;
Informe sobre quaisquer problemas que possam surgir na área de operação e que possam oferecer perigo ou reduzir a segurança;
Nunca exceda a capacidade do equipamento. Tome todas as precauções para garantir a segurança de terceiros e a sua própria;
Para imediatamente e desligue o motor se por algum motivo você perceber que o equipamento não apresenta condições de segurança e operação ou se apresentar algum problema mecânico.

Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18

O objetivo do curso visa capacitar responsáveis no canteiro de obras para realizar com segurança todas as tarefas de preparação para a operação, amarração, auxílio na montagem e desmontagem do guindaste, seleção e inspeção de acessórios, verificação de possíveis interferências, isolamento da área e sinalização.
Sinaleiro:  Pessoa responsável pela sinalização, emitindo ordens por meio de sinais visuais e/ou sonoros.

Treinamento Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18
Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18

Conteúdo Programático: Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18
Conscientização sobre a importância da sintonia entre Operador x Sinaleiro/Amarrador de cargas;
Definição;
Funcionamento;
Montagem e Instalação;
Operação;
Sinalização de Operações;
Amarração de cargas para o içamento (eslingas e acessórios);
Sistemas de Segurança;
Bola peso;

Cabo do guindaste;
Cabos de aço;
Capacidade em função do quadrante;
Capacidade x Ângulo;
Carga líquida / carga bruta;
Centro de gravidade;
Classificação dos guindastes;
Como inspecionar e amarrar de cargas;
Componentes básicos;
Composição da carga bruta;
Comprimento da lança;
Comunicação via rádio em frequência exclusiva entre sinaleiro e Operador de Grua;
Conexão terminal;
Contrapeso;
Cuidados operacionais básicos;
Escolha correta dos materiais de amarração de acordo com as características das cargas;
Fatores normatizados;

Geometria;
Medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
Proteções, portas e distâncias de segurança;
Demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança;
Estabilidade;
Sistemas operacionais;
Sistemas de locomoção;
Noções básicas sobre estudo da carga em içamento;
Moitão;
Momento de carga;
Noções básicas sobre tecnologia dos guindastes móveis:
Histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina utilizada;
Descrição e funcionamento;
Observância às determinações do Plano de Cargas e sinalização padrão;
Orientação dos trajetos;
Orientação para o operador da grua/ guindaste referente aos movimentos a serem executados;
Principais áreas de perigo;
Principais causas de acidentes;

Raio de operação;
Redução de capacidade;
Resistência estrutural;
Riscos na operação;
Sistemas de medidas;
Terminologia técnica;
Normas Regulamentadoras – NR-5, NR-6, NR-17 e NR-18.

Carga Horária: NR 18 Curso Sinaleiro / Amarrador de cargas
Capacitação Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Clique no vídeo para assistir Treinamento de Sinaleiro, Amarrador de Cargas e Grua

Saiba mais sobre Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18:
NR 12
12.147.1 O curso de capacitação deve ser específico para o tipo máquina em que o operador irá exercer suas funções e atender ao seguinte conteúdo programático:
a) histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina especificada;
b) descrição e funcionamento;
c) riscos na operação;
d) principais áreas de perigo;
e) medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
f) proteções – portas, e distâncias de segurança;
g) exigências mínimas de segurança previstas nesta Norma e na NR 10;
h) medidas de segurança para injetoras elétricas e hidráulicas de comando manual; e
i) demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança.

Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18:
ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO
A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;
b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;
d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) método de trabalho seguro;
h) permissão de trabalho; e
i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção.
1.1 A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:
a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;
b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;
c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;
d) operação com segurança da máquina ou equipamento;
e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
f) sinalização de segurança;
g) procedimentos em situação de emergência; e
h) noções sobre prestação de primeiros socorros.
1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada.
4.12 A análise de risco deve considerar possíveis interferências no entorno, em particular a operação de outros equipamentos de movimentação, devendo nesse caso ser impedida a movimentação simultânea ou adotado sistema anticolisão, quando utilizadas gruas.
4.27 Em caso de utilização de grua, esta deve possuir, no mínimo:
a) limitador de momento máximo, por meio de sistema de segurança monitorado por interface de segurança;
b) limitador de carga máxima para bloqueio do dispositivo de elevação, por meio de sistema de segurança monitorado por interface de segurança;
c) limitador de fim de curso para o carro da lança nas duas extremidades, por meio de sistema de segurança monitorado por interface de segurança;
d) limitador de altura que permita frenagem segura para o moitão, por meio de sistema de segurança monitorado por interface de segurança;
e) alarme sonoro para ser acionado pelo operador em situações de risco e alerta, bem como de acionamento automático, quando o limitador de carga ou momento estiver atuando;
f) placas indicativas de carga admissível ao longo da lança, conforme especificado pelo fabricante;
g) luz de obstáculo (lâmpada piloto);
h) trava de segurança no gancho do moitão;
i) cabos-guia para fixação do cabo de segurança para acesso à torre, lança e contra-lança;
j) limitador de giro, quando a grua não dispuser de coletor elétrico;
k) anemômetro que emita alerta visual e sonoro para o operador do equipamento de guindar quando for detectada a incidência de vento com velocidade igual ou superior a 35 km/h;
l) dispositivo instalado nas polias que impeça o escape acidental do cabo de aço;
m) limitador de curso de movimentação de gruas sobre trilhos, por meio de sistema de segurança monitorado por interface de segurança;
n) limitadores de curso para o movimento da lança – item obrigatório para gruas de lança móvel ou retrátil;
o) aterramento elétrico;
p) dispositivo de parada de emergência;
q) dispositivo limitador de velocidade de deslocamento vertical do cesto suspenso de forma a garantir que se mantenha, no máximo, igual a trinta metros por minuto (30m/min).
NR 18
18.14.24.14 Todo dispositivo auxiliar de içamento (caixas, garfos, dispositivos mecânicos e outros), independentemente da forma de contratação ou de fornecimento, deve atender aos seguintes requisitos: (Incluído pela Portaria SIT n.º 114, de 17 de janeiro de 2005).
a) dispor de maneira clara, quanto aos dados do fabricante e do responsável, quando aplicável;
b) ser inspecionado pelo sinaleiro ou amarrador de cargas, antes de entrar em uso;
c) dispor de projeto elaborado por profissional legalmente, mediante emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – com especificação do dispositivo e descrição das características mecânicas básicas do equipamento.
18.36.2 Quanto às máquinas, equipamentos e ferramentas diversas:
a) os protetores removíveis só podem ser retirados para limpeza, lubrificação, reparo e ajuste, e após devem ser, obrigatoriamente, recolocados;
b) os operadores não podem se afastar da área de controle das máquinas ou equipamentos sob sua responsabilidade, quando em funcionamento;
c) nas paradas temporárias ou prolongadas, os operadores de máquinas e equipamentos devem colocar os controles em posição neutra, acionar os freios e adotar outras medidas com o objetivo de eliminar riscos provenientes de funcionamento acidental;
d) inspeção, limpeza, ajuste e reparo somente devem ser executados com a máquina ou o equipamento desligado, salvo se o movimento for indispensável à realização da inspeção ou ajuste;
e) quando o operador de máquinas ou equipamentos tiver a visão dificultada por obstáculos, deve ser exigida a presença de um sinaleiro para orientação do operador;
f) as ferramentas manuais não devem ser deixadas sobre passagens, escadas, andaimes e outras superfícies de trabalho ou de circulação, devendo ser guardadas em locais apropriados, quando não estiverem em uso;
g) antes da fixação de pinos por ferramenta de fixação a pólvora, devem ser verificados o tipo e a espessura da parede ou laje, o tipo de pino e finca-pino mais adequados, e a região oposta à superfície de aplicação deve ser previamente inspecionada;
h) o operador não deve apontar a ferramenta de fixação a pólvora para si ou para terceiros.
IX SISTEMA DE SEGURANÇA – Deverão ser observados, no mínimo, os seguintes itens:
a) Existência de plataformas aéreas fixas ou retráteis para carga e descarga de materiais;
b) Existência de placa de advertência referente às cargas aéreas, especialmente em áreas de carregamento e descarregamento, bem como de trajetos de acordo com o item 18.27.1 – alínea “g” desta NR;
c) Uso de colete refletivo;
d) A comunicação entre o sinaleiro/amarrador e o operador de grua, deverá estar prevista no Plano de Carga, observando-se o uso de rádio comunicador em freqüência exclusiva para esta operação.
Curso Sinaleiro e Amarrador de Cargas NR 18:
X PESSOAL TÉCNICO – QUALIFICAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA:
a) Operador da Grua – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima definida pelo fabricante, locador ou responsável pela obra, devendo, a partir do treinamento, ser capaz de operar conforme as normas de segurança utilizando os EPI necessários para o acesso à cabine e para a operação, bem como, executar inspeções periódicas semanais. Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e ser capacitado para as seguintes responsabilidades: operação do equipamento de acordo com as determinações do fabricante e realização de “Lista de Verificação de Conformidades” (check-list) com freqüência mínima semanal ou periodicidade inferior, conforme especificação do responsável técnico do equipamento.
b) Sinaleiro/Amarrador de cargas – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima de 8 horas. Deve estar qualificado a operar conforme as normas de segurança, bem como, a executar inspeção periódica com periodicidade semanal ou outra de menor intervalo de tempo, conforme especificação do responsável técnico pelo equipamento. Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e ser capacitado para as seguintes responsabilidades: amarração de cargas para o içamento; escolha correta dos materiais de amarração de acordo com as características das cargas; orientação para o operador da grua referente aos movimentos a serem executados; observância às determinações do Plano de Cargas e sinalização e orientação dos trajetos.
XIII DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA NO CANTEIRO DE OBRAS
No canteiro de obras deverá ser mantida a seguinte documentação mínima relativa à(s) grua(s):
a) Contrato de locação, se houver;
b) Lista de Verificação de Conformidades (check-list) a cargo do operador da grua;
c) Lista de Verificação de Conformidades (check-list) a cargo do Sinaleiro/Amarrador de cargas referente aos materiais de içamento.
d) Livro de inspeção da grua conforme disposto no item 18.22.11 desta NR-18;
e) Comprovantes de qualificação e treinamento do pessoal envolvido na operacionalização e operação da grua;
f) Cópia da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – do engenheiro responsável nos casos previstos nesta NR;
g) Plano de Cargas devidamente preenchido e assinado em todos os seus itens;
h) Documentação sobre esforços atuantes na estrutura do edifício conforme disposto no item 18.14.24.3 desta NR;
i) Atestado de aterramento elétrico com medição ômica, conforme NBR 5410 e 5419, elaborado por profissional legalmente habilitado e realizado semestralmente.
j) Manual do fabricante e ou operação contendo no mínimo: – Lista de Verificação de Conformidades (check-list) para o operador de grua – Lista de Verificação de Conformidades (check-list) para o sinaleiro/amarrador de carga – Instruções de segurança e operação.
XIV CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O conteúdo para treinamento dos Operadores de Gruas e Sinaleiro/Amarrador de Cargas deverá conter pelo menos as seguintes informações: – Definição; Funcionamento; Montagem e Instalação; Operação; Sinalização de Operações; Amarração de Cargas; Sistemas de Segurança; Legislação e Normas Regulamentadoras – NR-5, NR-6, NR-17 e NR-18.
NR 18 Curso Sinaleiro / Amarrador de cargas. Contate-nos.

Prontuário da NR 12

O objetivo do Prontuário da NR 12 visa estabelecer requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho em máquinas e equipamentos de todos os tipos, garantindo a organização e segurança do ambiente de trabalho. O descumprimento desta exigência pode resultar em notificação, autuação, interdição/embargo e penalidades de máquina/equipamento específica ou de todo o parque industrial.

Prontuário NR 12
Prontuário NR 12

Primeiramente vamos entender a diferença entre elaboração de Prontuário da NR 12 e Inventario da NR 12.
Elaboração do Prontuário da NR 12:
Contempla todos os elementos necessários em uma única pasta em relação às máquinas e equipamentos, bem como os treinamentos necessários.
Tudo se inicia com o Inventário e os sistemas já instalados em segurança de cada máquina.
Em suma o Prontuário é auditoria da Gestão completa conforme item NR 12.153.1.
Este Prontuário deverá ser alimentado com o decorrer das execuções, ou renovações de documentações, plantas de layout, licenças, entre outras questões que serão aludidas dentro do período de implantação desta no interior da empresa.
NR 12.126.1.1 A ficha de informação indicada no item 12.126.1 pode ser elaborada pelo empregador ou pessoa designada por este. (Inserido pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015)
NR 12.130 Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco.
NR 12.153.1 As informações do inventário devem subsidiar as ações de gestão (= Prontuário) para aplicação desta Norma.

Elaboração do Inventário da NR 12:
Consiste em elaborar Inventário de todas as as máquinas e equipamentos,  início dos procedimentos para elaboração de prontuários, ou simplesmente um levantamento dos sistemas de segurança a serem implantados ou já contemplados nas máquinas e equipamentos, em conjunto com o treinamento referente em fim o Inventário é como se fosse um laudo.
O inventário da NR 12, consiste em juntar todos os elementos necessários em dados referentes a máquinas e equipamentos, compatível com os elementos de auditoria já existentes no interior do estabelecimento.
Prontuário da NR 12:

Prontuário da NR 12
Prontuário da NR 12

Escopo do Prontuário da NR 12:
Confecção da Análise de Risco;
Arranjo físico e instalações;
Instalações elétricas;
Dispositivos de partida e parada;
Sistemas de segurança em máquinas e equipamentos;
Dispositivos de parada de emergência;
Meios de acesso permanentes;
Componentes pressurizados;
Transportadores de materiais;
Ergonomia NR 17;
Riscos adicionais;
Manutenção;
Sinalização;
Manuais de instruções;
Procedimentos de segurança;
Capacitação;
Categorias de Risco NBR 14153 Segurança de máquinas — Partes de sistemas de comando relacionados à segurança — Princípios gerais para projeto ( Safety of machinery — Safety related parts of control systems — General principles for design)
Análise Preliminar de Risco de Máquinas e Equipamentos;
Relatório Fotográfico das Maquinas e Equipamentos (antes e depois);
Plano de Ação;
Inventário Geral das Máquinas e Equipamentos;
Pasta A – Z com Manual do Fabricante de todas as máquinas.
Manual de Segurança e Operação;
Considerações Finais.
Prontuário da NR 12

Complementos não inclusos:
Elaboração de Projeto de máquina estacionária: Consultar valores;
Elaboração e/ou tradução de Manual de Instruções Técnicas: Consultar valores;
Treinamento para Máquinas e Equipamentos ou Treinamento Específico: Consultar valores.

Validade do Prontuário NR 12 : É recomendável periodicidade  anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Prontuário da NR 12: Consulte-nos

Curso Instrutor de Trabalhos em Altura NR 35

O Curso visa estabelecer estratégias de execuções proativas, de modo a consolidar as diretrizes específicas para instrutores de Trabalhos em Altura  como segue:
Conhecer  técnicas para atividades específicas de trabalho e resgate de vítimas em altura;
Aplicar as técnicas para atividades específicas  de utilização dos equipamentos para trabalho e resgate de vítimas em altura;
Curso em conformidade com a NR 35 e a Portaria Nº CCB-008/600/14 da Secretaria de Estado dos Negócios da Segurança Pública Polícia Militar Do Estado De São Paulo Corpo De Bombeiros.

Curso Instrutor de Trabalho em Altura
Curso Instrutor de Trabalho em Altura

Conteúdo Programático: Curso Instrutor de Trabalhos em Altura
Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
Análise de Risco e condições impeditivas;
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
Conscientização da Equipe de Resgate full time;trEquipamentos de Proteção Coletiva;
Acidentes típicos em trabalhos em altura;
Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros
socorros;
Referencias normativas aos dispositivos aplicáveis:NR 35, NR 06, NR 17, NR 01, NR 18, Portaria Nº CCB-008/600/14.

Requisitos básicos para Instrutoria:
Formação mínima como Técnico(a)  Segurança do Trabalho – 1200 horas
Formação em técnicas de ensino com carga horária mínima – 40 horas
Formação  em Operação específica – 40 horas
Formação em APH (Atendimento Pré Hospitalar) Primeiros Socorros – 260 horas
Estágio prático supervisionado por equipamento específico – 40 horas
A empresa que deseja capacitar instrutores deverá compor equipe multidisciplinar sob a supervisão de PH para ministrar treinamento e recolhimento de ART.
Um único instrutor não deverá  ministrar todas as matérias do plano de aula.
Vale ressaltar que instrutoria feita pela própria empresa fará parte situação sujeito a questionamentos e acúmulo de funções.
Importante: Cursos e Treinamentos de Segurança e Saúde do Trabalho devem ser ministrados SEMPRE por Equipe Multidisciplinar conforme preconiza as Normas Regulamentadoras, ou seja um único instrutor não pode ministrar todas as matérias.

Carga Horária:
Capacitação: Carga horária mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem): Carga horária mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente e sempre que ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Clique no vídeo para assistir Curso de Capacitação de Instrutores de Trabalho em Altura

Curso Operador de Betoneira NR 12 E NR 18

Conteúdo Programático: Curso Operador de Betoneira NR 12 E NR 18
Perfil do Operador de Betoneira  C.B.O.
Concientização da importancia do Manual de Instruções do equipamento
Operação com segurança
Central de Argamassas e Concreto: Localização, instalação, organização e limpeza  Ordem de colocação dos tipos de  materiais
Abastecimento e transporte dos materiais
Procedimentos de uso e conservação

Curso Operador de Betoneira
Curso Operador de Betoneira

Uniformidade e tempo de mistura
E.P.I. e E.P.C.
A.P.R. Análise Preliminar de Riscos
Checklist  e manutenção periódica da Betoneira
Exemplos de Condições perigosas
Prevenção de Incêndios, Acidentes e Primeiros Socorros;
NR18 Item 18.22.1  “A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos, só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá”
Referências Normativas:  NR 12, NR 18.

Carga Horária: Curso Operador de Betoneira
Capacitação participantes com experiencia  – Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) participantes –  Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Curso Operador de Betoneira:
NR 18.9  Máquinas de Concreto
18.9.9 As peças e máquinas do sistema transportador de concreto devem ser inspecionadas por trabalhador qualificado, antes do início dos trabalhos.
18.9.10 No local onde se executa a concretagem, somente deve permanecer a equipe indispensável para a execução dessa tarefa.
18.9.11 Os vibradores de imersão e de placas devem ter dupla isolação e os cabos de ligação ser protegidos contra choques mecânicos e cortes pela ferragem, devendo ser inspecionados antes e durante a utilização.
18.9.12 As caçambas transportadoras de concreto devem ter dispositivos de segurança que impeçam o seu descarregamento acidental.
NR18  Item 18.22.1  “A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos, só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá”
Referências Normativas:  NR 12, NR 18.

Saiba mais sobre o Curso Operador de Betoneira
Esta máquina Betoneira  pode ser perigosa se os procedimentos de segurança e de
operação adequada não forem seguidos. Como em todas as máquinas, há certos
riscos envolvidos na operação do produto. A utilização da máquina com atenção
e cuidado reduzirá consideravelmente a possibilidade de lesões pessoais.
Entretanto, negligenciar ou ignorar as precauções de segurança regulares
poderá causar lesões pessoais ao operador. Equipamentos de segurança como
protetores, alavancas de empurrar, retentores, tábuas guia, óculos de proteção,
máscaras contra poeira e protetores de ouvido podem reduzir a possibilidade de
lesões. Porém, mesmo o melhor protetor não compensará mau julgamento, falta
de cuidado ou desatenção. Sempre use o bom senso e seja cauteloso na oficina.
Se um procedimento parecer perigoso, não tente executá-lo. Pense em um
procedimento alternativo que pareça mais seguro. LEMBRE-SE: Você é
responsável por sua segurança pessoal.
A máquina foi projetada apenas para determinadas aplicações.
Recomendamos enfaticamente que esta máquina não seja modificada e/ou
utilizada para aplicações que não aquelas para as quais foi projetada. Se houver
dúvidas referentes a uma aplicação específica, NÃO utilize a máquina antes de
entrar em contato com seu revendedor local para determinar se ela pode ou não
ser realizada com o produto.
AVISO:
NÃO SEGUIR ESTAS NORMAS PODE CAUSAR LESÕES PESSOAIS
GRAVES
1. PARA SUA PRÓPRIA SEGURANÇA, LEIA O MANUAL DE INSTRUÇÕES
ANTES DE OPERAR A FERRAMENTA.
Conheça as aplicações e limitações da ferramenta, bem como os riscos
específicos inerentes a ela.
2. MANTENHA OS PROTETORES NO LUGAR E EM CONDIÇÕES DE USO.
3. SEMPRE USE PROTEÇÃO PARA OS OLHOS.
Use óculos de segurança. Os óculos para o dia a dia apenas têm lentes
resistentes ao impacto; não são óculos de proteção. Também utilize máscara
de proteção para o rosto ou contra pó se a operação de corte produzir poeira.
4. RETIRE AS CHAVES E AS CHAVES INGLESAS DE AJUSTE.
Crie o hábito de verificar se as chaves e as chaves inglesas de ajuste foram
retiradas da ferramenta antes de ligá-la.
5. MANTENHA A ÁREA DE TRABALHO LIMPA.
Áreas e bancadas desordenadas são um convite para acidentes.
6. NÃO UTILIZE A BETONEIRA EM LUGARES PERIGOSOS.
Não utilize ferramentas elétricas em locais úmidos ou molhados, e não os
exponha à chuva. Mantenha a área de trabalho bem iluminada.
7. MANTENHA CRIANÇAS E VISITANTES AFASTADOS.
Todas as crianças e visitantes devem ficar a uma distância segura da área de
trabalho.
8. FAÇA COM QUE A OFICINA SEJA SEGURA PARA CRIANÇAS.
Com cadeados, interruptores mestres, ou retirando as chaves de
acionamento.
9. NÃO FORCE A FERRAMENTA.
Ela realizará o trabalho melhor e com mais segurança no ritmo para o qual foi
projetada.
10. UTILIZE A FERRAMENTA CORRETA.
Não force a ferramenta ou os dispositivos a realizarem um trabalho para o
qual não foram projetados.
“Fonte Manual do Usuário Betoneira Nagano”

Curso Guincho Plataforma Veicular

O objetivo do Curso Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade é capacitar profissionais para estarem aptos a operar com segurança a Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade, atentando-se aos detalhes técnicos de cada equipamento para garantir a segurança dos necessitados desse tipo de serviço.

Curso Guincho com Plataforma Veicular
Curso Guincho  Plataforma Veicular

Escopo: Curso Guincho Plataforma Veicular
Conscientização da Importância do Manual de Instruções;
Termos e definições de Plataforma elevatória veicular para acessibilidade;
Tipos de plataformas elevatórias veiculares;
Embarque ou desembarque;
Dimensões;
Capacidades;
Rampa de acesso veicular, manual ou motorizada, para acessibilidade;
Dimensões;
Capacidade de carga máxima;
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
Capacidade de carga em transporte ou capacidade de resistir à pressão;
Noções Básicas de Manutenção;
Sistemas hidráulicos ou pneumáticos;
Características das mangueiras e tubulações;
Limitador de pressão;
Manômetro;
Sistemas elétricos;
Utilização de cabos elétricos;
Isolamento das fontes de energia;
Ensaios após a instalação da plataforma elevatória veicular;
Ensaio estático;
Deformação;
Deslocamento;
Ensaio dinâmico;
Curso Guincho Plataforma Veicular:
Ensaio de funcionamento e das funções de segurança;
Ensaio de verificação da impossibilidade da plataforma elevatória levantar uma carga excessiva;
Ensaio estático de deformação da rampa de acesso;
Ensaio de funcionamento e das funções de segurança;
Referências normativas (NBR 15646), NR 12, NR 16, CTB (Código de Transito Brasileiro)

Carga Horária: Curso Plataforma Elevatória Veicular
Capacitação Carga horária mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Curso Guincho Plataforma Elevatória Veicular
Curso Guincho Plataforma Elevatória Veicular

Saiba mais sobre Curso Guincho Plataforma Veicular:
ANEXO IV – PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO
1 Definição
1.1 Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado.
2 Requisitos Mínimos de Segurança.
2.1 A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
2.2 O equipamento deve ser dotado de:
a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, conforme especificação do fabricante;
b) alça de apoio interno;
c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou, na falta destas, ao disposto no item 18.13.5 da NR- 18;
d) painel de comando com botão de parada de emergência;
e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica, hidráulica ou mecânica;
f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida.
2.2.1 É proibido o uso de cordas, cabos, correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo.
2.3 A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos, por meio de:
a) cabos de alimentação de dupla isolação;
b) plugs e tomadas blindadas;
c) aterramento elétrico;
d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR).
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
3 Operação
3.1 Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho.
3.2 É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho, a fim de garantir a operação segura da PTA.
3.3 Cabe ao operador, previamente capacitado pelo empregador na forma do item 5 deste Anexo, realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA.
3.4 Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens:
a) Controles de operação e de emergência;
b) Dispositivos de segurança do equipamento;
c) Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas;
d) Sistemas de ar, hidráulico e de combustível;
e) Painéis, cabos e chicotes elétricos;
f) Pneus e rodas;
g) Placas, sinais de aviso e de controle;
h) Estabilizadores, eixos expansíveis e estrutura em geral;
i) Demais itens especificados pelo fabricante.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
3.4.1 A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças.
3.4.2 É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.
3.5 Antes e durante a movimentação da PTA, o operador deve manter:
a) visão clara do caminho a ser percorrido;
b) distância segura de obstáculos, depressões, rampas e outros fatores de risco, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço;
c) distância mínima de obstáculos aéreos, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço.
3.5.1 O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o trânsito, a visibilidade, a existência de declives, a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente.
3.5.2 A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante.
3.6 Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas em projeto ou ordem de serviço.
3.7 A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio.
3.8 O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local, obedecendo ao disposto na NR-10.
3.9 A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada, de forma a impedir a circulação de trabalhadores.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
3.10 A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, estradas de ferro, andaimes ou outros veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim.
3.11 Antes da utilização da PTA, o operador deve certificar-se de que:
a) estabilizadores, eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante;
b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica;
c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
3.11.1 Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento, devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico, de acordo com o item 18.22.11 da NR-18.
3.12 Durante o uso da PTA, o operador deve verificar a área de operação do equipamento, a fim de certificar-se de que:
a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto;
b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada, de acordo com o projeto;
c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas, de acordo com o projeto;
d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades;
e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas;
f) não existam riscos adicionais de acidentes.
3.13 Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante.
5.2 A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, abordando, no mínimo, os princípios básicos de segurança, inspeção e operação, de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado.
5.2.1 A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
5.3 Cabe ao usuário:
a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA, de acordo com as recomendações do fabricante;
b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos;
c) orientar os trabalhadores quanto ao uso, carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA.
5.4 O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado.
6 Disposições Finais
6.1 Este Anexo não se aplica às PTA para serviços em instalações elétricas energizadas.
6.2 Os projetos, especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devem atender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país.
6.3. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas.
6.3.1 Para operação em locais perigosos, o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas.
6.4 A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda, arrendamento ou locação.
6.5 As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega, seja por venda, arrendamento ou locação.
6.6 Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção.
6.6.1 Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento, devendo ser fornecidos em qualquer locação, arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.
6.7 Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa.
Curso Plataforma Elevatória Veicular:
6.8 É vedado:
a) o uso de pranchas, escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA;
b) a utilização da PTA como guindaste;
c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos;
d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar, inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica;

e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução.
Curso Guincho Plataforma Veicular: Consulte-nos

Curso Manuseio, Armazenagem, Transporte Produtos Perigosos

O objetivo do curso visa orientar e capacitar profissionais para o correto manuseio, armazenagem e transporte de produtos químicos  perigosos, alertando sobre os riscos e ensinando boas práticas afim de  preservar  a integridade física e a segurança de todos os envolvidos na operação e do Patrimônio da empresa.

Conteúdo Programático: Curso Manuseio, Armazenagem, Transporte Produtos Perigosos
Conceitos básicos da química dos produtos perigosos;
Conscientização dos riscos;
Identificação dos produtos perigosos;
Classes de Risco;
Armazenamento correto;
Manuseio com segurança;
Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
Possíveis danos ao meio ambiente;
Equipamentos de proteção individual;
Fontes de ignição e seu controle;
Inflamáveis: Características, propriedades, perigos e riscos;
Prevenção e combate a incêndio;
Noções Primeiros socorros;
Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
Proteção contra incêndio com inflamáveis;
Riscos dos produtos perigosos;
Toxicologia;
Referencias Normativas:
NBR13221 –  Transporte terrestre de resíduos   04/201 – 11/2017
NBR14619 –  Transporte terrestre de produtos perigosos – Incompatibilidade química  07/2015  08/2017
NBR15480 – Transporte rodoviário de produtos perigosos – Programa de gerenciamento de risco e plano de ação de emergência     05/200 – 02/2018
NBR15481 – Transporte rodoviário de produtos perigosos – Requisitos mínimos de segurança 10/201 – 08/2017
NBR7500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos 04/201 – 04/2017
NBR7503 – Transporte terrestre de produtos perigosos – Ficha de emergência e envelope para o transporte – Características, dimensões e preenchimento 01/2015 – 08/2017
NBR9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos 05/2012 – 08/2017

Carga Horária: Curso Manuseio, Armazenagem e Transporte de Produtos Perigosos
Capacitação Carga horária mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Curso Manuseio, Armazenagem e Transporte de Produtos Perigosos. Consulte-nos.

Curso de Vaso de Pressão – NR 13

O curso aborda os  requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.
Importante: Curso de Vaso de Pressão – NR 13 -Todo profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve cumprir estágio prático supervisionado, na operação de vasos de pressão de 300 (trezentas) horas para o conjunto de todos os vasos de pressão de categorias I ou II e 100 (cem) horas para  conjunto de de todos os vasos de pressão de categorias III, IV, V.
Curso de Vaso de Pressão – NR 13

Treinamento de Unidades de Processo
Curso Vaso de Pressão – NR 13

B2 Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo – Vasos de Pressão
Noções de grandezas físicas e unidades. Carga horária: 4 (quatro) horas
1.1. Pressão
1.1.1. Pressão atmosférica
1.1.2. Pressão interna de um vaso
1.1.3. Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta
1.1.4. Unidades de pressão
1.2. Calor e temperatura
1.2.1. Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura
1.2.2. Modos de transferência de calor
1.2.3. Calor específico e calor sensível
1.2.4. Transferência de calor a temperatura constante
1.2.5. Vapor saturado e vapor superaquecido
Equipamentos de processo. Carga horária estabelecida de acordo com a complexidade da unidade, mantendo um mínimo de 4 (quatro) horas por item, onde aplicável
2.1. Trocadores de calor
2.2. Tubulação, válvulas e acessórios
2.3. Bombas
2.4. Turbinas e ejetores
2.5. Compressores
2.6. Torres, vasos, tanques e reatores
2.7. Fornos
2.8. Caldeiras
Eletricidade. Carga horária: 4 (quatro) horas
Instrumentação. Carga horária: 8 (oito) horas
Operação da unidade. Carga horária: estabelecida de acordo com a complexidade da unidade
5.1. Descrição do processo
5.2. Partida e parada
5.3. Procedimentos de emergência
5.4. Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente
5.5. Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo
5.6. Prevenção contra deterioração, explosão e outros riscos
Primeiros socorros. Carga horária: 8 (oito) horas
Legislação e normalização. Carga horária: 4 (quatro) horas

Carga Horária: Curso de Vaso de Pressão – Unidades de Processo
Capacitação Carga horária  mínima = 40 horas/aula + Complexidade das Unidade e dos Processo.
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 16 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
Curso de Vaso de Pressão – NR 13

CHECKLIST PARA UNIDADES DE PROCESSO:
Finalidade: Adequação da nossa proposta a real necessidade da empresa com relação ao  “Treinamento Segurança na Operação de Unidades de Processo”,

Assinale os tipos de equipamentos que possui:
(    ) Equipamentos de Processo
(    ) Trocadores de calor
(    ) Tubulação, válvulas e acessórios
(    ) Bombas
(    ) Turbinas e ejetores
(    ) Compressores
(    ) Torres
(    ) Vasos (pulmão)
(    ) Tanques
(    ) Reatores
(    ) Fornos
Caldeiras (caso a empresa tenha caldeira, responder abaixo)
(    ) Aquatubular
(    ) Flamotubular
(    ) Mista
Em caso de equipamento especial (operação) a empresa deve enviar a documentação abaixo para ser anexado material didático.
1. Descrição do processo:
2. Partida e parada:
3. Procedimentos de emergência:
4. Descarte de produtos químicos e preservação do meio ambiente:
5. Avaliação e controle de riscos inerentes ao processo:

IMPORTANTE: A NR 13 sofreu alteração, portaria 594 de abril de 2014, esta portaria determina que as tubulações ou sistemas de tubulações interligadas a caldeiras ou vasos de pressão devem ter procedimentos de inspeção, emissão de laudos, projeto original ou “PAR” projeto de alteração ou reparo, vide NR-13 itens 13.6, 13.6-1, 13.6-2, 13.6.3, 13.6-4, o prazo para adequação termina em Abril de 2015. As empresas que não conseguirem se enquadrar no prazo previsto na NR 13 deverão apresentar projetos para realizar adequação com prazo máximo de quatro anos a partir da publicação da portaria 594 (abril de 2014)

Saiba mais sobre o Curso de Vaso de Pressão
Vasos de Pressão
B1 Condições Gerais
B1.1 A operação de unidades de processo que possuam vasos de pressão de categorias I ou II deve ser efetuada por profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processos.
B1.2 Para efeito desta NR será considerado profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo expedido por instituição  competente para o treinamento;
b) possuir experiência comprovada na operação de vasos de pressão das categorias I ou II de pelo menos 2 (dois) anos
antes da vigência da NR13 aprovada pela Portaria SSST nº 23, de 27 de dezembro de 1994.
B1.3 O pré-requisito mínimo para participação, como aluno, no Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo é o atestado de conclusão do ensino fundamental.
Curso de Vaso de Pressão – NR 13
B1.4 O Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve obrigatoriamente:
a) ser supervisionado tecnicamente por PH;
b) ser ministrado por profissionais capacitados para esse fim;
c) obedecer, no mínimo, ao currículo proposto no item B2 deste Anexo.
B1.5 Os responsáveis pela promoção do Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo estarão sujeitos ao impedimento de ministrar novos cursos, bem como a outras sanções legais cabíveis, no caso de inobservância do disposto no item B1.4.
Curso de Vaso de Pressão – NR 13: Consulte-nos

Gestão Ambiental:

O objetivo do nosso trabalho é assegurar que todas as nossas operações são conduzidas de acordo com, ou excedem os requisitos de toda a legislação ambiental pertinente, de orientação indústria relevante e boas práticas.

Licencça Ambiental
Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental:

Implementação de processos eficazes de Gestão Ambiental.
Garantir a plantas e equipamentos que utilizam minimiza o impacto sobre o meio ambiente.
Consideração a proteção do ambiente durante o planejamento de nossas operações.
Definição de objetivos futuros para desenvolver continuamente a nossa gestão ambiental, a fim de melhorar o nosso desempenho.

Passivos Ambientais
Passivos Ambientais

Passivos Ambientais

O termo “passivos ambientais” surge em muitas discussões de questões ambientais. No entanto, há muita confusão sobre o termo. Muitas vezes, “passivos ambientais” é usado para se referir ao potencial de multas, sanções e penas de prisão por violações das leis ambientais.

 

Curso Operador de Tratamento de Água - ETA
Curso Operador de Tratamento de Água – ETA

Curso Operador Estação Tratamento de Água ETA

O Curso visa aplicar conhecimentos para Operar Estação de Tratamento de Água, composta pelos respectivos componentes tais como grades, floculadores, decantadores, filtros e demais unidades operacionais, utilizando equipamentos para preparo de solução e dosagem de produtos químicos, efetuando a determinação do PH, cor, turbidez, alcalinidade das águas bruta, decantada, filtrada e, além dos parâmetros anteriores.

Treinamento Desinfecção de Redes e Reservatórios
Curso Desinfecção de Redes e Reservatórios

Curso Desinfecção de Redes e Reservatórios

Finalidades do Tratamento: Higiênica, Estética E Econômica; Processos de Tratamento;
Coagulação e Floculação; Dosadores – Produtos Químicos; Decantação; Filtração;
Correção do Ph; Cloração – Desinfecção da Água; Fluoretação.

 

Curso Operador de Tratamento de Esgoto E.T.E.
Curso Operador de Tratamento de Esgoto E.T.E.

Curso Operador de Tratamento de Esgoto  ETE

Objetivo do Curso e fornecer conhecimentos para operar equipamentos e unidades de tratamento de esgotos como grades, caixas de areia, decantadores, filtros biológicos, câmaras de aeração, adensadores, digestores, centrífugas, secadores térmicos e demais unidades envolvidas no tratamento de esgotos.

 

 

Curso GAIA, LAIA, AIA
Curso GAIA, LAIA, AIA

Curso GAIA, LAIA, AIA 

Curso Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais – GAIA  ISO 14001; Introdução a ISO 14001- Sistema de Gestão Ambiental;
Conceitos Gerais; Identificação da Legislação Aplicável;
Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais. (LAIA);
Requisito 4.3.1 da norma ISO 14001;

 

Treinamento Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa
Curso Emissões e Remoções de Gases Efeito Estufa

Curso Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (GEE)

Nosso Curso Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (GEE), tem por objetivo abordar a causa do aquecimento global através de uma engenharia climática e procurar eliminar os gases de efeito estufa da atmosfera. Essas técnicas, diretamente, eliminam os gases de efeito estufa ou em alternativa, procuram influenciar processos naturais para remover indiretamente os gases do efeito estufa.

Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira

O objetivo do curso visa capacitar instrutores em segurança na operação específica de empilhadeira retrátil e Transpaleteira Tradota,  visando o pleno conhecimento técnico (teórico e prático), preparando-os para dominar o conteúdo programático e tornando-os aptos a ministrar treinamentos com excelência e confiança, colocando sempre em primeiro lugar a saúde e segurança dos Trabalhadores e do Patrimônio da empresa.

Treinamento Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira
Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira

Atendimento exclusivo para turmas fechadas.
Conteúdo programático: Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira
Evolução Teórica:
Conceito;
Comunicação;
Tipo de equipamentos e suas características: empilhadeira, transpaleteira, retrátil e tradota;
Diagnóstico das Habilidades e Atitudes do Operador;
Acessórios, Tipos e Classificação;
Estabilidade dos equipamentos (frontal e lateral);
Tipos de carga;
Manutenção preventiva e corretiva;
Equipamentos de Proteção (EPC e EPI);
Responsabilidade do Operador;
Capacidade e acondicionamento de cargas;
Componentes e suas funções;
Especificações técnicas;
Identificação dos comandos e dispositivos de controle;
Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira:
Normas de segurança na operação das maquinas;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura, );
Riscos ergonômicos;
Normas Regulamentadoras: NR 11 NR 12, NR 06, NR 17, NR 35 aos dispositivos aplicáveis;
Responsabilidade Civil x Responsabilidade Penal:
Responsabilidade é a obrigação de reparar o dano que uma pessoa causa a outra.
A palavra responsabilidade deve ser entendida como restituição ou compensação de algo que foi retirado de alguém.  A responsabilidade tem por finalidade restituir ou ressarcir algo.

Evolução Prática: Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira
Checklist;
Inspeção diária nos equipamentos;
Acessórios, Tipos e Classificação;
Identificação dos instrumentos do painel e componentes;
Manobras em ambientes apertados;
Procedimentos para o deslocamento;
Técnicas de empilhamento / desempilhamento de cargas;
Direção defensiva na operação das maquinas;
Responsabilidade do Operador;
Operação da com manobras livres e com cargas;
Sinalização;

Carga Horária: Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira
Capacitação: Carga horária mínima = 50  horas/aula
Atualização (Reciclagem): Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente e sempre que ocorrer  evento que indique a necessidade de atualização.

Requisitos básicos para Instrutoria:
Formação mínima como Técnico(a)  Segurança do Trabalho – 1200 horas
(Fundamental para participar do Curso);
Formação  em Operação de Equipamento específico 40 horas ou no mínimo 16 horas(Fundamental para participar do curso);
Formação em técnicas )de ensino com carga horária mínima – 40 horas
Formação em APH (Atendimento Pré Hospitalar) Primeiros Socorros – 240 horas
Estágio prático supervisionado por equipamento específico – 40 horas
Experiência na área de operação de equipamentos móveis
A empresa que deseja capacitar instrutores deverá compor equipe multidisciplinar sob a supervisão de PH para ministrar treinamento e recolhimento de ART.
Vale ressaltar que instrutoria feita pela própria empresa fará parte situação sujeito a questionamentos e acúmulo de funções.
Importante: Cursos e Treinamentos de Segurança e Saúde do Trabalho devem ser ministrados SEMPRE por Equipe Multidisciplinar conforme preconiza as Normas Regulamentadoras, ou seja um único instrutor não deverá ministrar todas as matérias, salvo exceções de domínio pleno do plano de aula.

Curso Instrutor de Empilhadeira e Transpaleteira: Consulte-nos.

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

O objetivo do Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12 é capacitar trabalhadores para poderem operar com segurança o Cesto Aéreo Acoplado, atentando-se a todos os detalhes como preparar o local antes da execução do serviço e realizar o serviço com paciência e segurança.

Treinamento Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12
Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

Conteúdo Programático: Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12
Conscientização da Importância do Manual de Instruções;
EPIs e EPCs;
Funcionalidade básica do Equipamento;
Inspeção visual;
Checklist;
Instruções de segurança;
Características técnicas do equipamento;
Sistema básico de operação;
Posicionamento e patolamento do equipamento;
Sistema de operação com segurança;
Interpretação do gráfico de carga;
Cálculo da carga e do momento do guindaste;
Trabalhos inadequados e proibidos com o guindaste;
Dispositivos de segurança e suas finalidades;
Sistema de giro – movimentação diária;
Aplicação;
Definições;
Situações impeditivas ao uso do cesto acoplado em guindauto;
Condições mínimas de segurança exigidas para a utilização do cesto;
Plano de movimentação de carga;
Análise dos riscos da área e do material a ser manipulado;
Acoplado em guindauto;
Tarefas liberadas para serem executadas com o auxílio do cesto acoplado em guindauto em redes desenergizadas;
Tarefas liberadas para serem executadas por eletricistas;
Autorizados com o auxílio do cesto acoplado em guindauto em redes de baixa tensão energizadas;
Tarefas liberadas para serem executadas por eletricistas;
Autorizados com auxílio do cesto aéreo acoplado em guindauto em redes de média tensão energizadas;
Controle de revisões;
Noções de Manutenção e conservação do equipamento;
Especificações da Normas Regulamentadoras NR 12 e NR 35;

Carga Horária: Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado
Capacitação Carga horária mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre o Curso Operador Cesto Acoplado NR 12:
CESTO ACOPLADO: Caçamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevação de pessoas e execução de trabalho em altura, com ou sem isolamento elétrico, podendo também elevar material de apoio indispensável para realização do serviço.
CESTOS ACOPLADOS
3.1 Os cestos acoplados devem dispor de:
a) ancoragem para cinto de segurança tipo paraquedista, conforme projeto e sinalização do fabricante;
b) todos os controles claramente identificados quanto a suas funções e protegidos contra uso inadvertido e acidental;
c) controles para movimentação da caçamba na parte superior e na parte inferior, que voltem para a posição neutra quando liberados pelo operador;
d) dispositivo ou sistema de segurança que impeça a atuação inadvertida dos controles superiores;
e) controles superiores na caçamba ou ao seu lado e prontamente acessíveis ao operador;
f) controles inferiores prontamente acessíveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentação da caçamba;
g) dispositivo de parada de emergência nos comandos superior e inferior, devendo manter-se funcionais em ambos os casos;
h) válvulas de retenção nos cilindros hidráulicos das sapatas estabilizadoras, e válvulas de retenção e contrabalanço ou holding nos cilindros hidráulicos do braço móvel, a fim de evitar movimentos indesejáveis em caso de perda de pressão no sistema hidráulico;
i) controles dos estabilizadores protegidos contra o uso inadvertido, que retornem à posição neutra quando soltos pelo operador, localizados na base do guindaste, de modo que o operador possa ver os estabilizadores movimentando;
j) válvula ou chave seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posição bloqueie a operação dos estabilizadores e na outra posição, os comandos de movimentação do equipamento de guindar;
k) sistema que impeça a operação das sapatas estabilizadoras sem o prévio recolhimento do braço móvel para uma posição segura de transporte;
l) sistema de operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de pane, exceto no caso previsto na alínea “m”;
m) recurso para operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de ruptura de mangueiras hidráulicas;
n) sistema estabilizador, com indicador de inclinação instalado junto aos comandos dos estabilizadores, em ambos os lados, para mostrar se o equipamento está posicionado dentro dos limites de inclinação permitidos pelo fabricante;
o) sistema limitador de momento de carga que, quando alcançado o limite do momento de carga, emita um alerta visual e sonoro automaticamente e impeça o movimento de cargas acima da capacidade máxima do guindaste, bem como bloqueie as funções que aumentem o momento de carga.
p) ponto para aterramento no equipamento de guindar;
q) sistema mecânico e/ou hidráulico, ativo e automático, que promova o nivelamento do cesto, evite seu basculamento e assegure que o nível do cesto não oscile além de 5 graus em relação ao plano horizontal durante os movimentos do braço móvel ao qual o cesto está acoplado.
3.2 A caçamba ou plataforma deve ser dimensionada para suportar e acomodar o(s) operador(es) e as ferramentas indispensáveis para realização do serviço.
3.2.1 As caçambas fabricadas em material não condutivo devem atender às dimensões do Anexo “C” da norma ABNT NBR 16092:2012.
3.2.2 Plataformas metálicas (condutivas):
a) devem possuir sistema de proteção contra quedas com no mínimo 990 mm de altura e demais requisitos dos itens 12.70, alíneas “a”, “b”, “d” e “e”, 12.71, 12.71.1 e 12.73, alíneas “a”, “b” e “c” desta Norma Regulamentadora;
a) quando o acesso à plataforma for por meio de portão, não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental;
b) possuir o piso com superfície antiderrapante e sistema de drenagem cujas aberturas não permitam a passagem de uma esfera com diâmetro de 15 mm;
c) possuir degrau, com superfície antiderrapante, para facilitar a entrada do operador quando a altura entre o nível de acesso à plataforma e o piso em que ele se encontra for superior a 0,55 m;
d) possuir borda com cantos arredondados.
3.3 Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou superiores a 1.000V, a caçamba e o equipamento de guindar devem possuir isolamento, garantido o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme norma ABNT NBR 16092:2012, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.
3.4 Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões inferiores a 1.000V, a caçamba deve possuir isolação própria e ser equipada com cuba isolante (liner), garantindo assim o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.
3.5 Para serviços em proximidade de linhas, redes e instalações energizadas ou com possibilidade de energização acidental, em que o trabalhador possa entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, o equipamento também deve possuir o grau de isolamento adequado, observando-se que:
a) caso o trabalho seja realizado próximo a tensões superiores a 1.000 V, a caçamba e o equipamento de guindar devem ser isolados, conforme previsto no item 3.3 deste anexo;
b) caso o trabalho seja próximo a tensões igual ou inferiores a 1.000 V, a caçamba deve garantir o isolamento, conforme previsto no item 3.4 deste anexo.
c) devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.
3.6 O posto de trabalho do equipamento de guindar, junto aos comandos inferiores, não deve permitir que o operador tenha contato com o solo na execução de serviços em proximidade de energia elétrica.
3.6.1 O posto de trabalho deve ser fixado na parte inferior do equipamento de guindar ou no chassi do veículo.
3.7 Os equipamentos de guindar que possuam mais de um conjunto de controle inferior devem possuir meios para evitar a operação involuntária dos controles, enquanto um dos controles estiver sendo operado.
3.8 Em cestos acoplados com duas caçambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurança.
3.9 Os controles inferiores do guindaste não devem ser operados com trabalhadores na caçamba, exceto em situações de emergência ou quando a operação ou atividade assim o exigir.
3.10 Quando o acesso da caçamba for por meio de portão, este não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental.
3.11 O sistema de estabilização deve ser utilizado conforme orientações do fabricante para garantir a estabilidade do conjunto guindaste/cesto.
3.12 O conjunto guindaste/cesto acoplado deve ser ensaiado com carga de 1,5 vezes a capacidade nominal, a ser aplicada no centro da caçamba na sua posição de máximo momento de tombamento, registrado em relatório do ensaio.
3.13 Estabilizadores com extensão lateral devem ser projetados para evitar sua abertura involuntária e devem ter o seu curso máximo limitado por batentes mecânicos ou cilindros hidráulicos projetados para esta função.
3.14 As caçambas dos cestos acoplados devem ter placa de identificação na qual constem, no mínimo, as seguintes informações:
a) razão social e CNPJ do fabricante ou importador;
b) modelo;
c) data de fabricação;
d) capacidade nominal de carga;
e) número de ocupantes;
f) eventuais restrições de uso;
g) grau de isolação elétrica da caçamba, se aplicável.
3.15 As caçambas devem possuir sinalização, atendidos os requisitos desta Norma Regulamentadora, destacando a capacidade de carga nominal, o número de ocupantes e a tensão máxima de uso, quando aplicável.
3.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
3.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12. Consulte-nos.

Curso Bate Estaca NR 12

O objetivo do Curso Bate Estaca NR 12 é oferecer capacitação ao trabalhador para operar
a Bate Estaca corretamente visando a diminuição de riscos de acidentes, bem como informações sobre o funcionamento, normas de segurança e meio ambiente através de aulas teóricas e práticas.

O que é Bate Estaca: É um equipamento utilizado para fazer buracos profundos no solo, utilizando a técnica de fincar estacas de madeira, aço ou concreto. O profissional deve possuir carteira de habilitação tipo B para operar o equipamento.

Treinamento bate estaca
Curso Bate Estaca NR 12

Conteúdo Programático: Curso Bate Estaca NR 12.
Conscientização da importância do Manual de Instruções do Equipamento;
Funcionamento da Bate Estaca;
Especificações técnicas;
Proteção das escavações;
Limpeza, lubrificação e manutenção;
Escavações realizadas em vias públicas;
Escavações em solo e rochas;
EPI (Equipamento de Proteção Individual);
EPC (Equipamento de Proteção Coletiva);
Reconhecimento de riscos e cuidados;
Escavações;
Prevenção de acidentes;
Primeiros socorros.
Referências Normativas: NR 12, NR 18 e NR 06.

Carga Horária: Curso Bate Estaca NR 12.
Capacitação Participantes sem experiência: Carga horária mínima = 16 horas/aula
Capacitação Participantes com experiência:  Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre Curso Bate Estaca NR 12:
18.36.3 Quanto à escavação, fundação e desmonte de rochas:

a) antes de ser iniciada uma obra de escavação ou de fundação, o responsável deve procurar se informar a respeito da existência de galerias, canalizações e cabos, na área onde serão realizados os trabalhos, bem como estudar o risco de impregnação do subsolo por emanações ou produtos nocivos;
b) os escoramentos devem ser inspecionados diariamente;
c) quando for necessário rebaixar o lençol d’água (freático), os serviços devem ser executados por pessoas ou empresas qualificadas;
d) cargas e sobrecargas ocasionais, bem como possíveis vibrações, devem ser levadas em consideração para determinar a inclinação das paredes do talude, a construção do escoramento e o cálculo dos elementos necessários;
e) a localização das tubulações deve ter sinalização adequada;
f) as escavações devem ser realizadas por pessoal qualificado, que orientará os operários, quando se aproximarem das tubulações até a distância mínima de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros);
g) o tráfego próximo às escavações deve ser desviado e, na sua impossibilidade, reduzida a velocidade dos veículos;
h) devem ser construídas passarelas de largura mínima de 0,60m (sessenta centímetros), protegidas por guarda corpos, quando for necessário o trânsito sobre a escavação;
i) quando o bate-estacas não estiver em operação, o pilão deve permanecer em repouso sobre o solo ou no fim da guia de seu curso;
j) para pilões a vapor, devem ser dispensados cuidados especiais às mangueiras e conexões, devendo o controle de manobras das válvulas estar sempre ao alcance do operador;
k) para trabalhar nas proximidades da rede elétrica, a altura e/ou distância dos bate-estacas deve atender à distância mínima exigida pela concessionária;
l) para a proteção contra a projeção de pedras, deve ser coberto todo o setor (área entre as minas, carregadas) com malha de ferro de 1/4″ a 3/16″, de 0,15m (quinze centímetros) e pontiada de solda, devendo ser arrumados sobre a malha pneus para formar uma camada amortecedora.

Curso Bate Estaca: Consulte-nos.

Curso Instrutor de Injetoras de Plástico

O curso de capacitação para operadores de máquinas injetoras conforme Anexo IX desta NR12.
O curso de capacitação deve ser específico para o tipo máquina em que o operador irá exercer suas funções e atender ao seguinte conteúdo programático:

a) histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina especificada;
b) descrição e funcionamento;
c) riscos na operação;
d) principais áreas de perigo;
e) medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
f) proteções, portas e distâncias de segurança;
g) exigências mínimas de segurança previstas nesta Norma e na NR 10;
h) medidas de segurança para injetoras elétricas e hidráulicas de comando manual; e
i) demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança;
j) procedimentos de Segurança;
l) percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
m) impacto e fatores comportamentais na segurança;
n) entendimentos sobre Ergonomia;
o) análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura, );
p) Riscos ergonômicos;
q) Normas Regulamentadoras: NR 11 NR 12, NR 06, NR 17, NR 35 aos dispositivos aplicáveis;
u) Responsabilidade Civil x Responsabilidade Penal:
Responsabilidade é a obrigação de reparar o dano que uma pessoa causa a outra.
A palavra responsabilidade deve ser entendida como restituição ou compensação de algo que foi retirado de alguém.  A responsabilidade tem por finalidade restituir ou ressarcir algo

Carga Horária: Curso Instrutor de Injetoras de Plástico
Capacitação: Carga horária mínima = 50  horas/aula
Atualização (Reciclagem): Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente e sempre que ocorrer  evento que indique a necessidade de atualização.

Requisitos básicos para Instrutoria:
Formação mínima como Técnico(a)  Segurança do Trabalho – 1200 horas
(Fundamental para participar do Curso);
Formação  em Operação de Equipamento específico 40 horas ou no mínimo 16 horas(Fundamental para participar do curso);
Formação em técnicas )de ensino com carga horária mínima – 40 horas
Formação em APH (Atendimento Pré Hospitalar) Primeiros Socorros – 240 horas
Estágio prático supervisionado por equipamento específico – 40 horas
Experiência na área de operação de equipamentos móveis
A empresa que deseja capacitar instrutores deverá compor equipe multidisciplinar sob a supervisão de PH para ministrar treinamento e recolhimento de ART.
Vale ressaltar que instrutoria feita pela própria empresa fará parte situação sujeito a questionamentos e acúmulo de funções.
Importante: Cursos e Treinamentos de Segurança e Saúde do Trabalho devem ser ministrados SEMPRE por Equipe Multidisciplinar conforme preconiza as Normas Regulamentadoras, ou seja um único instrutor não deverá ministrar todas as matérias, salvo exceções de domínio pleno do plano de aula.

Curso Instrutor de Injetoras de Plástico: Consulte-nos.

Curso Cadeira Suspensa NR 18

O objetivo do Curso Cadeira Suspensa NR 18 visa capacitar o trabalhador para fazer o uso correto do equipamento individual que é utilizado em edifícios para serviços de pintura, limpeza, reparos e manutenção. O Curso Cadeira Suspensa possui aulas teóricas e práticas possibilitando o conhecimento sobre as técnicas relacionadas ao uso do equipamento, além da importância de trabalhar ativamente pela redução de riscos de ergonômicos.

Certificado Cadeira Suspensa
Curso Cadeira Suspensa

Conteúdo Programático: Curso Cadeira Suspensa.
Conscientização da importância do Manual de Instruções do Equipamento;
Instruções iniciais para uso;
Especificações técnicas;
Procedimentos de segurança para montagem e acesso a cadeira suspensa;
Orientações gerais para fazer o uso correto da cadeira suspensa;
Fixação dos cabos de aço ou cordas;
Segurança na Montagem e Desmontagem;
Plataformas;
Cabos de aço;
Manutenção e ajustes;
Prevenção de Acidentes;
O que se deve e o que não se deve fazer;
Riscos ergonômicos;
Primeiros socorros;
Referências Normativas: NR 18, NR 12, NR 18, NR 06.

Curso Cadeira Suspensa:
Carga Horária: Curso Cadeira Suspensa NR 18.
Capacitação Participantes sem experiência: Carga horária mínima = 16 horas/aula
Capacitação Participantes com experiência: Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização. 

Clique no vídeo para assistir Curso Cadeira Suspensa.

Curso Cadeira Suspensa NR 18:
18.15.49 Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização de
cadeira suspensa (balancim individual).
18.15.50 A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
18.15.51 A cadeira suspensa deve dispor de:
a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança, quando a sustentação for
através de cabo de aço; (Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança, quando a sustentação for por meio de
cabo de fibra sintética; (Alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia;
d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. (Inserido pela Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
18.15.52 O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia
independente.
18.15.53 A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis, a razão social
do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ. (Alterado pela
Portaria SIT n.º 13, de 9 de julho de 2002)
18.15.54 É proibida a improvisação de cadeira suspensa.
18.15.55 O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do trava-quedas.
18.15.56 Ancoragem (Inserido pela Portaria SIT n.º 157, de 10 de abril de 2006)
18.15.56.1 Nas edificações com, no mínimo, quatro pavimentos ou altura de 12m (doze metros) a partir do nível do
térreo devem ser instalados dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes e de
cabos de segurança para o uso de proteção individual a serem utilizados nos serviços de limpeza, manutenção e
restauração de fachadas.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 318, de 8 de maio de 2012)
18.15.56.2 Os pontos de ancoragem devem:
a) estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da edificação;
b) suportar uma carga pontual de 1.500 Kgf (mil e quinhentos quilogramas-força);
(Alterada pela Portaria SIT n.º 318, de 8 de maio de 2012)
c) constar do projeto estrutural da edificação;
d) ser constituídos de material resistente às intempéries, como aço inoxidável ou material de características
equivalentes.
18.15.56.3 Os pontos de ancoragem de equipamentos e dos cabos de segurança devem ser independentes.
18.15.56.4 O item 18.15.56.1 desta norma regulamentadora não se aplica às edificações que possuírem projetos
específicos para instalação de equipamentos definitivos para limpeza, manutenção e restauração de fachadas.
18.15.56.5 A ancoragem deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis:
(Inserido pela Portaria SIT n.º 318, de 8 de maio de 2012)
a) razão social do fabricante e o seu CNPJ;
b) indicação da carga de 1.500 Kgf;
c) material da qual é constituído;
d) número de fabricação/série.

Curso Cadeira Suspensa: Consulte-nos.

Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos NR 31

O Objetivo do Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos NR 31 é passar para o profissional o conhecimento correto para estar apto a lidar com relação à animais peçonhentos. O Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos NR 31 inclui aulas teóricas e práticas capacitando então o profissional para saber como agir em caso de acidentes, além do manejo desses animais.

Exemplos de Animais Peçonhentos: Cobras, aranhas, escorpiões, lacraias, taturanas, vespas, formigas, abelhas e marimbondos.

Manejo de animais peçonhentos
Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos

Conteúdo Programático: Treinamento Manejo de Animai Peçonhentos NR 31.
Definição de animais peçonhentos;
Reconhecimento de animais peçonhentos;
Comportamento seguro diante de animais peçonhentos;
Evidências que indicam a possibilidade de se deparar com estes animais;
Técnicas seguras de manejo e captura;
Tipos de acidentes;
Prevenção de acidentes;
Riscos no ambiente de trabalho;
Como proceder em casos de emergência;
Prevenção e comportamento no caso de ataques sofridos;
Como avaliar a situação;
Primeiros socorros.
Referências Normativas: NR 31, NR 07 e NR 06.

Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos NR 31:
Relação de equipamentos básicos para proteção individual e/ou coletivo no manejo de animais peçonhentos:
Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo):
Utilizado para proteção dos pés e pernas contra torção, escoriações, derrapagens, umidade e ataque de animais peçonhentos. Use sempre botas de cano alto.
Perneira de segurança:
Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes, cortantes e ataque de animais peçonhentos. Neste caso, pode ser botinas com peneiras
Avental ou jaleco de algodão, de mangas compridas e punho retrátil:
Luvas de proteção:
De preferência de raspa de couro e/ou mangas de proteção nas atividades que ofereçam riscos para os braços e mãos.
Máscaras:
Com filtro apropriado.
Protetor facial – Óculos de proteção.
 
Caixa para contenção de animais (acrílico).
 
Caixa de madeira:
Com pequenos furos e sem frestas que permitam a fuga do animal.
 
Pinção para captura:
No caso de manejo de serpentes pode ser usado um equipamento chamado forquilha ou gancho ou pau de couro.
 
Peneiras.

Carga Horária: Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos NR 31.
Capacitação participantes sem experiencia –  Carga horária mínima = 16 horas/aula
Capacitação participantes com experiencia –  Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Treinamento Manejo de Animais Peçonhentos: Consulte-nos.

 

 

Curso Interpretação e Aplicação da NR 12

O objetivo do Curso Interpretação e Aplicação da NR 12 consiste em definir referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores conforme a NR 12 estabelece os requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela
Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.

Treinamneto Interpretação e Aplicação da NR 12
Curso Interpretação e Aplicação da NR 12

Conteúdo Programático: Curso Interpretação e Aplicação da NR 12.
Princípios Gerais;
Arranjo físico e instalações;
Instalações e dispositivos elétricos;
Dispositivos de partida, acionamento e parada;
Sistemas de segurança;
Meios de acesso permanentes;
Componentes pressurizados;
Transportadores de materiais;
Aspectos ergonômicos;
Manutenção, inspeção, preparação, ajuste, reparo e limpeza;
Procedimentos de trabalho e segurança;
Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título e exposição;
Outros requisitos específicos de segurança;
Disposições finais;
Anexo I – Distâncias de Segurança e Requisitos para o Uso de Detectores de Presença Optoeletrônicos;
Anexo III – Meios de Acesso Permanentes.

Carga Horária: Curso Interpretação e Aplicação da NR 12
Capacitação participantes sem experiência – Carga horária mínima = 16 horas/aula
Capacitação participantes com experiência – Carga horária mínima = 08 horas/aula
Atualização (Reciclagem) – Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente e sempre que ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre o Curso Interpretação e Aplicação da NR 12
Arranjo físico e instalações:
NR 12.6 Nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e em conformidade com as normas técnicas oficiais.

12.6.1 As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, 1,20 m (um metro e vinte centímetros) de largura.
Curso Interpretação e Aplicação da NR 12:
12.6.2 As áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas.
12.7 Os materiais em utilização no processo produtivo devem ser alocados em áreas especificas de armazenamento, devidamente demarcadas com faixas na cor indicada pelas normas técnicas oficiais ou sinalizadas quando se tratar de áreas externas.
12.8 Os espaços ao redor das máquinas e equipamentos devem ser adequados ao seu tipo e ao tipo de operação, de forma a prevenir a ocorrência de acidentes e doenças relacionados ao trabalho.
12.8.1 A distância mínima entre máquinas, em conformidade com suas características e aplicações, deve garantir a segurança dos trabalhadores durante sua operação, manutenção, ajuste, limpeza e inspeção, e permitir a movimentação dos segmentos corporais, em face da natureza da tarefa.
12.8.2 As áreas de circulação e armazenamento de materiais e os espaços em torno de máquinas devem ser projetados, dimensionados e mantidos de forma que os trabalhadores e os transportadores de materiais, mecanizados e manuais, movimentem-se com segurança.
12.9 Os pisos dos locais de trabalho onde se instalam máquinas e equipamentos e das áreas de circulação devem:
a) ser mantidos limpos e livres de objetos, ferramentas e quaisquer materiais que ofereçam riscos de acidentes;
b) ter características de modo a prevenir riscos provenientes de graxas, óleos e outras substâncias e materiais que os tornem escorregadios; e c) ser nivelados e resistentes às cargas a que estão sujeitos.
12.10 As ferramentas utilizadas no processo produtivo devem ser organizadas e armazenadas ou dispostas em locais específicos para essa finalidade.

12.11 As máquinas estacionárias devem possuir medidas preventivas quanto à sua estabilidade, de modo que não basculem e não se desloquem intempestivamente por vibrações, choques, forças externas previsíveis, forças dinâmicas internas ou qualquer outro motivo acidental.
12.11.1 A instalação das máquinas estacionárias deve respeitar os requisitos necessários fornecidos pelos fabricantes ou, na falta desses, o projeto elaborado por profissional legalmente habilitado, em especial quanto à fundação, fixação, amortecimento, nivelamento, ventilação, alimentação elétrica, pneumática e hidráulica, aterramento e sistemas de refrigeração.
12.12 Nas máquinas móveis que possuem rodízios, pelo menos dois deles devem possuir travas.
12.13 As máquinas, as áreas de circulação, os postos de trabalho e quaisquer outros locais em que possa haver trabalhadores devem ficar posicionados de modo que não ocorra transporte e movimentação aérea de materiais sobre os trabalhadores. Instalações e dispositivos elétricos.
12.14 As instalações elétricas das máquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR-10.
12.15 Devem ser aterrados, conforme as normas técnicas oficiais vigentes, as instalações, carcaças, invólucros, blindagens ou partes condutoras das máquinas e equipamentos que não façam parte dos circuitos elétricos, mas que possam ficar sob tensão.
12.16 As instalações elétricas das máquinas e equipamentos que estejam ou possam estar em contato direto ou indireto com água ou agentes corrosivos devem ser projetadas com meios e dispositivos que garantam sua blindagem, estanqueidade, isolamento e aterramento, de modo a prevenir a ocorrência de acidentes.
12.17 Os condutores de alimentação elétrica das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) oferecer resistência mecânica compatível com a sua utilização;
b) possuir proteção contra a possibilidade de rompimento mecânico, de contatos abrasivos e de contato com lubrificantes, combustíveis e calor;
c) localização de forma que nenhum segmento fique em contato com as partes móveis ou cantos vivos;
d) facilitar e não impedir o trânsito de pessoas e materiais ou a operação das máquinas;
e) não oferecer quaisquer outros tipos de riscos na sua localização; e
f) ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo, ou seja, autoextinguíveis. (Alterada pela Portaria MTPS n.º 211, de 09 de dezembro de 2015)
12.18 Os quadros de energia das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) possuir porta de acesso, mantida permanentemente fechada;
b) possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas;
c) ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas;
d) possuir proteção e identificação dos circuitos; e
e) atender ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso.
12.19 As ligações e derivações dos condutores elétricos das máquinas e equipamentos devem ser feitas mediante dispositivos apropriados e conforme as normas técnicas oficiais vigentes, de modo a assegurar resistência mecânica e contato elétrico adequado, com características equivalentes aos condutores elétricos utilizados e proteção contra riscos.
12.20 As instalações elétricas das máquinas e equipamentos que utilizem energia elétrica fornecida por fonte externa devem possuir dispositivo protetor contra sobrecorrente, dimensionado conforme a demanda de consumo do circuito.
12.20.1 As máquinas e equipamentos devem possuir dispositivo protetor contra sobretensão quando a elevação da tensão puder ocasionar risco de acidentes.
12.20.2 Nas máquinas e equipamentos em que a falta ou a inversão de fases da alimentação elétrica puder ocasionar riscos, deve haver dispositivo que impeça a ocorrência de acidentes. (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.21 São proibidas nas máquinas e equipamentos:
a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e parada;
b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos; e
c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica.
12.22 As baterias devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) localização de modo que sua manutenção e troca possam ser realizadas facilmente a partir do solo ou de uma plataforma de apoio;
b) constituição e fixação de forma a não haver deslocamento acidental; e
c) proteção do terminal positivo, a fim de prevenir contato acidental e curto-circuito.
12.23 Os serviços e substituições de baterias devem ser realizados conforme indicação constante do manual de operação. Dispositivos de partida, acionamento e parada.
12.24 Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que:
a) não se localizem em suas zonas perigosas;
b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer outra forma acidental;
d) não acarretem riscos adicionais; e
e) não possam ser burlados.
12.25 Os comandos de partida ou acionamento das máquinas devem possuir dispositivos que impeçam seu funcionamento automático ao serem energizadas.
12.26 Quando forem utilizados dispositivos de acionamento do tipo comando bimanual, visando a manter as mãos do operador fora da zona de perigo, esses devem atender aos seguintes requisitos mínimos do comando:
a) possuir atuação síncrona, ou seja, um sinal de saída deve ser gerado somente quando os dois dispositivos de atuação do comando -botões- forem atuados com um retardo de tempo menor ou igual a 0,5 s (meio segundo); (Retificado pela Portaria MTE n.º 1.893, de 09 de dezembro de 2013)
b) estar sob monitoramento automático por interface de segurança;
c) ter relação entre os sinais de entrada e saída, de modo que os sinais de entrada aplicados a cada um dos dois dispositivos de atuação do comando devem juntos se iniciar e manter o sinal de saída do dispositivo de comando bimanual somente durante a aplicação dos dois sinais;
d) o sinal de saída deve terminar quando houver desacionamento de qualquer dos dispositivos de atuação de comando;
e) possuir dispositivos de comando que exijam uma atuação intencional a fim de minimizar a probabilidade de comando acidental;
f) possuir distanciamento e barreiras entre os dispositivos de atuação de comando para dificultar a burla do efeito de proteção do dispositivo de comando bimanual; e
g) tornar possível o reinício do sinal de saída somente após a desativação dos dois dispositivos de atuação do comando.
12.27 Nas máquinas e equipamentos operados por dois ou mais dispositivos de acionamento bimanual, a atuação síncrona é requerida somente para cada um dos dispositivos de acionamento bimanual e não entre dispositivos diferentes, que devem manter simultaneidade entre si. (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.28 Os dispositivos de acionamento bimanual devem ser posicionados a uma distância segura da zona de perigo, levando em consideração: (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
a) a forma, a disposição e o tempo de resposta do dispositivo de acionamento bimanual; (Alterada pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
b) o tempo máximo necessário para a paralisação da máquina ou para a remoção do perigo, após o término do sinal desaída do dispositivo de acionamento bimanual; e (Alterada pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
c) a utilização projetada para a máquina.
12.29 Os dispositivos de acionamento bimanual móveis instalados em pedestais devem: (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
a) manter-se estáveis em sua posição de trabalho; e
b) possuir altura compatível com o alcance do operador em sua posição de trabalho. (Alterada pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.30 Nas máquinas e equipamentos cuja operação requeira a participação de mais de uma pessoa, o número de dispositivos de acionamento bimanual simultâneos deve corresponder ao número de operadores expostos aos perigos decorrentes de seu acionamento, de modo que o nível de proteção seja o mesmo para cada trabalhador. (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.30.1 Deve haver seletor do número de dispositivos de acionamento em utilização, com bloqueio que impeça a sua seleção por pessoas não autorizadas.
12.30.2 O circuito de acionamento deve ser projetado de modo a impedir o funcionamento dos dispositivos de acionamento bimanual habilitados pelo seletor enquanto os demais comandos não habilitados não forem desconectados. (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.30.3 Quando utilizados dois ou mais dispositivos de acionamento bimanual simultâneos, devem possuir sinal luminoso que indique seu funcionamento. (Alterado pela Portaria MTb n.º 1.110, de 21 de setembro de 2016)
12.31 As máquinas ou equipamentos concebidos e fabricados para permitir a utilização de vários modos de comando ou de funcionamento que apresentem níveis de segurança diferentes, devem possuir um seletor que atenda aos seguintes requisitos:
a) bloqueio em cada posição, impedindo a sua mudança por pessoas não autorizadas;
b) correspondência de cada posição a um único modo de comando ou de funcionamento;
c) modo de comando selecionado com prioridade sobre todos os outros sistemas de comando, com exceção da parada de emergência; e
d) a seleção deve ser visível, clara e facilmente identificável.
12.32 As máquinas e equipamentos, cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam oferecer risco à saúde ou integridade física de qualquer pessoa, devem possuir sistema que possibilite o bloqueio de seus dispositivos de acionamento.
12.33 O acionamento e o desligamento simultâneo por um único comando de um conjunto de máquinas e equipamentos ou de máquinas e equipamentos de grande dimensão devem ser precedidos de sinal sonoro de alarme.
12.34 Devem ser adotadas, quando necessárias, medidas adicionais de alerta, como sinal visual e dispositivos de telecomunicação, considerando as características do processo produtivo e dos trabalhadores.
12.35 As máquinas e equipamentos comandados por radiofreqüência devem possuir proteção contra interferências eletromagnéticas acidentais.
12.36 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados a partir de 24 de Março de 2012 devem: (Item e alíneas alterados pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015)
a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo sobre dispositivos de parada de emergência, desta norma; e
b) operar em extrabaixa tensão de até 25VCA(vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua), ou ser adotada outra medida de proteção contra choques elétricos, conforme Normas Técnicas oficiais vigentes.
12.36.1 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados até 24 de março de 2012 devem: (Item e alíneas inseridos pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015)
a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo dispositivos de parada de emergência, desta norma; e
b) quando a apreciação de risco indicar a necessidade de proteções contra choques elétricos, operar em extrabaixa tensão de até 25VCA (vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua), ou ser adotada outra medida de proteção, conforme Normas Técnicas oficiais vigentes.
12.37 Quando indicado pela apreciação de riscos, em função da categoria de segurança requerida, o circuito elétrico do comando da partida e parada, inclusive de emergência, do motor das máquinas e equipamentos deve ser redundante e atender a uma das seguintes concepções, ou estar de acordo com o estabelecido pelas normas técnicas nacionais vigentes e, na falta destas, pelas normas técnicas internacionais: (Item alterado e alíneas inseridas pela Portaria MTPS n.º 509, de 29 de abril de 2016)
a) possuir, no mínimo, dois contatores ligados em série, com contatos mecanicamente ligados ou contatos espelho, monitorados por interface de segurança;
b) utilizar um contator com contatos mecanicamente ligados ou contatos espelho, ligado em série a inversores ou conversores de frequência ou softstarters que possua entrada de habilitação e que disponibilize um sinal de falha, monitorados por interface de segurança;
c) utilizar dois contatores com contatos mecanicamente ligados ou contatos espelho, monitorados por interface de segurança, ligados em série a inversores ou conversores de frequência ou softstarters que não possua entrada de habilitação e não disponibilize um sinal de falha;
d) utilizar inversores ou conversores de frequência ou softstarters que possua entrada de segurança e atenda aos requisitos da categoria de segurança requerida.
12.37.1 Para o atendimento aos requisitos do item 12.37, alíneas “b”, “c” e “d”, é permitida a parada controlada do motor, desde que não haja riscos decorrentes de sua parada não instantânea. (Inserido pela Portaria MTPS n.º 509, de 29 de abril de 2016)

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