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Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas

Nome Técnico:

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas

A elaboração de Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas visa atender às necessidades das exigências e parâmetros conforme Resolução CONAMA nº 01/1990, que consiste na elaboração de avaliação quantitativa do ruído afim verificar se pode influenciar os arredores (vizinhança) em conformidade com Sistemas de Gestão Integrada ISO 9001 e ISO 14001:

Atendendo a legislação aplicável e os requisitos das normas aplicáveis ao seu Sistema de Gestão Integrada visto que a emissão de ruídos pode gerar poluição sonora cabe ao empregador monitorar, medir, analisar e avaliar seu desempenho ambiental, conforme ABNT NBR ISSO 14001:2015, no item 9 (Avaliação de Desempenho). Desse modo atender a Certificação Ambiental. 

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas:
Avaliação do ruído em áreas habitadas, visa o conforto da comunidade. Atendendo: à Resolução CONAMA nº 01/1990; Utilizando como base: as normas ABNT-NBR 10151/1990 e ABNT-NBR 10152/2017; Com instrumentos de medição TIPO 1, calibrados de acordo com as normas IEC 61672, IEC 61260, IEC 60952 E IEC 60942.

Escopo da Inspeção:  
Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas: 
O Laudo segue  a Resolução CONAMA n.º 001 de 08 de março de 1990, que instituiu as normas técnicas estabelecidas pela
NBR 10.151 – Avaliação do ruído em áreas habitadas visando o conforto da comunidade e;
NBR 10.152 – Níveis de ruído para conforto acústico, ambas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT):
Os equipamentos utilizados são devidamente calibrados e com certificado de calibração válido emitido por laboratório certificado pela Rede Brasileira de Calibração (RBC) ou INMETRO. 
Será evitado interferência, nas medições realizadas, de sons não desejados como ventos no microfone ou corrente elétrica. 
Conclusão: Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas:
Ao final da medição, será emitido relatório de ensaio conforme item 7 da ABNT NBR 10151, o qual constará parecer conclusivo, definindo se os pontos estão dentro nos níveis de aceitabilidade para conforto acústico, e principalmente, propor medidas de redução caso sejam necessárias;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) emitida por PLH.

Cabe a Contratante:  
Proporcionar à Contratada todas as informações necessárias ao pleno cumprimento das obrigações decorrentes do objeto contratual, tais como o fornecimento dos projetos, especificações técnicas e informações necessárias para realização dos serviços;

Cabe a Contratada:
Executar o serviço conforme estipulado de acordo com as normas técnicas aplicáveis, normas de segurança e legislação vigente.
Executar os serviços solicitados dentro do prazo estipulado. 
Comunicar a Contratante quando finalizar o serviço. 

Validade do Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas

É recomendável periodicidade anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis:

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas:RESOLUÇÃO CONAMA nº 1, de 8 de março de 1990 Publicada no DOU nº 63, de 2 de abril de 1990, Seção 1, página 6408 Dispõe sobre critérios de padrões de emissão de ruídos decorrentes de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o Inciso I, do § 2o , do art 8o do seu Regimento Interno, o art. 10 da Lei no 7.804, de I5 de julho de 1989 e Considerando que os problemas dos níveis excessivos de ruído estão incluídos entre os sujeitos ao Controle da Poluição de Meio Ambiente; Considerando que a deterioração da qualidade de vida, causada pela poluição, está sendo continuamente agravada nos grandes centros urbanos; Considerando que os critérios e padrões deverão ser abrangentes e de forma a permitir fácil aplicação em todo o Território Nacional, resolve: I – A emissão de ruídos, em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política, obedecerá, no interesse da saúde, do sossego público, aos padrões, critérios e diretrizes estabelecidos nesta Resolução. II – São prejudiciais à saúde e ao sossego público, para os fi ns do item anterior, os ruídos com níveis superiores aos considerados aceitáveis pela Norma NBR-10.15179 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas visando o conforto da comunidade, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. III – Na execução dos projetos de construção ou de reformas de edifi cações para atividades heterogêneas, o nível de som produzido por uma delas não poderá ultrapassar os níveis estabelecidos pela NBR-10.152 – Níveis de Ruído para conforto acústico80, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. IV – A emissão de ruídos produzidos por veículos automotores e os produzidos no interior dos ambientes de trabalho obedecerão às normas expedidas, respectivamente, pelo Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN e pelo órgão competente do Ministério do Trabalho. V – As entidades e órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) competentes, no uso do respectivo poder de polícia, disporão de acordo com o estabelecido nesta Resolução, sobre a emissão ou proibição da emissão de ruídos produzidos por qualquer meio ou de qualquer espécie, considerando sempre os locais, horários e a natureza das atividades emissoras, com vistas a compatibilizar o exercício das atividades com a preservação da saúde e do sossego público. VI – Para os efeitos desta Resolução, as medições deverão ser efetuadas de acordo com a NBR-10.151 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas visando o conforto da comunidade, da ABNT. VII – Todas as normas reguladoras da poluição sonora, emitidas a partir da presente data, deverão ser compatibilizadas com a presente Resolução. VIII – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO CÉSAR DE MOREIRA MESQUITA – Presidente do Conselho em Exercício JOSÉ CARLOS CARVALHO – Secretário-Executivo em Exercício

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas:NBR 10.151
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. IEC-60651:1979 – Sound level meters 2 NBR 10151:2000 IEC-60804:1985 – Integrated averaging sound level meters IEC-60942:1988 – Sound calibrators 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 nível de pressão sonora equivalente (LAeq), em decibels ponderados em “A” [dB (A)]: Nível obtido a partir do valor médio quadrático da pressão sonora (com a ponderação A) referente a todo o intervalo de medição. 3.2 ruído com caráter impulsivo: Ruído que contém impulsos, que são picos de energia acústica com duração menor do que 1 s e que se repetem a intervalos maiores do que 1 s (por exemplo martelagens, bate-estacas, tiros e explosões). 3.3 ruído com componentes tonais: Ruído que contém tons puros, como o som de apitos ou zumbidos. 3.4 nível de ruído ambiente (Lra): Nível de pressão sonora equivalente ponderado em “A”, no local e horário considerados, na ausência do ruído gerado pela fonte sonora em questão. 4 Equipamentos de medição 4.1 Medidor de nível de pressão sonora O medidor de nível de pressão sonora ou o sistema de medição deve atender às especificações da IEC 60651 para tipo 0, tipo 1 ou tipo 2. Recomenda-se que o equipamento possua recursos para medição de nível de pressão sonora equivalente ponderado em “A” (LAeq), conforme a IEC 60804. 4.2 Calibrador acústico O calibrador acústico deve atender às especificações da IEC 60942, devendo ser classe 2, ou melhor. 4.3 Calibração e ajuste dos instrumentos O medidor de nível de pressão sonora e o calibrador acústico devem ter certificado de calibração da Rede Brasileira de Calibração (RBC) ou do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO), renovado no mí- nimo a cada dois anos. Uma verificação e eventual ajuste do medidor de nível de pressão sonora ou do sistema de medição deve ser realizada pelo operador do equipamento, com o calibrador acústico, imediatamente antes e após cada medição, ou conjunto de medições relativas ao mesmo evento. 5 Procedimentos de medição 5.1 Condições gerais No levantamento de níveis de ruído deve-se medir externamente aos limites da propriedade que contém a fonte, de acordo com 5.2.1. Na ocorrência de reclamações, as medições devem ser efetuadas nas condições e locais indicados pelo reclamante, de acordo com 5.2.2 e 5.3, devendo ser atendidas as demais condições gerais. Em alguns casos, para se obter uma melhor avaliação do incômodo à comunidade, são necessárias correções nos valores medidos dos níveis de pressão sonora, se o ruído apresentar características especiais. A aplicação dessas correções, conforme 5.4, fornece o nível de pressão sonora corrigido ou simplesmente nível corrigido (Lc). Todos os valores medidos do nível de pressão sonora devem ser aproximados ao valor inteiro mais próximo. Não devem ser efetuadas medições na existência de interferências audíveis advindas de fenômenos da natureza (por exemplo: trovões, chuvas fortes etc.). O tempo de medição deve ser escolhido de forma a permitir a caracterização do ruído em questão. A medição pode envolver uma única amostra ou uma seqüência delas. 5.2 Medições no exterior de edificações Deve-se prevenir o efeito de ventos sobre o microfone com o uso de protetor, conforme instruções do fabricante. 5.2.1 No exterior das edificações que contêm a fonte, as medições devem ser efetuadas em pontos afastados aproximadamente 1,2 m do piso e pelo menos 2 m do limite da propriedade e de quaisquer outras superfícies refletoras, como muros, paredes etc. Na impossibilidade de atender alguma destas recomendações, a descrição da situação medida deve constar no relatório. 5.2.2 No exterior da habitação do reclamante, as medições devem ser efetuadas em pontos afastados aproximadamente 1,2 m do piso e pelo menos 2 m de quaisquer outras superfícies refletoras, como muros, paredes etc. Caso o reclamante indique algum ponto de medição que não atenda as condições de 5.2.1 e 5.2.2, o valor medido neste ponto também deve constar no relatório. 5.3 Medições no interior de edificações As medições em ambientes internos devem ser efetuadas a uma distância de no mínimo 1 m de quaisquer superfícies, como paredes, teto, pisos e móveis. NBR 10151:2000 3 Os níveis de pressão sonora em interiores devem ser o resultado da média aritmética dos valores medidos em pelo menos três posições distintas, sempre que possível afastadas entre si em pelo menos 0,5 m. Caso o reclamante indique algum ponto de medição que não atenda as condições acima, o valor medido neste ponto também deve constar no relatório. As medições devem ser efetuadas nas condições de utilização normal do ambiente, isto é, com as janelas abertas ou fechadas de acordo com a indicação do reclamante. 5.4 Correções para ruídos com características especiais 5.4.1 O nível corrigido Lc para ruído sem caráter impulsivo e sem componentes tonais é determinado pelo nível de pressão sonora equivalente, LAeq. Caso o equipamento não execute medição automática do LAeq, deve ser utilizado o procedimento contido no anexo A. 5.4.2 O nível corrigido Lc para ruído com características impulsivas ou de impacto é determinado pelo valor máximo medido com o medidor de nível de pressão sonora ajustado para resposta rápida (fast), acrescido de 5 dB(A). NOTA – Quando forem publicadas Normas Brasileiras para avaliação do incômodo devido ao ruído impulsivo, estas deverão ser aplicadas. 5.4.3 O nível corrigido Lc para ruído com componentes tonais é determinado pelo LAeq acrescido de 5 dB(A). 5.4.4 O nível corrigido Lc para ruído que apresente simultaneamente características impulsivas e componentes tonais deve ser determinado aplicando-se os procedimentos de 5.4.2 e 5.4.3, tomando-se como resultado o maior valor

Laudo de Avaliação Sonora em áreas habitadas:NBR 10.152
Esta Norma fixa os níveis de ruído compatíveis com o conforto acústico em ambientes diversos. Notas: a) As questões relativas a riscos de dano à saúde em decorrência do ruído são estudadas em normas específicas. b) A aplicação desta Norma não exclui as recomendações básicas referentes às demais condições de conforto. 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar: NBR 10151 – Avaliação de ruído em áreas habitadas, visando ao conforto da comunidade – Procedimento IEC 225 – Octave, half-octave and third-octave band filters intended for the analysis of sound and vibrations IEC 651 – Sound level meters 3 Definições Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.4. 3.1 Pressão sonora ponderada A, em pascals (PA) Valor eficaz (RMS) da pressão sonora determinada pelo uso do circuito ponderado A, conforme a IEC 651.

Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17

Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17 = Análise Ergonômica do Trabalho AET, também conhecido como Laudo Ergonômico:

Destina-se a atender o prescrito na Norma Regulamentadora NR-17 da Portaria nº 3.214/78 e tendo como finalidade reduzir as exigências biomecânicas e cognitivas, visando o conforto do trabalhador na realização de suas atividades, tendo como principais linhas de atuação.
As condições do meio ambiente do trabalho, a antropometria e a organização, resultando em propostas para redução gradativa de situações de trabalho causadoras de dor, desconforto, dificuldade e fadiga excessiva no trabalho.

Avaliação Ergonômica de Trabalho
Laudo de Análise Ergonômica de Trabalho

A Análise Ergonômica do Trabalho AET – é também conhecida como Laudo Ergonômico, parecer ergonômico ou Laudo de Avaliação Ergonômica , porém em se tratando de laudo Ergonômico somente  Juiz poderá  solicitar.

Profissional Habilitado: Ergonomista e Engenheiro de segurança do trabalho

Validade do Laudo: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Requisitos:
PPRA;
Descrição de funções e horários de trabalho de cada função;
Número de funcionários separando feminino, masculino e menores de idade.

Saiba Mais  sobre  Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17:
NR 17  item 17.1. Esta  Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.
17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.
17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.
Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17:

17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais.
17.2.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora:
17.2.1.1. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga.
17.2.1.2. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.
17.2.1.3. Trabalhador jovem designa todo trabalhador com idade inferior a dezoito anos e maior de quatorze anos.
17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança.
17.2.3. Todo trabalhador designado para o transporte manual regular de cargas, que não as leves, deve receber treinamento ou instruções satisfatórias quanto aos métodos de trabalho que deverá utilizar, com vistas a salvaguardar sua saúde e prevenir acidentes.
17.2.4. Com vistas a limitar ou facilitar o transporte manual de cargas deverão ser usados meios técnicos apropriados.
17.2.5. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo destas cargas deverá ser nitidamente inferior àquele admitido para os homens, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança.
17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsão ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico deverão ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.
17.2.7. O trabalho de levantamento de material feito com equipamento mecânico de ação manual deverá ser executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança.
17.3. Mobiliário dos postos de trabalho.
17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição.
17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:
a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento;
b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador;
c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais.
Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17:

17.3.2.1. Para trabalho que necessite também da utilização dos pés, além dos requisitos estabelecidos no subitem 17.3.2, os pedais e demais comandos para acionamento pelos pés devem ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance, bem como ângulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em função das características e peculiaridades do trabalho a ser executado.
17.3.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto:
a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida;
b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento;
c) borda frontal arredondada;
d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar.
17.3.4. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador.
17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas.
Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17:

17.4. Equipamentos dos postos de trabalho.
17.4.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
17.6.2. A organização do trabalho, para efeito desta NR, deve levar em consideração, no mínimo:

a) as normas de produção;
b) o modo operatório;
c) a exigência de tempo;
d) a determinação do conteúdo de tempo;
e) o ritmo de trabalho;
f) o conteúdo das tarefas.
17.6.3. Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores e inferiores, e a partir da análise ergonômica do trabalho, deve ser observado o seguinte:
a) todo e qualquer sistema de avaliação de desempenho para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie deve levar em consideração as repercussões sobre a saúde dos trabalhadores;
b) devem ser incluídas pausas para descanso;
c) quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção deverá permitir um retorno gradativo aos níveis de produção vigentes na época anterior ao afastamento.
Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17:

17.6.4. Nas atividades de processamento eletrônico de dados, deve-se, salvo o disposto em convenções e acordos coletivos de trabalho, observar o seguinte:
a) o empregador não deve promover qualquer sistema de avaliação dos trabalhadores envolvidos nas atividades de digitação, baseado no número individual de toques sobre o teclado, inclusive o automatizado, para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie;
b) o número máximo de toques reais exigidos pelo empregador não deve ser superior a 8.000 por hora trabalhada, sendo considerado toque real, para efeito desta NR, cada movimento de pressão sobre o teclado;
c) o tempo efetivo de trabalho de entrada de dados não deve exceder o limite máximo de 5 (cinco) horas, sendo que, no período de tempo restante da jornada, o trabalhador poderá exercer outras atividades, observado o disposto no art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho, desde que não exijam movimentos repetitivos, nem esforço visual;
d) nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo, uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal de trabalho;
e) quando do retorno ao trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção em relação ao número de toques deverá ser iniciado em níveis inferiores do máximo estabelecido na alínea “b” e ser ampliada progressivamente.
Laudo de Avaliação Ergonômica NR 17.

Curso Prevenção de Riscos nos Trabalhos em Altura

Conteúdo programático:
1. Conceitos e práticas gerais de trabalho em altura;
A importância da APR (Análise Preliminar de Riscos);
Conceito de altura;
Trabalho em altura;
2. Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança;
Tipos de equipamento de segurança;
1. EPI;
2. EPC;
Funcionamento de equipamentos de segurança;
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança;
3. Tipos de recursos utilizados;
4. Tipos de trabalho em altura;
Escadas móveis;
Escadas marinheiro;
Andaimes;
Plataformas suspensas;
Plataformas elevatórias;
Balancim;
Passarelas para telhado;
5. Riscos associados ao trabalho em altura;
6. Benefícios da prevenção de acidentes do trabalho em altura;
7. Acesso ao local de trabalho em altura;
A importância de PT (permissão de Trabalho);
8. Tipos de riscos de acesso ao local de trabalho em altura;
9. Responsabilidades para a liberação;
Responsáveis pela liberação;
Procedimentos de liberação;
Permissão para realização da atividade;
10. Medidas de controle;
11. Plano de emergência;
Prevenção de Acidentes +Primeiros Socorros
Equipe de Resgate por quê?

Solução educacional:
Treinamento teórico-prático realizado em salas de treinamento, com foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, procedimentos e equipamentos utilizados no trabalho em altura.  As estratégias para apresentação do conteúdo são orientadas por meio da exposição de casos de risco para análise e avaliação dos empregados; do manuseio de equipamentos de proteção; da análise de fotos, ilustrações e vídeos, apontando acertos e erros na conduta relacionada ao trabalho em altura; da realização de exercícios de fixação. O fechamento do treinamento ocorrerá com a aplicação de uma avaliação de aprendizagem.

Carga horária: Curso Trabalho  em Altura NR 35
Trabalhador: 08 horas/aula
Supervisor de Altura 40 horas/aula
Resgate Específico em Altura: 40 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Curso Trabalho  em Altura NR 35  Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): Curso Trabalho  em Altura NR 35
NR 35 Item
35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Curso NR 34 – Condições Meio Ambiente  Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval

A Norma Regulamentadora – NR 34  estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.
NR 34.1.2 Consideram-se atividades da indústria da construção e reparação naval todas aquelas desenvolvidas no âmbito das instalações empregadas para este fim ou nas próprias embarcações e estruturas, tais como navios, barcos, lanchas, plataformas fixas ou flutuantes, dentre outras.

 

Curso Admissional NR 34
Treinamento Admissional da NR 34

Treinamento Admissional NR 34

O objetivo do Treinamento Admissional NR 34 é conscientizar os novos colaboradores sobre os riscos relativos as atividades, preparando-os para executar todos os serviços nos trabalhos da Indústria da Construção e Reparação Naval visando sempre em primeiro lugar a Saúde e Segurança de todos os trabalhadores envolvidos.

 

Treinamento NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval
Curso NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval

Curso NR 34 – Trabalho na Indústria Construção e Reparação Naval

A Norma Regulamentadora – NR 34  estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.

 

 

Treinamento básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34
Curso básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34

Curso básico para observador de Trabalhos a Quente NR 34

NR 34.5.1 Para fins  da NR 34 considera-se trabalho a quente as atividades de soldagem, goivagem, esmerilhamento, corte ou outras que possam gerar fontes de ignição tais como aquecimento, centelha ou chama. As medidas de proteção contemplam as de ordem geral e as específicas, aplicáveis, respectivamente, a todas as atividades inerentes ao trabalho a quente e aos trabalhos em áreas não previamente destinadas a esse fim.

 

Treinamento Utilização de Gases NR 34
Curso Utilização de Gases NR 34

Curso Utilização de Gases NR 34

O Objetivo do Curso Utilização de Gases NR 34 é conscientizar os trabalhadores dos riscos existentes no manuseio de gases, preparando os para sempre se antecipar a possíveis falhas, evitando assim incidentes e acidentes, visando conservar o Patrimônio da empresa e principalmente a Saúde e Segurança dos colaboradores que transitam pelos ambientes com gases.

 

Curso Interpretação e Aplicação da NR 34
Curso Interpretação e Aplicação da NR 34

Curso Interpretação e Aplicação da NR 34

O objetivo do Curso Interpretação e Aplicação da NR 34 consiste em definir referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores conforme a NR 34 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção, reparação e desmonte naval. E em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria n.º 3.214/78, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis. 

Curso Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval NR 34

NR 34.3 Capacitação e Treinamento
34.3.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.
34.3.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.
34.3.3 É considerado trabalhador capacitado aquele que receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional legalmente habilitado.

Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval

Conteúdo Programático: Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Interpretação e Aplicação da NR 34
Objetivo e Campo de Aplicação;
Responsabilidades;
Capacitação e Treinamento;
Documentação;
Trabalho a Quente;
Trabalho em Altura;
Trabalho com Exposição a Radiações Ionizantes;
Trabalhos de Jateamento e Hidrojateamento;
Atividades de Pintura;
Movimentação de Cargas;
Montagem e Desmontagem de Andaimes;
Equipamentos Portáteis;
Instalações Elétricas Provisórias;
Testes de Estanqueidade;
Disposições Finais;

Carga Horária: Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval
Capacitação  Carga horária  mínima =  16   horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou sempre que  ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
NR 34.3.4 O empregador deve desenvolver e implantar programa de capacitação, compreendendo treinamento admissional, periódico e sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) acidente grave ou fatal.
Curso NR 34 Trabalho na Indústria de Construção e Reparação Naval: Consulte-nos.

Laudo Químico de Agentes Químicos NR 15

Atividades e Operações Insalubres
A NR 15 estabelece os procedimentos obrigatórios, nas atividades ou operações insalubres que são executadas acima dos limites de tolerância prevista na Legislação, comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho.
Agentes agressivos: ruído, calor, radiações, pressões, frio, umidade, agentes químicos, etc…

Laudo Químico de Agentes Químicos NR 15
Laudo Químico de Agentes Químicos NR 15

Escopo:
Serão realizadas avaliações quantitativas dos agentes químicos presentes nos locais de trabalho, conforme exemplos a seguir de laudo químicos dos agentes químicos abaixo:
Solventes e Tinta:
Varredura de solventes: Acetato de n-Butila, Isoamila mais Isômeros e Etila;Acetona; AEBMEG; AEEMEG; Benzeno; n- Butanol; cicloexanoma, Cumeno; Diacetanol; EBMEG;EEMEG; stireno; Etanol; Etibenzeno; n-Hexano; Hexano; isômeros; Isobutanol; Isopropanol; Isoforona; Metil Etil Cetona; Metil Isobutil Cetona; n-mentano; Percloretileno; Tetrahidrofurano; Tolueno; Tricloroetileno; o,m,e p-Xileno; Óleo Solúvel e Graxa.
Setor de Microiso:
Estanho e Chumbo: Fumos metálicos de chumbo e estanho.
Setor de Manutenção: névoas de óleo e avaliação qualitativa de graxa.
Metodologia a ser empregada:
Metodologia padrão de higiene ocupacional, adotando os limites de tolerância da NR-15, Portaria 3.214/78 do M.T.E .(Ministério do Trabalho e Emprego) e limites de exposição da ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists).

Equipamentos a serem utilizados:
Bombas gravimétricas de fluxo constante e/ou monitores passivos OVM 3500. Os amostradores empregados na avaliação serão enviados a laboratório com certificação ISO 17000.

Validade do Laudo: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Treinamento Segurança e Meio Ambiente – Postos de Gasolina: O  objetivo do curso consiste em tender as exigências legais e normativas referentes a treinamento de pessoal envolvido nas atividades de risco – Portaria 3.214/78 do MTE, NR/23 – item 23.8 e NBR 14.276 da ABNT –, visa atender a necessidade da implantação de um plano de resposta a incidentes e da existência de pessoal habilitado e capacitado a executá-lo, agindo corretiva e preventivamente para a preservação do patrimônio e meio ambiente (em atendimento a Resolução CONAMA nº 273 Art. 5º, inciso II, alínea.

Treinamento Segurança e Meio Ambiente Posto de Gasolina
Treinamento Segurança e Meio Ambiente Posto de Gasolina

Conteúdo Programático:Treinamento Segurança e Meio Ambiente – Postos de Gasolina
Brigada de incêndio (composição, atribuição e forma de atuação);
Combate simulado a principio de incêndios.
Equipamentos de proteção individual e coletiva;
Formas de tratamento dos resíduos do processo;
Manuseio e armazenagem de produtos perigosos;
Noções básicas de primeiros socorros com ênfase em: Queimaduras, choque elétrico, quadros de intoxicações e envenenamento; Ferimentos (fraturas, cortes, escoriações), desmaios transporte e imobilização. Ressuscitação cardiopulmonar;
Noções de operação, manutenção e controle dos equipamentos e instalações;
Operação e manejo seguro dos aparelhos e dispositivos de combate a incêndios;
Plano de resposta a incidentes;
Prevenção e combate a incêndios
Princípios gerais da química do fogo
Procedimentos preventivos na carga e descarta de combustíveis;
Riscos potencialmente poluidores e/ou causadores de acidentes;
Técnicas de combate a princípio de incêndios, de abandono e isolamento de áreas;
Técnicas de contenção de vazamentos e derramamentos;
Prevenção de Acidentes +Primeiros Socorros + DEA

Saiba mais sobre Treinamento Segurança e Meio Ambiente – Postos de Gasolina
Resolução CONAMA nº 273, de 29 de novembro de 2000.
O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe
foram conferidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto nº
99.274, de 6 de julho de 1990, e tendo em vista o disposto na Resolução CONAMA nº 273, de
29 de novembro de 2000 e em seu Regimento Interno, e considerando que toda instalação e
sistemas de armazenamento de derivados de petróleo e outros combustíveis, configuram-se
como empreendimentos potencialmente ou parcialmente poluidores e geradores de acidentes
ambientais;
– considerando que os vazamentos de derivados de petróleo e outros combustíveis podem
causar contaminação de corpos d’água subterrâneos e superficiais, do solo e do ar;
– considerando os riscos de incêndio e explosões, decorrentes desses vazamentos,
principalmente, pelo fato de que parte desses estabelecimentos localizam-se em áreas
densamente povoadas;
– considerando que a ocorrência de vazamentos vem aumentando significativamente nos
últimos anos em função da manutenção inadequada ou insuficiente, da obsolescência do sistema e equipamentos e da falta de treinamento de pessoal;
II – Para a emissão de Licença de Operação:
a) plano de manutenção de equipamentos e sistemas e procedimentos operacionais;
b) plano de resposta a incidentes contendo:
c) comunicado de ocorrência;
d) ações imediatas previstas; e
e) articulação institucional com os órgãos competentes;

f) atestado de vistoria do Corpo de Bombeiros;
g) programa de treinamento de pessoal em:
h) operação;
i) manutenção;
j) resposta a incidentes;
registro do pedido de autorização para funcionamento na Agência Nacional de Petróleo ANP;
certificados expedidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade.
2º Os responsáveis pelo estabelecimento, e pelos equipamentos e sistemas,  independentemente da comunicação da ocorrência de acidentes ou vazamentos, deverão adotar as medidas emergenciais requeridas pelo evento, no sentido de minimizar os riscos e os impactos às pessoas e ao meio ambiente.
3º Os proprietários dos estabelecimentos e dos equipamentos e sistemas deverão promover o treinamento, de seus respectivos funcionários, visando orientar as medidas de prevenção de acidentes e ações cabíveis imediatas para controle de situações de  emergência e risco.
4º Os tanques subterrâneos que apresentarem vazamento deverão ser removidos após sua
desgaseificação e limpeza e dispostos de acordo com as exigências do órgão ambiental
competente. Comprovada a impossibilidade técnica de sua remoção, estes deverão ser
desgaseificados, limpos, preenchidos com material inerte e lacrados.
5º Responderão pela reparação dos danos oriundos de acidentes ou vazamentos de combustíveis, os proprietários, arrendatários ou responsáveis pelo estabelecimento e/ou equipamentos e sistemas, desde a época da ocorrência.
Art. 9º Os certificados de conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação,
referidos no art. 3º desta Resolução, terão sua exigibilidade em vigor a partir de 1o de janeiro de 2003.

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