Sistemas de Combate a Incêndios

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Sistemas de Combate a Incêndios: Projeto de Prevenção e  Sistemas  de Combate a Incêndios  devem nascer no Projeto de arquitetura, considerando, distâncias das saídas a serem alcançadas, a largura das escadas dimensão dos degraus, controle de fumaça, corrimãos, resistência ao fogo, vedação de aberturas entre pavimentos próximos, a combustibilidade, resistência ao fogo das estruturas e materiais de acabamento, barreiras para evitar propagação de um compartimento a outro, controle da carga incêndio e a localização dos demais sistemas combate a incêndios.

Sistema de combate a Incêndios

Sistema de Combate a Incêndios

Primeiramente determina-se a classificação das ocupações, os tipos de sistemas e equipamentos a serem utilizados na edificação; verifica-se as Normas Técnicas pertinentes a nível Federal, Estadual e Municipal.
Classifica-se os riscos em “A”, “B” e “C”, ou seja leve, médio e pesado que são determinados com base na “Tarifa Seguro Incêndio” do Instituto de Resseguros do Brasil.

 

Existe um índice de ocupações que indicam uma rubrica e sub rubrica, de acordo com a rubrica é determinado o risco:
Até 02: Risco A   –  03 a0 6: Risco B   – 07 a 13: Risco C
Sistemas de Combate a Incêndios: é fundamentado em Normas que fixam as condições exigíveis para elaboração de projetos, execução de instalações, operação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio.
Sistema de Combate a Incêndios: É o conjunto de procedimentos, instalações hidráulicas, elétricas, acessórios e demais instalações e componentes pertinentes que quando acionados ou em uso possibilitam a ação desejada.
Caso ocorram uso de equipamento ou acidentes de qualquer natureza, envolvendo os sistemas de prevenção e combate a incêndio, estes devem ser inspecionados imediatamente.
Sistemas de Combate a Incêndios:
Porta Corta Fogo (PCF)
Anualmente, deve ser efetuada inspeção total verificando, corrosão, empenamento e deterioração.
As Portas Corta Fogos devem permanecer fechadas por dispositivo de pressão;
Deve ser mantida uma faixa livre de pelo menos 1 m de qualquer obstáculo;
Devem abrir no sentido de saída;
Devem estar instaladas tanto na Porta Corta Fogo quanto no batente placas numeradas padronizadas pela ABNT e INMETRO.
Em locais de reunião de público acima de 100 pessoas as Portas Corta Fogo deve ser provida de barra antipânico;
Mensalmente deve ser efetuado ensaio de funcionamento da Porta Corta Fogo observado o automatismo fechamento e facilidade de abertura;
Semestralmente, inspeção de todos os componentes (molas, travas, ferrolhos e Barra antipânico);
Sistemas de Combate a Incêndios:
Iluminação de Emergência:
Anualmente, verificar deve ser verificada a autonomia do sistema em funcionamento, nunca inferior a 1 hora e ainda verificar todo sistema de iluminação;
As baterias devem possuir vida útil de 4 anos, isenta de manutenção, quando centralizadas, em compartimento resistente a 2 horas de fogo;
As luminárias dispostas não mais que 15 metros umas das outras, e ser visível de todos os pontos.
Assinalar todas as mudanças de direção, obstáculos, saídas, escadas;
Balizar, com o uso de símbolos ou frases, que indiquem a rota de saída;
Iluminação de Emergência é destinada a clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais;
Quinzenalmente deve ser efetuado um ensaio do funcionamento, observado o acionamento quando a energia é cortada;
Não deve ser obstruída por anteparos ou arranjos;
Rotineiramente verificar se a luminária está ligada a rede;
Sinalizar rotas de fuga utilizáveis no abandono da edificação;
Sistemas de Combate a Incêndios:
Extintores:
Extintores devem estar dispostos em todos os pavimentos da edificação ao menos duas unidades extintoras, por pavimento (Sendo uma para incêndio classe A “água” e outra para classe C “ CO2 ou Pó BC, podem ser substituídos por 2 unidades ABC);
Os Extintores devem estar em locais fixos, determinados em projeto, a alça do mesmo deve estar no máximo a 1,6 metros do piso, quando apoiado no chão, deve possuir base que o distancie no mínimo a 20 centímetros do chão;
Semanalmente, deve ser verificado se o extintor está desobstruído numa faixa de 1 metro a qualquer obstáculo, verificar se está disponível a identificação por placa e ainda verificar o nível de carga, lacre, estado geral do extintor e seu suporte.
Quando o Extintor está embutido em abrigo ou armário, a tampa do mesmo deve ser transparente e sinalizada.
Seguir a periodicidade de recarga e de teste de estanqueidade do casco do extintor fixado pelo fabricante ou empresa de manutenção.
Sistemas de Combate a Incêndios:
Hidrantes:
Anualmente, verificar o estado de conservação de todo o sistema;
Hidrantes devem possuir: Válvula com engate rápido, 40 mm (fora do abrigo). – O abrigo deve possuir a mangueira rígida (de 25 ou 32 mm), já conectada a rede mediante uma válvula de abertura rápida e em sua ponta o esguicho regulável. Obs: Não é necessário dispor da mangueira de 40mm.
Deve ser disposto um conjunto em cada pavimento, disposto não mais que 5 metros do acesso ao pavimento, distribuídos de forma que a mangueira alcance qualquer ponto a área a ser protegida;
O sistema de Hidrantes de ser elaborado pelo projetista do sistema.
Mensalmente, verificar se as mangueiras estão enroladas de forma a facilitar o seu uso, verificar se todos os componentes do abrigo estão disponíveis, verificar se o hidrante está desobstruído numa faixa de 1 metro a qualquer obstáculo e ainda verificar se está disponível a identificação por placa;
O conjunto nunca deve ser instalado dentro de escadas ou antecâmaras de fumaça.
Proteção por hidrante: Deve possuir: Válvula com engate rápido, 40 mm (dentro ou fora do abrigo); – O abrigo deve possuir: 1 ou 2 rolos de mangueira, com 15 metros cada; 1 chave de hidrante; 1 esguicho regulável. 2 – Proteção por mangotinho:
Seguir a periodicidade de teste hidrostático fixado pelo fabricante ou empresa de manutenção. Devem ser seguidas a periodicidade da manutenção preventiva;
Sistemas de Combate a Incêndios:
Rota de Fuga:
A saída de emergência é dimensionada em função da população da edificação, da ocupação e das distâncias a serem percorridas;
Anualmente, verificar a integridade, e sua interação com demais sistemas (sinalização, iluminação, ventilação, portas corta fogo);
As rampas (quando utilizadas), não podem terminar em degraus; – As escadas devem possuir corrimãos contínuos em ambos os lados;
É composta por portas, corredores, “halls”, passagens externas, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída, a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência, de qualquer ponto da edificação, até atingir espaço aberto;
Mensalmente, verificar se a rota de fuga está desobstruída, verificar se o corrimão encontra-se firme, sem pontas vivas (observa-se seu suporte preferencialmente no formato “L”), verificar a integridade do piso;
Na manutenção do piso, verificar com projetista o melhor indicado, com coeficiente de atrito não inferior a 0,5 e que evite desemplacamento térmico, em caso de incêndio.
Os elevadores não devem ser utilizados a fim de evacuação da edificação.
Rota de Fuga deve ser formada por um caminho continuo, devidamente protegido, sinalizado com placas fotoluminescente;
Tipos de Sistemas de Combate a Incêndios:
Porta Corta Fogo
Esguichos para mangueiras de incêndio
Extintores de Incêndio
Extintores de Incêndio Integrados a Equipamentos
Mantas para extinção de incêndio
Retardantes de fogo e chama
Sistemas de Proteção contra Incêndio
Sprinklers para Combate a Incêndio
Supressão de Incêndio (Sistemas)
Supressores de faíscas
Alarmes industriais
Barreiras de Segurança
Câmaras Ambientais
Cintos de Segurança
Equipamentos de Segurança e Proteção Individual
Equipamentos de Segurança e Proteção patrimonial
Kits de primeiros socorros
Letreiros
Luvas de Proteção
Mangas e Luvas Isolantes
Portões e cercas
Recintos de Proteção
Respiradores
Roupas Profissionais
Sinais de Advertência
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