Laudo de Estanqueidade com A.R.T.

Laudo de Estanqueidade Inspeção Técnica inicial e periódica em conformidade com a Norma Regulamentadora  NR 13
O Laudo de Estanqueidade (conhecido também como Teste de Estanqueidade) atestará  a Estanqueidade e as plenas condições de segurança das instalações bem como de todos os equipamentos que possam oferecer riscos de:  incêndio, sinistro de qualquer natureza ou danos ao meio ambiente  indicando a metodologia adotada.

Laudo de Estanqueidade

Laudo de Estanqueidade

Escopo do Laudo de Estanqueidade – Inspeção Técnica
Verificação da documentação da tubulação.
Obs. Lembrar que a norma NR 13 exige fluxograma da tubulação e ou “PAR” Programa de Alteração e Reparo da tubulação.
Isolação da tubulação que será submetida ao teste de estanqueidade.
Enchimento da tubulação com água.
Pressurização do sistema com a bomba manual em duas etapas.
1ª etapa: pressurização do sistema até atingir 50% da pressão do “TH” teste hidrostático (tempo de observação do sistema 50 minutos).
2ª etapa: pressurização do sistema até atingir a pressão do “TH” (tempo de observação do sistema 50 minutos).
TH = 1,5 x PMTA (pressão máxima de trabalho admissível).
Fotografar o sistema para execução do laudo.
Aferir válvula de segurança.
07 – Emissão A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e Certificado de Calibração dos equipamentos utilizados.

Validade do Laudo de Estanqueidade NR 13: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo de Estanqueidade – Inspeção Técnica

Saiba mais sobre Laudo de Estanqueidade NR 13 – Inspeção Técnica
13.6.1 Tubulações – Disposições Gerais
13.6.1.1 As empresas que possuem tubulações e sistemas de tubulações enquadradas nesta NR devem possuir um programa e um plano de inspeção que considere, no mínimo, as variáveis, condições e premissas descritas abaixo: (Vide prazo na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
a) os fluidos transportados;
b) a pressão de trabalho;
c) a temperatura de trabalho;
d) os mecanismos de danos previsíveis;
e) as consequências para os trabalhadores, instalações e meio ambiente trazidas por possíveis falhas das tubulações.
13.6.2 Segurança na operação de tubulações
13.6.2.1 Os dispositivos de indicação de pressão da tubulação devem ser mantidos em boas condições operacionais.
13.6.2.2 As tubulações de vapor e seus acessórios devem ser mantidos em boas condições operacionais, de acordo com um plano de manutenção elaborado pelo estabelecimento.
13.6.2.3 As tubulações e sistemas de tubulação devem ser identificáveis segundo padronização formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a NR-26. (Vide prazo na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014).
13.6.3 Inspeção periódica de tubulações – Laudo de Estanqueidade – Inspeção Técnica
13.6.3.1 Deve ser realizada inspeção de segurança inicial nas tubulações. (Vide condições na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
13.6.3.2 As tubulações devem ser submetidas à inspeção de segurança periódica. (Vide prazo na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
13.6.3.3 Os intervalos de inspeção das tubulações devem atender aos prazos máximos da inspeção interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas interligadas, podendo ser ampliados pelo programa de inspeção elaborado por PH, fundamentado tecnicamente com base em mecanismo de danos e na criticidade do sistema, contendo os intervalos entre estas inspeções e os exames que as compõem, desde que essa ampliação não ultrapasse o intervalo máximo de 100%
(cem por cento) sobre o prazo da inspeção interna, limitada a 10 (dez) anos.
13.6.3.4 Os intervalos de inspeção periódica da tubulação não podem exceder os prazos estabelecidos em seu programa de inspeção, consideradas as tolerâncias permitidas para as empresas com SPIE.
13.6.3.5 O programa de inspeção pode ser elaborado por tubulação, linha ou por sistema, a critério de PH, e, no caso de programação por sistema, o intervalo a ser adotado deve ser correspondente ao da sua linha mais crítica.
13.6.3.6 As inspeções periódicas das tubulações devem ser constituídas de exames e análises definidas por PH, que permitam uma avaliação da sua integridade estrutural de acordo com normas e códigos aplicáveis.
13.6.3.6.1 No caso de risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores envolvidos na execução da inspeção, a linha deve ser retirada de operação.
13.6.3.7 Deve ser realizada inspeção extraordinária nas seguintes situações:
a) sempre que a tubulação for danificada por acidente ou outra ocorrência que comprometa a segurança dos trabalhadores;
b) quando a tubulação for submetida a reparo provisório ou alterações significativas, capazes de alterar sua capacidade de contenção de fluído;
c) antes da tubulação ser recolocada em funcionamento, quando permanecer inativa por mais de 24 (vinte e quatro) meses.
13.6.3.8 A inspeção periódica de tubulações deve ser executada sob a responsabilidade técnica de PH.
 Laudo de Estanqueidade – Inspeção Técnica
13.6.3.9 Após a inspeção de cada tubulação, sistema de tubulação ou linha, deve ser emitido um relatório de inspeção, com páginas numeradas, que passa a fazer parte da sua documentação, e deve conter no mínimo:
a) identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;
b) fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de operação;
c) data de início e término da inspeção;
d) tipo de inspeção executada;
e) descrição dos exames executados;
f) resultado das inspeções;
g) parecer conclusivo quanto à integridade da tubulação, do sistema de tubulação ou da linha até a próxima inspeção;
h) recomendações e providências necessárias;
i) data prevista para a próxima inspeção;
j) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH e nome legível e assinatura de técnicos
que participaram da inspeção.