Laudo de Compressor

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Laudo de Compressor por Ultrassom ou Teste Hidrostático:

O Laudo de inspeção técnica visa:
Atestar a condição operacional do equipamento;
Atestar Projeto de Instalação;
Abertura do livro do equipamento em páginas numeradas;

Laudo de Comrpessor

Laudo de Compressor

Verificar Placas de identificação do equipamento;
Cálculo de PMTA ( Pressão Máxima de Trabalho Admissível);
O Laudo de Compressor deve obrigatoriamente ser realizado por PH –  Profissional Habilitado Credenciado junto ao CREA;
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático:
As inspeções são realizadas através de:
Teste Ultrassom (medição de espessura):

Opção A)  Inspeção Técnica por  Ultrassom:
Método não destrutivo de detecção de defeitos ou descontinuidades internas, presentes nos materiais ferrosos ou não ferrosos.
Obs: Se a inspeção técnica por ultrassom for desfavorável não há necessidade de fazer Inspeção Técnica por Teste Hidrostático.

Opção B)  Inspeção Técnica por Teste Hidrostático:
Realizado em equipamentos fora de serviço, através de pressurização com água;
O compressor é elemento básico de sistema pneumático, sendo necessário inspeção após a instalação  mesmo que no compressor tenha uma etiqueta adesiva  indicando “Teste Hidrostático conforme NR 13”  também deve ser realizadas  inspeções de periodicidade anual conforme Norma ABNT 10143:2013 e Norma Regulamentadora NR 13 do M.T.E.
Efetuando as inspeções o empregador atende as legislações, evitando autuações por parte dos órgãos fiscalizadores, e protegendo os colaboradores e o patrimônio da empresa.
Todo vaso compressor ou cilindro , que é submetido a variações de pressão repetidas vezes, durante um espaço curto de tempo, corre o risco de fadigar o material do vaso.
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático: :
A inspeção de segurança periódica, constituída por exames externo e interno, deve obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos a seguir:

a) para estabelecimentos que não possuam SPIE, conforme citado no Anexo II:
Categoria do Vaso Exame Externo Exame Interno
Categoria I    1 ano 3 anos
Categoria II   2 anos 4 anos
Categoria III  3 anos 6 anos
Categoria IV  4 anos 8 anos
Categoria V   5 anos 10 anos

b) para estabelecimentos que possuam SPIE, conforme citado no Anexo II, consideradas as tolerâncias nele previstas:
Categoria do Vaso Exame Externo Exame Interno
Categoria I    3 anos 6 anos
Categoria II   4 anos 8 anos
Categoria III  5 anos 10 anos
Categoria IV  6 anos 12 anos
Categoria V   7 anos a critério do PH – Profissional Habilitado.

Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático:
IMPORTANTE: A NR 13 sofreu alteração, portaria 594 de abril de 2014, esta portaria determina que as tubulações ou sistemas de tubulações interligadas a caldeiras ou vasos de pressão devem ter procedimentos de inspeção, emissão de laudos, projeto original ou “PAR” projeto de alteração ou reparo, vide NR-13 itens 13.6, 13.6-1, 13.6-2, 13.6.3, 13.6-4, o prazo para adequação termina em Abril de 2015. As empresas que não conseguirem se enquadrar no prazo previsto na NR 13 deverão apresentar projetos para realizar adequação com prazo máximo de quatro anos a partir da publicação da portaria 594 (abril de 2014).
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático: :
Vasos de pressão que não permitam acesso visual para o exame interno ou externo por impossibilidade física devem ser submetidos alternativamente a outros exames não destrutivos e metodologias de avaliação da integridade, a critério do PH, baseados em normas e códigos aplicáveis à identificação de mecanismos de deterioração.
Vasos de pressão com enchimento interno ou com catalisador podem ter a periodicidade de exame interno ampliada, de forma a coincidir com a época da substituição de enchimentos ou de catalisador, desde que esta ampliação seja precedida de estudos conduzidos por PH ou por grupo multidisciplinar por ele coordenado, baseados em normas e códigos aplicáveis, onde sejam implementadas tecnologias alternativas para a avaliação da sua integridade estrutural.
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático:
Vasos de pressão com temperatura de operação inferior a 0 ºC (zero grau Celsius) e que operem em condições nas quais a experiência mostre que não ocorre deterioração devem ser submetidos a exame interno a cada 20 (vinte) anos e exame externo a cada 2 (dois) anos.
As válvulas de segurança dos vasos de pressão devem ser desmontadas, inspecionadas e calibradas com prazo adequado à sua manutenção, porém, não superior ao previsto para a inspeção de segurança periódica interna dos vasos de pressão por elas protegidos.
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13.5.4.10 A inspeção de segurança extraordinária deve ser feita nas seguintes oportunidades:
a) sempre que o vaso de pressão for danificado por acidente ou outra ocorrência que comprometa sua segurança;
b) quando o vaso de pressão for submetido a reparo ou alterações importantes, capazes de alterar sua condição de segurança;
c) antes do vaso de pressão ser recolocado em funcionamento, quando permanecer inativo por mais de 12 (doze) meses;
d) quando houver alteração do local de instalação do vaso de pressão, exceto para vasos móveis.
13.5.4.11 A inspeção de segurança deve ser realizada sob a responsabilidade técnica de PH.
13.5.4.12 Imediatamente após a inspeção do vaso de pressão, deve ser anotada no Registro de Segurança a sua condição operacional, e, em até 60 (sessenta) dias, deve ser emitido o relatório, que passa a fazer parte da sua documentação, podendo este prazo ser estendido para 90 (noventa) dias em caso de parada geral de manutenção.
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13.5.1 Vasos de pressão – disposições gerais.
13.5.1.1 Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluidos sob pressão interna ou externa, diferente da atmosférica.
13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco.
a) Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:
Classe A:
­ fluidos inflamáveis;
­ fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius);
­ fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 (vinte) partes por milhão (ppm);
­ hidrogênio; acetileno.
Classe B:
­ fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus Celsius);
­ fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 (vinte) partes por milhão (ppm).
Classe C:
­ vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.
Classe D:
­ outro fluido não enquadrado acima.
b) Quando se tratar de mistura deverá ser considerado para fins de classificação o fluido que apresentar maior risco aos trabalhadores e instalações, considerando-se sua toxicidade, inflamabilidade e concentração.
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático:
13.5.1.3 Os vasos de pressão devem ser dotados dos seguintes itens:
a) válvula ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior à PMTA, instalado diretamente no vaso ou no sistema que o inclui, considerados os requisitos do código de projeto relativos a aberturas escalonadas e tolerâncias de calibração;
b) meios utilizados contra o bloqueio inadvertido de dispositivo de segurança quando este não estiver instalado diretamente no vaso;
c) instrumento que indique a pressão de operação, instalado diretamente no vaso ou no sistema que o contenha.
13.5.1.4 Todo vaso de pressão deve ter afixado em seu corpo, em local de fácil acesso e bem visível, placa de identificação indelével com, no mínimo, as seguintes informações:
a) fabricante;
b) número de identificação;
c) ano de fabricação;
d) pressão máxima de trabalho admissível;
e) pressão de teste hidrostático de fabricação; (Vide condições na Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014).
f) código de projeto e ano de edição.
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13.5.1.5 Além da placa de identificação, deve constar, em local visível, a categoria do vaso, conforme item 13.5.1.2, e seu número ou código de identificação.
13.5.1.6 Todo vaso de pressão deve possuir, no estabelecimento onde estiver instalado, a seguinte documentação devidamente atualizada:
a) Prontuário do vaso de pressão a ser fornecido pelo fabricante, contendo as seguintes informações:
­ código de projeto e ano de edição;
­ especificação dos materiais;
­ procedimentos utilizados na fabricação, montagem e inspeção final;
­ metodologia para estabelecimento da PMTA;
­ conjunto de desenhos e demais dados necessários para o monitoramento da sua vida útil;
­ pressão máxima de operação;
­ registros documentais do teste hidrostático;
­ características funcionais, atualizadas pelo empregador sempre que alteradas as originais;
­ dados dos dispositivos de segurança, atualizados pelo empregador sempre que alterados os originais;
ano de fabricação;
­ categoria do vaso, atualizada pelo empregador sempre que alterada a original;
b) Registro de Segurança em conformidade com o item 13.5.1.8;
c) Projeto de Instalação em conformidade com os itens 13.5.2.4 e 13.5.2.5;
d) Projeto de alteração ou reparo em conformidade com os itens 13.3.6 e 13.3.7;
e) Relatórios de inspeção em conformidade com o item 13.5.4.13;
f) Certificados de calibração dos dispositivos de segurança, onde aplicável.
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13.5.1.7 Quando inexistente ou extraviado, o prontuário do vaso de pressão deve ser reconstituído pelo empregador, com responsabilidade técnica do fabricante ou de PH, sendo imprescindível a reconstituição das premissas de projeto, dos dados dos dispositivos de segurança e da memória de cálculo da PMTA.
13.5.1.8 O Registro de Segurança deve ser constituído por livro de páginas numeradas, pastas ou sistema informatizado com confiabilidade equivalente onde serão registradas:
a) todas as ocorrências importantes capazes de influir nas condições de segurança dos vasos de pressão;
b) as ocorrências de inspeções de segurança periódicas e extraordinárias, devendo constar a condição operacional do vaso.
13.5.1.9 A documentação referida no item 13.5.1.6 deve estar sempre à disposição para consulta dos operadores, do pessoal de manutenção, de inspeção e das representações dos trabalhadores e do empregador na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, devendo o empregador assegurar pleno acesso a essa documentação inclusive à representação sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento, quando formalmente solicitado.
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13.5.4.13 O relatório de inspeção, mencionado no item 13.5.1.6, alínea “e”, deve ser elaborado em páginas numeradas, contendo no mínimo:
a) identificação do vaso de pressão;
b) fluidos de serviço e categoria do vaso de pressão;
c) tipo do vaso de pressão;
d) data de início e término da inspeção;
e) tipo de inspeção executada;
f) descrição dos exames e testes executados;
g) resultado das inspeções e intervenções executadas;
h) parecer conclusivo quanto a integridade do vaso de pressão até a próxima inspeção;
i) recomendações e providências necessárias;
j) data prevista para a próxima inspeção;
k) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH e nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.
13.5.4.14 Sempre que os resultados da inspeção determinarem alterações das condições de projeto, a placa de identificação e a documentação do prontuário devem ser atualizadas.
13.5.4.15 As recomendações decorrentes da inspeção devem ser implementadas pelo empregador, com a determinação de prazos e responsáveis pela sua execução.

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