Curso Soldas MIG e TIG

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Curso Soldas MIG e TIG

O curso aborda  normas de segurança a serem seguidas durante todo o trabalho. O usuário é instruído a utilizar equipamentos de proteção adequados como: máscara de solda com lente de proteção adequada, avental, luvas, mangas, botinas de couro, máscara de proteção respiratória, protetores auriculares.

Curso Soldas MIG. MAG, TIG e ELETRICA

Curso Soldas MIG e TIG

Conteúdo Programático: Curso Soldas MIG e TIG.
Técnicas de segurança;
Características de Risco no uso de Ferramentas Abrasivas;
Testes de Segurança com Ferramentas Abrasivas;
EPIs e EPCs;
Fundamentos dos processos MIG e TIG;
Equipamentos do conjunto de solda;
Gases de proteção;
Processos de transferência do metal de adição;
Seleção dos parâmetros de soldagem;
Tipos de consumíveis;
Defeitos nos processos de solda;
Executar operações de cordões em posição plana;
Chapas em ângulos, chapas de espessuras diferentes, tubos;
Soldar alumínio com e sem adição de material;
Soldar aço inoxidável com e sem adição de material;
Soldar aço carbono com e sem adição de material;
A.P.R. (Análise Preliminar de Riscos);
Permissão de Trabalho;
Prevenção de Incêndios, Acidentes e Primeiros Socorros;
Como proceder em ambientes confinados, locais com riscos de queda e locais com produtos perigosos;
Check-list– Inspeção diária  dos equipamentos
Referências Normativas: NR 06, NR 12, NR 18 e NR 34 NR 20.

Curso Soldas  MIG e TIG:
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE  8995-1:2013
Riscos ergonômicos;
prevenção de acidentes.

Carga Horária: 
Capacitação: Carga horária mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem): Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais Curso Soldas MIG e TIG:
O processo de soldagem: Existem diversas maneiras de unir materiais, tendo uma mesma união diversos processos envolvidos. O melhor método aplicado será definido pela  sua garantia de uma boa produção, qualidade e menor custo empregado.
Agregando tais valores, a soldagem entra como principal processo no que diz respeito à fabricação, montagem e manutenção no ramo industrial.
Soldagem consiste basicamente na junção de uma ou mais peças, que  tende a garantir a continuidade das propriedades físicas e químicas de materiais metálicos. Este processo pode ou não ser realizado com material de adição (utilização de um eletrodo ou vareta), ou até mesmo sem presença de uma fase líquida. Esse material de adição é definido pelo acréscimo de material Processo MIG e Arame Tubular  depositado em uma determinada peça ou preenchimento de uma determinada cavidade.
Curso Soldas  MIG e TIG:
Existem diversas variações da aplicação da soldagem podendo servir como junção de duas peças de reparo, superfícies desgastadas, ou até mesmo como revestimento para proteção.
Método de União de Metais
Os processos de soldagem podem ser classificados de acordo como é realizado a união dos materiais. A seguir são mostradas tais classificações:
Soldagem por Fusão: A soldagem é realizada pela junção de duas ou mais superfícies, com ou sem metal de adiação.
Soldagem por Resistência: As bordas das peças são unidas por fundição, geralmente por pressão, sem metal de adição.
Soldagem por pressão: As bordas são unidas pela força aplicada nas superfícies.
Processo MIG e Arame Tubular
Brasagem: O material de adição é aquecido e depositado no metal de base, ocorrendo apenas à fusão do metal de adição.
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Soldagem a Arco Elétrico
O arco elétrico é uma descarga elétrica em um meio gasoso parcialmente ionizado, que geram uma fonte de calor capaz de fundir metais.
Na soldagem MIG o arco elétrico se localiza entre a ponta do eletrodo e o metal de base. Em geral, o eletrodo é fundido pelo arco e fornece metal de adição para a solda (soldagem com eletrodos consumíveis), existindo processos em que o eletrodo (em geral, de tungstênio ou grafite) não se funde de forma que seja principal para o processo (soldagem com eletrodos não
consumíveis).
Nos processos de soldagem à arco, a quantidade de calor fornecida à junta influencia nas  dimensões e o formato do cordão de solda, dependendo da corrente e tensão elétricas  fornecidas ao arco. Estes influem também nagrande maioria dos processos na velocidade de soldagem, isto é, a velocidade com que o arco é deslocado ao longo da junta.
A corrente na soldagem é uma das variáveis de fundamental importância que determina à penetração do cordão de solda e a velocidade de fusão do  eletrodo, consequentemente a taxa de deposição. A tensão na soldagem, em geral, controla o comprimento do arco, ou seja, a distância entre a ponta do eletrodo e o metal base ou entre os eletrodos que mantêm o arco e a largura do cordão de solda.
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Quanto maior for a velocidade de soldagem, menor será a quantidade de energia recebida por unidade de comprimento da junta e, em geral, menores serão as dimensões do cordão. Finalmente, deve se deixar claro que, para se garantir uma estabilidade e controle adequados do processo e se obter um cordão de solda com um formato adequado, não se pode selecionar valores de corrente, tensão e velocidade de soldagem de forma aleatória.
No que diz respeito ao arco elétrico, a soldagem apresenta uma série de particularidades, iniciando pelo fato de que, por razões de segurança, a maioria da tensão de trabalho comum utilizadas nos processos mais usuais é de até Processo MIG e Arame Tubular 100 V, enquanto que para iniciar uma descarga elétrica no ar são necessários cerca de 5000 V. É importante estudar o comportamento do arco elétrico na soldagem, porque é através dele é que o processo de soldagem ocorre. Uma soldagem com boa qualidade é dada através do perfeito entendimento e controle do arco elétrico. O calor fornecido pelo arco gera a poça de fusão, e consequentemente através de reações químicas, a homogeneização das partículas dos materiais a serem soldadas. As forças geradas no arco são responsáveis pela transferência do metal de adição do eletrodo até a peça. Em grande parte, o projeto da fonte de soldagem é determinado pela necessidade de estabilizar o arco elétrico.
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Corrente na soldagem.
Considerando todas as variáveis do processo constantes, aumentando apenas a corrente, ou seja, a velocidade do arame-eletrodo obtêm-se uma maior penetração do cordão de solda, com maiores profundidades.

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