Curso Solda Elétrica

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Nome Técnico: Curso Segurança na Operação de Solda Elétrica NR 12 - 16 horas

Referência:

Curso Solda Elétrica
O objetivo do Curso Solda Elétrica é capacitar os colaboradores visando a segurança em todos os processos de soldagem, permitindo a aquisição de capacidades relativas à soldagem nas posições plana, horizontal e vertical em chapas de aço carbono, tornando-os aptos a realizar as atividades com responsabilidade e eficácia conforme preconizam as Normas Regulamentadoras e respeitando a saúde de todos os envolvidos e o meio ambiente.

O que é Solda Elétrica?
A solda elétrica é o processo de aquecimento e de soldadura de duas peças de metal em conjunto, utilizando uma corrente elétrica potente. É necessária a utilização de um dispositivo especializado chamado um dínamo que libera a corrente utilizado para soldar.

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Conteúdo Programático

Curso Solda Elétrica

A.P.R. (Análise Preliminar de Riscos);
Ambiente de soldagem: Layout, piso, pintura, iluminação, ventilação e exaustão;
Chapas em ângulos, chapas de espessuras diferentes, tubos;
Máquinas, equipamentos, ferramentas e acessórios de soldagem;
Defeitos nos processos de solda;
Eletricidade básica;
Fundamentos dos processos de Solda Elétrica;
Tipos de eletrodos: eletrodo nú, eletrodo revestido e eletrodo tubular;
Eletrodos para soldagem a arco elétrico;
EPIs e EPCs;
Equipamentos do conjunto de solda;
Solda a arco elétrico;
Solda por fusão: a gás, a arco, alumino-térmico;
Solda por pressão;
Soldagem com eletrodo revestido;
Corrente de soldagem;
Abertura do arco elétrico;
Executar operações de cordões em posição plana;
Funções do revestimento;
Prevenção de Incêndios, Acidentes e Primeiros Socorros;
Principais defeitos de uma soldagem;
Qualidades e características de uma boa soldagem;
Regulagem de parâmetros, seguindo especificações técnicas definidas em catálogos e em procedimentos;
Simbologia e terminologia;
Técnicas de controle de temperatura na soldagem;
Técnicas de segurança;
Tecnologia da soldagem;
Tensão de soldagem;
Tipos características e aplicabilidade dos acessórios de soldagem;
Transformadores, Retificadores e Geradores;
Velocidade de soldagem;
Como proceder em ambientes confinados, locais com riscos de queda e locais com produtos perigosos;
Checklist – Inspeção diária dos equipamentos;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
-NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR – 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
NR – 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, Reparação e Desmonte Naval;
ABNT NBR 16635 Proteção ocular pessoal – Filtros automáticos para soldagem;
ABNT NBR 14842 – Soldagem – Critérios para a qualificação e certificação de inspetores para o setor de petróleo e gás, petroquímico, fertilizantes, naval e termogeração (exceto nuclear);
ABNT NBR 16247 – Proteção ocular pessoal — Filtros para soldagem e técnicas associadas — Requisitos de transmitância e recomendações de uso;
ABNT NBR 13043 – Soldagem – Números e nomes de processos – Padronização;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

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Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Solda Elétrica

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Solda Elétrica:

A soldagem com eletrodos revestidos é o processo de soldagem com arco, em que a união é produzida pelo calor do arco criado entre um eletrodo revestido e a peça a soldar.

Vantagens do processo
Trata-se de um processo versátil, pois adapta-se a materiais de diversas espessuras e em qualquer posição de trabalho.
O equipamento necessário tem com custo relativamente baixo.
Seu emprego é indicado tanto dentro da fabrica como em campo.
Atualmente é usado nas indústrias naval, ferroviária, automobilística, metalmecânica e de construção civil.
É bastante usado para soldar aços-carbono, aços de baixa liga, aços inoxidáveis, ferros fundidos, alumínio, cobre, níquel, etc.
Metais de baixo ponto de fusão, como Pb, Sn, Zn, e metais refratários ou muito reativos, como Ti, Zr, Mo, Nb, não são soldáveis por eletrodo revestido.

Limitações do processo
Trata-se de um processo MANUAL, estreitamente dependente da habilidade do soldador, o que implica em menor controle dos parâmetros de soldagem, como corrente de soldagem.
Comparado a outros processos, apresenta baixa produtividade, pela sua baixa taxa de deposição e baixa taxa de ocupação do soldador (tempo com o arco aberto pelo tempo total de soldagem), que fica em torde de 40%.
Gera grande volume de gases e fumos durante o processo, o que o torna um processo condenado do ponto de vista da saúde do soldador.

Consúmivel do processo
O eletrodo revestido, que é constituído por:
Alma ou núcleo metálico
Revestimento
O eletrodo apresenta dimensões que variam de 1 a 8 mm de diâmetro e 350 a 470 mm de comprimento.
O diâmetro do eletrodo é fator limitante da faixa útil de corrente de soldagem, pois determina a densidade de corrente elétrica por unidade de área.
O limite máximo, que produz a corrente mínima para o processo, abaixo da qual se verifica a instabilidade do arco.
O limite mínimo produz a máxima corrente admissível no eletrodo. Eletrodos com diâmetros menores causariam grande aquecimento resistivo, degradando as propriedades do revestimento.
Quanto maior o diâmetro do eletrodo, maior a taxa de deposição e, portanto, maior a produtividade. O maior diâmetro utilizável é função da posição de soldagem, do tipo de chanfro e do tipo de revestimento.

Grupos de revestimentos dos eletrodos
Os revestimentos para soldagem a arco, denominados de fluxos nos processos de soldagem com arame tubular e arco submerso, são agrupados de acordo com sua composição:
Oxidante
Ácido
Rutílico
Celulósico
Básico
Os revestimentos oxidantes, pouco usados atualmente, são compostos basicamente de óxido de ferro e manganês.
A escória produzida é abundante e fácil de destacar, com caráter oxidante.
Produz um cordão com baixo teor de carbono e manganês, baixa penetração e boa aparência.
Pode ser usado em corrente contínua (CC) ou alternada (CA). As propriedades resultantes da junta soldada são inadequadas para aplicações de responsabilidade.
Os revestimentos ácidos são uma evolução dos revestimentos oxidantes, modificados a adição de sílica (dióxido de silício, SiO2).
Seu uso resulta em cordões com boa aparência. com penetração média e propriedades mecânicas melhores na junta soldada, quando comparados com os revestimentos oxidantes.
A escória produzida é abundante e fácil de destacar, porém porosa.
Também pode ser usado em CC ou CA

As desvantagens dos revestimentos ácidos são:
Promove uma alta taxa de fusão, o que resulta em uma poça de fusão volumosa e limita a aplicação desse grupo de revestimento às posições plana e horizontal.
O cordão de solda produzido é susceptível a trincas de solidificação.
Neste aspecto, este grupo é o pior entre os tipos de revestimento.
O cordão de solda produzido possui alto teor de inclusões de óxidos e materiais não-metálicos, o que é negativo para a ductilidade e tenacidade da solda. Por isso, este tipo de revestimento não é recomendado para a soldagem de aços com mais que 0,25% C e 0,05% S.

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