Curso Plataforma Elevatória Veicular

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Curso Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade

O objetivo do Curso Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade é capacitar profissionais para estarem aptos a operar com segurança a Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade, atentando-se aos detalhes técnicos de cada equipamento para garantir a segurança dos necessitados desse tipo de serviço

Escopo: Curso Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade
Conscientização da Importância do Manual de Instruções;
Termos e definições de Plataforma elevatória veicular para acessibilidade;
Tipos de plataformas elevatórias veiculares;
Embarque ou desembarque;
Dimensões;
Capacidades;
Rampa de acesso veicular, manual ou motorizada, para acessibilidade;
Dimensões;
Capacidade de carga máxima;
Capacidade de carga em transporte ou capacidade de resistir à pressão;
Noções Básicas de Manutenção;
Sistemas hidráulicos ou pneumáticos;
Características das mangueiras e tubulações;
Limitador de pressão;
Manômetro;
Sistemas elétricos;
Utilização de cabos elétricos;
Isolamento das fontes de energia;
Ensaios após a instalação da plataforma elevatória veicular;
Ensaio estático;
Deformação;
Deslocamento;
Ensaio dinâmico;
Ensaio de funcionamento e das funções de segurança;
Ensaio de verificação da impossibilidade da plataforma elevatória levantar uma carga excessiva;
Ensaio estático de deformação da rampa de acesso;
Ensaio de funcionamento e das funções de segurança;
Referências normativas (NBR 15646);

Carga Horária:
Capacitação Carga horária mínima = 016 horas/aula
Atualização (Reciclagem) Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificação: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre Curso Plataforma Elevatória Veicular e Rampa de Acesso para Acessibilidade ANEXO IV – PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO
1 Definição
1.1 Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado.
2 Requisitos Mínimos de Segurança
2.1 A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas.
2.2 O equipamento deve ser dotado de:
a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, conforme especificação do fabricante;
b) alça de apoio interno;
c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou, na falta destas, ao disposto no item 18.13.5 da NR- 18;
d) painel de comando com botão de parada de emergência;
e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica, hidráulica ou mecânica;
f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida.
2.2.1 É proibido o uso de cordas, cabos, correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo.
2.3 A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos, por meio de:
a) cabos de alimentação de dupla isolação;
b) plugs e tomadas blindadas;
c) aterramento elétrico;
d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR).
3 Operação
3.1 Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho.
3.2 É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho, a fim de garantir a operação segura da PTA.
3.3 Cabe ao operador, previamente capacitado pelo empregador na forma do item 5 deste Anexo, realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA.
3.4 Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens:
a) Controles de operação e de emergência;
b) Dispositivos de segurança do equipamento;
c) Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas;
d) Sistemas de ar, hidráulico e de combustível;
e) Painéis, cabos e chicotes elétricos;
f) Pneus e rodas;
g) Placas, sinais de aviso e de controle;
h) Estabilizadores, eixos expansíveis e estrutura em geral;
i) Demais itens especificados pelo fabricante.
3.4.1 A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças.
3.4.2 É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.
3.5 Antes e durante a movimentação da PTA, o operador deve manter:
a) visão clara do caminho a ser percorrido;
b) distância segura de obstáculos, depressões, rampas e outros fatores de risco, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço;
c) distância mínima de obstáculos aéreos, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço.
3.5.1 O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o trânsito, a visibilidade, a existência de declives, a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente.
3.5.2 A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante.
3.6 Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas em projeto ou ordem de serviço.
3.7 A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio.
3.8 O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local, obedecendo ao disposto na NR-10.
3.9 A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada, de forma a impedir a circulação de trabalhadores.
3.10 A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, estradas de ferro, andaimes ou outros veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim.
3.11 Antes da utilização da PTA, o operador deve certificar-se de que:
a) estabilizadores, eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante;
b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica;
c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos.
3.11.1 Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento, devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico, de acordo com o item 18.22.11 da NR-18.
3.12 Durante o uso da PTA, o operador deve verificar a área de operação do equipamento, a fim de certificar-se de que:
a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto;
b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada, de acordo com o projeto;
c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas, de acordo com o projeto;
d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades;
e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas;
f) não existam riscos adicionais de acidentes.
3.13 Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante.
5.2 A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, abordando, no mínimo, os princípios básicos de segurança, inspeção e operação, de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado.
5.2.1 A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado.
5.3 Cabe ao usuário:
a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA, de acordo com as recomendações do fabricante;
b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos;
c) orientar os trabalhadores quanto ao uso, carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA.
5.4 O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado.
6 Disposições Finais
6.1 Este Anexo não se aplica às PTA para serviços em instalações elétricas energizadas.
6.2 Os projetos, especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devem atender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país.
6.3. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas

6.3.1 Para operação em locais perigosos, o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e

outras correlatas.

6.4 A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda,

arrendamento ou locação.

6.5 As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega, seja

por venda, arrendamento ou locação.

6.6 Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção.

6.6.1 Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento, devendo ser

fornecidos em qualquer locação, arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.

6.7 Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa.

6.8 É vedado:

  1. a) o uso de pranchas, escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA;
  2. b) a utilização da PTA como guindaste;
  3. c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos;
  4. d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do

ar, inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica;

  1. e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução.

GLOSSÁRIO

Autopropulsão – Capacidade de locomoção por meio de fonte de energia e motor próprios.

Eixo expansível – Eixo provido de rodízios ou esteiras nas extremidades, que permitem sua expansão, com o

objetivo de proporcionar estabilidade a um equipamento ou veículo.

Estabilizador – Barra extensível dotada de mecanismo hidráulico, mecânico ou elétrico fixado na estrutura de um

equipamento para impedir sua inclinação ou tombamento. Também conhecido por patola.

Botão de parada de emergência – Botão elétrico ou mecânico, localizado em ponto estratégico, que permite

interromper o funcionamento de um equipamento em situação de perigo iminente.

Capacidade nominal de carga – Carga máxima admitida para a operação de um equipamento.

Área de operação da PTA – Espaço que compreende a área onde está instalada a base da PTA, incluindo os

estabilizadores, acrescida da área sob a lança e a estação de trabalho em todas as posições necessárias à operação.

Distância mínima – Distância de segurança necessária para evitar o contato de qualquer parte de um equipamento

com outras estruturas.

Nivelamento – Posicionamento de um equipamento em um plano horizontal.

Fornecedor de PTA – Aquele que desenvolve atividade de produção, montagem, importação, distribuição ou

comercialização de PTA.

Proprietário da PTA – Aquele que detém o direito de uso, gozo, fruição e disposição do equipamento, por aquisição

originária ou derivada.

Locador de PTA – Aquele que se obriga a ceder, por período determinado ou não, o uso e gozo do equipamento, a

outro, mediante retribuição.

Usuário da PTA – Aquele que detém a responsabilidade sobre a utilização do equipamento.