Curso Plataforma de Trabalho Aéreo PTA

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Curso Plataforma Trabalho Aéreo PTA (Plataforma Elevatória) NR  18

O curso consiste em capacitar os  participantes a trabalhar de acordo com as regras de segurança na utilização de Plataforma Elevatória, Verticais e Multidirecionais; conforme  preconiza  o Anexo IV da NR 18 do Ministério do Trabalho e Emprego, além de proporcionar o treinamento prático de condução e manobra da plataforma, em diversas situações operacionais.

Curso Plataforma de Trabalho Aéreo PTA

Curso Plataforma de Trabalho Aéreo PTA

Conteúdo Programático: Curso Plataforma de Trabalho Aéreo PTA  – (Plataforma Elevatória) NR 18
Normas de Segurança;
Tipos de Plataformas: Elétricas, Hidráulicas, Mecânicas, Manuais, Pneumáticas;
Componentes de Segurança;
Inspeção diária de Pré-preparação do equipamento;
Regras básicas de Reparos, Manutenção preventiva e Checklist;
Condições de Trabalho;
Responsabilidades da Empresa e dos Operadores;
Movimentação de cargas com segurança;
* Quando for o caso:
Ênfase em Plataforma Elevatória com Lança Articulada Hidráulica;
Ênfase em Plataforma Elevatória Telescópica;
Funcionamento das máquinas de pequeno, médio e grande porte;
Identificação e Prevenção de riscos e acidentes;
Segurança nos trabalhos em Altura;
Utilização de Equipamentos específicos para o trabalho em altura;
Simbologia de Segurança;
Controles de Painéis e os Indicadores de Anomalias;
Bateria;
Exercícios Práticos de Operação e Movimentação;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura, );
Riscos ergonômicos;
Normas Regulamentadoras: NR 18, NR 12, NR 11 NR 06, NR 17, NR 18 e NR 35.

Carga Horária:  Curso Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA (Plataforma Elevatória)
Capacitação: 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem): Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem):  É recomendável Periodicidade  ANUAL se não ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

NR 18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em carteira de trabalho.
18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de 16 (dezesseis) horas e atualização anual com carga horária mínima de 04 (quatro) horas.
18.14.2.1.1 Aos operadores que possuírem experiência comprovada em CTPS, anterior a maio de 2011, é dispensada a exigência de ensino fundamental completo.

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Saiba mais sobre o Curso Plataforma de Trabalho Aéreo -PTA  (Plataforma Elevatória)
NR 18 ANEXO IV – PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO  Item 5 Capacitação

5.1 O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18.22.1 (A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá) da NR-18 e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado, ou em um similar, no seu próprio local de trabalho.
5.2 A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, abordando, no mínimo, os princípios básicos de segurança, inspeção e operação, de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado.
5.2.1 A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado.
Curso Plataforma de Trabalho Aéreo PTA: (Plataforma Elevatória)
1 Definição
1.1 Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado.
2 Requisitos Mínimos de Segurança 2.1 A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas.
2.2 O equipamento deve ser dotado de: a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, conforme especificação do fabricante; b) alça de apoio interno; c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou, na falta destas, ao disposto no item 18.13.5 da NR 18; d) painel de comando com botão de parada de emergência; e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica, hidráulica ou mecânica; f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida. 2.2.1 É proibido o uso de cordas, cabos, correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo.
2.3 A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos, por meio de: a) cabos de alimentação de dupla isolação; b) plugs e tomadas blindadas; c) aterramento elétrico; d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR).
3 Operação 3.1 Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. 3.2 É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho, a fim de garantir a operação segura da PTA. 3.3 Cabe ao operador, previamente capacitado pelo empregador na forma do item 5 deste Anexo, realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA.
3.4 Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens: a) Controles de operação e de emergência; b) Dispositivos de segurança do equipamento; c) Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas; d) Sistemas de ar, hidráulico e de combustível; e) Painéis, cabos e chicotes elétricos; f) Pneus e rodas; g) Placas, sinais de aviso e de controle; h) Estabilizadores, eixos expansíveis e estrutura em geral; i) Demais itens especificados pelo fabricante. 3.4.1 A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças. 3.4.2 É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.
3.5 Antes e durante a movimentação da PTA, o operador deve manter: a) visão clara do caminho a ser percorrido; b) distância segura de obstáculos, depressões, rampas e outros fatores de risco, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço; c) distância mínima de obstáculos aéreos, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. 3.5.1 O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o trânsito, a visibilidade, a existência de declives, a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente. 3.5.2 A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante. 3.6 Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas em projeto ou ordem de serviço. 3.7 A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio. 3.8 O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local, obedecendo ao disposto na NR-10. 3.9 A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada, de forma a impedir a circulação de trabalhadores. 3.10 A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, estradas de ferro, andaimes ou outros veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim.
3.11 Antes da utilização da PTA, o operador deve certificar-se de que: a) estabilizadores, eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante; b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica; c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos. 3.11.1 Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento, devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico, de acordo com o item 18.22.11 da NR-18. 3.12 Durante o uso da PTA, o operador deve verificar a área de operação do equipamento, a fim de certificar-se de que: a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto; b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada, de acordo com o projeto; c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas, de acordo com o projeto; d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades; e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas; f) não existam riscos adicionais de acidentes. 3.13 Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante. 3.14 A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese. 3.15 Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso. 3.16 O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA, antes de baixar a estação de trabalho. 3.17 Quando fora de serviço, a PTA deve permanecer recolhida em sua base, desligada e protegida contra acionamento não autorizado. 3.18 As baterias devem ser recarregadas em área ventilada, onde não haja risco de fogo ou explosão.
4 Manutenção 4.1 É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento,contemplando, no mínimo: a) verificação de: a1. funções e controles de velocidade, descanso e limites de funcionamento; a2. controles inferiores e superiores; a3. rede e mecanismos de cabos; a4. dispositivos de segurança e emergência; a5. placas, sinais de aviso e controles; b) ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas; c) lubrificação de partes móveis; d) inspeção dos elementos do filtro, óleo hidráulico, óleo do motor e de refrigeração; e) inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos, tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento. 4.1.1 O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado. 4.2 A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento. 4.3 Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação. 4.4 Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação, a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado. 4.5 O proprietário da PTA deve conservar, por um período de cinco anos, a seguinte documentação: a) registros de manutenção, contendo: a1. datas; a2. deficiências encontradas; a3. ação corretiva recomendada; a4. identificação dos responsáveis; b) registros de todos os reparos realizados, contendo: b1. a data em que foi realizado cada reparo; b2. a descrição do trabalho realizado; b3. identificação dos responsáveis pelo reparo; b4. identificação dos responsáveis pela liberação para uso.
Curso Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA  – (Plataforma Elevatória): Consulte-nos.