Curso NR 26 – Sinalização de Segurança

Curso NR 26 – Sinalização de Segurança
(Foto Ilustrativa)

Curso NR 26 – Sinalização de Segurança

Nome Técnico: Curso Capacitação NR 26 – Segurança nas Operações de Sinalização de Segurança

Referência: 1181

Curso NR 26 – Sinalização de Segurança
O Curso NR 26 – Sinalização de Segurança tem como objetivo instruir e capacitar os colaboradores quanto as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando, delimitando e advertindo contra riscos visando garantir sua segurança durante a execução de suas atividades.

O que é Sinalização de Segurança?
A atividade tem como objetivo alertar trabalhadores e visitantes no local sobre os riscos existentes ali, equipamentos protetores e outras informações imprescindíveis para segurança no local. Foram feitas para chamar a atenção, com letra clara, ilustrações óbvias e de fácil entendimento, bem rápido de entender, o que ajuda em casos emergenciais rapidamente.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

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Conteúdo Programático

Curso NR 26 – Sinalização de Segurança

O que é Sinalização de Segurança;
Aplicação das Cores na segurança do trabalho;
Nas máquinas;
Tubulações industriais;
Sinalização para armazenamento de substâncias perigosas;
Símbolos para identificação;
Rotulagem preventiva;
Sinalizações de segurança;
Perigos e Riscos;
Comunicação de Risco de Segurança;
Casos Específicos;
Rotulagem para produtos químicos;
Fichas de Segurança para produtos químicos;
Fichas de Segurança para resíduos;
Responsabilidades do Empregador, Trabalhador, Fornecedor;
Comunicação em casos de emergência;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-26 – Sinalização de Segurança;
NR-17 – Ergonomia;
ABNT NBR 13434 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico;
ABNT NBR 12935 – Sinalização horizontal viária — Tinta com resina livre;
ABNT NBR 11904 – Sinalização vertical viária – Placas de aço zincado;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso NR 26 – Sinalização de Segurança

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso NR 26 – Sinalização de Segurança

As sinalizações fazem parte do dia a dia de todos. Em diversos ambientes é possível notar a presença de orientações e alertas que facilitam a nossa vida. Se muito bem utilizado, essas sinalizações se tornam um meio de comunicação importantíssimo para a prevenção dos acidentes de trabalho. Sua utilização correta é indicada na Norma Regulamentar 26.
Para muitos dos especialistas da área de segurança do trabalho, a sinalização é fundamental para a orientação dos trabalhadores em relação as riscos existentes nos locais de trabalho, e também para a orientação correta de certos procedimentos, como informar sobre a utilização obrigatória de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
Há quem indique que se o cumprimento da sinalização de segurança fosse instalada de forma efetiva, grande parte dos acidentes de trabalho nem aconteceriam, mas ela ainda é vista como despesa por muitas empresas.
Quando uma sinalização é bem feita e planejada é possível se movimentar por locais desconhecidos, como hospitais ou até mesmo empresas, sem se perder, através de uma caminhada fluída e natural.
Quando falamos de uma caminhada natural por um ambiente, não estamos imaginando uma situação de risco. Agora, imagine uma situação inesperada, como falta de energia. É importante que a sinalização de segurança também seja eficiente, proporcionando às pessoas saírem do local onde se encontram sem se machucarem ou causarem algum acidente. Nessa hora é importante uma iluminação de emergência ou uma sinalização fotoluminescente.

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