Curso Lubrificação de Máquinas NR 12

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Conteúdo Programático : Curso Lubrificação de Máquinas – NR 12
Força de Trabalho da Lubrificação – Apoio, Treinamento e Cultura
Fundamentos da Lubrificação
Óleos Básicos: Mineral, Sintético e Vegetal
Espessantes da Graxa

Curso Lubrificação Máquinas

Curso Lubrificação Máquinas

Propriedades de Desempenho dos Lubrificantes
Lubrificantes, Grau Alimentício e Amigáveis ao Meio Ambiente
Degradação do Lubrificante por Esgotamento de Aditivos, Armazenamento Prolongado e Mistura Incompatível
Métodos de Aplicação de Graxas Lubrificantes
Métodos de Aplicação de Óleos Lubrificantes
Controle de Contaminação
Instalação de Acessórios em Equipamentos
Drenagem de Óleos, Flushing e Administração de Tanques
Lubrificantes Novos
Armazenamento, Manuseio e Administração de Lubrificantes
Sala de Lubrificação
Projeto e Otimização da Manutenção Pró-Ativa com a Lubrificação
Controle de Vazamentos
Seleção e Uso de Lubrificantes
Análise de Óleo na Excelência da Lubrificação
Medidas de Lubrificação e Análise de Óleo

Carga Horária: Curso Lubrificação de Máquinas NR 12
Capacitação  Carga horária  mínima = 16  horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre o Curso Lubrificação de Máquinas NR 12
Deve-se, sempre que possível, evitar a mistura dos diferentes tipos de graxa. Porém, muitas vezes torna-se necessário, e nestes casos é recomendado primeiramente, a substituição de toda a graxa contida no sistema, bombeando-se a nova graxa em grande quantidade, e em seguida, deve-se ajustar os próximos ciclos de lubrificação, para um período de tempo mais curto.

Misturas de graxas relativamente sem inconvenientes são:
Graxas de mesma base de sabão.
Graxas de lítio com graxas a base de cálcio.
Graxas de cálcio com graxas de bentonita.
Misturas de graxas que devem ser evitadas são:
Graxas de sódio com graxas de lítio.
Graxas de sódio com graxas de cálcio.
Graxas de sódio com graxas de alumínio.
Graxas de sódio com graxas de bentonita.
Graxas de alumínio com graxas de bentonita.
• Óleo:
A lubrificação de guias e barramentos de máquinas operatrizes, onde a precisão ou as baixas
velocidades de trabalho, exige um óleo com alta resistência de película (filme) e que elimine o efeito
“stick-slip” (deslize por solavancos).
O óleo ainda deverá possuir:
• Extraordinária capacidade de adesividade.
• Grande capacidade de lubrificação.
• Proteção contra desgaste das superfícies em movimento.
• Proteção contra a corrosão e a ferrugem.
• Boa estabilidade química contra a oxidação.
Normalmente são fornecidos na viscosidade ISO VG 68, para aplicações diversas, sendo que, para
máquinas que trabalham com as guias sob altas pressões é utilizado óleo na viscosidade ISO VG
220.
Desde 01/01/78, os lubrificantes industriais passaram a ser designados em função da viscosidade
cinemática a 40ºC {mm2/s ou centistokes (cSt)}, conforme estabelece o sistema ISO (Internacional
Standards Organization).
A viscosidade de um óleo é diretamente afetada pela temperatura, na razão inversa, ou seja, quanto
maior for a temperatura menor será a sua viscosidade, e vice e versa.
Esta é uma característica muito importante e deverá ser considerada no projeto de um sistema de
lubrificação centralizada, pois em alguns sistemas, existem limitações de viscosidade máxima e
mínima, na temperatura de trabalho.
País como o Brasil, cujas dimensões equivalem a um continente, devemos sempre ter em mente a
região em que o sistema irá operar.
Por exemplo: Uma determinada máquina foi montada numa região, cuja a temperatura média é
30ºC, sendo equipada com um sistema que possua uma restrição quanto a viscosidade do
lubrificante de 1000 cSt na temperatura de trabalho, e está sendo utilizado um óleo ISO VG 460.
A máquina foi testada e dada como satisfatória, sendo comercializada para uma região cuja a
temperatura média seja 15ºC, onde começou apresentar problemas no funcionamento do sistema de
lubrificação.
O motivo é claro, está na variação da viscosidade do óleo utilizado, vejamos: quando a máquina foi
testada na origem a viscosidade do óleo na temperatura de trabalho era 900 cSt (dentro da
capacidade do sistema), porém no local de operação, esse mesmo óleo teve sua viscosidade alterada
para acima de 3500 cSt na temperatura de trabalho, três vezes e meia a mais que o limite do sistema.
Nesse caso, deveríamos substituir o óleo por outro de viscosidade mais baixa, por exemplo: ISO VG
150, ou promover o seu aquecimento.
(Fonte Manual de Instrução Dropsa)